História No Apartamento ao Lado - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Dino Thomas, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Personagens Originais, Ronald Weasley
Tags Amor, Ginny, Harry, Harry Potter, Romance
Exibições 67
Palavras 3.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi amore, demorei um pouco, mas enfim apareci hihii
Espero que gostem do primeiro capitulo <3

Capítulo 2 - Capítulo 1


Ginny Weasley

-Já estou indo – falei com raiva ao escutar a terceira batida na porta.

Joguei a coberta pra longe e peguei o celular antes de levantar para olhar a hora e quando vi que ainda eram oito horas de sábado eu fiquei com mais raiva e já estava planejando como iria matar a pessoa do outro lado da porta que na minha cabeça devia ser ou meu irmão, ou minha cunhada por causa da hora, quando cheguei a porta e a abri me arrependendo do pensamento anterior, não era meu irmão e muito menos minha cunhada, era uma rapaz que eu nunca havia visto na vida, mas que reparei ser muito bonito – alto, cabelos pretos bagunçados e olhos verdes que chamam a atenção - só que o problema agora e que eu estou com uma pijama minúsculo e ele não está sendo nada discreto em fingir que não está olhando.

-Aham – cocei a garganta e ele subiu o olhar para o meu rosto – Em que posso ajudar?

-Desculpa incomodar essa hora, mas é que eu me mudei agora de manhã para o apartamento do lado e estou sozinho arrumando tudo e preciso avisar lá na portaria que algumas coisas ainda vão chegar – ele começou a se explicar rapidamente – Mas meu interfone não está funcionando e não quero ter que descer oito andares pra isso, será que posso usar o seu?

-Claro que sim, pode entrar – falei dando espaço para ele passar e ir até o interfone, enquanto tentava resisti ao impulso de mata-lo por te me acordado tão cedo.

Não foi tão ruim se acordada cedo, afinal olha que homem lindo na sua frente.

Realmente ele é lindo, e eu não devia estar pensando essas coisas. Me encostei ao lado da porta enquanto ele falava no interfone o esperando termina e nem me preocupei em trocar de roupa, afinal ele já tinha olhado muito bem tudo com aqueles olhos verdes não adiantava eu querer esconder agora.

-Obrigado e mais uma vez desculpa incomodar – ele disse ao termina de falar com o porteiro.

-Sem problema – falei educadamente – E seja bem-vindo ao prédio.

-Obrigado novamente, já é ótimo conhecer alguém – ele disse com um sorriso que eu retribuir.

-Se precisar de algo basta bater – falei quando ele já havia saído do apartamento.

-Vou me lembrar – ele sorriu antes de entrar para o apartamento dele.

Fechei a porta com a certeza de que não iria conseguir dormi novamente então segui até a cozinha e peguei um pedaço de bolo que havia feito na noite anterior para testar a receita e fiz um suco rápido e me sentei no sofá para comer enquanto assistia um daqueles programas sem graças que passam nas manhãs de sábado e domingo.

Terminei de comer e fiquei mudando de canal rapidamente até encontrar um sobre culinária, assunto no qual sou completamente apaixonada, fiquei distraída prestando atenção na competição de confeitaria que duas moças estavam participando até que meu celular tocou tirando minha atenção das duas, levantei para busca-lo no quarto e vi que era Dino que me ligava.

-Bom dia Dino – atendi já me jogando no sofá novamente.

-Oi meu bem – ele disse carinhoso como sempre.

-Me diga que não ligou para me dar uma notícia da qual não irei gostar – falei já prevendo que tinha algo a ver com o trabalho, ele não era de ligar àquela hora da manhã.

-Infelizmente eu acho que você não vai gostar do que tenho para te dizer – ele disse com um tom desanimado e eu suspirei decepcionada.

-Quanto tempo você vai ficar fora dessa vez? – perguntei já sabendo que a empresa que ele trabalhava mais uma vez o mandaria em uma viagem de sabe-se lá de quantos dias.

-Irei daqui a pouco, não vou ter tempo de passar ai – o tom da voz dele já era de desculpa – Volto no outro sábado.

-Uma semana viajando? – perguntei já me sentindo extremamente emburrada com aquele emprego e como sempre eu fazia me controlei para não falar tudo que eu queria sobre ele é o emprego dele.

-Sim Ginny, não posso fazer nada – ele explicou e eu bufei.

Você simplesmente nunca pode fazer alguma coisa, sempre tem que ir.

-Está certo então, faça uma boa viagem e mande notícias, por favor – pedi não muito animada.

-Pode deixar que darei notícias, fica bem – ele desejou antes de desligar.

Larguei o celular no sofá ainda me sentindo extremamente emburrada com aquilo tudo, ele vivia viajando e a gente sempre tinha que ficar dois dias, quatro dias e dessa vez uma semana longe um do outro, isso era horrível, ainda mais nos últimos dois meses que cada vez mais ele falava em casar.

Eu gosto dele, já namoramos há sete anos e não acho errado pensar em casamento, na verdade até gosto da ideia dele, mas não sei como seria se realmente nos casássemos, ele iria viver mais longe do que em casa e seria como se eu ainda morasse sozinha e eu não quero casar pra continuar do jeito que está. Por isso acabo adiando esse momento o máximo que posso, mas não podemos ficar assim para sempre também.

Terminei de assistir ao programa e arrumei cozinha, depois tomei um banho rápido e me vesti com algo confortável e leve já que o dia estava quente e então arrumei meu quarto, quando terminei tudo já eram quase meio dia e então resolvi ligar para Luna, não queria fazer comida e muito menos comer sozinha, mas antes de eu consegui termina de discar o número alguém bateu na porta do apartamento e eu fui atender.

-Oi, você disse que se eu precisasse eu podia bater – o meu novo vizinho disse sorrindo enquanto me olhava.

-E do que você precisa agora? – perguntei sem conseguir conter o sorriso.

-Primeiro me apresentar – ele comentou – Me chamo Harry e você?

-Me chamo Ginevra, mas se tem amor a vida sempre me chame de Ginny – falei e ele riu provavelmente da minha cara de assassina quando o ameacei.

-Estou realmente assustado agora Ginny – ele comentou divertido.

-Fico feliz em saber que ainda consigo causar isso em alguém – falei no mesmo tom e ele riu ainda mais e eu acabei rindo também – Mas o que mais precisa?

-Então eu voltei para Londres a pouco tempo na verdade há dois dias – ele contou com uma cara de desanimo – Então não conheço ninguém ainda e os que conheço ainda não reencontrei e por isso eu estava ali em casa pensando se você aceitaria almoçar comigo hoje – ele disse no melhor tom de desinteresse.

-Por sorte ainda não tenho companhia para almoçar então acho que não teria problema algum em eu ir com você – contei e ele se mostrou feliz com a minha resposta – Vou apenas pegar minha bolsa – avisei e fui até meu quarto rapidamente e voltei – Vamos?

Ele me deu espaço e eu tranquei a porta e segui para o elevador na sua frente, depois do almoço eu iria me encontrar com meu irmão e minha cunhada como havia combinado no dia anterior então acabamos indo cada um em um carro.

O restaurante não era muito longe então logo estávamos acomodados em uma mesa no fundo do local, lemos o cardápio e como eu conhecia ali há um bom tempo não demorei nada em escolher meu prato e ele alguns segundos depois também já havia se decidido e então fizemos nosso pedidos antes de engatar em uma conversa.

-Então por qual motivo voltou para Londres? – perguntei a primeira coisa que me passou pela cabeça.

-Pois eu não sei morar fora daqui, tinha apenas ido fazer meu mestrado fora e já estava louco para voltar – ele explicou e logo emendou uma pergunta – E você sempre morou aqui?

-Não, eu morava em uma cidade próxima daqui, mas sempre quis fazer faculdade aqui ai me mudei – expliquei sem me importa.

-Achei que você não iria aceitar almoçar comigo – ele me contou.

-Por qual motivo não aceitaria? – o questionei curiosa.

-Nos conhecemos hoje, talvez você me achasse um louco psicopata – ele disse claramente falando sério e eu não aguentei e ri.

-Você não tem características de louco e muito menos de psicopata – declarei sorrindo – E prefiro acredita que você é uma vizinho legal que gosta de ser dá bem com os que moram ao seu redor e eu ter aceitado almoçar com você também pode ser algo conhecido por educação.

 -Desculpa então senhorita – ele disse ofendido, mas dava para ver que era fingimento – Como sabe que não tenho características psicopatas?

-Uma amiga minha estudou essa área e eu as vezes a ajudava a estudar para as provas, tenho alguma ideia sobre isso – expliquei brevemente.

-Mas e você é formada em que? – ele indagou dando continuidade a conversa.

-Sou formada em gastronomia e tenho uma confeitaria – revelei o fazendo abri um sorriso no qual não consegui decifrar.

-Se eu soubesse eu teria pedido para você fazer o nosso almoço – ele disse rindo ao ver minha cara mal-humorada.

-Ai nesse caso eu teria usada dá minha má educação e negado seu pedido – comuniquei com um sorriso irônico.

-Por qual motivo é formada em gastronomia se não gosta de cozinhar? – a curiosidade e o desafio estavam aparente em seus olhos verdes que tenho que confessar são lindos e atraentes ainda mais por trás daqueles óculos redondos.

-Eu gosto de cozinhar, mas prefiro mexer com doces, por isso tenho uma confeitaria – esclareci enquanto o garçom que havia anotado os pedidos voltava e colocava nossos pratos na mesa – Mas as vezes eu até cozinho alguma coisa – eu sorri e ele se virou para o garçom.

Agradeci rapidamente e ele sorriu educadamente antes de se retirar.

-Tenho dois palpites sobre você agora – ele disse com a sobrancelha arqueada – Ou sua família é muito rica e você teve como montar a confeitaria, ou você é mais velha do que aparenta.

-Qual idade você acha que tenho? – sondei curiosa para saber quantos anos eu aparentava ter.

-No máximo vinte três, não tem condições de você ter mais – ele expressou sua opinião de forma tão determinada que eu ri.

-Errou por causa de dois anos, eu tenho vinte e cinco – afirmei já com um comentário na ponta da língua – E minha família não é rica.

-Então meus parabéns você deve ser muito competente no que faz – ele alegou em tom de desculpa pelo comentário anterior – É parece ser mais nova – ele reafirmou tranquilamente.

-Passe qualquer dia na confeitaria e tire suas próprias conclusões – sugeri em tom desinteressado, mas a verdade era que por dentro eu estava surpresa como o assunto entre a gente surgia naturalmente, eu não era assim com quase ninguém.

-Não posso negar esse pedido, então qualquer dia apareço por lá – determinou antes pedir o endereço.

Terminamos de almoçar ainda conversando um pouco sobre a confeitaria e depois nos despedimos e ele voltou para o apartamento e eu estava indo encontrar meu irmão e minha cunhada quando vi a mensagem deles dizendo que não poderiam me encontrar e que teria que ser no outro dia, então aproveitei que já estava na rua e fui comprar os ingredientes do bolo novo que eu colocaria a venda na confeitaria e também os ingredientes para fazer algo para jantar.

Assim que cheguei em casa troquei de roupa e guardei as coisas da confeitaria todas juntas para não esquecer na segunda de manhã, depois coloquei os ingredientes do meu jantar em cima do balcão e fui a procura do meu celular dentro da bolsa e quando o achei vi que havia duas novas mensagem como eu imaginava.

“Meu bem já estou no hotel, a viagem foi tranquila”

“Cheguei cansado Ginny, a gente conversa amanhã. Beijos”

Acabei não respondendo já que provavelmente ele já havia ido deitar e segui para o meu quarto para trocar de roupa, depois voltei a sala e fiquei assistindo televisão até a hora que senti fome e resolvi preparar meu jantar, comi sentada no sofá terminando mais um episódio do programa de culinária que eu havia assistindo mais cedo.

Depois organizei tudo e me joguei na minha cama, eu havia sido acordada mais cedo do que desejava pelo meu novo vizinho, por esse motivo quando me arrumei para dormi não demorei nada em pegar no sono.

No domingo acordei próximo a hora do almoço então me joguei para fora da cama e tomei um banho, depois escolhi uma roupa fresquinha e confortável e então peguei meu celular para confirma que eu poderia ir almoçar na casa de Ron e Mione.

“Claro Ginny, ontem é que tivemos que resolver umas coisas, te esperamos aqui. Beijos”

A resposta dele foi rápida então apenas alcancei minha bolsa e sai de casa, entrei no meu carro e segui para a casa deles que não era tão perto assim, já que era em um condomínio um pouco isolado da cidade, quando cheguei lá minha entrada já estava liberada então segui até a casa deles e estacionei na entrada, toquei a campainha e minha cunhada que me atendeu.

-Boa tarde Ginny – ela me deu um abraço e um beijo.

-Boa tarde – retribui o abraço e a segui para dentro de casa – Cadê Ron? – a questionei após pendurar minha bolsa ao lado da porta.

-Ele está tomando banho, deve descer logo – ela disse indo em direção a cozinha – Não sei o que faço para o almoço – ela disse encarando o armário.

-Já aprendeu muitas receitas novas? – perguntei rindo ao ver ela tirar algumas coisa da dispensa.

-O melhor presente de casamento que ganhei foi o livro de receitas que você me deu – ela garantiu me fazendo ri.

Mione e Ron haviam se casado a quatro meses, os dois namoravam desde os dezessete anos dela e olha que agora ela tem vinte e sete então digamos que ele se enrolaram dez anos até subirem ao altar. A primeira desculpa era que ele precisava forma e ter um emprego, depois ela precisava forma e ter um emprego, ai ele tinha que termina a pós-graduação e depois ela tinha que termina a dela, sei que ele já até terminou o mestrado e ela está fazendo o dela, mas por sorte não usou isso para atrasar mais o casamento.

-Assim ate parece que você cozinhava mal antes – comentei e ela sentou a minha frente com uma vasilha de legumes.

-Eu não cozinhava mal, mas também não sabia tantas receitas diferentes – ela disse concentrada em cortar os legumes da vasilha – Torta vegetariana o que acha? – ela perguntou enquanto se afastava e amarrava os longos fios castanhos e cacheados.

-Maravilhoso, só não sei se Ron vai se animar muito – eu disse e ela deu de ombros.

-Comer legumes uma vez na vida não vai matar ele, pode ficar tranquila – ela decretou e eu apenas ri.

-Vocês dois casados são mais engraçados que antes – declarei ainda rindo – Mas mudando de assunto como vai o mestrado?

-Ótimo, falta apenas oito meses para acabar – ela disse sorrindo – Eu nem acredito. Mas e você agora que terminou a especialização vai fazer o que?

-Quero fazer um curso de bolos, vive chegando encomenda lá na confeitaria e nem sempre eu posso fazer por não ter tanta experiência – contei pegando outra faca e começando a ajudar ela.

-Ginny você chegou – meu irmão me deu um abraço e um beijo – Dino não quis vim?

-Ele precisou viajar ontem a trabalho, aquela empresa me estressa – eu disse emburrada e meu irmão riu.

-Você sabia que as coisas seriam assim quando ele começou a trabalhar lá – Ron me lembrou e eu bufei.

-É eu sabia, mas achei que depois de três anos ele gostaria de parar de viajar tanto, mas não ele ama aquele emprego – eu disse contrariada.

-Mas e ai quando vocês vão casar? – Hermione intrometeu no assunto.

-Ele veio com esse assunto esses dias, mas não sei se quero casar pra ele viver viajando – falei e vi meu irmão franzi o cenho.

-Concordo, sem contar que acho Ginny muito nova para casar – ele afirmou de forma seria fazendo a gente ri.

-Amor não é por que a gente se enrolou dez anos que eles precisam fazer isso também – minha cunhada disse carinhosamente ao meu irmão – Apesar que está bem perto dos dez. Sem contar que Ginny é apenas dois anos mais nova que eu.

-Eu sei, mas mesmo assim ainda acho cedo para eles casarem – ele permaneceu na opinião anterior.

-Relaxe que apesar de eu querer casar, isso não está nos meu planos de agora – o tranquilizei e ele sorriu pra mim.

Ajudei Mione com o almoço e nos três ficamos conversando o tempo inteiro, os dois me contando sobre como minha mãe havia perguntado várias vezes quando eles arrumariam o neto pra ela e como tinha sido difícil dizer que eles não pensavam nisso naquele momento. Quando a comida ficou pronta sentamos ao redor da bancada da cozinha mesmo para comer e eu e minha amiga nos divertíamos com as reclamações do meu irmão sobre a falta de carne no cardápio escolhido por ela naquele dia, segundo ele uma refeição não estava completa se não tivesse carne, besteira na minha opinião.

Depois do almoço Hermione colocou a limpeza na responsabilidade do meu irmão e ele com uma cara emburrada digna de uma criança de cinco anos e não de um homem de trinta e dois foi fazer o que ela pediu enquanto nos duas subimos para o quarto deles e ficamos jogadas na cama conversando coisas aleatórias.

-Eu não te contei – falei lembrando do que havia acontecido do dia anterior – Eu tenho um vizinho novo.

-E o que tem demais nisso? – Hermione me perguntou com a sobrancelha arqueada.

-Nada, apenas o fato que ele é lindo pra caramba – falei a fazendo gargalha – Que meu namorado não me escute, mais senhor que cara gato.

-Ginny se comporte – Hermione disse claramente se divertindo.

-Quando você ver ele quero ver se não irá concorda comigo – falei rindo.

-Quando ela ver quem? – Ron perguntou entrando no quarto.

Meu vizinho novo que é muito gostoso.

-Ninguém seu curioso – desconversei espantando meus pensamentos enquanto pegava meu celular para ver se tinha alguma mensagem – Eu acho que já vou indo – declarei ao ver a hora.

-Está cedo Ginny – meu irmão argumentou.

-Eu tenho umas coisas para arrumar que preciso levar para confeitaria amanhã – expliquei me levantando da cama – A gente se vê depois – dei um beijo nos dois e Ron me levou até a porta.

Cheguei em casa e fui direto separar as coisas que levaria para o trabalho no outro dia e as deixar em cima da mesa para não ter perigo de esquecer, depois parei para olhar se eu não estava esquecendo de nada e então sentei na frente do computador para pesquisar sobre o curso de bolo que eu havia falado para Mione.

Passei um bom tempo ali sentada olhando os curso e só me desliguei daquilo quando meu celular tocou e eu vi que era Dino, atendi rapidamente e a gente converso por algum tempo, mas por conta do fuso horário diferente não podemos nos alongar muito no assunto então logo me despedi e fui tomar um banho e me deitar, apesar do dia ter sido tranquilo eu me sentia um pouco cansada.


Notas Finais


Harry já chegou chegando não é mesmo?
Foi um gracinha esses dois almoçando juntos.
Dino pelo jeito não está sendo um bom namorado.
O que será que vai sair disso tudo??
Me contem o que acharam hihii


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...