História No Alto do Morro - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p
Exibições 429
Palavras 2.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Link da web original http://ask.fm/altodomorro

Capítulo 1 - Cap Um


Camila Pov's

Acordei às 11h por conta própria. Férias, meu amor! Fui no banheiro, escovei os dentes, tomei banho, me vesti e penteei meu cabelo. Sai do meu quarto, passei na cozinha, peguei uma maçã e fui saindo do apê. Na hora que a Matilde gritou, eu tive que voltar. Ela é como uma mãe pra mim desde criança, então a respeito. Coloquei a cabeça pra dentro do apê.

— Camila: Senhora — Disse olhando pra ela com cara de tédio
— Matilde: Onde a senhorita pensa que vai?
— Camila: Na casa da Normani. E não penso não, fui!

Fechei a porta, subi pelo elevador e bati na porta do apê da Normani. Logo ela abriu, de pijama ainda. Entrei com tudo e encarei ela.

— Camila: Ainda de pijama? — Disse de braços cruzados
— Normani: Acordei com você quebrando a porta. Quer o que? — Disse indo pro quarto
— Camila: Que não me atendesse de pijama. Nunca te atendi nesse estado!— Disse indo pro quarto dela também
— Normani: Acordou chata hoje, viu? Chata e mentirosa! Já me atendeu de pijama sim! Relaxa aí, ow. Vou me arrumar.
— Camila: Mereço, viu.

Ela foi pro banheiro e eu fiqueideitada na cama dela, mexendo no celular. Uns 20min depois, ela voltou, arrumada, e com uma bolsa.

— Normani: Já entendi sua cara. A gente não combinou de ir pra casa da Lucy?
— Camila: Eu tava bêbada, né? Não marquei coisa nenhuma! É no Alemão! Acha que eu sou louca?
— Normani: Sim, você tava bêbada. Marcamos ontem na festa.
— Camila: Eu odeio morro.
— Normani: Deixa de frescura, Camila. Eu também odeio, mas a gente marcou. Vamo simbora, levanta.

Levantei da cama encarando ela e a gente saiu do apê. Descemos pelo elevador, saímos do prédio e pegamos um táxi em direção ao Alemão. Uma eternidade de minutos depois, nós chegamos. Saltamos do táxi e quando estávamos subindo, uma mulher segurou a gente pelo braço. Parecia um poste.

— Mulher: Onde as dondoca acha que vão?
— Normani: Na casa da nossa amiga Lucy — Disse encarando ela
— Camila: Não dá satisfação a essa babaca — Disse encarando a Normani e voltei a encarar a mulher — Dá pra tu soltar a gente? Tá machucando! — Disse tentando me soltar

Ela apertou mais forte ainda. A Normani gritou, e eu, embora estivesse com vontade também, me segurei o máximo.

— Mulher: Qual o nome de vocês?
— Normani: Normani— Disse se contorcendo toda
— Camila: Camila... sua babaca!
— Mulher: Me chama de babaca outra vez e dou um na sua cara — Disse soltando a gente
— Camila: Babaca!

Ela ia dar um tapa na minha cara, mas daí uma outra mulher segurou o braço dela. Se eu já não achava a babaca1 alta, imagina a babaca2.

— Mulher2: Bate nela na cara, não, pô. Estragar essa cara tão bonitinha... Bate na xota — Disse e riu, ele e o outro
— Camila: Mereço.

Puxei a Normani pelo braço e fui virar. Na mesma hora, uma das mulheres puxou meu cabelo com força. A outra, a babaca1, tava subindo numa moto e indo embora. A Normani gelou, ficou branca, paralisada, como sempre.

— Mulher2: Merece, gatinha — Disse no meu ouvindo, segurando no meu cabelo e sarrando na minha bunda
— Camila: ME SOLTA — Gritou quase chorando
— Mulher2: Pede por favor, maria escandalosa — Disse ainda no meu ouvido
— Normani: Solta ela, por favor — Disse ainda paralisada
— Mulher2: Solto por causa da outra gatinha ali, ó — Ela me soltou me empurrando pra Mani — Se liga vocês duas! Apronta mais uma que como as duas!

Ela fez um sinal com o dedo que eu não entendi e saiu. Uns minutos depois, a gente chegou à casa da Lucy. Ela tava na porta, e entrou com a gente. A Lucy mora no Alemão e estuda no mesmo colégio que a Mani e eu, na zona sul. Digamos que ela prefere o morro do que a zona sul, porque o pai dela dá o mesmo valor da minha mesada a ela.

— Normani: A gente foi parada por duas meninas lá em baixo. A segunda, bem altona, da cara feia, quase estupra essa burra. Eu que tive que pedir por favor pra ela soltá-la.
— Lucy: Ela era loira?
— Normani: Não, mas tinha uma tattoo na perna, de um peixe.
— Lucy: É uma carpa. Nome dela é Lauren. É a chefe daqui.
— Normani: Hmmm... O que a gente pode fazer aqui?
— Lucy: Pode ir na sorveteria, pracinha, lanchonete... aqui tem tudo que a zona sul tem, só que não na mesma qualidade.
— Normani: Então vamos na lanchonete. Tô com fome.
— Camila: Eu comi uma maçã. Não tô com fome.
— Lucy: Por isso que é magrela. Não come!
— Camila: Tu também é magra, Lucia! Fica na tua! — Falei quase ignorante
— Normani: Opaaaaa! Parou! Chega, as duas, pra não arrumar briga! A gente espera o almoço!

Bufei, peguei meu celular e fiquei mexendo. A Mani e a Lucy ficaram conversando. Como não sou nada curiosa, fiquei com os olhos no celular e os ouvidos na conversa. A Lucy é amiga da brutamonte, a chefe daqui :o. 12h30, a gente almoçou e ficamos na pracinha, olhando o movimento. A brutamonte passou e deu dedo pra mim e pra Mani, e eu retribui, aí ela levantou o fúzil. Como se eu tivesse medo e nunca tivesse tocado em um.

— Normani: Andar com a Camila não é fácil.
— Camila: Anda porque tu quer. Não obrigo.
— Normani: Tu arruma briga com todo mundo!
— Camila: Arrumo mesmo. Tenho língua pra falar.

A Lucy e a Mani riram. 15h, fomos dar um rolê no morro, e a Lucy passou na boca pra falar com a criatura. Quanto homem da cara feia encarando a Mani e eu. O brutamonte que relou em mim ganhou nome: Lauren... ou Laur. Eca.

— Lucy: E aí, Laur! — Disse e deu um toque de mão nela, e ela já foi puxando ela pro colo dela
— Lauren: Te conheço de algum canto... — Disse me analisando

Do nada, ela levantou com tudo, que quase derruba a Lucy do colo, e parte pra cima de mim. Ela me segurou pelo cabelo e me levou pra uma sala, sei lá o que era. Eu fiquei tão sem ação que nem consegui falar.

— Lauren: Teu sobrenome é Cabello? — Disse me prensando na parede

Balancei a cabeça positivamente e ela deu um tapa na minha cara que eu cai com tudo no chão e comecei a chorar. Ela descobriu que meu pai é PM, ai, caralho. Ela saiu e logo voltou, com dois caras, e eles me levaram no colo pra uma casona. Nem parecia que eu tava num morro. Um dos caras me jogaram com tudo no chão, e doeu pra caramba. Os dois caras sairam e a Lauren se agachou do meu lado.

— Lauren: Eu quero teu pai. Dá um jeito de trazer ele pra cá!
— Camila: Nunca que eu vou trazer ele pra cá!
— Lauren: Nunca é uma palavra muito forte... — Disse alisando minha perna e subindo
— Camila: Não toca em mim — Disse enxendo ela de tapa, quando ela chegou perto da minha ppk

Mil tapas meus não chegavam nem perto de um tapa dela, aí ela foi e deu outro tapa na minha cara, que eu bati com a cabeça na parede e voltei.

— Lauren: Cadê teu celular? — Disse mexendo em mim
— Camila: Eu deixei em casa — Menti, porque tava com a Mani
— Lauren: Qual número do teu pai?
— Camila: Não lembro. Ele trocou de chip ontem — Menti de novo
— Lauren: Não mente pra mim, menina — Disse com raiva, apertando meu pescoço
— Camila: Não tô mentindo — Disse com dificuldade
— Lauren: Se tu num sabe, eu pergunto a tua amiguinha. Quer?
— Camila: Não mexe com a Normani — Disse começando a chorar de novo — Mexe em mim, mas não mexe nela.

A raiva tomava conta dela. Ela levantou e me levantou pelos cabelos e subiu as escadas me puxando, daí me jogou numa cama, entrou no corredor do quarto e logo voltou com uma algema e amarrou uma parte no meu pulso e a outra na cama.

— Camila: Eu não sou bandida pra ficar presa! Quem tem que ficar presa é você!
— Lauren: Tu num cala com tapa não, porra? Tô cansada de meter tapa em tu já!
— Camila: Respondendo sua pergunta, não.
— Lauren: Tenho que experimentar se com uma vara dentro do cu funciona — Disse me encarando

Fiquei calada, porque a única resposta que eu tinha era "então experimente". Se eu falasse isso, ela iria me estuprar, e eu sou virgem. Ela ficou uns minutos olhando pra minha cara, depois saiu. Aquela algema já tava me dando agunia. Meu corpo tava todo moído.

Lauren Pov’s

Velho, que piveta mais chata. Num se cala com porra nenhuma _|_. Desse tipo que eu gosto, que bata de frente, hehe. Mas tem um problema: ela é filha de polícia. O que quê traficante faz com polícia? Mata! Tentei pegar o número do pai dela, mas ela não deu, disse que ele tinha trocado de chip. Acha que eu sou criança! Fiquei olhando pra cara dela, depois sai de casa, subi na hornet e perguntei pra um soldado onde a outra piveta que veio com a marrentinha tava, e disseram que saiu com a Lucia. Bati na casa da Lucia

A Lucia ficou me olhando e eu ouvi a voz nojentinha da Normani na laje. Fui lá e ela tava andando de um lado pro outro, no celular. Escutei metade da conversa e ela tava falando com o pai da Camila. Puxei o celular com tudo da mão dela e ela gelou, só ficou olhando. O cara continuou falando, e quando ele parou, eu ri sínica. Véio inteligente oia. Ele reconheceu minha risada!

— Alejandro: CADÊ MINHA FILHA, SEU FILHO DA PUTA? — Gritou do outro lado da linha
— Lauren: Osh, véi, relaxe, tô cuidando dela — Disse sínica
— Alejandro: SE TU FAZER ALGO COM ELA, EU TE PASSO O DEDO! TU FICA ESPERTO!

Ele desligou. Ri mais ainda, desci da laje segurando a Normani pelos cabelos e joguei ela no sofá. A Lucia ficou me encarando, mas nem liguei.

— Lauren: Tu tá proibida de sair desse morro, beleza? Se algum homem meu disser que tu chegou perto do pé, eu como tu e tua parceira e as duas vão morrer no pneu, tá me entendendo? — Disse seco, segurando no pescoço da Normani
— Normani: Tô. Não faz nada com ela, por favor. Ela é uma das minhas únicas amigas — Disse com medo

Apertei o pescoço dela com força e quando ela ficou vermelha e a abrir a boca pra respirar, eu soltei e ri.

— Lauren: Abre teu bico pra tu ver, Lucia. Num faz merda também não. Eu conheço teu pai e tua mãe — Disse seca, encarando a Lucia
— Lucy: Não faz merda com minhas amigas. Tu num me conhece de sangue quente — Disse me olhando feio
— Lauren: Tô louca pra conhecer!

Peguei o celular da Lucy e da Normani, sai da casa batendo a porta e escutei a Normani chorar. Subi na hornet e fui pra boca. Peguei um baseado, acendi e comecei a fumar pra relaxar.

Alejandro Pov’s

Normani ligou pra mim dizendo que tava no Alemão e que a Lauren tinha pêgo a Camila. Velho, me subiu uma raiva no sangue que puta que pariu. Quando ouvi a risada sínica da Lauren e ela falando que tava cuidando dela, eu mais que enlouqueci de vez . Eu não podia subir o morro sozinho e nem sem pensar. Eu tinha que planejar algo bom, que não machucasse ninguém, só a Lauren e os traficante. Eu vou recuperar minha filha, de qualquer jeito!

Camila Pov’s

Fiquei o tempo todo olhando pra porta do quarto e pra janela. O tempo só ia passando e ia escurecendo, e meu corpo doendo. Escutei alguém entrar com tudo em casa e logo deduzi que era a Lauren e uma mulher. Logo elas  começaram a gemer, a falar cada palavra... Eca! Depois de muito tempo, ela entrou no quarto, já sozinha, e me olhou. Nos poucos segundos que ela me olhou nos olhos, eu vi que estavam vermelho. Em umas festas das pesadas que eu vou, tem uma área que é cheia de droga. Nunca fumei, mas sempre vi as pessoas fumando e elas ficavam com o olho vermelho. Depois de saber que ele fumou, vou fingir que dormi que é melhor. Uns minutos depois, ela voltou rindo. Abri um olho e fiquei olhando: ela tava parada na porta do corredor que acho que vai pro banheiro, rindo pra cacete. Não me aguentei e comecei a rir.

— Lauren: Tá rindo por que?
— Camila: Você.
— Lauren: Sou palhaça?
— Camila: Parece.
— Lauren: Vai se fuder, garota.

Ela saiu e eu continuei rindo. Logo ela voltou com um prato, e pelo cheiro, soube que era strogonoff. Ai, que delícia. Fiquei olhando toda torta, quase babando, e ela rindo. Eu tava com fome, né, gente. Desde 12h sem comer.

— Lauren: Tu quer?
— Camila: Não — Disse fazendo marra
— Lauren: Quer sim. Tá quase babando aí.
— Camila: Não quero compartilhar comida contigo — Disse e voltei a olhar pra frente
— Lauren: Agora ou tu come ou eu enfio goela abaixo.
— Camila: Envergada e deitada não dá pra comer — Disse sínica
— Lauren: Não banca a espertinha — Disse depois de uns segundos

Ela me soltou da algema. Eu até pensei em correr, mas, se ela não é besta, ela avisou pros soldados que não era pra deixar eu sair do morro, e ela podia fazer algo contra meu pai e minhas amigas, então fiquei na minha. Vamos fingir estar de boa. Sentei do lado dela e comecei a comer com o outro garfo que ela trouxe. Quando terminei de comer, ela tomou o garfo da minha mão.

— Lauren: Vai que tu me mate com ele, né.

Ela saiu do quarto. Fui no banheiro, fiz xixi e voltei. Pedi pra ela ligar pra Lucy e mandar trazer roupa pra mim, e uns minutos depois, ela trouxe. Conversei uns minutos com ela, depois tomei banho e me troquei. Na hora de dormir, eu já tava deitada na cama dela. Não queria dormir ali, mas como ela me obrigou... _|_

— Camila: QUÊ? — Gritei quando ela apareceu no corredor nuzinha
— Lauren: Durmo nua, minha fia. Nunca viu uma mulher nua não?
— Camila: Não uma que tem um pênis. Vai pra lá, sua nojenta — Disse enquanto ela vinha pra perto da cama e deitava do meu lado
— Lauren: Me sinto honrada de ter sido a primeira. Cala a boca que não gosto de dormir com ninguém falando não.

Ela me segurou por trás, e o pau dela tava duro, sarrando na minha bunda :$. Suspirei e tentei dormir, mas com aquilo tremendo atrás de mim, era quase impossível. Poucos minutos depois, ela dormiu. Eu não consegui mexer nem o dedo da mão de tão forte que ela me segurava.



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