História No Alto do Morro - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p
Exibições 192
Palavras 1.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


link da web original http://ask.fm/altodomorro

Capítulo 2 - Cap Dois


Lauren Pov’s

Acordei no outro dia 10h com a Camila reclamando, que tava toda dormente. Soltei ela e meti um tapa na cabeça dela. Levantei da cama e fui pro banheiro. Mijei, escovei os dentes, tomei uma ducha, vesti uma bermuda e um top, penteei o cabelo, passei perfume e voltei pro quarto. A Camila ainda tava deitada na cama.

— Lauren: Gostou, foi? — Perguntei sínica
— Camila: Eu quero meu celular. Eu quero ir pra casa. Eu quero ficar longe de você!
— Lauren: Querer não é poder.

Mandei ela ir se arrumar, desci e fui pra cozinha. Comi e fiquei no sofá, fuçando o celular da Camila. Gostosa pra carai de biquíni ;9. Uns minutos depois, ela desceu.

— Camila: Espero que isso não seja meu celular.
— Lauren: É ele mermo.
— Camila: O que você tá olhando aí?
— Lauren: Tuas foto.
— Camila: Tem foto minha secreta aí! Me dá!

Fiz que não com a cabeça e a Camila pulou em cima de mim e tentou pegar o celular de qualquer jeito, mas eu já tinha enfiado na bermuda. Como ela não achou, ficou dando chute de leve na minha perna. Quando tava muito forte, eu segurei os pés dela.

— Lauren: Tu me come o juízo sabia?
— Camila: Essa é a intenção.
— Lauren: E sabe o que eu gosto de comer?
— Camila: Você só fala em sexo, então imagino.
— Lauren: Porque tu nunca trepou. Quando trepar, vai falar o dia todo que nem eu.
— Camila: Vou muito.

Eu sei que vai, e quem vai ser a primeira dela sou eu, ela querendo ou não ;9. Ri sínico, soltei os pés dela e fiquei fuçando o celular da Lucy. Ela continou deitada e depois de uns minutos, levantou do sofá e foi pra cozinha. Uns minutos depois, ela subiu as escadas e mais uns minutos depois desceu.

— Camila: Eu não suporto viver presa.
— Lauren: Tu quer ir pra rua?
— Camila: Quero. De preferência pra minha casa.
— Lauren: Quando tu me der teu pai, eu deixo tu ir pra casa.
— Camila: NUNCA que eu vou te dar meu pai!
— Lauren: Então vai viver presa que nem um bicho.

Levantei do sofá, peguei uma camisa e meu radinho e fui saindo de casa. Quando subi na hornet, a Camila aparece na porta pedindo pra ir. Olhei pra cara dela e mandei ela vir. Ela subiu na garupa, segurou na minha cintura e eu sai voado, com ela gritando atrás. Cheguei na boca e tava um silêncio... num tinha nenhum drogado, só os meus cara. Deixei a Camila conversar com as amigas dela uns minutos, e fiquei escutando tudo, depois mandei as duas xispar pra casa. 12H45, fui pra casa com a Camila e a gente almoçou. Ela disse que tava com sono e subiu as escadas. Fiquei lá uns minutos na sala sem ter o que fazer e subi também. Ela tava deitada de bruços, mexendo as mãos em baixo do cobertor.

— Lauren: Tá mexendo no que? — Disse chegando perto dela, olhando
— Camila: Nada — Disse com a cara mais lisa do mundo
— Lauren: Mostra, Camila — Disse segurando os braços dela, por cima do cobertor
— Camila: Eu não tô segurando nada!

Belisquei o braço dela e ela ergueu as mãos, gritando. Empurrei ela pro outro lado e ela tava com a lanterna taser _|_ Ela disse que só tava olhando e eu mostrei o que a lanterna fazia: apertei no botão de dar choque e encostei no braço dela, mas de leve. Ela me encarou com os olhos cheios de lágrimas e ficou alisando o braço. Encarei ela, fui no closet e escondi bem escondido a lanterna, depois voltei.

— Lauren: Matou a curiosidade?
— Camila: Meu braço tá ardendo.
— Lauren: Ninguém manda ser curiosa.
— Camila: Não precisava dar choque em mim.

Peguei ela de cabeça pra baixo, com a bct na minha cara, e desci as escadas. Ela não tinha onde segurar e ficou unhando na minha cintura. Cheguei na cozinha, sentei ela no chão, coloquei duas pedras de gelo dentro de um pano de prato e dei a ela.

— Lauren: Bota aí.
— Camila: Não — Disse com a cara emburrada
— Lauren: Bota, Camila!
— Camila: Não adianta gritar.
— Lauren: Maldita hora que tu subiu esse morro, viu?

A Camila me encarou, puxou o pano da minha mão, botou no braço e foi pra sala. Fui atrás, sentei na poltrona. A gente ficou na sala sem falar nada, e umas 17h, meu radinho tocou. Era um soldado dizendo que a PM tava tentando subir. Mandei ele avisar os soldados tudinho e não avisei a Camila nada. Subi as escadas, vesti uma camisa, botei o colete com um monte de pente de pistola e 762 nos bolsos, botei duas ponto 40 no quadril e a bandoleira do 762 no meu ombro. Peguei um colete pra Camila, desci as escadas e botei nela.

— Camila: O que tá acontecendo? — Disse toda avoroçada, enquanto eu puxava ela pra fora de casa
— Lauren: PM tá tentando subir! Se eu pegar teu pai, eu mato, Camila! Quero nem saber! — Disse com o dedo na cara dela
— Camila: Por favor, não mata ele! Ele é o unico membro da minha família vivo! — Disse segurando meu dedo
— Lauren: Não quero saber! Não chora, senão eu te deixo aqui trancada, até acabar!
— Camila: Imbecil — Disse começando a chorar

Na moral, me deu meio que pena dela. Mataram meu pai, que era dono daqui, quando eu tinha 10 anos. Eu vi esses vermes matando meu pai, e a minha raiva por eles só aumenta a cada dia. Como eu era muito nova e não podia assumir, quem assumiu foi o braço-direito do meu pai, mas ele morreu por bala de PM também, e aí eu já tinha 17 anos e sabia como controlar isso aqui. As últimas palavras do meu pai foram "toma conta disso por mim", e eu não vou desonrar ele. Eu vou meter bala pesada em todos os farda azul que eu ver pela minha frente. Mandei a Camila ficar o tempo todo atrás de mim e me acompanhar, e fui andando devagar até à boca. Tinha uns soldado meu tudo intocado lá, sem falar dos que estavam intocados pelo morro todo. Corri pra cima de uma laje específica e entrei numa caixa d'água que tava de lado, com uma parede baixa na frente. Lá eu podia ver uma das entradas principais do morro e me esconder direitinho. Na merma laje que eu tava tinha mais uns caras meu. A bala começou a vadiar e eu ajudando ela a vadiar mais ainda. A Camila só chorava, pedia pra não matar o pai dela, mas eu nem dava ouvido. 18h30, as balas foram ficando poucas e demorando entre uma e outra, e eu sai com cuidado com dois soldados meus. Só tinha corpo no chão, tudo baleado. Quando eu tava numa viela, eu vejo o Alejandro, pai da Camila, de farda, touca e a porra toda. Empunhei o 762.

— Camila: PAI — Gritou chorando indo pra perto dele
— Alejandro: Filha — Disse abraçando ela

Puxei a Camila pelos cabelos e joguei ela no chão.

— Lauren: Tua hora tinha que chegar, otário — Disse sínica
— Alejandro: É eu ou tu.
— Lauren: Se tu num morrer comigo, morre com um dos meus.
— Alejandro: Eu não tô sozinho não.
— Lauren: Não mermo! No inferno o que mais tem é bota!

Descarreguei metade do pente do 762 no peito dele, e ele caiu de braços abertos. A Camila correu pra cima dele e começou a chamar por ele. Mandei os soldados que tavam comigo irem fazer ronda.

— Camila: VOCÊ MATOU ELE, SUA ARROMBADA — Gritou murrando meu peito
— Lauren: Quer ir com ele? — Perguntei depois que empurrei ela
— Camila: EU TE ODEIO, LAUREN!

Fiquei olhando uns segundos pra ela e pro sangue do pai dela, aí levantei ela pelos cabelos e fui puxando, que ela tinha se jogado no chão. Quando cheguei na boca, levantei ela com tudo do chão e sentei num banco.

— Camila: Eu te odeio — Disse me encarando
— Lauren: Num preciso de amor de nenhuma criança, não.

Fui fazer a ronda também e num achei nenhum PM vivo. 19h30, mandei meus soldados recolherem os corpos e enterrarem no alto do morro. Voltei pra boca e a Camila quando me viu, já levantou, pegou minha mão e botou nos cabelos dela. Ri e sai arrastando ela até em casa. Entrei, subi as escadas, entrei no quarto e joguei ela na cama. Tirei o meu colete e o dela, e guardei junto com as pistolas e o fúzil. Tomei uma ducha, me troquei, escovei os dentes e a Camila tava deitada na cama. Mandei ela comer e ela não quis, então fui comer sozinha, depois voltei. Sentei na cama, liguei a TV e fiquei assistindo o jornal. Tava passando daqui do Alemão, que o comandante da PM morreu, que no caso é o pai da Camila. Ela ficou deitada um tempão, parada no mesmo canto, só piscava os olhos, aí despertou e foi pro banheiro. Ouvi o chuveiro ligado e uns minutos depois ela apareceu arrumada.

— Camila: Agora eu já posso ir pra casa, né? Tu já conseguiu o que queria.
— Lauren: Vá simbora.

Ela pegou a bolsa, pegou o celular dela e das parceira dela e saiu. Liguei pra um soldado meu, dizendo que podia deixar a Camila, a Normani e a Lucy sairem. Tava tão cansada que capotei em menos de 5min.

 


Notas Finais


Então, como estamos?
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