História Nightstick - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kick-Ass - Quebrando Tudo, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Ação, Batista, Calango, Cellbit, Cellke, Cellmitw, Cellnix, Celltista, Celltw, Gaxilango, Guaxinim, Kick-ass, Mike, Mitw, Pactw, Super-heroi, Tarik
Exibições 80
Palavras 1.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Lemon, Luta, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiee
Eu disse que tinha cap novo em breve :3
Espero que gostem
Bjoos

Capítulo 6 - Blowing and Gagging


PoV - Cellbit


Saio do banho e vou de toalha para o quarto, indo direto para a frente do espelho. Minhas pernas ainda estão cheias de marcas, e isso não seriam um problema se fossem marcas de um bom BDSM, claro, mas não são marcas de uma agressão quase gratuita.

Ainda estou com as coisas que o Mike falou na minha cabeça, ele me fez voltar pra casa de pau duro e pernas doendo, queria que minhas pernas estivessem bambas por outro motivo. Eu sou versátil quando o assunto é me relacionar com outros caras, então se o cara for fofinho e tiver carinha de sugar baby - tipo o Batista - eu tenho vontade de foder ele, se ele for bruto, daddy, e tenha uma pegada forte, daí eu já quero dar muito pra ele. Mike definitivamente é a segunda opção.

Mas não devia estar pensando em ser comido pelo Mike hoje, devia estar pensando em meter o pau na cara do Batista. Por um lado estou confiante, acho que ele gosta de mim, por outro, estou nervoso e com medo de estragar tudo. Queria ter coragem de dizer e fazer metade das coisas na qual eu penso.

Jogo mina toalha na cama e vou pro meu guarda roupa, pego uma cueca rosa e preta e a visto, visto uma calça para esconder a minha perna machucada e uma camisa de manga longa branca. Calço um sapato preto e me olho no espelho.

— Perfeito! — Pego o desodorante e passo nas axilas, peito e um pouco nas partes íntimas.

Seco o cabelo e penteio deixando o topete de sempre. Pego carteira, celular e coloco nos bolsos. Batista e eu combinamos de nos encontrar no shopping, já que ele mora lá perto. Desço as escadas e encontro meu pai sentado no sofá assistindo TV.

— Oi, pai, tô saindo. — Eu digo, tentando ir o mais rápido possível para a porta, para evitar que ele me chame.

— Oh, meu filho indo a um encontro. — Ele diz, rindo. — Achei que isso nunca fosse acontecer…

— Obrigado pai. — Digo, abrindo a porta.

— Você nunca foi muito bonito ou legal. — Ele diz. — Eu na sua idade já tinha comido metade do colégio, por isso achei que você nunca fosse pegar ninguém, mas ai está você provando que eu estava errado… — Reviro os olhos e saio da casa. — USEM CAMISINHA!


Nightstick

Episódio 6

Blowing and Gagging


Chego no shopping e mando uma mensagem para Batista, para saber onde ele está. Ele me responde e vou de encontro com ele no terceiro piso, onde fica o cinema. Ele está usando uma bermuda jeans escura, tênis preto, camisa branca e um casaco roxo por cima. Ele me vê e sorri.

— Oi. — Digo, chegando perto dele e abraçando-o.

— Oi… — Ele responde, e aperta a minha bunda me fazendo corar. — Vamos escolher o filme, vem…

Ele segura a minha mão e me puxa para a fila. Não está muito cheio, o que é estranho por ser final de semana. Quando chega nossa vez, Batista escolhe o filme, um drama Europeu que ele nem me deixou ler a sinopse.

— Você gosta de drama? — Pergunto, ele não parece ser o tipo de pessoa que admira a sétima e aprecia um bom drama.

— Não muito... — Ele diz, sorrindo malicioso. — Mas não vão ter muitas pessoas querendo ver esse filme, e aquela sala escurinha vai ser só nossa.

— A-ah… Q-que bom… — Gaguejo, sorrindo meio nervoso.

Compramos pipoca e refrigerantes e entramos na sala de cinema. Batista acertou em cheio, a sala estava quase vazia. Haviam um casal aqui ou ali, e alguns carinhas com cara de hipsters sentados nos bancos da frente.

— Vamos para o fundo. — Batista diz, e eu apenas o sigo.

Chegamos no fundo e somos os únicos na última fileira, eu quis sentar no meio, tentei explicar para o Batista que seria melhor para ver o filme direito e ele me respondeu com:

— Eu não estou nem ai pro filme, bobinho. — E sorriu com aquela carinha de inocente.

Nos sentamos no canto e colocamos a pipoca e os refrigerantes nos espaços nos braços da cadeira. Depois de pouco tempo, os trailers começaram a passar na tela, e realmente não prestei atenção porque ninguém liga pra essa merda.

O filme começa e eu tento prestar atenção na história, mas realmente parece algo incrivelmente chato. Batista chega mais perto de mim, e eu penso que essa é a oportunidade perfeita para me aproximar dela.

Levanto o braço esquerdo e lentamente passo-o pelos ombros dele, descansando no seu ombro. Ele se encosta em mim, e ficamos naquela posição confortável por um tempo.

Quando olho para as outras pessoas na sala de cinema, os casais estão se beijando, algumas pessoas parecem dormir e só os caras das fileiras da frente estão prestando atenção.

— O filme está chato, né. — Ele diz.

— S-sim… — Digo.

Ele pega um pouco de pipoca e coloca na boca.

— Queria fazer alguma coisa pra me animar. — Ele diz, mais como um sussurro e eu engolo em seco.

— Tipo o que? — Pergunto, e vejo-o sorrir.

Ele deixa uma pipoca cair, e ela trilha um caminho exatamente até o meio das minhas pernas.

— Droga, deixei cair… — Ele diz.

Sinto a mão dele deslizar até a minha coxa, ele aperta aquela área com vontade.

Eu acabo arfando com o movimento dele, e vejo-o sorrir. Ele deixa outra pipoca cair.

— Nossa, como sou desastrado… — Ele se abaixa, desta vez, e seu rosto chega bem perto do volume da minha calça e eu sinto-o morder a minha coxa.

Não posso evitar soltar um leve gemido, ele pega a pipoca com a boca e volta a se levantar para mim.

— Vejo que está bem animado. — Ele diz, e sua mão desliza subindo minha coxa até o volume da minha calça, e ele aperta aquela área. — Posso te ajudar com isso se quiser.

— A-aqui? — Pergunto, mas no fundo, estar em um lugar onde podemos ser pegos só me anima mais.

— Onde mais seria?

Ele começa a massagear o meu membro sobre a calça, e seu rosto fica mais próximo do meu. Seus dedos chegam ao botão da minha calça, e ele a desabotoar enquanto nossos rostos se juntam. Deixo nossos lábios se tocarem, primeiro em um beijo calmo, onde logo ele pede passagem com a língua e eu deixo que nossas línguas se encontrem.

Ele abre o meu zíper e sua mão segura meu pau sobre a cueca, massageando-o lentamente. Nosso beijo se torna mais selvagem, nossas línguas agora travam uma batalha enquanto meus gemidos abafados pela boca dele podem ser ouvidos apenas por nós. Ele separa nossas bocas e sorri safado para mim enquanto pergunta:

— Alguém já chupou você? — Estremeço com a pergunta.

— Não…

— Você é um garoto de sorte… — Ele diz, abaixando um pouco minha cueca e deixando meu pau de fora. — Por eu ser o seu primeiro…

Batista abaixa a cabeça e sinto sua língua tocar a cabeça do meu pau, rodeando-o. Agarro nos braços do assento e separo os lábios sem conseguir dizer uma palavra sequer. Aos poucos Batista vai abaixando a cabeça e mais e mais do meu pau vai invadindo a sua boca.

Mordo o lábio inferior e levanto a cabeça, aproveitando a sensação. Ele continua chupando lentamente o meu pau da cabeça até a base. Ele o tira da boca por alguns segundos.

— Se quiser que eu vá mais rápido, fique a vontade… — Ele diz, e volta a me chupar.

Ele pediu para eu ficar a vontade, e logo levo minhas mãos ao cabelo dele, agarrando os fios louros e fazendo-o subir e descer mais rápido, começo a movimentar o meu corpo também para ir mais fundo na boca dele.

Ele tira meu pau da boca e se levanta, olhando para mim ofegante. Seu cabelo está bagunçado e ele sorri malicioso.

— Eu adoro que agarrem meu cabelo assim. — Ele diz, e se aproxima de mim, me beijando. — Quero que foda bem fundo na minha garganta…

Ele se ajoelha na minha frente, entre as minhas pernas, e abaixa minha calça e cueca até os pés. Ele morde o lábio inferior e me olha com a mesma carinha de garotinho inocente dele. Logo eu entendo o que ele quer, agarro seu cabelo e aproximo seu rosto do meu pau, fazendo meu pau entrar pela sua boca, mexo sua cabeça para cima e para baixo rapidamente, fodendo sua boca sem pena.

— O-oj… Porra, isso é bom pra caralho. — Digo, tendo cuidado para não falar alto.

Olho para as outras pessoas, todos parecem estar mais ocupados e ninguém nem olha pra gente ali. Volto a olhar para baixo, para Batista que me olha enquanto me chupa. Tiro meu pau da boca dele e o direciono para as minhas bolas, fazendo-o chupá-las. Ele suga uma delas e logo depois solta, isso me dá vontade de gritar de prazer.

Logo me lembro de algo que queria fazer a muito tempo. Puxo o cabelo dele para trás, deixando o rosto dele virado para mim, e agarro a base do meu pau, batendo ele na cara dele, que abre a boca parecendo estar curtindo aquela sensação. Passo meu pau por todo seu rosto, voltando a enfiar em sua boca e foder ela até a garganta.

A sensação da cabeça do meu pau na garganta dele é a melhor que já senti, olho para ele e vejo-o fechando os olhos enquanto tenta com dificuldade respirar pelo nariz, mas em momento algum ele reclama, muito pelo contrário. Ele faz tudo que eu quero. As vezes ele engasga com meu pau, mas isso só é mais excitante.

Seguro seu rosto com as duas mais, mexendo os quadris para foder ele ainda mais rápido. Sinto meu ápice cada vez mais perto.

— Puta… Que… Pariu… — Eu digo entre gemidos, todos baixos, mesmo tendo vontade de gritar de prazer.Finalmente gozo em sua boca, sentindo um alívio. Ele se afasta e sorri cheio de porra na boca, vejo-o engolir e limpar o canto do lábio inferior com o polegar, e chupá-lo depois. Ele volta a segurar o meu pau e lamber o que resta nele, me causando uma sensação estranha, uns arrepios e até umas tremidas.

Quando ele termina, me ajuda a vestir minha cueca e calça e se aproxima de mim, me beijando. Ainda sinto um pouco de gosto de meu gozo dentro de sua boca, e ele faz questão de fazer sua língua roçar na minha.

Então ele se senta ao meu lado, e eu abotou a calça, passo o braço pelo ombro dele e ele se encosta em mim, como se nada tivesse acontecido.

Assim que saímos do cinema, recebo uma mensagem do Calango:

“Cell, não esquece do nosso dia do filme ruim, na casa do Guaxi”.

Respondi confirmando que já estou indo.

— Batista, eu… — Nem sabia o que dizer. — Bom… Eu adorei o encontro…

— Podemos nos encontrar assim muitas outras vezes. — Ele diz, sorrindo malicioso. — Fazer outras coisas a próxima vez...

— Ah, eu vou amar. — Digo. — Bom, tenho que ir agora.

— Tudo bem, vai lá. — Ele diz. — Ainda vou esperar minha mãe vir me buscar.

— Tudo bem, tchau. — Me despeço e me afasto, mas volto depois, para dar um selinho nele, que sorri. — Tchau…

— Tchau…

Chego na casa do Guaxinim e a mãe dele já me deixa ir direto pro quarto. Chego lá e vejo o Guaxinim e o Calango sentados no chão com o notebook entre os colos deles.

— Nossa, achei que não vinha mais. — Guaxinim diz.

— Nunca deixaria vocês na mão. — Digo, sentando ao lado deles.

— Então, lá vamos nós… — Guaxinim diz, dando play no filme.

Logo os créditos iniciais começam.

— Como foi o encontro? — Calango pergunta.

— É, conta, como foi? — Guaxinim completa, e eles me encaram sorridentes.

— Foi inacreditável. — Digo. — Se eu contasse, vocês não acreditariam...


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo ͡° ͜ʖ ͡°
Me digam se vocês querem mais capítulos com ação ou se gostam de de vez em quando terem uns assim mostrando a vida pessoal dele e talz kaks

Comentem o que acharam e até o próximo capítulo
Bjs


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