História No embalo das ondas - Capítulo 1


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Nico di Angelo, Percy Jackson
Tags Lemon, Nico Di Angelo, Percy Jackson, Pernico, Yaoi
Visualizações 151
Palavras 954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cá estava eu, assistindo a pequena sereia.

Zoas.

Gosto de sereias e tritões. E ‘sempre’ quis escrever sobre.
Ai eu pensei, tem pernico né!? ( QUE?)

enfim, me desculpem por quaisquer erros e boa leitura.

Capítulo 1 - Quando o preto e o verde se cruzam.


Fanfic / Fanfiction No embalo das ondas - Capítulo 1 - Quando o preto e o verde se cruzam.

 

Nico Di Angelo nunca foi uma pessoa de acreditar em coisas místicas ou no sobrenatural. Como, por exemplo, em fadas do dente, coelho da páscoa, sereias. Nesses tipos de histórias que as mães insistem em contar aos  seus (as), filhos ( as). Porém isso mudou há alguns meses, quando ele estava caminhando pela praia, como sempre fazia quando estava chateado com algo. Foi quando se deparou com algo inusitado na beira da praia.

sempre repetia para os outros e para si mesmo que só acreditava naquilo que estivesse diante dos seus olhos, pois só assim ele acreditaria fielmente.

E lá estava, diante dos seus olhos, uma criatura cujo ele acreditava não existir, dona de mitos e lendas que se estendia por todo o mundo: uma sereia.

Um tritão, na verdade, o rapaz constatou ao aproximar-se mais da estranha criatura, que estava envolto numa rede de pesca, estava desacordado. Mas a cada passo dado pelo Di Angelo ele foi despertando um pouco.

 O tritão olhou-o de forma assustada, debatendo-se tentando inutilmente nadar e voltar para o mar, onde era o seu lugar, mas a rede estava apertando suas nadadeiras, lhe causando dor, ferindo-lhe a cauda.

— espere, não se mexa. — Nico despertou do seu transe inicial, julgava estar bêbado e estar em meio a algum tipo de alucinação, mas não se lembrava de ter ingerido uma gota sequer de álcool. Retirou um canivete do bolso da sua jaqueta, para o desespero do tritão. — eu não vou machucar você. — disse de forma firme, tentando passar confiança ao outro, agachando-se próximo a cauda do outro, que possuía belas escamas  de um azul escurecido que reluziam com os últimos brilhos do sol  poente.

 O tritão nada disse, apenas o observou cortar os fios que lhe prendiam com certa rapidez, estranhamente não se sentia ameaçado por aquele humano, como deveria ser, como sempre lhe contavam nas histórias.

— pronto. — Nico suspirou, se sentou na areia  úmida, sem  importar-se de se molhar com as pequenas ondas que iam e vinham de forma lenta. Os fios da rede eram um poucos grossos e o deixou um pouco cansado.

O tritão moveu seu corpo de forma rápida de volta para a água, ficando a poucos metros de distância do humano, mas o suficiente para a parte de baixo do seu corpo ficar submersa.

Os dois ficaram parados um de frente para o outros. Os negros e os verdes-mar se fitavam em silêncio.

— obrigado. — Nico assustou-se com a voz do outro, não imaginou que ele pudesse falar. “Mas é claro que ele pode falar” se estapeou mentalmente o Di Angelo. O moreno e cabelos negros acabou esboçando um sorriso com a cara de espanto do humano que lhe salvou. — me chamo Percy... Percy Jackson. — o tritão nadou novamente para ficar ao lado do humano, aquela parte da praia estava fazia então não teria problema dele ficar mais um pouquinho ali.

— Nico... Nico Di Angelo. — Nico tentava ao máximo absorver aquele amontoado de informações que recebera num curto período de tempo. O moreno lhe encarava com um sorriso divertido no rosto, nem parecia que a pouco minutos praticamente se tremia de medo.

 

 

Fora assim que os dois se conheceram. Passaram a se encontrar no mesmo local, no mesmo horário praticamente todos os dias, a amizade foi crescendo, um sempre esperava pelo outro.

 

 

°*°

 

Estava quase na hora. Nico acabara de terminar de arrumar sua mochila, estava pronto para sair para se encontrar com Percy, só em pensar que encontraria o moreno um raro sorriso surgia em seus lábios.

Mas a voz de Bianca o fez parar, antes que passasse pela  porta, questionando-o para onde iria outra vez no mesmo horário.

— eu vou na casa do Leo. — avisou, mentindo descaradamente. As vezes era irritante a superproteção de sua família para consigo. De qualquer forma já havia dado o aviso para o amigo, Leo, caso alguém perguntasse por ele, Leo o  encobertaria. Era fato que o Valdez não o deixaria na mão.

 

Nico fechou a porta atrás de si (deixando um irmã sorridente para trás, mesmo achando o irmão estranho nesses últimos meses, Bianca estava feliz, por ver seu irmão feliz) apressou o passo rumo ao ponto de ônibus, que não tardou em chegar. Ele poderia muito bem ir andando já que a praia onde sempre se encontravam não ficava tão longe assim da sua casa, mas Nico estava com pressa em chegar ao  seu refúgio, foi assim que os dois nomearam o local. 

 

Nico tirou as seus tênis e os guardou, pós seus pés na areia sentindo a quentura entrar em contato do mesmo, logo se esfriando no decorrer que se aproximava do mar. Ele gostava daquela sensação, da areia ficando entre os seus dedos, quando seus pés afundavam-se na areia molhada.

O rapaz caminhou por mais alguns metros até chegar no seu “ponto de encontro. ”  

A praia, como sempre naquele horário de fim de tarde, ficava deserta. A água ficava um pouco gelada naquele horário, as pessoas esqueciam que ainda havia a paisagem para se apreciar.

 

Nico sentou-se sobre uma pedra, colocando sua mochila ao seu lado, abraçado aos joelhos passou a fitar o céu, o mar e a ‘linha’ invisível que os dividia, esperando por Percy.

O vento acariciava seus cabelos de forma cálida, enquanto cantarolava uma música qualquer, temia que Percy não aparecesse naquele dia, como vinha fazendo nos últimos três dias. Mas suas incertezas foram dissipadas quando o Di Angelo  notou uma movimentação estranha na água, que ele conhecia muito bem, logo o rosto do moreno emergiu assim como parte do seu tronco.

Nico esboçou um sorriso e acenou de forma exasperado em direção ao outro. Mas algo estava errado, Percy não esbanjava o sorriso como nas outras vezes que se encontram.


Notas Finais


NOTA: Coloquei o aviso “zoofilia ”, bom.. Pq o Percy é um tritão. Se bem que isso não faz muito sentido agora....

Enfim, espero que tenham gostado do primeiro capítulo. E até o próximo!🐼


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