História Nightstick - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Kick-Ass - Quebrando Tudo, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Ação, Batista, Calango, Cellbit, Cellke, Cellmitw, Cellnix, Celltista, Celltw, Gaxilango, Guaxinim, Kick-ass, Mike, Mitw, Pactw, Super-heroi, Tarik
Exibições 66
Palavras 1.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Lemon, Luta, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee
Cap novo :3
Não demorei dessa vez, tão vendo?
Espero que gostem desse cap, bjos

Capítulo 7 - Catching A Bad Guy


PoV - Cellbit


O filme finalmente acabou e ouve-se um “amem” uníssono no recinto. Se o plano do Guaxinim era fazer nossos olhos sangrarem até a morte, ele acertou em cheio.

— Então, senhores, quantos pontos o meu filme merece? — Guaxinim pergunta, chegou a hora de darmos a nota.

— Eu te dou um dois, a menininha pelo menos era engraçada. — Eu digo, e ele concorda com a nota.

— Eu te dou um, não assistiria nem mais um segundo disso! — Calango diz, dramático como sempre.

— Ok, então temos um três ao todo. — Guaxinim diz. — Calango ganhou um quatro, isso quer dizer que eu já estou ganhando!

— Droga! — Calango diz, batendo uma das mãos na perna.

— A próxima semana é seus, Cell. — Guaxinim diz. — Mas ninguém nunca ganhou uma nota menor que três, então já posso dizer que ganhei, certo?

— É o que veremos… — Eu digo, dando um soco no braço dele.

— Bom, acho que é melhor irmos para casa. — Calango diz. — Tá ficando tarde.

— Por que não dormem aqui? Tem roupas de vocês ai, pra irem para o colégio amanhã. — Guaxinim sugere.

— Por mim tudo bem. — Digo.

— Por mim também. — Calango diz. — Mas o que vamos ficar fazendo?

Ele pergunta, e nós nos entreolhamos, depois olhamos para o notebook.

— Maratona de pornô? — Guaxinim pergunta.

— MARATONA DE PORNÔ! — Calango e eu respondemos em uníssono.

— Eu escolho o vídeo. — Guaxinim diz.

— Eu pego o lubrificante. — Eu digo correndo para o armário.

— E eu os lenços umedecidos. — Calango diz, correndo para o banheiro.


Nightstick

Episódio 7

Catching a Bad Guy


Criei uma página na internet apenas para as pessoas me dizerem problemas no qual precisam de ajuda, afinal, um herói precisa ajudar a população acima de tudo, certo? Leio alguns dos anúncios e entre eles está uma senhora na qual o gato fugiu de casa, e ela espera que eu o encontre.

— Tudo bem, vamos começar com coisas simples, senhor Cellbit! — Digo, pegando a minha roupa de Nightstick e a vestindo.

— A senhora viu esse gatinho por aí? — Pergunto para uma senhora qualquer passando na rua, e ela responde negativamente com a cabeça. Talvez esse não seja o jeito mais útil de achar o gato, mas é o mais simples. — Senhor, o senhor viu esse gatinho por ai? — Mais uma resposta negativa. — Droga!

Passo por um beco e ouço alguns miados. Existem milhares de gatos na cidade? Sim! Mas mesmo assim, não custa nada ter certeza se não é o que estou procurando. Vou até a escada de incêndio, e subo até onde os gatos estão. Tem dois gatos transando. Olho para o macho e para a foto na minha mão. É ele!

— Tudo bem, amiguinho, desculpa acabar com a festa, mas você tem que vir comigo… — Me aproximo e vejo-o me olhar com raiva enquanto mostra os dentes. — Calma, garoto…

Seguro ele pelas costas e tendo separar ele da fêmea, ele começa a se debater e se solta da minha mão, se jogando contra mim. Suas unhas se prendem no meu peito e eu sinto um ardor terrível, ele arranha toda a minha barriga antes que cair no chão e correr. Eu limpo o pelo na minha roupa e toco os arranhões vendo que ele me deixou sangrando um pouco.

— Só me faltava essa agora… — Reclamo.

Vejo um homem entrar no beco, ele olha para os lados e para trás como se não quisesse que o vissem ali. Ele para perto da escada de incêndio e eu desço alguns degraus para prestar mais atenção nele. O telefone dele toca e ele o atende.

— Alô, sim, estou com a parada. — Ele diz com a pessoa do outro lado. — Batizei, assim como pediu, esse desgraçado não vai durar nem dez segundos depois que injetar. — A pessoa do outro lado diz algo e ele ouve com atenção. — Tenho que desligar agora, ele está chegando.

Outro homem se aproxima e para perto do primeiro. Ele tira um bolo de dinheiro do bolso e entrega para o outro, que tira algo do bolso. Tento chegar ainda mais perto para enxergar o que ele está entregando para o outro. Uma seringa. O outro aproxima ela das veias da parte de dentro do cotovelo.

— Hey, você não pode fazer isso! — Grito, pulando e caindo na frente deles. Me levanto e me viro para eles. — Está batizada, esse cara tá tentando te matar.

— Cala a boca, idiota! — O cara que comprou a droga diz, aproximando mais ainda da veia.

Bato na seringa com o cacetete fazendo ela cair no chão, e ele me olha com raiva. O cara que vendeu para ele põe a mão na cintura e tira uma arma de lá.

— Eu vou estourar a sua cabeça, garoto! — Ele diz, apontando a arma para mim.

Antes dele atirar, chuto sua mão e a arma cai longe.

— Caralho, nem eu sabia que podia fazer isso! — Eu digo. — Tudo bem, agora é hora da porrada!

O cara que comprou a droga tira um canivete do bolso e vem para cima de mim, tentando me acertar, mas desvio com pulos para trás, quando ele para por um segundo, bato em sua mão com o cacetete e depois viro-o para cima, acertando seu rosto, e ele cai no chão.´O outro cara corre para fora do beco, e eu corro atrás dele.

— Hey, nao corra, desgraçado! — Eu grito, enquanto persigo ele.

Algumas pessoas na rua olham espantadas, outras gritam coisas para me encorajar. O cara começa a derrubar algumas coisas no caminho, tentando me parar, mas eu pulo todos os obstáculos. Ele vira uma esquina, e se depara com um carro da polícia fazendo ronda, então ele se vira para correr para o outro lado, mas é tarde de mais.

— Surpresa, desgraçado! — Eu digo, acertando o rosto dele e derrubando-o no chão.

O carro da polícia se aproxima, e dois policiais saem de dentro do mesmo, correndo até mim.

— O que aconteceu aqui? — Um deles pergunta.

— Esse cara… — Falo, um pouco ofegante por ter corrido. — Ele estava… Vendendo alguma droga batizada pra um outro cara…

Os policiais mexem nos bolsos e no casaco do homem no chão e encontram várias outras drogas em pacotes pequenos e seringas.

— Você vem com a gente! — O policial diz, pegando o sujeito pelo braço. — E você, Nightstick, parabéns, e obrigado…

Todos na rua começam a tirar fotos e falar coisas sobre eu ter pego mais um bandido.

— Eu só estou tentando ajudar… — Eu digo, sem querer me gabar.

Olho no meio da multidão, e vejo o cara que comprou a seringa, ele olha para mim mas logo some no meio da multidão, indo embora.

— Você cometeu um grande erro! — O cara que vendeu a droga diz, enquanto é arrastado para dentro da viatura. — Aquele cara que você supostamente salvou… Você não deveria ter feito aquilo… Não mesmo…

O policial joga ele dentro do carro, e a viatura se afasta, me deixando com uma interrogação na cabeça.

No dia seguinte, no colégio, todo mundo só sabe falar sobre o Nightstick e sobre como ele “lutou bravamente contra um bandido”, alguns aumentam totalmente a história, outros adicionam muito mais. Devo admitir que estou gostando dessa fama que o Nightstick, todo mundo está adorando essa coisa de ter um herói na cidade.

Mas ficar no meio de todas essas pessoas falando sobre o Nightstick é estranho, então prefiro ir para um lugar onde eu possa ficar sossegado. Escolho a biblioteca, já que quase ninguém do colégio gosta de ler, então é um lugar que só fica vazio.

Estou passeando pelas prateleiras quando vejo um garoto conhecido olhando algo através de uma prateleira, chego perto dele lentamente, até ficar atrás dele e olhar na direção que ele está olhando.

— O que estamos olhando? — Eu pergunto, e ele se assusta, virando-se de vez.

— Ai, porra! — Felps diz me empurrando. — Quer me matar do coração?

— Não foi minha intenção, juro! — Digo, levantando as mãos em rendição. — Mas é sério, o que estava olhando?

— Não é da sua conta, garoto do secador. — Ele diz.

— Ei, você sabe o meu nome.

— Mas é mais engraçado te chamar de garoto do secador, por que me faz lembrar de que você tem tara por secadores de mãos. — Ele diz.

— Eu não tenho tara, para! — Dou um soco no braço dele.

— Tanto faz!

— Eu estava secando minhas roupas, eu te disse. — Insisto.

— Tudo bem, eu já disse que tanto faz. — Ele diz, e volta a olhar para onde estava olhando.

Olho também e vejo que ele está olhando para o bibliotecário, um rapaz alto, pele clara, corpo um pouco forte, cabelo castanho escuro e curto, a não ser por uma única trança fina que está sobre seu ombro. Ele parece prestar atenção no livro sobre sua mesa.

— Você gosta dele? — Pergunto.

— O que? — Ele pergunta, como se aquela pergunta não tivesse sentido. — Claro que não.

— Ah, não precisa mentir, vai. — Eu digo. — Você me pegou com o pau no secador de mão, já temos um nível de intimidade avançado aqui.

— Não tenho intimidade nenhuma com você. — Ele diz. — Mas sim, eu gosto dele… O nome dele é Gabriel, e ele meio que é meu “crush”.

— Ele é bonito, acho que vocês dariam um casal bonitinho. — Eu digo, imaginando uma cena entre eles dois, fodendo em cima de uma mesa da biblioteca. — Consigo até imaginar…

— Mas nunca vai rolar nada entre a gente, eu nem sei se ele é… Você sabe… Gay. — Ele diz.

— Tenta falar com ele, dizer um oi, quem sabe vocês não marquem um encontro ou algo assim. — Eu sugiro, dando de ombros. — E no fim, ele pode acabar te chupando numa sala de cinema.

— O que?

— Nada… — Digo, voltando dos meus pensamentos. — Olha, tenta ir lá e dizer um oi, perguntar o que ele está lendo, sabe, deixar a conversa fluir…

— Acha que é simples assim?

— É, ué… Quer dizer, eu não sei bem, não sou a pessoa com  mais iniciativas do mundo… — Digo. — Mas deve ser, se ele parecer desinteressado, só pede um livro e finge que a conversa não existiu.

— Ah, tudo bem… — Ele diz. — Mas se eu passar vergonha, a culpa é toda sua!

Ele diz, indo em direção ao garoto. Ele para perto do garoto e sorri, e diz algo. O bibliotecário sorri de volta, respondendo e mostrando o livro. Eles são fofinhos, mas isso não me impede de imaginar o Gabriel pressionando a cara do Felps numa mesa enquanto fode ele sem piedade.

Eu definitivamente preciso juntar esses dois...


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3
Digam se acharam erros, pq as vezes escrevo com sono sai tudo bagunçado e eu tenho preguiça de revisar dslcp :v
Comentem dizendo o que acharam
Vejo vocês no próximo capítulo, byee


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