História Nightstick - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Kick-Ass - Quebrando Tudo, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Ação, Batista, Calango, Cellbit, Cellke, Cellmitw, Cellnix, Celltista, Celltw, Gaxilango, Guaxinim, Kick-ass, Mike, Mitw, Pactw, Super-heroi, Tarik
Exibições 109
Palavras 2.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Lemon, Luta, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem desse capítulo
Boa leitura

Capítulo 4 - Saving An "Innocent" Boy


PoV - Cellbit

No dia seguinte ao dia em que fui humilhado na frente do colégio inteiro (como se eu já não fosse humilhado o suficiente por, sei lá, Deus), todas as pessoas já tinham esquecido da minha existência novamente, o que por um lado é bom já que ser o centro das atenções nesse colégio sempre é algo ruim.

Encontro Guaxinim e Calango conversando animadamente no corredor, e paro ao lado deles abrindo a porta do meu armário.

— Sobre o que estavam falando? — Pergunto, enquanto organizo meus livros dentro do armário.

— Nada de mais. — Guaxinim diz, sorrindo. — Apenas escolhendo qual filme ruim assistiremos no sábado.

— Sim, afinal, sábado é o nosso dia do filme ruim. — Calango me lembra.

Temos a tradição de baixar filmes ruins todos os sábados para assistir, e depois dar uma nota de 0 à 5, sendo que o objetivo é conseguir a nota menor. A cada semana um escolhe e no fim de três semanas seguidas o que estiver menos pontos - no caso o vencedor - pode escolher qualquer coisa para os outros dois fazerem.

Se um dia eu vencer, os dois vão ter que me chupar ao mesmo tempo, enquanto usam orelhinhas de gatinhos e plugs anais de rabinhos felpudos. Eles têm sorte de eu nunca ter ganhado.

— Qual filme veremos essa semana? — Eu pergunto, essa é a semana do Guaxinim escolher, então assistiremos na casa dele.

— Eu escolhi o pior filme da atualidade, vocês vão sentir vergonha alheia e vontade de se matar antes mesmo do filme começar. — Guaxinim diz, criando um suspense. — Eu escolhi… O filme da Kéfera!

— Puta que pariu… — Calango diz dando um facepalm.

— Já ganhou! — Eu digo, levantando as mãos em redenção.

— Eu sei, eu sei, eu sou um gênio. — Ele diz.

O sinal bate e pegamos nossas coisas para irmos até a sala.

Nightstick

Episódio 4

Saving an "Innocent" Boy

Caminho na rua vestido de Nightstick, algumas pessoas me cumprimentam, outras apenas olham estranho. É bem tarde agora, então a rua não está tão cheia. Subo até a cobertura do mesmo prédio de sempre, e observo a movimentação dali de cima.

Os comércios começaram a fechar e as pessoas se retirar para dentro de suas casas, mas eu me mantenho ali com os olhos bem abertos. Afinal, o herói da cidade não pode vacilar.

Vejo um garoto descer de um ônibus. Ele é loiro, baixinho, pele clara. Logo percebo que é o Batista, reconheço aquelas bochechas de longe. Ele está usando um suéter azul claro, calça jeans escura e sapatos pretos. Ele digita alguma coisa em seu celular sem prestar muita atenção no caminho.

Não muito longe, vejo um homem alto, forte, usando um casaco preto e um gorro da mesma cor. Ele olha para os lados como se estivesse de olho no movimento, enquanto uma de suas mãos segura algo na sua cintura..

Batista olha para trás e percebe o homem ali, o loiro coloca o celular no bolso e anda mais rápido, o homem também acelera os passos indo mais rápido atrás dele. Desço o mais rápido que posso da cobertura e corro atrás deles. Veio Batista virar em um beco e o homem entrar no mesmo beco atrás dele. Corro até lá, vendo o homem segurar com força o braço de Batista, que parece assustado.

— Ei! — Chamo a atenção dele, que me olha mal encarado. — Deixa ele em paz!

— Quem é você? — Ele pergunta.

— Nightstick! — Respondo. — E eu vou quebrar você no meio!

Ele ri, soltando Batista e virando-se na minha direção.

— Você vai se arrepender de tentar bancar o herói, garoto. — Ele diz, vindo em minha direção.

Desvio dele e acerto com o cacetete em sua nuca. Andei praticando um pouco, até agora só o que aprendi foi a desviar, o que é útil já que aparentemente os assaltantes adoram correr em sua direção para tentar te acertar. Tão previsível.

Ele vira-se e volta a tentar me acertar, com sorte consigo acertar seu rosto, e ele cai para trás, deixando sua faca cair. Ele levanta nervoso, e consegue acertar um soco no meu rosto, viro o rosto para o lado e ele acerta meu estômago nesse meio tempo. Meus cassetetes caem no chão, mas antes que ele possa me acertar novamente, vejo uma lata de lixo voar atingindo-o em cheio.

Ele cai no chão e engatinha até sua faca. Pego o canivete e acerto sua nuca, fazendo-o cair, e chuto a faca para longe. Ele me olha com ódio e se levanta, caminhando para longe enquanto aponta para mim.

— Eu gravei seu rosto, viadinho! — Ele diz. — Vou te pegar desprevenido!

Ele corre para longe.

— Obrigado! — Ouço Batista dizer, correndo em minha direção e me abraçando. — Você me salvou!

— De nada, esse é apenas o meu trabalho. — Digo, tentando conter uma excitação.

— Qual o seu nome? — Ele pergunta, mordendo o lábio inferior.

Puta que pariu que menino sonso.

Adoro.

— Nightstick… — Digo.

— O que eu posso fazer para agradecer, Nightstick? — Ele pergunta, me olhando malicioso.

— A-ah… Ter certeza de que está seguro já é o suficiente. — Digo um pouco nervoso, me afastando. — Tenho que ir agora…

Digo, me afastando e caminhando até a escada de incêndio de um dos prédios. Começo a subir a escada com um pouco de pressa. Há um cabo preto daqueles de energia na escada, e eu acabo enroscando o pé nele. Começo a tentar tirar aquilo dali enquanto vejo Batista me olhar e sorrir.

Na tentativa de me livrar do cabo, acabo caindo para trás e uma parte do ferro da escada de incêndio se desfaz, e eu caio de cabeça para baixo, ficando pendurado pelos pés.

Fico ali olhando o Batista de cabeça para baixo, ainda assim ele parece lindo. Ele caminha até mim em passos calmos e para com seu rosto perto do meu. Coloca suas mãos na minha máscara e abaixa deixando minha boca de fora.

Seus lábios encostam nos meus em um selinho, mas não demora até o cabo ficar um pouco mais frouxo e eu cair um pouco mais fazendo meu volume sobre a calça ficar perto do rosto dele.

— D-desulpa por isso… — Digo, rindo envergonhado.

O cabo fica ainda mais frouxo e eu caio no chão, mas consigo me livrar dele e voltar a subir a escada, sem interrupções desta vez.

Assim que chego na cobertura do prédio, sorrio bobo comigo mesmo, lembrando do que acabou de acontecer. Eu beijei o Batista. A boca dele se encostou na minha. E da boca dele na minha boca para a boca dele no meu pau não é um passo tão longo. Caminho pela cobertura até sentir algo atingir meus tornozelos em uma rasteira.

Caio no chão e logo viro-me vendo um dos dois gostosos que me espancaram a uns dias atrás. Apelidei eles de gostosos do espancamento por que não sei os nomes deles (Infelizmente).

O que me atingiu agora é o de pele clara, o do cajado. Me levanto e vou em direção a ele com os cassetetes nas mãos. Ele desvia de mim, acertando primeiro meu joelho e me fazendo abaixar, então acerta meu rosto e eu caio de costas no chão, meus cassetetes caem longe.

— Ai, cara, por que está fazendo isso? — Pergunto. — Você e seu amigo já quase me mataram, isso não basta para vocês?

— Não… — Ele responde sorrindo, um sorriso que parece ser tão inocente, mas eu não acredito na inocência dele.

ESSE MENINO É O DEMÔNIO!

Aproveito uma deixa e chuto sua mão, fazendo ele soltar o cajado e então exclamo um: “HA, HA!”, e ele revira os olhos.

— Acha mesmo que preciso do cajado para acabar com você? — Ele pergunta, e senta sobre meu colo. — Eu tenho outras armas, querido.

Ele aperta meus mamilos, e os belisca com força. Sua bunda roça na minha calça e aquela dor nos mamilos… Uma dor tão… PUTA QUE PARIU QUE SENSAÇÃO GOSTOSA DO CARALHO!

— O-ooh… — Deixo um gemido escapar.

— V-você… Gemeu? — Ele pergunta, e sinto meu pênis endurecer-se ainda mais dentro da calça, sendo apertado pelo peso da sua bunda sobre ele. — S-seu… Tarado!

Ele acerta um tapa em meu rosto e se levanta, se afastando com as duas mãos sobre o rosto como se estivesse com vergonha, eu me levanto, limpando a poeira da calça. Vejo o outro garoto saltar do prédio ao lado, parando perto de nós.

— O que houve aqui? — O de pele morena pergunta, eu aproveito que ele está olhando para o outro e tento ajeitar o pau dentro da calça, de uma forma que ereção não fosse vista. — Você estava tentando se aproveitar do meu namorado, seu desgraçado?

— Não foi culpa minha, ele sentou no meu colo, não havia nada que pudesse fazer.

Ele apenas revira os olhos.

— Tudo bem, você é patético! — Ele diz. — Nosso objetivo era te espancar até você desistir de ser um herói, mas você é tão ridículo que não vou gastar meu tempo.

— Ah, galera, qual é? — Pergunto, erguendo os braços. — Vocês já me bateram, porque fazer de novo?

— Por que você está fazendo o nosso trabalho! — O de pele clara diz. — Bancando o herói famosinho quando nós dois viemos fazendo isso por muito mais tempo.

— Vocês não são heróis, vi vocês roubando. — Digo.

— Não é roubo… — O de topete diz. — É um pagamento por estarmos ajudando a população.

— Quer dizer que vocês podem roubar por estarem impedindo outras pessoas de roubar? — Pergunto.

— Sim…

— É exatamente isso…

— Ok, desisto de entender. — Digo. — Mas se vocês querem ajudar as pessoas, e eu também, porque não fazermos isso juntos?

Eles se olham e riem.

— Ei, eu ainda estou aqui, tá!

— Nós dois trabalhando com… Você? — Ele aponta para mim com desdém. — Não mesmo!

— Você é um fracote, mal consegue aguentar um assaltante imagine vários em uma só noite. — O de pele clara diz.

“Você diz isso porque deve aguentar vários todas as noites em safado”, penso.

— Ei, eu posso não ser o melhor, mas vocês viram, eu acabei de impedir um assalto. — Digo.

— Pura sorte! — Ele diz.

— Então por que não me treinam? — Pergunto, e eles se calam. — Me ensinam tudo o que sabem e podemos ser um trio imbatível, tipo… — Tento pensar em um trio de super heróis para usar de exemplo. — Tipo as meninas super poderosas. — Talvez eu tenha escolhido o trio errado.

— A proposta é tentadora? — Ele diz, olhando para o outro como se pedisse uma confirmação.

— Por mim tudo bem! — O moreno diz. — Mas não seremos as meninas super poderosas, está bem? Nunca mais repita isso!

— Certo!

— Nos encontre aqui mesmo, amanhã à tarde, sem essa fantasia escrota. — Ele diz. — Se não estiver aqui quando chegarmos, diga adeus as suas bolas!

Engulo em seco.

— E antes de irmos. — Ele e o outro se viram. — Eu sou Mike, e ele se chama Tarik.

— Mas pode me chamar de Pac. — O outro diz.

— Eu sou Cellbit. — Me apresento direto pelo apelido.

— Até amanhã, Cellbit! — Ele diz, e os dois saltam para o prédio ao lado.

Deito no chão pensando no que acabou de acontecer. Eu vou aprender a lutar! Me transformar em herói está dando certo!

Só falta resolver uma coisa.

Corro para uma parte da cobertura na qual não pode ser vista, e abaixo a calça revelando meu pênis ereto.

Inapropriado? Com certeza, mas foram muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, preciso de algo para acalmar...


Notas Finais


Espero que tenham gostado
Fãs da Kefera, não me matem mskskx
Pac e Mike vão ajudar o Cellbio a aprender a lutar, o que sera que essa turminha do barulho vai aprontar? -qqqq
aqls

Bjos e até o próximo capítulo


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