História Ninguém Sabe - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Maia Mitchell
Personagens Justin Bieber, Maia Mitchell
Exibições 25
Palavras 3.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


>> Plágio é crime.

"Eu senti sua falta... - Senti sua falta também."

Capítulo 13 - 13


Fanfic / Fanfiction Ninguém Sabe - Capítulo 13 - 13


    James e eu ficamos ali por mais alguns segundos, ainda abraçados, eu conseguia sentir seu coração acelerado pulsar cada vez mais forte. Eu estava contente em saber que eu não era a única que estava com o coração acelerado, estava feliz porque de algum modo, cada batida do coração de James, fazia com que eu me sentisse especial. Eu era apaixonada por um perfume de James, cujo o aroma era forte e sensual, me lembro que as vezes quando saíamos juntos, eu ficava um pouco enjoada em locais abafados, por conta do perfume. Mas aquilo na verdade nunca me importou, porque o mesmo era delicioso.

          - Eu tenho uma surpresa pra você. - disse ele ainda me abraçando.

        - Uma surpresa? Pra mim? - perguntei soltando-o. E ele apenas assentiu positivamente. - O que é? - ele deu uma risada sarcástica.

        - É uma surpresa! Logo logo você vai saber... - fiquei confusa mas decidi confiar no mesmo, então decidi apenas sorrir para que ele soubesse que eu iria esperar. - Eu tava sentindo falta desse seu sorriso doce, sentia falta de você.

        - Sentia falta de você também. - afirmei. - Eu estranhei muito quando você foi pro Japão, e estranhei muito mais quando não estávamos nos falando. 

           - Quer mesmo conversar sobre isso? - perguntou James com o olhar direcionado para baixo.

          - Cedo ou tarde nós vamos ter que falar sobre isso James, não podemos fugir... - ele assentiu. 

         - Sabe que eu nunca seria capaz de trair você... Não sabe? - assenti cabisbaixa. - E sabe que não teve motivos certos pra você ter brigado comigo...

         - James... Sabe que eu tive.

        - Susan você é extremamente ciumenta. É claro que pra você aquilo foi "ótimos" motivos...

        - James você tava com sua ex. - após eu ter terminado a frase, o silêncio tomou conta do ambiente.

       - Você tem razão.. - continuou ele - Mas você tem que confiar em mim Susan, eu não trocaria você por ninguém, e sabe porque? Porque eu te amo e ninguém é capaz de mudar isso. - suspirei ao ouvir aquilo. Eu nunca fui de duvidar pelo que James sentia por mim, mas naquele momento, quando eu ouvi a voz da Louise com ele, eu perdi totalmente a confiança nele e eu me odiava por deixar aquilo acontecer. Eu jurei pra mim mesma que nunca teria dúvidas do amor que James tem por mim, me odiava por ter deixado aquilo escapar. - Me desculpa Susan, me desculpa.

        - Ei... - eu me sentia culpada. - Não faz isso, a gente... - engoli seco. - A gente se ama, e todo casal que se ama, briga. Não podemos evitar não é? 

         - Eu deixei isso acontecer com a gente Susan, a culpa foi minha... 

        - A culpa foi nossa. - eu o corrigi. - Tanto minha quanto sua! Eu errei quando desconfiei de você, errei porque eu prometi pra você que eu nunca duvidaria do nosso amor e acabei deixando a dúvida tomar conta de mim. Então se tem alguém culpada aqui, sou eu. - ele negou com a cabeça.

          - Você é mais cabeça dura que eu Susan, e só tem 17 anos! - ele deu uma risadinha sarcástica. - Nós dois erramos então, mas acabou, já foi. Não quero voltar a pensar naquele momento. - eu concordei com a cabeça. James nesse momento se aproximou de mim novamente, atacando meus lábios e me envolvendo em seus braços, eu me deixei levar pois sentia a necessidade de sentir aquele beijo de novo. Mas a culpa me corroia por dentro, eu não pude negar em dizer que eu era rancorosa demais pra perdoar ele desse jeito, mesmo que eu tenha assumido a culpa de termos terminado o relacionamento. 

          - James... - disse me afastando.. - Vamos com calma. - em seguida coloquei meu dedão no meio de sua boca empurrando levemente para trás.

          - Tudo bem... Eu já tenho meu cantinho no chão. - não consegui conter a risada naquele momento. James e eu tínhamos muitas brincadeiras, intimidades que apenas nós dois entendíamos, e aquilo fazia cada momento ser mais especial. Me sentei na cama enquanto James observava meu novo quarto, ele gostava de observar cada detalhe, ele olhava com atenção, como se nunca mais fosse ver aquilo novamente. - Está feliz por estar aqui? Com seu pai?

          - Eu sentia falta disso, era o que eu mais precisava... - disse me deitando logo em seguida.

         - Sua mãe agiu naturalmente quando viu seu pai de novo?

         - Você deve imaginar como ficou o clima quando papai viu que mamãe estava com Justin. A propósito, você já conhece o Jus..

          - Conheço. - ele me interrompeu. - Conheci ele antes de ir pro Japão, lembra? - assenti positivamente.

           - Quer conversar sobre sua mãe? - perguntei com um certo medo, medo de cutucar a ferida que ainda estava aberta dentro de James.

         - Não... - ele respondeu cabisbaixo. - Sinto que não estou pronto, ainda... Entende?

         - Não se preocupe, estarei aqui quando você estiver. - ele sorriu.

         - Você sempre está! - ele afirmou.

James deitou ao meu lado e ele me concedeu seu braço como travesseiro, ficamos em silêncio apenas ouvindo o som das nossas respirações. Parecia tudo tão calmo, tão simples com ele ali. James trazia consigo coisas simples, o que era extremamente encantador pra mim, pois coisas simples, simplesmente me encantam. Fechei os olhos para aproveitar mais daquele momento, foi quando senti a mão de James invadir meus cabelos, e aos poucos ele foi descendo e fazendo carinho em minhas costas, era extremamente confortável. Ele me fazia se sentir confortável, coisa que eu já não sentia há tempos... Com exceção de quando papai voltou pra Seattle.

          - Crianças? - disse Scarlett batendo na porta. - Posso entrar?

           - É a sua madrasta. - disse James quase sussurrando. 

           - Ela não é minha madrasta! - respondi no mesmo tom e revirando os olhos. - Entra Scarlett.

           - Ow, desculpe, não quis atrapalhar vocês... 

          - Não tem problema. - disse tentando ser educada.

          - Eu vim perguntar se vocês querem algo pra comer? - assenti negativamente.

        - Você quer James? 

        - Não, obrigado! - disse ele forçando um pequeno sorriso para Scarlett.

         - Tudo bem... Ahhh, a propósito, seu pai esta vindo pra casa Susan. Ele quer levar você para jantar na casa da sua mãe hoje. - apenas assenti positivamente e em seguida, assisti Scarlett dando um sorriso malicioso e fechando a porta de meu quarto.

          - Droga! - bufei.

          - O que? - James perguntou me olhando.

        - É... Nada... Não é nada não. - sorri forçadamente.

         - Susan, eu te conheço.

          - James, seria ignorância da minha parte pedir para que você viesse outra hora? - disse me levantando. - Acho que preciso de um tempo sozinha. 

           - Não... Tudo bem! Eu também tenho que ajudar meu pai a desfazer o resto das malas e organizar tudo de novo. Tudo agora vai ser diferente.

          - Sinto muito. - ele negou com a cabeça.

         - É melhor eu ir. - James se levantou com pressa, e eu senti como se eu tivesse tocado novamente em sua ferida. - A gente se vê depois?

         - Claro. - afirmei. - É só me avisar antes, tudo bem? - ele assentiu positivamente.

          - Tchau Susan. - ele sorriu e eu havia me esquecido do quão bonito era seu sorriso. Em seguida ele me deu um beijo na testa, que levou 5 segundos para acabar.

         - Tchau... - continuei. James se virou e foi em direção a porta, por incrível que pareça, foi doloroso ver ele partir.

Confesso que fiquei um pouco incomodada por ter visto que James ficou meio ou até mesmo extremamente desconfortável. Eu odiava deixá-lo daquele jeito, ainda mais com um assunto delicado como o da morte de sua mãe. Nunca tive intenção de mexer nessa ferida, mas eu queria tanto ajudar, eu via nos olhos dele que estava precisando de colo e eu com aquela situação toda e ainda por cima o meu medo de me machucar, eu só conseguia mágoa-lo cada vez mais. Tentei não pensar muito no assunto, e focar um pouco nessa noite, Scarlett disse que papai iria me levar pra jantar na casa da mamãe... "-Estranho...".. Pensei comigo mesma.. Pois papai teria me avisado. Olhei para o relógio que marcava 18:30, então fui tomar banho, peguei uma toalha e liguei a playlist, deixei me levar pela letra da melodia...

                "...Look at her 
               she won't ever compare
               you can say you're sorry
               but I still don't care
               was she worth this mess
               was she worth this pain
               you can say it's her fault
               but you're both to blame..."

Na verdade eu nunca tinha ouvido aquela música antes, mas havia me interessado pela letra. Continuei meu banho e as músicas foram passando, aleatoriamente, até que pude escutar a porta do meu quarto ser aberta..

          - Susan?

          - Oi papai. - eu pude reconhecer aquela voz mesmo se eu estivesse com fones de ouvido no último volume.

         - Nós vamos jantar na casa da sua mãe...

          - Ta bom papai.

         - Assim que terminar o banho nós partimos, então põem uma roupa bem confortável viu?

         - Ok. - eu estava ansiosa para ver mamãe novamente, eu era bem apegada a ela, não quanto como eu sou com papai, mas eu era.

Continuei o banho e em seguida sai, me sequei e fui até o guarda-roupa escolher algo para vestir, optei por um shortinho um pouco mais curto do que eu era acostumada a usar e uma blusinha um pouco colada, coloquei um tênis e desci. Quando cheguei na sala de estar, papai estava sentando enquanto Scarlett falava sobre alguns papéis de seu trabalho.

          - Vamos? - falei num tom um pouco alto e logo em seguida pude ver os olhos de Scarlett e os de papai se virarem pra mim.

         - Querida, você esta linda... - eu sorri em forma de agradecimento. Papai veio em minha direção para me dar um beijo na testa..

          - Pai? Scarlett não vai né? - disse quase sussurrando enquanto papai dava gargalhadas baixas..

           - Não querida, hoje só vamos nós dois. - soltei um sorrido de alívio. - Vou pegar as chaves do carro, espera um minutinho... - assenti positivamente, enquanto papai se virava e caminhava para a cozinha...

           - É... Susan? - direcionei meus olhos para Scarlett... - Não comenta nada do que você viu aqui tudo bem? Aquilo foi um erro, meu. - revirei os olhos e depois bufei.

          - Você deveria saber que é errado dar em cima das pessoas que já são comprometidas.

          - Eu sei, é que o Justin me provocou.. - franzi as sobrancelhas..

          - Você só pode estar de brincadeira... Ta dizendo que não pode sofrer uma provocação que já cai pra cima de homem comprometido?

          - N-não Susan...

       - Escuta aqui sua vagabunda suja.. - eu a interrompi. - Se você ta pensando que vai se juntar com aquele outro nojento pra fazerem minha mãe de trouxa, vocês estão enganados...

         - Quem está enganado Susan? - papai havia chegado no exato momento.. Scarlett sorriu para mim trêmula enquanto me atacava com um olhar de ansiedade.

          - Ninguém pai. - disse séria ainda fitando Scarlett. - Vamos? - desviei meu olhar para papai enquanto ele assentia positivamente.

       Nós seguimos para o carro em silêncio, quando entramos no carro, o clima ficou literalmente estranho..

          - O que aconteceu entre você e Scarlett?

           - Nada... - respondi olhando para baixo.

           - Susan...

            - Pai, nós podemos ir? Sabe como mamãe é chata com atrasos. - ele soltou um riso rápido e assentiu. Seguimos para casa da mamãe em silêncio, apesar de que eu estava bem feliz por ver ela de novo.

    Assim que chegamos notei que mamãe tinha mandado por flores no caminho até a porta, mamãe gostava tanto de flores que as vezes chegava a ser um pouco exagerado.

           - Está pronta? - papai perguntou colocando sua mão em meu ombro.

          - Você está? - ele assentiu positivamente. - Então eu também estou.

          - Essa é minha garota, vamos lá. - caminhamos sem pressa alguma, pude sentir o aroma da comida que provavelmente Martins estava fazendo. Toquei a campainha e em seguida ouvi Tyler falando que atendia a porta. Poucos segundos depois, vi a maçaneta se mexer, respirei fundo e soltei devagar..

          - Zan? - Tyler arregalou os olhos. - Mamãe a Zan, a Zaaaaaan.. - em seguida ele pulou para me dar um abraço e eu fiz o mesmo.

         - Oi meu pequenininho.. - o abracei forte. - Como você esta? 

         - Zan eu tava com saudade de você.. - ele disse colocando suas mãozinhas em minha bochecha.

          - Filha? - Mamãe estava em pé, parada atrás de Tyler.

           - Mãe... - disse enquanto me levantava para abraça-lá. - Que saudades... - fechei os olhos para aproveitar aquele momento, senti o aroma doce de seu perfume, era leve e gostoso de se sentir.

            - Eu também estava sentindo muito a sua falta minha menina. - ela disse ainda me abraçando. Abri os olhos lentamente e me deparei com a pior imagem da minha vida. Soltei mamãe e continuei vidrada naquela visão maldita.

          - Oi mocinha. - era Justin. Me virei e voltei a olhar para Tyler.

          - Susan, onde esta seus modos? Fala oi pro Justin. - papai me repreendeu. Bufei e em seguida me virei para ele dando um sorriso forçado.

          - Oi Justin. - ele sorriu me fitando. Em seguida eu me virei novamente..- Mamãe, a Martins está aqui? Estou com saudade dela. 

           - Ela foi visitar o filho dela querida, mas estará aqui mais tarde. - ergui as sobrancelha assentindo lentamente. - Vocês estão com fome? Está com fome Jonas?

         - É... Não eu só vim trazer a Susan mesmo, vou voltar para casa, Scarlett precisa de mim para resolver umas coisas.

         - Aquela nojenta precisa de tudo pra resolver os problemas dela. - disse quase sussurrando.

        - Susan... - Mamãe me repreendeu.

      - Ah meu Deus, Susana... De novo? - papai disse me fitando sério. Me virei para Justin, e o mesmo estava com seu dedão encostado na metade de sua boca, me olhando.

       - Um dia vocês vão entender o que eu estou falando. - disse erguendo uma sobrancelha para Justin.

         - Entendo que esse assunto seja pessoal da família de vocês, mas eu acho que isso não seja um assunto apropriado para ser discutido na frente do Tyler.

         - Você tem razão Justin. - continuou mamãe. - Ah, Tyler, vai pegar a sua provinha pra mostrar pro seu pai a nota que você ganhou.

          - Ta, papai não vai embora... - papai assentiu positivamente com um sorriso em seu rosto. Certamente a nota seria bem melhor que as minhas, porque além de Tyler ser criança e a escola ainda pegar leve com crianças da idade dele, Tyler era ótimo nas matérias, raramente tirava uma nota vermelha. - Aqui papai..

         - Olha só, você tirou um 10 em artes... Nossa querido, você está ficando bom mesmo nos desenhos. 

         - Obrigado papai. - Tyler adorava receber elogios do papai.

       - Ahh, eu tenho que ir... Que horas eu posso vir buscar você Susan?

       - Pode ser as 21h pai. - ele assentiu.

     - Eu acompanho você até o carro Jonas, aliás, nós precisamos conversar sobre algumas coisas... - franzi as sobrancelhas para mamãe enquanto ela olhava para papai... - Ah, querido, você e Susan podem ir colocando as coisas na mesa? - Justin assentiu positivamente. Parti mais rápido do que Justin, queria evitar ficar perto dele. Quando cheguei a cozinha, olhei para o forno e vi que havia lasanha lá dentro, peguei as luvas de proteção e em seguida abaixei para pegar a forma. Sem ao menos ter dado algum tempo de eu ter me abaixado, senti uma pressão em minha bunda.

           - Você fica tão gostosa assim, eu queria te ver de quatro só pra mim. - me levantei rapidamente.

            - Você é louco? Me larga. O Tyler pode ver isso. - disse ainda de costas para o Justin.

           - Tyler foi com sua mãe deixar o seu pai até o carro. Isso significa que ainda temos alguns minutos pra nós.

           - Você é louco. Eu vou gritar.

           - Vai gritar? - Justin pôs uma de suas mãos em minha boca, enquanto com a outra ele descia até minha vagina, me dedando. - Ah, Susan, você não sabe o quanto você me excita. - ele continuou me dedando enquanto eu tentava gemer, mas os sons saíam abafados por conta de sua mão que estava tampando minha boca. - Quero ouvir você gemer pra mim. - coloquei as mãos nas laterais do fogão para me apoiar, enquanto Justin continuava me dedando cada vez mais rápido. - Pena que esse dia não vai ser hoje. - no mesmo instante, Justin me largou. - Vamos lá, temos uma mesa para servir. - retomei meu fôlego, e novamente me abaixei para pegar a forma. Coloquei a mesma em cima da pia, quanto Justin pega os pratos.

         - Susan. - tomei um pequeno susto e me virei, era mamãe. - Hoje você não vai pra casa do seu pai. 

         - O que? Porque? Mãe o que você fez? - eu disse alterando o tom da minha voz.

         - Filha calma. Eu só pedi pra você ficar aqui hoje porque todos estávamos com saudades.

          - Mãe... Eu moro aqui. Você me concedeu apenas uma semana pra ficar lá e tira um pra eu voltar aqui. Eu cresci aqui mãe, eu moro aqui e se depender de você eu vou morrer aqui.

         - Susan não fala assim..

       - E você quer que eu fale como? Eu tenho 17 anos e você ainda me trata como se eu tivesse 10. Até quando você vai achar que pode decidir as coisas por mim? - Mamãe nesse momento me olhou decepcionada. - Quer saber? Eu não estou mais com fome. - larguei as luvas de proteção e subi para meu quarto. Andei de um lado para o outro tentando entender até quando aquilo ia durar. Até quando minha mãe ia me tratar como criança, ela sabia o quanto eu amava passar o tempo com papai, mas ela não entendia e se entendia se fazia de louca.


Notas Finais


Julia Sheer - You Will Never Be (Nome da música citada no capítulo)

Espero que gostem. <3


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