História Ninguém como você - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Banda Fly (Fly Br)
Personagens Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Tags Amor, Banda Fly, Fly, Incesto, Paulo Castagnoli
Exibições 33
Palavras 1.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Não, eu não abandonei essa fanfic!
Mil perdões pela demora, explicarei nas notas finais tudo o que está acontecendo e mais algumas coisinhas sobre a fic!
Sem mais enrolações, boa leitura!

Capítulo 4 - Sorry?


Fanfic / Fanfiction Ninguém como você - Capítulo 4 - Sorry?

O vidro do carro embaçado pela chuva transmitia imagens turvas enquanto meu cabelo grudava na superfície úmida da janela, uma árvore havia caído no caminho fazendo com que Nicolas tivesse que desviar pela avenida pegando muito transito; nós já estávamos a uns dez minutos parados no mesmo lugar; nenhuma palavra era dita, mas eu via pelo canto do olho que ele me olhava e toda vez que abria a boca pra dizer algo, desistia, algumas lagrimas escapavam pelos meus olhos sem pudor, eu as limpavam com as costas da mão mas nada adiantava, elas continuavam a escorrer.

-O Paulo mentiu sobre você, né?-Nicolas falou pela primeira vez dentro do carro, o olhei e ele mantinha os olhos fixos em mim, respirei fundo pensando no que responder
-Ele é meu tio- Respondi simples olhando pra janela novamente
-Ele nunca havia me dito sobre uma sobrinha, ele sempre me conta tudo- Falou franzindo a testa e olhando para o transito que havia dado uma trégua
-Ele é meu tio de sangue, mas meu irmão no papel- Falei sem dar muita atenção pra sua pergunta
-Ah, ele já falou sobre uma irmã, Alice né?- Perguntou e eu assenti com a cabeça-Ele gosta muito de você- Disse e eu engoli seco
-Não é o que pareceu, né?- Falei revirando os olhos e percebi que havia sido um pouco grossa; ele havia me ajudado a sair dali, me deu carona, me trata bem e eu sou ignorante assim, era a primeira vez que havia tratado alguém desse jeito-Desculpa, eu não queria ser grossa
-Tudo bem, eu te entendo- Ele falou e deu um sorrisinho de lado, pela primeira vez me senti um pouco melhor depois daquela situação-Quantos anos você tem?- perguntou me olhando rapidamente e voltando a atenção para a avenida
-Tenho 15, daqui a alguns meses 16 e você?-Perguntei entrando em um assunto, ele parecia ser um cara legal
-Faço 19 daqui a exatamente uma semana- Respondeu virando em uma rua, a reconheci sendo a rua do prédio do Paulo, ele estacionou na esquina- Tá entregue!- Falou olhando em meus olhos e me fazendo dar uma risadinha, ele franziu o cenho
-Eu não moro com o Paulo- falei esclarecendo e vendo seu semblante de duvida desaparecer
-Desculpa, foi sem querer- Mordeu os lábios fazendo meu coração parar por alguns segundos- Você mora aonde?- Perguntou desviando minha atenção
-Não tem problema, minha casa é pertinho daqui, se quiser eu vou a pé- Falei já abrindo a porta do carro sentindo meus braços se molharem por conta da garoa forte; mas logo já estava dentro do Fox preto novamente, ele havia me puxado de volta
-Hein, pode ir parando porque eu vou te deixar em casa!- disse autoritário e se estendeu por meu corpo fechando a porta- Fala ai onde você mora- perguntou já dando vida ao carro, bufei sendo vencida
-Vira na próxima à esquerda, vai reto e depois vira na rua do mercado, conhece?-Perguntei sustentando seu olhar
-Conheço sim, tu mora praticamente do meu lado- Falou dirigindo lentamente por conta das ruas molhadas pela chuva
-Sério, cê mora aonde?-Perguntei

...

O carro andava em uma velocidade reduzida fazendo com que a conversa durasse mais, ele era um cara bem divertido, descobri muitas coisas sobre ele e ele sobre mim, até esqueci o assunto Paulo por alguns minutos, mas logo estávamos nos despedindo, eu indo pra minha casa e ele pra sei lá aonde; descobri que somos praticamente vizinhos, ele mora na rua de baixo a poucos minutos da minha.

Sai correndo -por conta da chuva- pelo jardim até a porta principal parando ali e acenando até ver o carro do Nicolas descer a rua, entrei em casa e subi as escadas rapidamente, estava com frio e precisava de um banho quente; taquei minha mochila na poltrona do quarto já me despindo até o caminho do banheiro, a água escorria pela minha pele me dando a sensação que ela levaria qualquer coisa ruim ralo a baixo, mas sabia que assim que saísse do box tudo voltaria ao normal; ouvi um barulho pequeno vindo do quarto mas nem me importei, talvez fosse a empregada arrumando as roupas que eu havia tacado no chão ou fechando a janela para não molhar o divã, me sequei enrolando meu corpo no toalha felpuda e sai do banheiro tomando um susto logo que o avistei

-O que você tá fazendo aqui?- Perguntei apertando ainda mais o nó da toalha sobre meu corpo
-Eu vim pedir desculpas- Falou e levantou a cabeça só assim me permitindo ver o quanto seus olhos se encontravam vermelhos, uma mancha roxa era bem notável em sua bochecha e um pequeno corte em seus supercílios não o deixavam abrir o olho esquerdo direito
-O que aconteceu com você?-Perguntei, não sei como eu consegui ser tão trouxa, depois de tudo que ele falou e eu preocupada com a situação dele- Quer saber? Esquece, eu vou me trocar e espero que quando eu volte você não esteja mais aqui- Falei e corri para o closet,  meus olhos lacrimejando mas eu não permiti que nenhuma lagrima saísse; vesti minhas peças intimas, uma calça de moletom e uma regata soltinha, prendi meu cabelo em um coque alto e respirei fundo antes de sair do closet com esperança dele não estar ali pois eu sabia que seria fraca e cederia a ele, mas por azar  ele continuava sentado em minha cama com a cabeça apoiada em suas mãos, só agora o ferimento em sua perna era visível para mim, encostei meu corpo no batente da porta e bufei em forma de rendição

-O que aconteceu com você?-Repeti minha pergunta anterior, cruzei os braços na altura do peito tentando parecer forte tanto pra ele quanto pra mim mesmo, ele não respondeu nada, o único som era do seu peito que chiava quando ele respirava- Eu podia ter expulsar daqui e nunca mais olhar na tua cara, mas eu tô aqui de bom grado me preocupando com você e tu me ignora assim?- Falei em um tom um pouco mais exaltado
-Eu me droguei- Falou simples, eu arregalei os olhos e minha boca formou um perfeito circulo em sinal de surpresa
-Cê tá louco, porque você fez isso?-Gritei sem me importar com nada, meu sangue ferveu
-Eu não sei-Falou e olhou em meus olhos chorando, se levantou e se ajoelhou em minha frente me abraçando pela cintura e colocando sua cabeça em minha barriga - Me perdoa, por favor, eu não queria, me perdoa- Repetia as palavras, segurei em seus braços para que ele se levantasse e assim ele fez, o sentei na cama e sentei ao lado dele, respirei fundo
-O que aconteceu com a sua cara e a sua perna?-Perguntei tentando manter a calma
-Eu briguei com aquele cara que tava dando em cima de você e depois quando tava subindo pra pular a janela eu cai da escada e cortei a perna- Me senti culpada pelo rosto dele, mas sabia que nada teria acontecido se ele não tivesse me tratado daquele jeito; não falei nada apenas fui até o meu banheiro e pequei a caixinha de primeiros socorros no armário, peguei água oxigenada e uma gaze;  me sentei na cama de frente pra ele e coloquei sua perna em meu colo, fiz um curativo ali-Porque me tratou daquele jeito?- Perguntei enquanto fazia um curativo em seu supercílio, sua cara expressava dor a cada toque que eu dava em sua pele fria

-Eu não queria que você se envolvesse com meus amigos, eles não são flor que se cheire-Falou fazendo careta de dor quando eu terminei de por o esparadrapo no ferimento

-Não precisava me chamar de vadia- Falei seca guardando tudo na caixinha e levantando guardando tudo no armário novamente e ele me seguindo
-Eu juro que eu não queria, eu tava drogado, me perdoa, por favor- Falou me abraçando de surpresa
-Paulo para pelo amor de Deus, para de se fazer de vitima porque disso você não tem nada-Falei me esquivando do abraço e descendo as escadas indo em direção da cozinha
-Você não vai me perdoar?-Falou com tom de voz desesperado me seguindo sem se importar com quem estava dentro de casa
-Já te perdoei Paulo, já esta desculpado, agora se você me der licença eu vou comer porque eu tô com fome- Falei  tentando parecer despreocupada enquanto pegava um pacote de bolacha no armário e me sentando na bancada; ele veio até mim e colocou uma das suas mãos em minha nuca e a outra em minha cintura, por um breve segundo achei que ele iria me beijar mas apenas me deu um simples beijo na testa
-Só não esquece que eu te amo- Falou e saiu pela porta de entrada me deixando sozinha com meus pensamentos e um grande aperto no peito.

“Quando você se importa com as pessoas, se machucar vem no pacote.”


Notas Finais


Então galera, esse últimos dias de aula estão sendo muito corridos; mas logo isso vai acabar! Amém?!
...
Bom, eu queria muito saber o que vocês querem que eu coloque a mais aqui; como as fotos dos personagens, fotos das roupas que eles usam; músicas para vocês ouvirem enquanto leem a fic...
Então comentem ai tudo o que vocês querem, que eu vou fazer de tudo para cumprir!
Abraço!


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