História No definition for love - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Big Brother Brasil
Personagens Ana Paula Renault, Daniel Manzieri
Tags Ana Paula Renault, Aniel, Bbb, Bbb16, Daniel Manzieri, Pauniel
Exibições 47
Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Cap 9


Depois de passar o dia inteiro deitada na cama divida entre chorar e me penitenciar por estar chorando, chega o horário de me arrumar para ir pro evento. o maquiador chega em seu devido horário e já o peço pra fazer um maquiagem que não evidenciasse tanto a olheiras que gritavam em meus olhos, me distraio com suas histórias engraçadas e por um momento esqueço de tudo que havia acontecido, era o que estava precisando, esquecer, nem que seja somente enquanto estiver nesse evento. 

Já fazia uns 30 minutos desde que vi o snap de Ana avisando que já estava saindo para o evento que participaria, e eu não sabia se a ia até lá e acompanhava seus passos, ou ia pra frente do hotel esperar que ela retornasse! Depois de mais alguns minutos, decido ir para o hotel, afinal, ela teria que passar por lá nem que fosse pra pegar suas malas. Depois de quase duas horas ali esperando, a vejo saindo de um carro e meu coração dispara no mesmo momento, estava linda, linda demais, tudo que queria era abraçá-la bem ali e dizer o quanto a amo, mas enquanto me perco em pensamentos ela some pra dentro do hotel, e eu parto pro dilema de ir ou não atras dela e em como eu conseguiria subir pro quarto dela novamente sem consulta-la.
*
Finalmente vou poder tomar um banho e voltar pra minha cidade, não aguento mais ficar nesse lugar e ter a lembrança de Daniel em todos os cantos desse quarto. Depois de passar alguns longos minutos no banho, me enrolo na toalha e enquanto visto a parte de baixo de minha lingerie escuto a campanhia tocando! 
A: ué, mas eu não pedi nada! - e ainda de toalha vou atender à porta. E não acredito no que vejo, de novo. - Daniel? 
D: Oi... - ele me olhava sem graça 
A: que vc tá fazendo aqui? -perguntei rude e tentei me esconder atrás da porta para que ele não visse que eu estava somente de toalha - 
D: precisamos conversar 
A: eu te pedi um tempo 
D: eu dei seu tempo, esse dia inteiro foi uma tortura ficar longe de vc, Ana! Sem que pudéssemos conversar direito! - falava como um súplica 
A: não deu tempo de pensar em nada, Daniel, acho melhor vc ir embora, eu to de saída. 
D: vc tá indo embora? -  vi seus olhos lacrimejarem 
A: isso.....-falei quase num sussurro 
D: vc não pode ir antes de conversarmos, e vc sabe disso 
A: não tenho nada pra conversar com vc, o que eu tinha pra dizer, eu já disse, vc é louco e eu não acreditei nem um pouco na sua historinha 
D: pq vc se entregou pra mim então? eu senti, Ana, vc estava tão entregue quanto eu 
A: Daniel, será que vc pode me dar licença? eu estou com pressa - mudei o rumo da conversa, não saberia responder a sua pergunta -
D: me deixa entrar... 
A: não...- ele avançou sobre a porta e no mesmo instante eu empurrei a mesma contra ele - não temos nada pra conversar.
D: para com isso, Ana Paula! - ele continuava empurrando pelo lado de fora e eu por dentro - vc vai se machucar, teimosa - ele soltou um sorriso daquela nossa cena ridícula, que me fez rir também. e no mesmo instante ele parou o que estava fazendo e com isso eu parei de colocar força contra a porta também. 
D: eu amo tanto o seu sorriso - me olhava abobado e eu desfiz o riso naquele mesmo momento. 
 Ele continuava me olhando numa expressão velada e eu senti meu rosto corar e minha respiração falhar. Então ele começou a ultrapassar os limites de distância necessários para estabilidade do meu equilíbrio.
D: quero vc, Ana! eu amo vc! - me golpeou outra vez com suas palavras, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, cobriu meus lábios com os seus, puxando-me fortemente para seus braços. 
 


Notas Finais


Tudo de novo? 🤔


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