História No Canto da Sereia - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Arrependimento, Desconhecido, Máfia, Mafioso, Mar, Obsessão, Ódio, Raiva, Sereia
Visualizações 251
Palavras 2.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - 01 (Não Revisado)


Astrid Narrando:

_ Incrível... - Falo ao explorar um navio humano por dentro. - Se não me engano... - Falo com um dedo na boca. - Isso é um talher. Ou melhor, uma faca. - Falo a pegando, porém me corto. - Ai!

Vejo meu sangue se misturar com a água. Isso não é bom...

Eu não deveria estar nesse lugar. Ele é proibido porque já foi visto humanos mergulhando até essa profundidade. E também, porque muitos dos predadores, como tubarões, caçam nessa profundidade.

Vou até, o que eu acho ser uma janela e obverso a fora. Vejo um pequeno ponto preto se aproximando. Forço meus olhos a ver melhor.

Tento usar meus "Olhos da Sereia" e sinto uma pequena coceira. Sinal, que meus olhos mudarem de cor.

Volto a olhar o ponto preto, e vejo um de nossos piores inimigos do oceano...

Tubarões brancos sempre foram rápidos em detectar sereias. E se aqueles dentes encostarem em nós...

Nado o mais rápido possível para fora do barco. Depois de sair desse grade objeto de madeira, olho para onde tinha avistado o tubarão e vejo mais três com ele.

Quando se é para caçar Sereia, qualquer ser vivo, sempre nos caçam em bandos.

Nunca enfrentei tantos tubarões juntos. Minha melodia não vai funcionar com todos, da mesma maneira que funciona com um. Será que consigo?

Começo a nadar de volta as profundezas. Porém, com meu sonar, capto as vibrações da água e sinto eles me seguindo.

Acelero mais, até chegar a tocar em uma enorme rocha. A rocha, que anuncia a entrada das profundezas.

Olho para trás e vejo um dos tubarões se aproximando rápido. Se eu entrar nas profundezas agora, entregarei minhas irmãs.

Ele abre a boca pronto para me morde. Porém na hora "H" eu nado para o lado, e ele acaba mordendo um coral.

Vejo mais a frente uma caverna. Consigo sentir que há ar e terra dentro dela. Se eu conseguir chegar lá, eles não vão me pegar.

Porém, terei que ir a vintes metros, a baixo da superfície.

Olho para atrás e os veios me seguindo.

_ Não tenho escolha... - Falo a mim mesma, nando a toda velocidade até a caverna.

Sinto um deles se aproximar de mim, perto de me morder. Para desviar, eu repentinamente desço na hora que ele ia me morde. Depois Subo, voltando meu rumo.

Depois de um tempo, novamente sinto eles se aproximarem. Entretanto, estou quase lá...

Aumento minha velocidade ao máximo. Entro na caverna, sentindo eles quase pegarem em minha cauda.

Em um único salto, eu pulo sobre a água caindo na terra, ficando totalmente fora d'água.

Começo a pegar fôlego sem parar enquanto observo suas sombras em baixo d'água.

_ Devem estar me esperando. - Falo comigo mesma. Porém, me assusto com minha voz. Ela é diferente fora da água, e essa caverna ecoou ela.

Respiro fundo, sentindo como é respirar ar, sem ter que separa-lo da água.

_ Isso vai demorar... - Falo a mim mesma.

Meus olhos começam a percorrer essa enorme caverna.

Ela tem algumas pedras pontiaguda no teto e no chão. Contem algumas plantas, no chão. Se não me engano o nome delas é... Capim ou grama.

Me deito no chão sentido sua frieza, que me dá arrepios. É estranho esse negócio de gravidade. Parece que a terra puxa a gente.

_ Os piratas eram tão mau assim mamãe? - Pergunto um pouco assustada.

_ Muito minha pequena. - Fala acariciando meus cabelos ruivos. - Eles nos capturavam, zombavam de nossa honra, e nos maltratava muito.

_ Eles vivem na superfície não é? - Pergunto curiosa.

_ Sim. - Confirma - Porque a pergunta?

_ Eu queria saber como são as coisas fora do mar. - Falo e baixo a cabeça - Mas se os homens maus então lá... Acho que não posso.

_ Infelizmente não, minha pequena. - Fala e me da um beijo - Estamos nas profundezas, para que eles não possam nos encontar.

_ Porque eles não podem nos encontra nas profundezas? - Pergunto curiosa.

_ Porque as profundezas contém uma pressão tão grande, e é tão profunda e escura. - Fala e da um suspiro - Que se os humanos viessem aqui, morreriam.

Olho em volta de meu casulo. Vejo uma concha, alguns corais. E um espelho humano.

_ Não parece escuro para mim. - Falo observando tudo.

_ Porque somos sereias. - Fala acariciando meu rosto.

_ E o que tem isso? - Pergunto com curiosidade.

_ Somos adaptadas para o mar. - Fala com um sorriso - Você vê tudo porque está usando seus "Olhos de Seria"

_ O que é "Olhos de Sereia"? - Pergunto curiosa.

_ É uma habilidades que temos para ver no escuro ou coisas a distância. - Fala com um sorriso.

_ Eu posso ver as coisas a distancia? - Pergunto entusiasmada.

_ Pode. - Fala gentilmente - Quado crescer, lhe ensinarei as habilidades de Sereia.

_ Mamãe? - A chamo.

_ O que foi, minha pequena? - Pergunta me olhando.

_ O papai é muito forte - Falo lembrando de quando estávamos sendo atacadas por tubarões e o papai os enfrentou. - Também vou ser forte como ele?

_ O papai... - Fala me imitando - É um tritão e não uma sereia. - Fala e beija minha cabeça - As habilidades de um Tritão, é diferente das habilidades de uma Sereia.

_ Haaa. - Falo entendendo. - Então não vou ter aquela incrível força?

_ Posso saber porque minhas pequenas não estão dormindo? - Ouço a voz séria do papai. Olho para a direção da voz e o vejo de braços cruzados, olhando para gente. Apesar de sua seriedade, ele sabe ser brincalhão.

_ Não sou pequena. - Fala minha mãe fazendo drama. E meu pai sorri.

_ E eu? - Pergunto - Se a mamãe é pequena, eu sou o que?

_ Você é minha pequenininha peixinha que deve dormi - Fala sério e eu faço bico.

_ Não sou tão pequenininha assim. - Falo com drama.

_ Tudo bem, hora de dormi. - Fala minha mãe fingindo seriedade.

_ A não. - Falo cruzando os braços.

_ Obedeça sua mãe - Fala o papai vindo até mim, me pegando no colo, me levando até a concha. - Bons sonhos minha peixinha.

_ Não sou peixe. - Falo cruzando os braços.

_ Essa cauda azul é de que então? - Fala apontando para minha cauda. Faço bico e um careta. Ele me dá um beijo na testa e se afasta, dando passagem a minha mãe.

_ Boa noite pequena - Fala me dando um beijo e saindo do meu casulo com as mãos dadas ao meu pai.

Tenho uma lembrança minha, quando eu era criança. Sorrio ao lembrar disso. E sorrio com a semelhança que tenho com minha mãe e meu pai.

Minha mãe é ruiva com os olhos verde. Algumas mechas de seu cabelo são de tom vermelho, o que prova que ela é uma adulta. Ela tem uma linda cauda verde avermelhada. Sua pele é alvará e perfeita, ela é linda.

Meu pai tem cabelos pretos e olhos azuis marinho. Sua cauda é azul marinho, e sua pele é alvará e morena. Ele tem um aspecto robusto e forte.

E eu sou parecida com os dois.

Sou ruiva como minha mãe. Meus olhos são verdes azulados, sendo que o contorno de minha íris é azul como de meu pai.

Minha cauda é azul como de meu pai. Mas ao final dela, é verde azulada como de minha mãe.

Estou entrando na fase adulta Por isso as mechas de meu cabelo estão começando a aparece. Até agora, algumas mechas de meu cabelo estão ficando rosa.

Volto a realidade, olhando para a água. Não vejo mais os tubarões, por isso me arrisco a se aproximar da água.

Melhor ter certeza que já foram, para então entrar novamente na água...

Uso meus "Olhos de Sereia" e tento ver se eles estão lá. Como não vejo nada, mergulho na água, sentindo aquela maravilhosa sensasão de liberdade.

Olho em volta e não vejo nada. Olho para cima e também não vejo nada. Bom, quase nada...

Vejo um... um... Acho que o nome é barco. Com minha "Visão de Sereia" vejo alguns movimentos.

_ Humanos... - Falo a mim mesma.

Começo a nadar em alta velocidade de volta as profundezas. Porém paro ao não sentir ninguém atrás de mim.

_ Será que sabem que estou aqui? - Pergunto a mim mesma. Olho para o... Barco. - E se eu dér só uma espiadinha. - Falo imaginando como será ver um humano - Melhor não.

Falo ao lembrar das histórias que minha mãe costumava me contar, quando eu era criança.

Mas e se eu permanece escondida? O que eu faço? De fato, minha curiosidade não foi herdado nem de minha mãe e nem meu pai. Vou ou não vou?

Ryan Narrando:

_ Por favor senhor! - Fala o desgraçado a minha frente. - Tenha piedade!

Aponto a arma para sua testa, sem prenunciar nenhuma palavra.

_ Piedade senhor! - Fala se ajoelhando em minha frente. Aponto a arma para sua testa, a medida que ele desce. - Eu imploro senhor! - Fala caindo aos choros. - Por favor, não me mate...

Olho para o mar que cerca minha lancha. Vejo uma pequena ilha deserta a frente.

_ Leve pelo lado bom. - Falo sério - Vai alimenta os tubarões com sua carcaça de carne podre.

_ Não, por fav... - Não o deixo termina e atiro.

_ hum... - Ouço um barulho de alguém se assustando. As putas que eu trouxe, não foram. O som veio aqui de fora.

Percorro meu olhar sobre o mar, vendo uma enorme pedra um pouco afastada de minha lancha. Focalizo meu olhar sobre a pedra, mas não vejo nada.

Estava prestes a me virar, quando escuto o som de algo vindo na pedra. Parece como se uma pequena pedra tivesse caído.

Ando um pouco mais para o lado, com os olhos atentos a pedra. Depois cinco passos para o lado, com os olhos focados a pedra. Vejo uma mão.

Estalo duas vezes os dedos, e um de meus seguranças aparece atrás de mim.

_ Tem alguém escondido atrás daquela pedra - Falo baixo olhando - Sejam rápidos e peguem, quem quer que seja.

_ Sim senhor. - Ele confirma.

_ Seja quem for que estiver lá, e escapar. - Falo o olhando - Pode dizer suas últimas palavras.

_ Sim senhor. - Fala sério, mas noto seu tom de medo. Menininha...

Ele se retira e vai dar as ordens aos outros homens. Contínuo olhando para aquela mão, até que vejo cabelos ruivos e molhados aparecer lentamente entre as pedras. Deve ser uma mulher...

Logo ouço um barulho, e vejo uma rede de pesca sendo atirada na pedra.

_ Ha. - Ouço seu grito de susto. Pela voz deve ser uma mulher.

Sinto a lancha se mover, e logo ela já está chegando perto da pedra. Caminho até o lado, para ver o ser que escondidos por trás da pedra.

Essa é a primeira vez que me surpreendo com algo, em anos...

E a mulher mais linda que já vi. Ou quase... Eu diria mais que é o sexo oposto mais lindo que já vi.

Ruiva, olhos azuis ou verdes, uma pele alvará e perfeita. Barriga malhada, provavelmente de tanto nadar e lutar contra as correntezas. Infelizmente seus seios, que se nota o tão fartos são, estão tampados pelo seu longo cabelo ruivo. Não da para apreciar muita coisa da cintura para baixo, por causa da enorme cauda azul.

Vendo ou não seus peitos ou pernas, já me deixa duro.

Ela está ofegante, molhada pela água do mar, e assustada.

_ Se ela escapa, eu pessoalmente castro cada um de vocês e os esquartejou até a morte. - Falo firme aos meus homens. - Tragam ela a bordo. - Ordeno.

Eles começam a mexer na rede e ela tenta se debater e afasta-los. Seus olhos mudam de cor e ela mostra os dentes. Seus dentes, estão um pouco pontiagudo, provavelmente isso é uma forma de defesa.

Sorrio de lado ao ver ela de debatendo, principalmente quando um de meus homens a colocou na lancha.

_ Isso realmente existe...? - Ouço alguns homens cochichar.

_ Sabe falar? - Pergunto sério depois que meus homens se afastam dela. Ela olha seria para mim e confirma com a cabeça. - Qual seu nome?

Ela vira a cabeça, como se recusasse a dizer. Me aproximo dela, e ela tenta se afasta.

_ Qual. O. Seu. Nome? - Pergunto pausadamente enquanto me abaixo ficando a sua altura.

_ A-Astrid. - Mesmo falando com receio e medo, é a voz mais doce e suave que já ouvi.

_ Astrid? - Pergunto para confirma. Ela permanece seria e confirma. Pego em seu queixo, debaixo da rede, e a forço a olhar para mim. - Minha Astrid.



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