História NIRRTY (dirty!liam) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Liam Payne, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Igreja, Kinky, Niam, Religião, Smut, Ziam
Exibições 143
Palavras 5.546
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei muito pra att?

Minha vida foi uma loucura essa semana. Vou tentar atualizar nos fds agora, que é quando estou tendo mais tempo livre haha

Leiam as notas finais.

Capítulo 9 - Will You Give Me a Blowjob?


Fanfic / Fanfiction NIRRTY (dirty!liam) - Capítulo 9 - Will You Give Me a Blowjob?

Hoje eu acordei com uma sensação diferente e — não, não é porque hoje é meu aniversário — é por causa do cheiro de camomila que inunda minhas narinas, o jeito como meu coração bate tranquilamente, mas parece querer explodir e o calor do corpo que emana dessa coisa branquela e magra encolhida em meus braços.

Mergulho meu rosto em sua cabeleira loira e inspiro profundamente, apertando-o com mais força e colando meu corpo completamente no dele. Não resisto a tentação e deixo alguns beijos ali e isso é suficiente para fazê-lo acordar e virar seu rosto para que eu possa beijar seus lábios ao invés da cabeça.

“Bom dia, Ni”, sussurro.

“Bom dia, Li.”

“Dormiu bem?” Sinto seus lábios sorrirem contra os meus enquanto ele balança a cabeça em afirmativo, ainda sonolento. “Que bom…” Acaricio seu rosto e o observo adormecer novamente enquanto faço isso.

Faz pouco tempo que amanheceu e todos ainda estão dormindo. Queria poder ficar aqui por mais tempo, mas sei que meus pais logo estarão de pé (do jeito que eles acordam cedo pra caralho) e ser pego desse jeito com Niall é, no mínimo, estranho. Com dó no coração, largo-o de mansinho e, quando estou quase obtendo êxito, escuto-o gemer em protesto. Dou-lhe um selinho e sussurro:

“Já amanheceu”.

“Fica aqui mais um pouquinho”, ele fala manhoso, o que faz os meus lábios sorrirem e o meu pênis querer se animar.

“Desculpa…”

Viro-me e pego minha mochila no canto. Abro o zíper da barraca para sair, mas antes que eu passe para o lado de fora, sinto o pé de Niall tentando me puxar.

“Espere”, ele pede.

Viro-me de frente para ele e o vejo tentar se levantar. Ele consegue se sentar, mas fica balançando um pouco o corpo. É como se a qualquer momento ele fosse cair e isso quase me faz rir.

“Onde você vai?” Ele tem um olho aberto e o outro fechado. 

“Tomar um banho, escovar o dente… Você quer vir também?”

Tal como eu previ, Niall cai para o lado e logo está adormecido. Coitado, ele está morto de sono. Deixo um riso silencioso escapar de mim e saio da barraca com a mochila em minhas costas. Respiro fundo o ar puro das árvores e olho ao redor. Essa sensação dos primeiros raios de sol batendo no meu rosto e do silêncio reconfortante da manhã trazem uma atmosfera serena que me renova.

Todos ainda estão dormindo em suas barracas. Está tudo quieto. Caminho calmamente pela grama até alcançar e trilha que leva ao banheiro, que nada mais é, senão uma pequena construção de madeira, assim, bem rústico mesmo. Tem uma vela perfumada no lado de dentro, trazendo um cheiro de canela ao ambiente. Isso quase faz eu me esquecer da camomila — quase.

Ao som dos pássaros cantando e das folhas sopradas pelo vento, faço minha higiene matinal. Alguns vestígios da noite anterior vem até a minha mente enquanto tomo banho e me fazem sorrir. E também fazem meu pênis endurecer, o que me lembra que não gozei ontem.

“Desculpa, grandão”, digo baixinho ao olhar para baixo e coloco a mão em minha pele.

Enquanto eu faço movimentos de vai e vem com minha mão e sinto meu pau endurecer, meus olhos se fecham e minha mente viaja pelos momentos de prazer que vivi com Niall. Alguns desses momentos se misturam aos que vivi com Zayn e isso me faz pulsar. Eu tenho dois homens pra foder… cara, eu sou muito sortudo. Mesmo assim, é preciso um pouco de amor próprio, de vez em quando. 

Gozo com um sorriso sacana no rosto e termino de me lavar. Escovo os dentes após isso e visto uma roupa limpa.

Retornando ao acampamento, todos já estão acordados. Escuto barulhos e sussurros conforme me aproximo e, ao emergir das árvores e arbusto do bosque, sou acertado por um grito em conjunto que diz:

“SURPRESA!”

“Mas o quê?”

Eles começam a cantar a música de aniversário logo em seguida, todos eles: meu pai bate palmas, minha irmã segura bandeirinhas, Niall parece deslocado e minha mãe caminha até mim com um bolo de isopor nas mãos. Eles logo começam a cantar uma música de igreja e é aí que o loiro se perde completamente. Ponho minha mochila no chão e sorrio largamente até que eles terminem de cantar e bater palmas. Assopro as velas sobre o bolo falso e recebo um abraço de cada um.

“Eu sinto muito por não ter conseguido arrumar tudo a tempo”, diz minha mãe a todos.

“Não é sua culpa, mãe”, diz minha irmã, “era o Niall quem devia ter segurado o Liam por mais tempo”, ela fala zombeteira. “Nós pedimos pra ele enrolar você hoje enquanto arrumávamos as coisas.”

“Mas…” O loiro começa a corar.

“E olha que ele tentou me segurar… tentou muito”, afirmo e viro o olhar para seu rosto, que está ainda mais corado.

“Ok, ok. Não é culpa de ninguém se Liam não é um dorminhoco”, diz minha mãe. “Vamos agradecer ao nosso Pai.”

Todos unimos as mãos e minha mãe faz uma oração, agradece pelo dia de hoje, pelo meu aniversário, pela presença de Niall e me abençoa junto com meu pai. Ajudo minha mãe a arrumar o café da manhã enquanto os demais fazem sua higiene matinal. Conversamos sobre o bolo de isopor que eles arranjaram e rimos em relação a isso.

Somos forçados a esperar um pouco mais até que todos voltem. Há apenas dois banheiros, então alguém teve que ficar de fora por um tempo. Quando eles finalmente aparecem, sentamos juntos na mesa de piquenique e fazemos a oração novamente, dessa vez para agradecer pela comida.

O café da manhã é um verdadeiro banquete. Há doces, salgados, sanduíches, iogurte, salsicha, ovos, suco, etc. A única coisa que não tem é bolo, o que é irônico, pois todo o aniversário tem bolo. Minha mãe brinca com isso, dizendo que irá preparar um quando chegarmos em casa. Eu digo que não há necessidade, mas Ruth me olha feio e implora. Comilona do caralho. 

Agora é a vez da minha irmã e meu pai arrumarem as coisas enquanto minha mãe toma banho. Eles colocam o lixo em sacolas e organizam a comida que sobrou. Enquanto isso, retorno a barraca e pego meu celular.

Zayn: aha

Zayn: uhu

Zayn: ooh Liam eu vou comer seu

Zayn: boooloo

Liam: uashuahsaus

Liam: confiado

Zayn: aaahaaa

Zayn: uuhuuu

Zayn: vem aqui que eu quero o seu corpo

Liam: dessa vez vc se superou

Liam: que lixo cara

Liam: aushaushsausa

Zayn: uehuehueheu

Zayn: sério

Zayn: parabénsss meu brother sz

Zayn: tudo de bom pra ti e todos aqueles clichês de aniversário

Zayn: cê já sabe o quanto eu te considero pacas

Zayn: pô

Zayn: voc é o meu brother

Zayn: e agora meu parceiro de crime

Zayn: e meu boneco inflável 

Liam: vai se foder!

Zayn: euheuheuheuheue

Liam: usahasuhasuasa

Zayn: feliz aniversário bro

Zayn: depois te dou seu presente ;)

Liam: mal posso esperar pra abrir esse presente ;]

“Li?”

Levanto a cabeça, ainda sorrindo de lado pelas mensagens com Zayn, e vejo Niall entrando na barraca. Ele me olha incerto e se senta ao meu lado.

“O que foi?” Mantenho o sorriso, mas, dessa vez, o propósito é encorajar Niall a falar.

“Eu só queria dizer… Feliz aniversário novamente!”

“Obrigado!”

“E…” ele abaixa a cabeça, envergonhado.

“E…?”

“Obrigado… por ontem”, ele fala baixinho, mas eu consigo ouvir. Coloco minha boca em sua orelha e o sinto se arrepiar por isso.

“Não tem de quê. Eu adorei”, sussurro.

“Eu também gostei”, ele cora, mas consegue me encarar. “Muito!”

Sorrio e largo o celular para abraça-lo. Ele se encolhe em meus braços e repousa a cabeça em meu ombro. Aperto-o com força e ele parece gostar disso.

“Meninos! Estão prontos?” Escuto minha mãe gritar.

Solto Niall e grito de volta:

“Já!”

Sorrio para ele e, meio que sem perceber, aperto-lhe a bochecha antes de sairmos da barraca com nossas mochilas. Todos já estão prontos, então nos juntamos a eles e caminhamos pela trilha enquanto meus pais cantam músicas antigas de comemoração.

“O Liam é um bom companheiro! O Liam é um bom companheiro! O Liam é um bom companheiro! E ninguém pode negar!”

Finalmente chegamos ao logo e sua margem já está cheia de pessoas que estão preparando seu almoço, conversando e brincando. Um grupo de amigos está jogando vôlei nas extremidades. Outros brincam de Frisbee ou tênis. Nós montamos as cadeiras que trouxemos e pegamos as salsichas que sobraram para fazer hot dog.

Não vamos demorar muito aqui, voltaremos logo depois do almoço. Mas não podemos partir antes de entrar no lago, antes de Niall conhecer isso aqui. Meus olhos se viram para ele e o vejo maravilhado. Será que ele já foi a um lugar como esse antes?

“Vamos pro lago!” Grita minha irmã ao tirar sua camisa, ficando apenas de short e com o sutiã do biquíni. Ela sai correndo na frente enquanto eu tiro a camisa, ficando apenas com a camiseta branca e um short também.

“Você não vem, Niall?” Pergunto antes de ir.

“Nã… Não, acho que vou ficar só por aqui mesmo. Lago não é muito a minha praia.”

“Você disse a mesma coisa sobre esportes… O que foi? Não sabe nadar?”

“Hã… é que… tem muita gente aqui e…”

“E o quê?” Olho em volta e, então, me dou conta. “Ah… Você tem vergonha? Niall…” Solto uma gargalhada e puxo ele para mais perto. “Você não tem nada que ter vergonha!”

“Não, eu tenho…”

“Não tem!”

“Eu tenho!”

Sinto-me frustrado por não poder seduzir Niall agora e convencê-lo a se juntar a nós. Essa discussão boba me dá vontade de agarra-lo, enchê-lo de beijo e leva-lo no colo, se for necessário, mas Niall tem razão… Tem muita gente aqui. Que chatice…

“Ei, vocês aí!” Minha irmã grita. “O que estão esperando?”

Olho para Niall e peço com o olhar que ele ceda, mas isso não acontece.

“Foi mal”, ele diz e eu assinto. Dou as costas e corro até o lago. Niall já está sentado em uma cadeira, conversando com meu pai, quando mergulho nas águas frias. Divirto-me nadando por aí e brinco com minha irmã, que ainda tenta convencer Niall a se juntar a nós, mas não dá certo. Que pena.

Se estávamos com frio enquanto estávamos no lago, então agora estamos congelando, ao sair dele. Ruth e eu corremos até os outros quando nossa mãe nos chama para almoçar. Nossos corpos estão tremendos, então cada um de nós recebe uma toalha e um cobertor ao sentarmos.

“Então era por isso que você não queria tomar banho!” Meu pai aponta para Niall com um pedaço de salsicha em seu garfo ao dizer isso. “Estava se prevenindo do frio, não é, espertinho!?”

Rimos um pouco e Niall acolhe a brincadeira. Almoçamos juntos enquanto conversamos sobre assuntos variados. O olhar discreto do loiro sobre a camisa colada em meu corpo era a única coisa em que eu conseguia prestar atenção, por mais que eu respondesse bem a todos as conversas.

Retornamos ao acampamento pouco tempo depois disso e arrumamos nossas coisas para voltar para casa. Cada um organizava algo diferente. Dessa vez, as barracas ficaram com Niall e eu. Levou um tempo para arrumarmos tudo, mas conseguimos. Ah, como eu queria ter tido pelo menos mais uma noite com Niall dentro dessa barraca. As coisas que faríamos, as conversas que teríamos… Será que ele também lamenta por isso?

Tudo e todos prontos dentro do carro, partimos de volta para casa e chegamos no final da tarde. Meus pais dão ordem para que todos descansem um pouco e se arrumem, pois vamos sair para jantar juntos. Vai ser tipo o evento para fechar meu aniversário com “chave de ouro”.

“Amanhã tem aula…” Penso em voz alta enquanto Niall e eu jogamos video game, ambos relaxados no sofá do porão após nos aprontarmos. 

“Amanhã sai o resultado…”

“Do teste admissional?”

“Aham…”

“Boa sorte, Ni!”

“Obrigado, Li… Eu tô nervoso.”

“Você acha que não vai conseguir?”

“Sinceramente, eu não faço ideia… Eu adoraria, mas…”

“Eu tô torcendo pra você passar. Espero que consiga!”

“Obrigado”, ele diz em tom baixo. Olho de soslaio e vejo que ele está sorrindo. Adorável.

Enquanto nossos pais se arrumam, continuamos a jogar video game. Gostaria de estar fazendo isso com Niall em meus braços. É impossível não imagina-lo encolhido sobre mim enquanto sentimos o calor do corpo um do outro e fazemos algo juntos. Dormir abraçado com ele foi… eu nunca pensei que gostaria de fazer algo desse gênero. Algo fofo, piegas… Mas eu sinto falta dele em meus braços. Ele está tão perto de mim agora, mas tão longe… Eu queria voltar para aquela barraca agora mesmo.

“Liam, eu…” Niall começa a falar de repente e me tira dos meus devaneios. “Eu quero te dizer que…”

“Meninos!! Vamos já!” Grita meu pai do andar de cima.

“Estamos indo!” Grito de volta e me viro para Niall. Ele suspira. “Me conta depois?” Peço.

“Tá bem”, ele assente.

Desligo o video game e subimos as escadas, encontrando todos prontos na sala. Meu pai, mais uma vez, perdeu as chaves, o que faz minha mãe revirar os olhos. Na verdade, faz todos nós revirar os olhos, menos Niall, que é o cara mais gentil e paciente que eu conheço. Quando ele finalmente as encontra (dentro de um sapato), entramos no carro e partimos. Para a minha surpresa, vamos até o restaurante dele.

“O senhor está de brincadeira, né?” Brinco ao vê-lo estacionar. “É aqui que vamos jantar e ‘fechar a noite com chave de ouro’?” Faço aspas com a mão.

“Quer economia maior que essa?” Meu pai responde em tom zombeteiro.

“Não creio… Quem vai cozinhar pra gente?”

“Nós vamos cozinhar!”

“Podíamos ter feito isso em casa!”

“E qual seria a graça?”

Sem poder xingar (para não ser desrespeitoso), dou de ombros e abro a porta do carro em um claro sinal de redenção. Todos saímos e caminhamos até a entrada. Meu pai destranca a porta e entramos juntos enquanto Ruth reclama de estarmos aqui ao invés de irmos para outro restaurante. Só então percebo que… hoje é feriado! Não tem restaurante aberto, tanto é que o do meu pai está fechado. Agora faz sentido estarmos aqui. Faz mais sentido ainda quando as luzes se acendem e mais um grito coletivo me acerta em cheio:

“Surpresa!”

Caralho é a primeira palavra que passa pela minha cabeça, mas não posso dize-la em voz alta. Não na presença da minha família. Mas puta que pariu! Duas festas surpresas em um mesmo dia?? O que eu fiz? Fico com cara de tacho enquanto as pessoas cantam parabéns. Ainda não consigo ver direito nenhum dos sorrisos ali. Niall se aproxima de mim e eu sussurro:

“Você sabia disso?”

“Juro que não!”

Olho para frente e só então consigo prestar atenção nas pessoas. Zayn está logo na frente, sorrindo abertamente e olhando para mim. Sorrio de volta para ele e assinto. Adoro esse cara. Além dele, outros amigos, vizinhos e conhecidos estão aqui também, incluindo… Sophia.

Bom, pelo menos aqui eu não tenho que ouvir a musiquinha de igreja, então agradeço a todos logo que terminam de cantar parabéns e sou abraçado por Zayn. Ele me aperta com força e dá uns tapinhas em minha costa. Sou cumprimentado pelos demais e praticamente estrangulado por Sophia, que me abraça com muita força. É necessário que meu amigo pichador — digo, grafiteiro — bata no braço dela para ela me soltar. 

“Agora sim, um bolo de verdade!” Ruth comemora enquanto eu assopro as velas. Minha mãe me entrega uma espátula para partir o bolo e, claro, algum espertinho pergunta para quem vai o primeira pedaço. Assim que eu o parto, olho para todos e penso em Zayn, meu melhor amigo. Mas logo penso em Niall, meu irmão postiço. Quem eu devo escolher…?

“O primeiro pedaço vai para…” Coloco a fatia em um prato e finjo que estou procurando um garfo, mas só estou ganhando tempo para decidir o que fazer. “…vai para…” Respiro fundo e viro-me para o lado. “Vai para minha irmã, que já está devorando o bolo com os olhos mesmo.”

Todos riem a minha volta, menos Ruth, é claro. Suspiro aliviado por ter saído pela tangente e convido os demais a atacarem a mesa que está cheia de docinhos, salgadinhos e coisas que engordam. A gente pode até não beber, mas comer é com a gente mesmo. 

Enquanto as pessoas lotam a mesa e se servem, Niall está sentado sozinho em um dos nichos do restaurante. Aproximo-me dele e coloco o joelho no assento ao seu lado.

“O que está fazendo? Não vai comer?”

“Vou! Assim que todos já tiverem se servido.”

“Se você esperar demais vai comer só migalhas!”

“Não gosto de me meter no meio das pessoas… Tudo bem, eu espero.”

Coço a nuca e bufo ao olhar de Niall para as pessoas na mesa do bolo.

“O que você quer comer? Eu vou buscar pra você.”

“N-não, não precisa, Liam.”

“Fala logo, Niall, o que você quer!?”

“Não se incomoda com isso.”

“Ok… tarde demais!” Caminho em direção a mesa, ignorando qualquer baboseira proferida por Niall. Sirvo um pedaço de bolo em um prato, rodeando-o de doces e alguns salgados. Pego um copo e sirvo com suco. Levo ambos para Niall e coloco na mesa a sua frente. “Ops… eu esqueci dos talheres.”

“Liam…”

“Volto num segundo.”

Aproveito para pegar, também, um pedaço de pizza ao recolher os talheres e leva-los para Niall. Ele me agradece com um sorriso e eu fico observando enquanto ele come. Não demora muito, Zayn aparece e se senta conosco.

Conversamos os três enquanto eu roubo alguns doces que peguei para Niall. Logo, Sophia se junta a nós também e somos forçados a mudar para qualquer assunto que não tenha importância. Ela logo volta a atenção para Niall e bombardeia o pobre garoto com várias perguntas. Até quando ela vai fazer esse jogo?

Todos já terminaram de comer e Zayn pede licença para levar os pratos e talheres para a cozinha. Nessa hora, sou chamado para abrir os presentes que recebi das pessoas, então me separo de Niall e logo Sophia corre para o lado dele. Quando olho de soslaio, eles estão calados e parecem entediados. Quando realmente os encaro, Sophia muda sua atitude e parece super interessada em conversar com o loiro. Rum… de cobra, não é só o abraço que ela tem.

“Ei, Irlanda, como você está?” A vizinha da casa da frente passa por Niall e o cumprimenta de forma animada. Sophia dá a entender que Niall mal chegou no país e já está de paquera, o que me dá vontade de ir até lá e acabar com o showzinho dela, mas me contenho. Ela vai cansar disso mais cedo ou mais tarde.

Recebo os presentes e os abro um por um, reagindo a cada nova peça de roupa, perfume, livro, caneca, objetos de enfeite e até creme de barbear que emergem dos papeis rasgados e das caixas abertas. Faço piada com alguns deles, arrancando riso do pessoal. Ao final, agradeço a todos pelos presentes, pela surpresa e pela presença. Agradeço a Deus também e minha mãe aproveitar o gancho para nos fazer orar.

Após isso, as pessoas passam, pouco a pouco, a se despedir dos demais e deixar o local, afinal de contas, amanhã já voltaremos a nossa rotina de costume. Meu pai liga para Nicola, minha irmã que está na faculdade, e me passa o celular para ela me felicitar. Conversamos um pouco e, ao desligar, aproximo-me de Zayn e lhe pergunto:

“Qual desses foi o seu presente?”

“O sinalizador do Batman.”

“Eu sabia!” Comemoro.

“Toda batcaverna deve ter uma. Vai ficar foda no seu porão.”

“Valeu, cara!” Puxo-o para um abraço e nos balançamos nos braços um do outro por um instante. Antes de me soltar, Zayn sussurra:

“Mas esse é só um dos seus presentes. O melhor ainda está guardado.”

“Guardado onde?”

“No meio das minhas pernas.”

Ambos começamos a rir e nos largamos. Encaro-o e balanço a cabeça fingindo indignação, mas no final das contas, o que eu digo baixinho para ele é:

“Como eu disse antes… mal posso esperar para abrir esse presente!”

A festa acabou pouco tempo depois disso. Sophia não perdeu a chance de tirar outra casquinha de mim ao se despedir e me encheu de beijos que, segundo ela, eram para boa sorte no primeiro dia após o aniversário. Ah tá, sei. Zayn foi o último a se despedir de mim. Fomos leva-lo em casa após fecharmos o restaurante e ele teve que ir no colo de Ruth. Isso foi engraçado, mas aposto que seria mais confortável, para ele, se ele estivesse no meu colo. Eu só acho.

Chegando em casa, fazemos mais uma oração — Deus do céu, haja oração… pra que tanto? — antes de cada um seguir até seu aposento para dormir.

“Está feliz, filho?” Minha mãe perguntou ao me dar boa noite.

“Muito, mãe.”

“Que bom. Deus te abençoe!”

“À senhora também!”

Desligo a luz da sala e da cozinha quando Niall e eu passamos em direção ao porão. Está tudo escuro, então ligo a lanterna do meu celular e nos guio até a parte de baixo. Antes de ligar a luz, coloco o presente que Zayn me deu na estante e ligo, ficando admirado com o Batsinal que se forma na parede.

“Que foda!” Falo para mim mesmo.

“Muito legal mesmo!” Niall passa na frente do sinal e vai até o sofá. Eu desligo o brinquedo e ligo a luz do porão para que ele possa armar a cama.

“Feliz aniversário de novo, Liam!”

“Obrig…” Assinto, mas me interrompo ao lembrar de algo. “Você tinha algo para me contar!?”

“Ah, não liga pra isso. Era besteira.”

“Tem certeza?”

“Sim…”

“‘Cê sabe que pode me dizer qualquer coisa, né?”

“Sim! Não é nada!”

“Tudo bem, então… Boa noite, Niall.”

“Boa noite, Li!”

Vou até meu quarto e tiro minha roupa, ficando apenas de cueca. Em pouco tempo, a luz do porão se apaga e a única coisa iluminando o local é a luz pálida da lua que entra pela pequena janela no alto da minha cama. No momento em que estou indo me deitar, alguém bate em minha porta e vejo a silhueta de Niall no escuro ao abri-la.

“Eu só queria dizer que…” Niall se cala ao perceber que estou seminu. Percebo que ele vai desistir de falar novamente, mas não posso permitir isso. Puxo-o para dentro do quarto e fecho a porta. Ele se encosta na parede e eu estico meu braço para me apoiar pela mão nela enquanto estou de frente para Niall. Ele se encolhe e eu levanto seu rosto para que seus olhos não fujam do meu.

“Só queria dizer que…?”

“Que…” Ele engole em seco. “Me desculpe por não ter te dado um presente.”

“Niall…”

“Eu não sabia que era seu aniversário até ontem, no acampamento, quando sua irmã pediu para eu te… Eu queria ter te dado algo, mas… eu vou comprar alguma coisa pra você e…”

“Niall!” Selo nossos lábios para que ele pare de tagarelar. “Respira”, peço.

“Difícil fazer isso com você assim…”

“O que você disse?”

Fico surpreso com a audácia do menino em dizer algo desse jeito, mas é quando ele fica vermelho e começa a se atrapalhar com as palavras que eu percebo que não havia maldade alguma no que ele disse. Mas agora já é tarde demais, pois meu membro já reagiu a essas palavras e está reagindo a maneira adorável como ele se perde na explicação.

Sem aviso prévio, colo meu corpo no dele, imprensando-o contra a parede, e devoro seus lábios. Ele abre a boca e recebe minha língua enquanto minhas mão correm pelo seu corpo. Ele não sabe o que fazer, então apenas me segura e acaricia de leve com a ponta dos dedos.

“Você quer me dar um presente de aniversário?” Sorrio de forma sacana.

“S-sim…”

“Então… Me dá uma chupadinha?”

Niall me encara perplexo e fica mudo. Ele gagueja ao dizer:

“Liam… eu não sei como fazer isso.”

“Faz em mim do mesmo jeito que fiz ontem em você… desce essa boquinha linda pelo meu corpo…”

“Eu queria te dar algum presente. Não… é…”

“Isso é um presente, Niall… Mas só se você quiser.”

Beijo-o novamente e sorrio largamente quando o loiro, muito timidamente, desvia a boca para o meu pescoço e começa a me beijar ali. Sua língua surge e logo ele está lambendo meu corpo e me chupando com força.

“Vai com calma”, peço.

“Desculpa…”

“Não é que eu não queria, é só… só pra não deixar marca.” Pego a cabeça de Niall e a levo delicadamente até meu mamilo. “Faz assim aqui… pode chupar do jeito que você quiser!”

“Tá bem!”

Niall coloca a língua para fora e umedece a região antes de encostar os lábios no meu peito e chupa-los com força, arrancando suspiros de mim enquanto acaricio seus cabelos e sinto meu pau pulsar dentro da cueca. Calafrios e arrepios logo tomam conta de mim e o prazer somente se intensifica quando Niall desce os lábios pelo meu abdome, deixando vários beijinhos por onde passa.

Finalmente, ele está de joelhos diante de mim. Mesmo no escuro, a confusão e incerteza é visível em seus olhos, assim como o desejo. Tenho uma ideia. Ele coloca os dedos timidamente no cós de minha cueca, mas eu não o deixo tira-la.

“Ainda não”, sussurro. “Vamo brincar primeiro”.

Puxo a cabeça de Niall, fazendo com que ele mergulhe em minha virilha. Ele entende rapidamente  o que eu quero, então passa a beijar e lamber meu membro pulsante por cima dos panos. Continuo a acariciar sua cabeça e ele parece sentir prazer com isso, pois logo está mordiscando meu pau e tentando chupa-lo. Caralho, nenhum de nós aguenta mais.

Bruscamente, minha cueca é puxada para baixo e, meu pênis, engolido de uma só vez. Arfo intensamente, tentando não fazer muito barulho e fecho os olhos com força, deliciando-me com o prazer que emergiu de repente. Os gemidos manhosos de Niall surgem na atmosfera e eu peço a Deus para que todos estejam em um sono profundo agora.

“Espera, vem cá!” Caminho para trás, fazendo Niall expressar uma reclamação. “Não me olhe assim, também não quero parar, ok?” Rio baixinho.

Sento-me na cama e Niall engatinha até mim. Ver ele de quatro vindo na minha direção faz o meu pau endurecer ainda mais. Abro as pernas e ele se coloca no meio delas, agarrando meu caralho com uma mão e a minha glande com a boca. Ele chupa essa área enquanto me masturba, fazendo-me perder os sentidos e arfar palavrões.

“Oh, Niall…!” Puxo sua cabeça e ele engole meu pau até a metade. Sua mão desce para as minhas bolas, acariciando-as vagarosamente. “Que boquinha gostosa você tem…”

Niall geme e começa a descer e subir sua boca no meu pau, lambuzando-o bastante. Minha mão em sua cabeça apenas acompanha o movimento e lhe acaricia. Meus gemidos ecoam junto aos dele, mesmo que eu faça um puta esforço para segura-los. Esse som só é interrompido quando Niall para de me chupar para recuperar o fôlego. Aproveito para tentar recuperar os sentidos, também.

“Mentiroso…” Sussurro junto com uma arfada.

“O quê?”

“Você disse que não sabia fazer isso… mentiroso!” Rio baixinho de forma safada. Nem preciso olhar para Niall para saber que ele está corado. “Eu amo essa sua boquinha, Niall… Vem cá!”

Puxo-o para mim e o loiro se ergue para beijar meus lábios. Ambos abrimos a boca e brincamos com a língua um do outro, até que ele passa a chupar a minha, o que é uma surpresa, pois era eu quem planejava chupar a dele. Hum… parece que alguém está criando gosto por isso. Separo-me dele e minha língua é praticamente arrancada de tanta força que ele usa para sugar.

“Uau…” Sorrio e ele também. “Por mais que eu goste de te beijar, vou deixar sua boca livre pra chupar outra coisa…”

Ele ri e coloca a boca no meu pênis novamente, engolindo-o com mais força ainda. Ele vai e volta constantemente, fazendo-me debruçar sobre a cama, pois estou perdendo as forças. Isso parece facilitar as coisas para ele, já que os movimentos se tornam mais ágeis e desesperados. Não vai demorar muito pra eu gozar desse jeito.

Mais uma vez, ele para o que está fazendo para recuperar o fôlego e eu me ponho sentado. Ele masturba meu pênis para não deixa-lo sem estimulação enquanto respira ofegante. Isso tudo porque ele não sabia chupar… imagina se soubesse.

“Será que eu consigo…” Ele diz timidamente, bem baixinho.

“Quê, Ni?”

“Será que eu consigo… Chupar ele inteiro?”

“Ai!” Afasto a mão dele do meu pau e seguro a respiração.

“O que f-foi? Eu fiz alguma coisa errada? D-desculpa, e-eu…”

“Não! Não, Niall!” Seguro o rosto dele. “Você não fez nada errado, pelo contrário. É que… eu quase gozei agora”, sorrio.

“Ah… então…”

“Mas não quero gozar antes de você me engolir”, solto seu rosto e aponto meu pênis em sua direção. “E então… quer tentar?”

Niall assente timidamente e respira fundo com a minha glande em meio aos seus lábios. Pouco a pouco, ele começa a engolir meu caralho e eu seguro sua cabeça para que ele não escape. Quase chegando no final, ele volta com tudo e tenta não se entalar. 

“Tudo bem”, digo. “Respira.”

“Deixa eu tentar de novo!”

Quem sou eu pra dizer que não?

Niall, assim como na primeira vez, engole centímetro por centímetro e eu pressiono sua cabeça quando ele finalmente consegue chegar ao final. Ele está de boca aberta e meu pau está inteirinho dentro dela. Minha vontade é de gritar de prazer, mas engasgo o som. Droga.

Lentamente, o loiro retorna pedacinho por pedacinho.

“De novo?” Ele me pergunta e a única coisa que eu consigo fazer é balançar a cabeça em sentido afirmativo.

Mais uma vez, Niall me engole completamente, fazendo-me morder os beiços e xingar baixinho. Quando ele está retornando, seguro sua cabeça e digo:

“Espera… Faz assim: vai sugando por onde passar… ai… isso… Me deixa bem molhado… Ai, caralho… Nossa, Niall…” Arfo pesadamente. “Que delícia!”

“Tá gostando?” Ele volta a me masturbar.

“Muito…!”

Minha resposta arranca um sorriso de seus lábios. Ele põe a língua pra fora e lambe minha glande até chupar o cumprimento mais uma vez, fazendo movimentos de vai e vem com mais agilidade ainda.

“Ai, Ni… Continua fazendo isso e vai me fazer gozaaaarrr!”

Minha fala funciona como um gatilho, pois os movimentos de Niall se tornam insanos! Ele engole rapidamente e suga com muita força, fazendo-me delirar. Meus gemidos escapam mais do que eu gostaria que acontecesse e quando sinto os jatos correndo pelo meu pênis, afasto a cabeça de Niall para que ele não engula ou se engasgue.

O esperma é bombardeado com força. Eu pego um travesseiro e deixo que meus gemidos sejam abafados por ele. Ao final do orgasmo, meu corpo simplesmente cai pra trás na cama. Meu peito sobe e desce constantemente, minha respiração está ofegante e meu coração tá muito acelerado. Nossa… que espetáculo foi esse?

Os beijos castos de Niall em minha coxa e virilha fazem com que eu volte a realidade e me ponha sentado. Ele tem esperma na testa e eu o limpo com a própria mão, somente para tirar o excesso. Sua cabeça se aninha em meio as minhas pernas e meu pênis meia bomba cai para o lado. Niall não perde a oportunidade e dá alguns beijinhos nele também. Eu viro sua cabeça para que ele me encare e ele sorri para mim. Fico encarando seu rostinho lindo por uns bons segundos.

“Você gostou?” Niall quebra o silêncio.

“Você ainda pergunta? Eu adorei! Cada segundo…”

“Que bom!” Ele beija minha coxa e sorri para mim.

“Obrigado… Esse foi o melhor presente de aniversário!” Rimos baixinho. “Ok, deixa só eu…” Desço da cama e pego a camisa que estava vestindo ainda agora. Uso-a para limpar o rosto de Niall.

“Não se preocupe”, ele diz. “Vou lavar na pia antes de dormir.”

“Tá bem…”

“Boa noite, Li!”

“Boa noite…” lhe dou um selinho “…Ni.”

Niall se levanta e sai pela porta. Escuto a torneira sendo aberta ao longe e o barulho de água. O cheiro de porra inunda o local, então limpo o carpete com a camisa mesmo e a jogo para de baixo da minha cama. Espirro um pouco de perfume só para afastar o cheiro e coloco de volta minhas cueca. Um sorrisão se forma em meu rosto quando me deito e fecho os olhos para dormir.

“Li?”

Vejo novamente a silhueta de Niall em meu quarto.

“Sim?”

“Tudo bem se… se eu dormir aqui com você?” Ele fala muito tímido.

Sorrio e jogo meu corpo para o lado, abrindo espaço para que Niall se deite ao meu lado.

“Problema nenhum”, respondo.

Niall se deita na cama e eu cubro a nós dois com o cobertor após tê-lo aninhado em meu corpo. Logo, o cheiro de perfume e de esperma desaparecem, dando espaço ao de camomila. Inspiro profundamente e meu sorriso aumenta mais ainda enquanto aperto Niall em meus braços. Melhor aniversário de todos.


Notas Finais


Cara, vocês acreditam que fui plagiado?? Yes, plagiaram Sky Is The Limit. Cada parágrafo, cada palavra, control + C, control + V direeetooo. Até as notas colocaram idêntico. Sorte que a minha amiga @crushforstyles viu e me alertou. Muito obrigado pelo apoio ❤️ e obrigado também a @AmadaMay pela força que me deu ontem.

E, assim, só um desabafo... eu acho meio burrice plagiar alguém hoje em dia, principalmente na internet, pois vivemos no mundo da globalização. Qualquer um pode jogar qualquer coisa na internet e descobrir o que foi copiado ou não. É só uma questão de tempo até ser pego no flagra. Não vou deixar nenhuma lição de moral, pois vocês não estão aqui pra isso e nem merecem, né? Como eu disse, é apenas um desabafo.

Felizmente, tudo já se resolveu e a pessoa apagou a estória do seu perfil.

Vejo vocês semana que vem.
Um beijo, um cascudo e até lá!


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