História No Angels - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Colton Haynes, Gigi Hadid, Justin Bieber, Kendall Jenner, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Cellbollita, Criminal, Gigi Hadid, Justin Bieber, No Angels, Psycho
Exibições 213
Palavras 2.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meus pãozinho!
Caramba, quanto tempo!
Por Deus, como eu senti falta disso! Faziam 2 meses que eu não postava... Eu simplesmente estava desistindo dessa fanfic!
Mas por fim, eu voltei, e espero que vocês gostem!!!
Não prometo que voltarei logo, porque demorei dez dias para escrever esse capítulo, mas prometo que um dia eu volto!
❂ Eu revisei o capitulo, então se tiver erros, acredito que sejam poucos. Mesmo assim, se tiver, me perdoem.
❂ Boa Leitura!

Capítulo 25 - Eu não quero ver você nunca mais


Fanfic / Fanfiction No Angels - Capítulo 25 - Eu não quero ver você nunca mais

Point Of View Angie Mitchell

Algumas vezes em nossas vidas, nos preocupamos por antecipação. Passamos a noite em claro antes de alguma prova importante, ou ficamos repassando o pedido de desculpas em nossa cabeça, querendo dizer tudo certo. Outras vezes, nós simplesmente somos pegos de surpresa, nocauteados. Se preocupar por antecipação não é uma coisa boa, mas ser surpreendido com uma noticia ruim com certeza é pior.

“Sua adoção.” A voz dele ecoou pela minha mente, flutuando feito nevoa entre meus pensamentos incertos.

— Desculpe, o que? – minha voz soou baixa. A mão dele foi de encontro com a minha, acariciando-a.

— Eu sei que é difícil de entender e aceitar, mas você é adotada, Angie. – ele lambeu os lábios, claramente nervoso.

Meu coração batia á cem por hora, e eu podia ouvi-lo, como se fosse um tambor. Lágrimas se formaram e começaram a pesar em meus olhos.

— Não. – digo, baixinho, encarando o chão. Justin suspirou, levantando-se. A pasta com o nome do meu pai ainda estava em sua mão. Eu evitava olha-la, como se fazer isso fosse falta de respeito.

— Angie, por favor. – ele diz, colocando a pasta nas minhas mãos. Eu a solto, piscando com força. Eu paro de tentar lutar contra mim mesma, cedo. As lágrimas começaram a correr pelo meu solto, e eu gritei á plenos pulmões. Justin fechou os olhos e massageou suas têmporas. — Não vai adiantar você gritar.

— Eu quero ir embora. – levanto-me, secando meu rosto com o dorso da minha mão. — Agora.

— Eu levo você. – ele diz, pegando as chaves de seu carro em cima de sua mesa.

— Não. – me distancio indo em direção a porta. — Eu não quero ver você nunca mais.

— Angie, por favor, tente entender meu lado. – ele segura minha mão, parecendo arrependido.

Eu cerrei o punho, não cedendo á forte tentação que eu sentia de abraça-lo fortemente, e por apenas alguns segundos esquecer esse problemas que me cercavam nesse exato momento.

— Justin. – digo. Mais lágrimas caíram pelo meu rosto. Ele limpou-as com suas grandes mãos, olhando no fundo dos meus olhos. — Meus pais. Eles não eram meus pais.

Shhhh... – ele fez com a boca, puxando-me para um abraço e beijando o topo da minha cabeça. — Eles sempre serão seus pais. E eu sempre serei Justin. O seu Justin.

Neguei com a cabeça, desvencilhando-me dele. A vontade de ficar ali era forte, mas eu não podia. Não podia afogar minhas mágoas com a pessoa que as causara.

Saí sem dizer adeus.

[...]

Point of View Justin Bieber

Despenquei no sofá.

Minha casa cheirava á alvejante e velas de citronela. Katie e Isabel já haviam subido para seus aposentos, e eu havia chego á meia hora. Nesse tempo, não consegui desviar meu pensamento de Angelina. Eu tenho certeza que não errei em não conta-la sobre sua adoção. Afinal, os pais adotivos não contaram. Quem era eu para contar?

Porém, hoje, quando ela descobriu, ela me pareceu disposta á fazer alguma loucura. Acho que a ideia de ser adotada nunca havia passado pela sua cabeça.

Respirei fundo, massageando as têmporas, esticando os pés na mesa de centro em frente ao sofá.

— Dia difícil? – uma voz doce e suave soar perto do meu ouvido. Meus pelos se eriçaram.

Abri meus olhos e dei de cara com Katie usando apenas um baby-doll preto.

— Você não faz ideia. – digo, desviando meu olhar de seus seios fartos.

— Quer que lhe prepare um whisky? – ela diz, enrolando uma mecha de seu lindo cabelo loiro em seu dedo indicador.

— Por favor. – digo.

Ela anda rebolando em direção ao mini bar. Fica na ponta dos pés para pegar um copo de vidro. Essa garota sabia como provocar um homem. Vê-la assim fazia com que eu sentisse um grande deja-vu. Katie serviu-me o whisky, empoleirando-se no braço do sofá, observando-me com olhos de águia.

— O que aconteceu, Jus? – ela diz, a voz mansa. Equilibrei-me mentalmente, forçando-me a não ter pensamentos impuros. — Sua meretriz se atrasou?

Eu rio pelo nariz, dando um grande gole no whisky, sentindo ele descer queimando pela minha garganta. Passo a mão pelo meu cabelo, tentando listar motivos para não beijar essa garota agora mesmo. Apenas uma coisa invadiu minha mente: Angie.

— Minha vida é muito mais do que ela. – digo, dando de ombros.

Katie era uma mulher e tanto. Sabia exatamente o que fazer deixar um homem insensato, e era extremamente boa nisso. Ela deitou seu rosto no próprio ombro, deixando o mesmo com um ar angelical. Seu cabelo caia perfeitamente em suas costas, e seus seios fartos pulavam para fora do baby-doll. Engoli em seco.

— Não é o que tem parecido recentemente. – ela diz, fazendo biquinho. — Aliás, já fazem anos que sua vida corre ao redor dela, mesmo inconscientemente, mesmo ela não estando presente.

Suspiro, desejando que ela parasse de falar. Mais um gole do whisky desceu queimando pela minha garganta. Eu comecei a desabotoar minha camisa apenas para ficar mais confortável. Katie sorriu felinamente, ajeitando-se no braço do sofá.

— Tudo bem. Você não quer falar sobre ela. – Katie me conhecia tão bem quanto sua própria palma da mão. — Que tal fazermos um pequeno jogo?

Eu arqueio as sobrancelhas, não muito afim de fazer qualquer esforço – fosse ele mental ou físico. Discutir com Angie me deixou exausto em todos os sentidos. Era uma coisa que eu não gostava de fazer.

— Vamos, Jus. – ela balançou levemente meu braço, mordendo seu lábio inferior. Eu pisquei forte, e levantei-me acompanhado dela.

— Tudo bem, Katie. Mostre-me seu jogo. – digo.

Mal sabia eu que esse seria mais um pequeno tijolo na minha mansão localizada no inferno.

[...]

Demorou ao menos dez minutos para Katie aprontar tudo. Eu fiquei sentado no deck de madeira, apenas olhando enquanto ela colocava cadeiras espalhadas pelo quintal da minha casa. Em cima de cada uma havia um copo de plástico. Quando ela terminou, colocou a mão na cintura, verificando se tudo estava como o planejado. Ela olhou para o deck e me chamou usando a mão. Eu fui em sua direção.

— Vamos fazer um tiro ao alvo. – ela diz, tirando um pequeno revolver de suas costas.

— Que palhaçada é essa, Katie? – sinto meu sangue ferver. Ela devia estar brincando com a minha cara.

— Não se faça de inocente, Jus. – ela diz, apoiando seus braços nos meus ombros, aproximando seu rosto do meu.

— Eu sou o advogado mais respeitado de Los Angeles. – digo, ironicamente. Eu sou inocente até que se prove o contrário, assim como todos.

— Inocente até que se prove o contrário. – ela diz, quase como se lesse minha mente. Um sorriso perverso surgiu em seu rosto em formato de coração. Seu pequeno nariz se arrebitou enquanto ela encarava-me.

— E quanto á sua mãe? – questiono, interessado.

— Você sabe que ela tem um sono mais pesado que uma manada de elefantes. – ela diz e eu rio pelo nariz. Isabel realmente dormia como uma pedra.

— Pois bem, explique seu jogo. – digo.

— Temos que acertar os alvos. Simples. – ela sorri com a língua entre os dentes. — Mas, se você errar, deve tirar uma peça de roupa.

Eu a olha de cima á baixo. Se ela errasse um tiro, ficaria pelada. Usava apenas uma peça de roupa.

— Você está em desvantagem. – digo, fingindo preocupação, mas por dentro eu estava adorando estar em vantagem. Esse era o verdadeiro Justin Bieber; galanteador, oportunista, vigarista. Essas qualidades haviam sido perdidas quando eu comecei a cursar advocacia.

— Eu realmente não me importo. – ela diz, e entrega a arma na minha mão. Eram cinco alvos. Ao menos seis metros de distância.

Respirei fundo sentindo o sangue fluir lentamente em todo o meu corpo. Meus pés formigavam um pouco por conta do álcool ingerido em grandes doses por mim, mas minhas mãos permaneciam firmes, como sempre. Posicionei-me em direção ao primeiro alvo, elevando o revolver para que ele atingisse a altura necessária. Por um curto momento, flashs da morte do meu pai invadiram minha mente. Por um curto momento, eu não era mais Justin Drew Bieber, advogado de respeito. Eu voltara a ser Justin, filho de um advogado de respeito. O pobre Justin, triste e isolado. A raiva me atingiu, e eu atirei no alvo, o derrubando. Katie deu pulinhos ao meu lado por alguns segundos, mas então parou, e o sorriso vadio que estava em seu rosto desapareceu.

— Minha vez. – ela diz, austeramente. A loira estrala seu pescoço de uma maneira sensual, empinando a bunda e mirando em direção ao alvo. Ela fecha um de seus alvos, e quando eu estava certeiro de que ela iria atirar bem no alvo, Katie atira para o alto, levando uma mão para a boca, fingindo estar chocada e triste. — Opa.

— Vadia. – digo entre dentes.  Ela havia errado de proposito. Katie nunca errara um tiro. Costumava ser a melhor em tudo que fazia, deixando até mesmo os melhores do nosso grupo no chinelo quando o assunto era tiro. — Hora de cumprir com o combinado.

Ela deixou a arma cair no chão, sorrindo sensualmente para mim. Colocou uma mecha de seu cabelo loiro e brilhante atrás da orelha, tirando uma alça de seu baby-doll. Meus músculos já estralavam e minha pele pedia contato com a dela.

— Vem. – ela disse, dando-me sua pequena e delicada mão. Ela me guiou mais afundo do jardim, e por entre as árvores havia uma toalha de piquenique estendida na grama. Velas á contornava. A vadia havia preparado tudo mesmo.

Eu sentei, segurando as pernas, observando-a atentamente enquanto a mesma finalmente tirava seu baby-doll, ficando apenas de calcinha. Era rendada e preta. Eu sorri maliciosamente puxando-a para mim. Ela caiu sentada em meu colo, rindo abafadamente. Depois, as mãos delas foram direto para a minha camisa, tirando-a e jogando para longe.

— Me beija, Jus. – ela suplicou. Sua voz soava desespero. — Me beija.

Não demorei á cumprir o pedido dela, beijando-a de maneira feroz, completamente desapaixonado, apenas excitado. Ela me beijava com desejo, o que começara á me irritar. Suas mãos foram para a minha calça, e ela rapidamente apertou meu pênis, me fazendo morder seu lábio.

— Vai com calma, mocinha. – digo, tirando-a do meu colo, levantando e tirado minha calça juntamente com a minha boxer. Eu não estava nenhum pouco afim de brincadeiras. Não hoje.

Ela sorriu ao olhar meu volume, e rapidamente abocanhou tudo, chupando-me com vontade. Eu agarrava seu cabelo com força, e ela parecia gostar. Seus olhos iam de encontro com os meus, e eu estava adorando. Ela lambia cada centímetro do meu pênis, que já latejava.

— Angie... – deixei escapar num suspiro. Katie fechou os lábios e me mordeu, parecendo furiosa.

— Pare de pensar nela! – ela gritou, levantando-se.

Minha vontade de dar um tapa na cara dela aumentou. Minha pele fervia.

— Ela nunca será suficiente para você. – ela diz, tirando sua calcinha. Eu arqueei as sobrancelhas. — Ela nunca fará isso.

Katie começou a bater para mim, e quando sentiu que eu estava com uma boa ereção, enfiou tudo em si mesma, cavalgando em mim.

— Ela nunca fará isso. – ela repetiu, cavalgando com mais intensidade, mordendo meu ombro e gritando de prazer.

Eu permanecia parado, mas não posso dizer que não estava gostando. Abocanhei um dos seios fartos dela que pulava perto do meu rosto. Ela jogou a cabeça para trás e gemeu enquanto eu fazia parte do meu trabalho.

Katie não precisou se esforçar por muito mais tempo, porque eu já havia gozado dentro dela. Não me preocupei porque sabia que ela tomava pílulas.

— Minha vez. – digo, deitando-a na toalha de piquenique.

Ela abriu suas pernas e agarrou meu cabelo enquanto eu beijava sua barriga, descendo cada vez mais. Ela já arfava quando eu comecei a lamber sua intimidade, e conforme eu ia aumentando o ritmo, ela ia se contorcendo. Enfiei dois dedos nela, e ela gritou alto, puxando meu cabelo com uma mão e com a outra arranhando minhas costas.

Depois de alguns minutos fazendo a mesma coisa, ela finalmente chegou ao seu ápice, e seu corpo amoleceu. Cai eu seu lado, exausto. Eu estava satisfeito, mas isso não é uma coisa que faria novamente. Meus desejos por Katie já haviam acabado á tempos, e acredito que viver no passado não é uma coisa boa, ainda mais se esse passado for o meu.

— Senti falta disso. – ela diz, pegando minha mão. Eu rapidamente á puxo de volta, afastando-me da loira, que suspirou. — O que foi que eu fiz para você me odiar tanto?

Ela questionou.

Forço minha mente para lembrar-me. Forço minha mente para formar uma resposta equivalente e á altura do meu rancor, porém, tudo que eu consegui pensar foi em Angie chorando. Eu devia uma á essa garota, e parte dessa grande culpa que eu sentia era culpa de Katie. Parte das minhas memórias dos anos em que passei ao lado dela foram apagadas por mim mesmo, em uma tentativa de seguir em frente, mas tem dias que ainda me assombram.

— Vou fazer panquecas. – digo, pegando minha calça no chão e colocando-a. Pego o baby-doll e jogo-o para Katie, que arqueia as sobrancelhas.

— Desde quando você sabe fazer panquecas? – ela pergunta, colocando seu baby-doll.

— As coisas mudaram desde que você foi embora, Katie. – respondo, seguindo em direção ao deck que da entrada para cozinha, sem esperar por uma resposta.


Notas Finais


❂ STYLE DA FANFIC!!!! https://spiritfanfics.com/personalizar/style/gigi-hadid-no-angels-6116930
❂ Trailer : https://www.youtube.com/watch?v=3-lbt9hF3HY
❂ Wattpad: https://www.wattpad.com/story/77396419-no-angels
Se quiserem falar comigo, meu twitter é @sheerant3ddy
Um beijo e um queijo!


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