História No Alto do Morro - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camren G!p
Exibições 421
Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


http://ask.fm/altodomorro link da web original

Capítulo 4 - Cap Quatro


Lauren Pov’s

Quase peguei a Camila, mas ela correu. Tô gamadinha nela, véi. Umas 22h20, a Vero foi deixar ela e as amiga dela. Quando ela voltou, eu perguntei qual o nome do prédio dela e ela disse. Subi na R7 e sai voado. Quando cheguei em Ipanema, logo achei o prédio dela. Num tinha segurança nem nada, então eu entrei. Perguntei pra uma menina da idade dela se ela conhecia uma garota chamada Camila e ela disse que ela morava no 9º andar. Subi pelo elevador e bati em uma das portas. A primeira morava uma véia chata e na segunda, a Camila.

— Lauren: Cadê a Camila?
— Matilde: O QUE TU QUER COM MINHA MENINA? — Gritou uma coroa ao me ver
— Lauren: Falar com ela, carai!
— Matilde: SAI DAQUI!
— Lauren: CAMILA! — Gritei botando a cabeça pra dentro da porta
— Camila: Lauren? — Disse depois de uns segundos, aparecendo no corretor
— Lauren: Eaí — Disse analisando ela
— Camila: Deixa ela entrar, Matilde.
— Matilde: Meu amor, ela pode fazer algo com você!
— Lauren: Se eu quisesse fazer algo com ela, já teria feito, no mermo instante que ela apareceu no Alemão.

Passei pela tal de Matilde e a Camila me puxou pra um quarto.

— Camila: O que tu quer comigo? Diz logo!
— Lauren: Quero tu! Já disse!
— Camila: Eu não vou ficar contigo, Lauren!

Sai mó bolada de lá, desci pelo elevador, subi na r7 e voltei pro Alemão. Fiquei no baile até 2h da madruga, depois fui pra casa. Comi, tomei banho e capotei na cama.

Camila Pov’s

Acordei no outro dia 9h com o celular berrando. Odeio que me acordem cedo num dia que não tem aula.

— Começo de ligação —

— Camila: Alô?
— Lauren: Bom dia, coisa.
— Camila: Tem o que fazer não, caralho?
— Lauren: Ih, tá nervosinha é? Que gostosa — Disse e riu
— Camila: O que tu quer falar comigo?
— Lauren: Tô mó gamada em tu.
— Camila: Aham. Na minha pepeca, só se for.
— Lauren: Nela também — Disse rindo
— Camila: Fala logo.
— Lauren: Falou — Disse depois de uns segundos

— Fim de ligação —

Ela desligou. Tá ficando doida agora? '-' Já que tinha perdido o sono, tomei banho, escovei os dentes, penteei o cabelo e fui na cozinha. Tomei café da manhã e voltei pro meu quarto. Pulei em cima das meninas, e elas acordaram brabas.

— Lucy: Odeio tu pulando em cima de mim, Camila.
— Fernanda: Tu também pula em cima de mim, Lu — Disse toda fofa
— Lucy: Mimimi, tchau — Disse braba

Ela levantou da cama e foi pro banheiro, tirando a calcinha de dentro do rego. Eca, KKKKKKKKK.

— Normani: Tava falando com quem?
— Camila: Tu ouviu?
— Normani: Ouvi, que não sou surda.
— Camila: Mas é mal educada.

Ela riu e foi pro banheiro também. Arrumei a cama, e esperei elas se arrumarem e tomarem café. A gente ficou no terraço, olhando o movimento, e ficamos conversando e olhando o povo lá em baixo, no calçadão. Uns minutos depois, passou uma moto voada, aí voltou e eu não sei aonde foi. Meu coração gelou, mas não deixei as meninas perceberem, e continuei conversando. Em menos de 5min, alguém tocou a campainha na maior pressa, e a Matilde foi atender, e a tal pessoa entrou. Chega deu pra ouvir o vento dela passando pela coitada. Era a Lauren, pqp. Ela me puxou com tudo pelos cabelos, entrou no meu quarto, colocou um monte de roupa minha dentro da mochila e saiu comigo pelo elevador. Deu nem tempo das meninas falarem. Saímos do prédio e ela me jogou dentro de um carro junto com a mochila, e entrou, deu partida e saiu a mil.

— Camila: O que tu vai fazer comigo? — Disse pulando pro banco do passageiro
— Lauren: Não te interessa.
— Camila: Interessa sim, que tô perguntando.

Ela me encarou e continuou dirigindo. Comecei a apertar todos os botões do painel do carro, e ela deu um tapa na minha mão que começou a formigar na hora, mas continuei futucando. No sinal, ela deu uns berro em mim, aí eu fiquei quieta ¬¬. Depois de muitos minutos, chegamos no Alemão. Ela estacionou, desceu do lado, me desceu pelos cabelos e me deu a bolsa. Entramos em casa, subimos as escadas e ela me jogou na cama com a mochila em cima. Meu celular tocou e eu levantei na maior rapidez e fiquei de frente pra Lauren, tateando o corpo dela, procurando meu celular. Ela meio que virou, e em vez de eu tocar na perna dele, toquei no pau. Ela riu toda safada.

— Lauren: Que apertão, ein — Disse me encarando
— Camila: Deixa eu ver quem é!
— Lauren: Não. Vai deitar!

Deitei e fiquei olhando o que ela ia fazer. Ela pegou meu celular da cueca, olha só que nojo, e atendeu.

— Lauren: É, ela tá aqui. Por que?
— XXX: (...)
— Lauren: Eita, viu? Fala um oi pra tua amiga, Camila — Disse e botou o celular perto de mim
— Camila: Quem é?
— Lauren: Viu? Ela tá tão bem que continua sínica. Falou — Disse no celular, e nem deixou a tal pessoa responder

Ela desligou na cara da pessoa e botou o celular de novo na cueca. Fiz careta.

— Lauren: Era a Normani, perguntando se tu tava aqui.
— Camila: Eu queria falar com ela!
— Lauren: Querer não é poder.
— Camila: Pra mim é sim!
— Lauren: Comigo não funciona não!
— Camila: Não quero saber! Eu queria falar com ela!
— Lauren: Queria, num quer mais!

A cada frase que eu dava, a gente ia se aproximando, até que ela me puxou com tudo pela cintura, envolveu os braços no meu pescoço e me beijou. De começo, tentei empurrar, mas era muito gostoso, pqp. Retribui o beijo e nos beijamos calmamente. No fim do beijo, eu mordi de leve a língua dela pra disfarçar que gostei.

— Camila: Eca! Nojenta!
— Lauren: Tu gostou, admita — Disse rindo
— Camila: Não gostei!
— Lauren: Pense que eu sou um jumento que tu pode enganar...
— Camila: Mereço.

Sentei na cama e fiquei olhando pra cara dela... tão sínica, desse jeito que eu gosto ;9. 12H45, a gente almoçou e ela ficou me vigiando a tarde toda. De noite, na hora de dormir, não foi diferente. Ela tomou banho depois que terminei o meu, e voltou do banheiro nuzinha.

—  Camila: Isso é assédio sexual, sabia?
— Lauren: O que?
— Camila: Tu se expondo.
— Lauren: Já fez garganta funda? — Disse depois que deitou do meu lado, de bunda pra cima
— Camila: Não — Disse rindo
— Lauren: Quer fazer?
— Camila: Não — Disse encarando ela

Ela riu, me puxou pelos cabelos e me deitou do lado dela, mas não me agarrou, ainda bem.

— Camila: Qual seu problema com meu cabelo, hein?
— Lauren: Gosto de puxar cabelo.
— Camila: Mas dói.
— Lauren: Dói nada.

Olhei ela sinicamente e dei um murro, não tão forte nas bolinhas dele. Ela gemeu e ficou me encarando um tempão, mesmo se contorcendo de dor. Fiquei só rindo, e ela ficou braba, me agarrou por trás, que eu quase não respirei, e logo dormiu. Dessa vez, eu dormir tão rápido quanto ela.


Notas Finais


Ei carinhas
Como eu to a uns dias sem postar por conta da escola (que graças a Deus eu terminei) eu vou postar alguns capitulos, não sei quantos, vai depender do meu humor


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