História No Alto do Morro - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p
Exibições 373
Palavras 1.492
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Cap Três


Camila Pov’s

Eu vi a Lauren matando meu pai, cara. A única pessoa da minha família viva e ela fez isso, logo na minha frente. Quando isso vai sair da minha mente? Nunca! Fiquei um tempão com a cena do meu pai caindo no chão, o sangue saindo... aí despertei, tomei banho, me arrumei, e sai da casa da Lauren. Mulher nojenta. Nunca mais piso nessa merda de morro, aliás, em nenhum morro. Fui pra casa da Lucia. O caminho todo tinha sangue, bala. Tentei o máximo não lembrar, mas... Quando cheguei na casa da Lucy, a Mani que abriu a porta.

— Normani: Amiga, eu pensei que tu ia morrer — Disse quase chorando, me abraçando
— Camila: Eu morri por dentro. Ela matou meu pai.
— Lucy: ELA MATOU O ALEJANDRO? — Gritou braba
— Camila: Aham — Disse de cabeça baixa
— Lucy: É AGORA QUE EU ACABO COM A RAÇA DESSA INFELIZ!

A Lucy foi saindo braba de casa, eu e a Mani conseguimos segurar ela dentro de casa.

— Camila: Não vale a pena mais brigar, Lucy. Ela matou meu pai, e meu pai não vai voltar. Agora é só lembranças que eu tenho dele. Nessas horas, a Lauren deve tá rindo de mim. Se tu chegar lá braba, ela vai te encher de tapa ou até te matar, te estuprar, sei lá. Fica na tua!
— Lucy: O Alejandro é meu pai no Brasil.
— Normani: Era, amiga. Não é mais.
— Camila: Vamo pra minha casa, vamo. Não quero mais ficar aqui.
— Normani: A tia Matilde tá lá, e ela vai falar muito.
— Camila: Pelo menos ela se importa. Bora sair desse morro.

Devolvi o celular de cada uma e uns minutos depois, a gente saiu de casa. Pegamos um táxi e chegamos no meu apê 20h30. A Matilde veio me agarrando.

— Matilde: Minha filha, onde você se meteu? Tá passando em tudo que é jornal! Você é louca? Perdeu o juízo? — Disse segurando meu rosto, fazendo eu olhar pra ela
— Camila: Matilde, tô pra conversa não, tá? Minha cabeça tá a mil aqui, e das meninas também. A gente vai ficar no meu quarto. Tchau.

Dei um beijo na bochecha dela e fui pro meu quarto. As meninas vieram atrás e a Lucy fechou a porta. Tirei o vans, a jaqueta e me joguei na cama.

— Camila: Morrer seria uma boa ideia nessas horas.
— Lucy: Tu vai dar pra Laur o que ela quer? É isso que ela quer de tu.
— Camila: Eu não consigo ficar alegre, Eduarda.
— Lucy: Não tô mandando ficar alegre.
— Normani: Eitaaaaa, chega! Parou aí, oh. Cala boca as duas.

A gente ficou tudo mexendo no celular. 2H da madrugada, lanchamos, escovamos os dentes, nos trocamos e fomos dormir. No outro dia, acordei 12h com a Lucy ligando pra mim. A Mani já tava acordada.

— Começo da ligação —

— Camila: Tem o que fazer não? São 6 da manhã.
— Lucy: O dobro de seis, só se for. Levanta aí, ow. Vai ter baile aqui. Quero tu e a Lu sambando na cara da Lauren.
— Camila: Que horas?
— Lucy: Começa 19h, mas se quiser chegar antes pra a gente se arrumar, andar pelo morro e tal, pode vir.
— Camila: Tá certo. Tchau, beijo.
— Lucy: Beijo.

— Fim da ligação —

— Normani: Tava falando com quem?
— Camila: Lucy ligou dizendo que vai ter baile hoje e a gente vai pra sambar na cara da Lauren.

Eu tomei banho no meu banheiro e ela tomou banho no banheiro do quarto de hóspedes. Almoçamos, escolhemos a roupa que iríamos vestir no baile e colocamos numa bolsa. 15h, pegamos um táxi e chegamos lá no Alemão 15h40. Subimos sem ninguém parar a gente e fomos pra casa da Lucy. Entramos sem bater mesmo e ela tava se pegando com uma menina '-'.

— Camila: Acho que chegamos numa má hora, Normani — Disse de propósito
— Lucy: Opa — Disse empurrando a menina

— Menina: E aí — Disse pra Mani e eu
— Normani: Oi.
— Lucy: Essa é a Vero, meninas.
— Camila: Qual seu nome de verdade?
— Menina: Ih, tá querendo saber demais! — Disse pra gente — Mais tarde venho te buscar, gostosa — Dissse pra Lucy
— Lucy: Traz duas amigas tuas pra levar elas?
— Menina: Beleza.

Ela deu um selinho nela e saiu. A Mani e eu rimos.

— Normani: Quem era?
— Lucy: A Vero. Já disse.
— Camila: Qual o nome dela?
— Lucy: Sei lá. Já conheci por Vero.
— Camila: Sabe nem a idade se brincar.
— Lucy: Tem 17 anos — Disse me olhando com cara de tédio

Bati palmas sinicamente, fui no quarto dela e coloquei a bolsa com minha roupa e da Mani em cima de cama. Voltei pra sala e fomos pra sorveteria, depois pra pracinha. Olhando assim, aqui até tem menininhos bonitos ;9. 17h30, as meninas e eu voltamos pra casa. Tomamos banho (separadas, lógico), nos trocamos e uma fez a make da outra. 19h15, chegou uns loucos buzinando, e eu fui ver o que elas queriam.

— Camila: Qual o problema de vocês? — Perguntei braba, abrindo a porta
— Vero: Tão pronta?
— Camila: Tamo — Disse e a Vero entrou que nem um furacão
— Lauren: Hmmmmm, gostosa — Disse toda safada
— Camila: Vai se fuder, Lauren.

Entrei em casa e fechei a porta com tudo. A Lucy já tava aos amassos com a Vero, gente. Calçamos nossos sapatos, ajeitamos o cabelo e saímos de casa. A Lucy subiu na garupa da moto da Vero, a Mani na garupa de uma menina que não sei o nome, e eu, infelizmente, na garupa da Lauren. Chegamos no baile e o som tava altão. Esperei nem a Lauren parar a moto e já fui logo descendo. As meninas desceram depois, e a gente foi entrando. A Lauren me agarrou pelo braço, a Vero agarrou a Lucy e a menininha da Mani agarrou ela. A gente foi tudo pra um camarote. Já que tinha um baldinho cheio de bebida com gelo, eu peguei um smirnoff e comecei a beber aos poucos. Fiquei um tempinho lá e 19h45, eu desci e fui dançar com as meninas. Senti algo roçando atrás de mim, na minha bunda, e continuei dançando normal, rindo. A Vero  tava atrás da Lucy e a menininha que veio com a Mani, que agora ganhou nome, a DJ, tava atrás dela também. Quem estava atrás de mim devia ser a Lauren, mas foda-se, vamo aproveitar o baile! 20H30, subi pro camarote com as meninas e cada casal foi se agarrando. Tudo bem que eu tava meia bêba mas meu nojo pela Lauren continuava. Ela tentava me agarrar e eu empurrava e saia de perto, mas teve uma hora que ela me pôs contra a parede e levantou minha saia. Encarei ela.

— Camila: Tira a mão daí! — Disse beliscando a mão dela
— Lauren: Eu quero tu, Camila!
— Camila: Mas eu não quero você! Me solta, Lauren!
— Lauren: Só por que eu matei teu pai?
— Camila: Você é nojenta de todo jeito.
— Lauren: Quando tu trepar comigo, vai mudar de opinião rapidinho.
— Camila: Nunca vou trepar contigo.
— Lauren: Tu é muito difícil sabia? Facilita um pouco aí!

Comecei a rir e empurrei ela de leve. Ela ficou com as duas mãos do lado do meu braço, me prendendo. Nessas horas, eu até pegaria ela viu, massssssss.

— Camila: Facilitar o que? — Perguntei rindo, sínica
— Lauren: Eu tô gamada por tu, Camila! Não se faz de burra!

Ri sinicamente e consegui sair dos braços dela. Sentei numa poltrona, peguei meu celular e fiquei mexendo — e olhando a Lucy e a Normani quase perderem a virgindade. A Lauren ficou em cima de mim, tentando arrumar brecha, mas se irritou e desceu pro baile. Uns minutos depois, quando olho pro lado, a Lucy fazendo boquete na Vero. Que nojo, KKKKKKKK. A DJ tava dedando a Mani sobre a calcinha. Se eu ficasse ali, ia soltar faísca, então desci do camarote e deixei as quatro lá. Fui pra pista e comecei a dançar. 22H, eu já tinha beijado um monte de menino e a Mani queria ir pra casa já ¬¬. A Vero levou a gente até o nosso apê e voltou pro Alemão.

— Camila: Nunca pensei que a Lucia ia fazer boquete  — Disse entrando no apê
— Matilde: Fazer o que?
— Camila: A Lucia do 3º ano do ensino médio tava fazendo um boquete— Menti
— Matilde: Aquela loirinha, baixinha?
— Camila: Ela mesmo!
— Matilde: Meu Deus! Ela tem uma cara tão santa!
— Normani: Os piores são os que tem cara de santo, tia!

A gente foi rindo pro quarto e a Matilde ficou de queixo caído na sala. Fechei a porta.

— Camila: Ela acreditou — Disse baixo, rindo
— Normani: É bom?
— Lucy: É... — Disse safada — Só não gosto do esperma.
— Camila: Eu tenho curiosidade dele!

Ri sinicamente, entrei no banheiro, tirei a roupa e a make e tomei banho. Depois que eu sai do banheiro, a Lucy entrou. Me troquei, penteei o cabelo e sentei na cama. Depois que a Lucy saiu do banheiro, a Mani entrou. Fizemos um lanchinho e ficamos sentadas na cama, conversando e mexendo no celular.



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