História No Digty - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Halsey, Melanie Martinez
Personagens Halsey, Melanie Martinez, Personagens Originais
Exibições 10
Palavras 617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Hentai, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 1 - Me diga oque quer, e terá.


Fanfic / Fanfiction No Digty - Capítulo 1 - Me diga oque quer, e terá.

Seus lábios eram macios e delicados, o completo oposto dos beijos para lá de desesperados e cheios de luxuria. Antes que me desse conta, Halsey já tinha me atirado na cama e explorava meu corpo com a ponta dos dedos, ateando fogo à minha pele enquanto subia por cima de mim. Suspiro ao senti-la tocar minha cintura por cima das roupas. Ela sobe levemente o tecido, jogando minha blusa para um canto qualquer. Ash me olha, como se pedisse permissão para prosseguir, e eu apenas sorrio maliciosamente dando-lhe minha bênção.

Ela agarra meu seio direito, libertando-o do sutiã rendado, e passa o polegar pelo mamilo rijo, em seguida apertando-o e o colocando na boca, arrancando um gemido arrastado de meus lábios, enquanto puxava o outro lado do sutiã, tirando meu outro seio para fora da renda. Halsey provoca aquela área frágil com maestria, me fazendo fechar os punhos em volta do tecido do lençol e travar o maxilar para tentar conter meus gritinhos de excitação.

Logo ela se entedia, deixando em paz os meus seios e descendo uma trilha de beijos, mordidas e chupões até o cós da minha calça, aonde ela para, e começa a retirar o short jeans que separava seus toques da minha pele.

Hals me atiça até onde pode, enrolando ao máximo para desabotoar aquela peça de roupa do inferno, até que,. Por fim, a tira completamente do meu corpo, abrindo minhas pernas e colocando-as por cima de seus ombros.

A azulada distribui beijos lentos pela minha virilha, contornando a calcinha com os lábios, e estimulando meu clitóris levemente vez ou outra com os lábios, ainda por cima do tecido ralo da peça íntima. Sem aviso prévio ou sinal qualquer ela puxa minha calcinha para o lado, deixando um beijinho em meu monte Vênus e colocando sua língua fundo dentro da minha bucetinha, o que me faz ir ao inferno e voltar. Reviro os olhos e solto um gemido um tanto alto. Ela tira o rosto de minha intimidade e sorri para mim.

-Olha só Mel, como você está molhadinha para mim.

Solto outro gemido, dessa vez frustrado e logo emaranho minhas mãos em seus cabelos, empurrando sua cabeça para baixo.

Hals ignora e volta a dar beijos para lá de lentos em toda a área, me fazendo arrepiar e quase desmaiar de tanto tesão. Ela brinca com a língua em meu clitóris e volta a me penetrar, em um ritmo lento e torturante

-Ashley.... Por... Por favor...

Suspiro e ela simplesmente se faz de rogada.

-Por favor o que, Mel?

Halsey levanta o olhar e me encara, sem pressa

-Anda logo com isso, Ash.

Ela solta uma gargalhada e coloca o dedo em minha entrada, contornando-a

-Me diga o que você quer, Crybaby. Me diga o que quer e terá.

Respiro fundo e sinto meu rosto ruborizar profundamente, enquanto tomo coragem para pronunciar as palavras

-Quero que você me foda, Ash. Rápido, fundo e forte. Me foda como só você sabe fazer.

Seu sorriso dobra de tamanho e seus dedos, mais do que rapidamente, adentram meu ser, exatamente como pedi a ela, fundo e forte.

A penetração repentina me faz arquear as costas e arfar, gemendo como se não houvesse amanhã.

Halsey inicia um ritmo contínuo, e eu quase desmaio em seus dedos, sentando-a atingir meu ponto G repetidamente, até que um orgasmo avassalador toma conta de mim, me fazendo literalmente gritar seu nome.

-Ok, essa foi ótima.

Sinto seu corpo pesar ao meu lado na cama, enquanto ela se vira para o outro lado. Sem antes me dar um beijo na bochecha. Era assim que vivíamos aquela relação estranha. Ela me fazia gozar toda noite, mas eu não podia toca-la. Nunca.


Notas Finais


Opiniões?


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