História Ninguém como você - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Banda Fly (Fly Br)
Personagens Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Tags Amor, Banda Fly, Fly, Incesto, Paulo Castagnoli
Exibições 53
Palavras 1.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei, né? Me perdoem, estou lotada de trabalhos e provas na escola!
Vou explicar melhor lá nas notas finais, então por favor leiam!
Esse capitulo foi bem complicado de se escrever mas espero que gostem.
Boa leitura?

Capítulo 3 - Uma completa mentira?


Fanfic / Fanfiction Ninguém como você - Capítulo 3 - Uma completa mentira?

O despertador tocava repetidamente a mesma música irritante de todos os dias; hora de acordar, me sentei na cama com a cabeça apoiada em minhas mãos, olhei para o lado e Paulo não estava lá; isso era bom e ruim ao mesmo tempo, bom por saber que meu pai não saberá de nada e não brigaria com ninguém e ruim por ele não estar ali comigo, querendo ou não eu gostava de tê-lo comigo, me fazia bem; balancei a cabeça na tentativa de me ver livre de todos  aqueles pensamento e me levantei indo em direção ao banheiro, estava um pouco atrasada então apenas tomei uma ducha rápida; me sequei e vesti uma calça jeans e a camisa do uniforme, calcei um tênis e penteei meu cabelo com as mãos; logo peguei minha mochila na poltrona do computador, desci as escadas encontrando papai e o projeto de mulher vulgo minha madrasta na mesa.

-Bom dia!-Falei para Marta dando um beijo em sua bochecha e me sentei na grande mesa, peguei uma tigela e coloquei cereal e um pouco de leite e comecei a comer apressadamente
-Bom dia filha, dormiu bem?-Papai perguntou e eu assenti com a cabeça; já me adaptei a essas mudanças de humor dele-Eu vou te levar pra escola hoje, mas você volta sozinha porque eu terei uma reunião na parte da tarde e ficará complicado eu ir te buscar, algum problema?-Perguntou e eu neguei logo terminando meu café, não gostaria de saber mais sobre essas reuniões, certamente eram sobres os negócios sujos que meu pai se metia.
-Vou te esperar no carro, vem logo que eu tô atrasada- Falei para o meu pai, coloquei a mochila nas costas e segui até a garagem entrando no carro, afivelei o cinto e após alguns minutos meu pai já se encontrava dentro do carro, o caminho até a escola foi normal, sem nenhuma conversa, apenas com o som das músicas do rádio
-Tchau pai- me despedi de meu pai e sai do carro
-Tchau minha filha, boa aula- ouvi quando já estava a alguns metros longe dele; hoje ele estava realmente me tratando bem, provavelmente deve estar querendo alguma coisa.

Afastei essas ideias de minha cabeça dando de ombros e plugando meus fones de ouvidos com meu celular e entrei no pátio da escola, sentei na arquibancada na quadra enquanto esperava o sinal tocar alertando que precisávamos ir para a sala de aula; lembrei-me das palavras de meu pai mais cedo e mandei uma mensagem para Paulo perguntando se ele podia me buscar, a mensagem foi enviada, mas ele não estava online, estava prestes a ligar para ele quando o sinal tocou me despertando.

As aulas se rastejaram, pareciam que nunca acabavam, com certeza foi uma das manhãs mais longas da minha vida; comemorei internamente quando o sinal da ultima aula soou me fazendo acordar da explicação de filosofia; peguei meu celular e nenhuma mensagem do Paulo o que me deixou aborrecida já que hoje teríamos tempo pra ficar juntos, mas ele provavelmente deve ter ido há uma festa ontem depois que saiu da minha casa, decerto deve estar dormindo até agora.

 Esperei na entrada do colégio por alguns minutos na esperança dele aparecer e absolutamente nada, assim decidi ir para a casa a pé sozinha mesmo, depois passaria na casa dele pra ver se estava tudo bem; pluguei meus fones no celular e coloquei no aleatório; comecei a caminhar e um pequeno rastro de chuva começava a aparecer, pensei melhor e decidi ir para outro caminho mais curto, assim que passei na frente de uma pracinha lembrei que eu e Paulo sempre íamos lá pra fazer piquenique e passear, optei por dar uma passada lá antes que a garoa aumentasse; o cheiro de grama me fez relaxar por alguns minutos fazendo com que meus músculos se descontraíssem e meus pensamentos se eflorescessem, um vento frio passou por mim me obrigando a abraçar meu próprio corpo; um grupo de adolescentes fazia uma rodinha em volta de um banco me chamando atenção, um deles cantava e tocava violão perfeitamente, curiosa cheguei mais perto me dando a visão de Paulo sorrindo enquanto cantava lindamente, ele ainda não tinha me visto, assim que a música acabou ele ia dizer algo quando seus olhos miraram em mim dando uma pequena arregalada, sua boca silabou “O que você tá fazendo aqui?” e eu apenas franzi a testa não entendo o que ele queria dizer com aquilo, ele se levantou rapidamente deixando o violão no banco de concreto e veio até mim me puxando pelo braço

-O que você tá fazendo Paulo?-Perguntei enquanto olhava seu semblante enfurecido, nunca tinha o visto assim; quando fomos um pouco longe de onde estávamos, ele me virou para si ainda segurando meu braço com força- Me solta Paulo, tá me machucando!-Falei olhando meu braço que já estava ficando vermelho, ele seguiu meu olhar e me soltou rapidamente, mas ainda assim me olhava com raiva
-O que você tá fazendo aqui?- Perguntou entre os dentes, aspirei o ar e senti grande cheiro de cigarro e de bebida, seus olhos estavam avermelhados e inchados
-Você tava fumando Paulo?- Perguntei ignorando sua pergunta anterior
-Me responde, porra!- Gritou me fazendo dar um passo para trás, meus olhos já lacrimejavam, ouvi vozes e olhei pelo seu ombro vendo seus amigos se aproximarem, ele olhou rapidamente e virou para me encarar novamente- Você fica quieta- Sussurrou pausadamente apontando o dedo em minha cara
-Eai cara, tá tudo bem? Quem é essa?- Um menino moreno perguntou para Paulo colocando sua mão no ombro dele, Paulo me encarou por alguns segundos antes de responder
-Eu comi essa aí esse dias e ela vive me importunando querendo mais, já cansei de dar um fora nela-Falou não deixando de me encarar por nenhum segundo enquanto eu engolia seco
-Nem pra dividir com os amigos né, mano? Essa aí é até que bonitinha-Falou outro menino só que desta vez um loiro enquanto acariciava minha bochecha, os olhos de Paulo transbordavam raiva, meu corpo estremeceu com medo daquele garoto, o menino moreno deve ter percebido meu pavor, pois logo tirou a mão do menino da minha bochecha e falou pra ele me deixar em paz.

-Nicolas não precisa defender ninguém, depois eu me viro com ele, deixa ela ai sozinha e ‘vamô embora mano-  Paulo falou pro moreno me deixando amedrontada, o garoto sorriu e se aproximou novamente
-Para cara, a menina tá tremendo de medo, deixa ela ir- O tal de Nicolas se pronunciou e pela primeira vez o olhei direito, sua pele branquinha, seus olhos castanhos esverdeados e seu cabelo escuro arrumado em um perfeito topete deixavam qualquer menina caída por ele, Nicolas se aproximou de mim abaixando seu olhar pra me encarar já que era mais alto que eu- Não precisa ter medo não, ninguém vai te fazer mal aqui- Falou e a chuva já começava a apertar me fazendo encolher meus braços- Tá tudo bem contigo?- Perguntou e eu assenti com a cabeça- Vem, eu vou te levar pra casa- Pegou minha mão me puxando para fora da praça, dei um tranco em meu braço fazendo ele me soltar, olhei pra trás e Paulo me olhava com os olhos vermelhos e cheios de ódio- Esquece ele, você vai encontrar alguém melhor- Disse Nicolas me puxando novamente, assim que saímos da praça ele me guiou até um Fox preto abrindo a porta do passageiro pra eu entrar, hesitei um pouco mas que mal teria em eu entrar lá, pior do que tá eu não fico, afivelei o cinto enquanto ele entrava no carro, encostei minha cabeça na janela absorvendo tudo o que Paulo disse.

Será que tudo que ele um dia já me disse era uma completa mentira?


Notas Finais


Achou algum erro? Por favor, perdoem!
Se vocês não gostaram comentem o que eu preciso melhorar!
Como eu disse lá em cima, estou atolada de trabalhos e provas mas logo acaba! Amém?
Não deixem de comentar!
Até mais amores, espero de coração que tenham gostado!


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