História No Escape - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Tags Carl Grimes, Chandler Riggs, The Walking Dead
Exibições 88
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GENTE, ESSE CAPÍTULO TA PEQUENO!!!
Mas ele ta aqui e eu espero que gostem <3

Capítulo 7 - Perdida-Parte 1


Fanfic / Fanfiction No Escape - Capítulo 7 - Perdida-Parte 1

-Aonde vocês estavam?
Rick pergunta, furioso. Eu não sabia o que dizer, não podíamos contar que estávamos lá fora, e não tinha nenhum lugar para se passar todo esse tempo ao não ser na Igreja. Resolvi tentar, vai que cola?
-Na Igreja?...
Carl tentou abafar o riso, mas não conseguiu e caiu na gargalhada. Lancei um olhar mortas para ele, que logo cessou a risada.
Rick nos olhou em duvida.
-Não façam mais isso, nos deixaram preocupados -concordamos de cabeça baixa.- Vamos jantar.
Nem todos jantam na casa de Rick. Apenas ficaram: Michonne, Maggie, Gleen, Daryl, Carol, Carl e eu.
Comemos um frango que a Carol fez. Estava muito bom. Conversamos e rimos um pouco. Então Daryl informou Rick:
-Iremos pegar nossas armas amanhã para pegar os suprimentos.
Eu e Carl nos olhamos ao mesmo tempo, pareceu sincronia. Aquele olhar já dizia tudo o que ele estava em mente, o meu não devia estar diferente. Abrimos um sorriso um pro outro e perguntamos em uníssono: 
-Podemos ir junto?
Demoramos muito tempo para conversar Rick e os outros de nos levar, mas por fim, conseguimos.
Subi para o meu quarto pegar um pijama e fui em direção ao banheiro do corredor. Me despi e entrei em baixo do chuveiro. 
Deixei cada gota cair em meu corpo. Cantarolei algumas musicas e comecei a pensar no Carl.
Pensei em como os seus olhos são azuis, pensei em como ele fica bonito com aquele chapéu, pensei em como ele era legal comigo, mesmo que com os outros nem tanto, pensei em cada expressão que ele fez para mim e não pude deixar de rir de suas caretas.
Terminei meu banho e coloquei meu pijama. Chegando no meu quarto cai direto na cama e adormeci.

Acordei com o sol batendo em minhas pálpebras. Levantei ainda sonolenta, olhei para o relógio e vi que eram 6:15 da manhã. Abri um pouco a janela para deixar o ar entrar, mas me arrependi assim que um vento frio chegou ao meu corpo, fechei a janela e fui tomar um banho. Após o banho coloquei uma calça jeans escura, um moletom com alguns desenhos, calcei meus sapatos e fiz duas tranças em meu cabelo (link nas notas finas).
Desci e encontrei todos tomando o café da manhã.
Como algumas torradas e Gleen logo falou:
-Temos que ir até o arsenal Lary. 
-Claro, vou chamar o Carl.
Falei e fui até a sala onde Carl estava. Avisei a ele que devíamos pegar as armas e logo saímos de casa em direção ao arsenal.
Peguei minhas outras duas facas junto com meu arco e as flechas e minha arma.

Estávamos em uma pequena cidade à 1 hora de Alexandria. Nem prestei muita atenção na estrada, fiquei conversando com Carl a viajem inteira. 
-Vamos dividir -Daryl falou quando paramos- Eu vou procurar alguns remédios, Gleen procura comida e bebida, Carl e Michonne entram ali -ele apontou para uma loja de conveniências-e Hilary você procura alguma coisa nas casas.
Assenti com a cabeça e fui em direção a uma casa pequena.
Entrei com cuidado e olhei a pequena sala. Estava limpo. Fui indo em direção a cozinha, chegando perto de lá comecei a escutar grunhidos. "Ótimo" pensei.
Entrei já com o arco armado e pronto para atirar. Entrei na cozinha e vi um andante com um pedaço de madeira cravado no peito, fazendo o mesmo ficar preso na parede.
Abaixei o arco e peguei minha faca, cheguei perto dele e cravei minha faca em sua cabeça, fazendo seus movimentos pararem instantaneamente.
O resto da casa estava vazia de andantes. Vasculhei a casa e achei algumas coisas úteis, além de achar uma garrafa de água e alguns enlatados.
Coloquei quase tudo na mochila e ouvi a porta ser aberta. Peguei meu arco e flecha por instinto e mirei na pessoa que a abriu. Quando vi que era o Carl abaixei o arco.
-Você me assustou.
-Foi mal -ele se desculpou e veio até mim- eu tenho um presente pra você.
Ele foi chegando mais perto. Não estava entendo, presente ?
-Se vira.
Ele pediu, relutante eu me virei. Ele se aproximou mais, fazendo seu peito encostar em minhas costas, arfei baixo. Me surpreendi com minha reação.
Senti uma coisa gelada em meu colo. Dei um pulinho de susto. Olhei para baixo e vi um colar com um pingente de arco e flecha cheio de pedrinhas (link nas notas finais). Me virei de frente para o Carl e abri um sorriso grande e sincero.
-Obrigada.
Agradeci e então notei o quão próximos estávamos. Eu tentei olhar em seus olhos, mas me perdi no caminho e parei em sua boca. Por que eu queria tanto aquela boca na minha? Por que eu queria beija-lo ?
Carl começou a se aproximar e pareceu que meu coração parou de bater por um segundo , voltando no outro a todo volume. Me aproximei mais, eu queria beija-lo.
Nossos lábios estavam se roçando quando a porta se abre novamente. Saio rapidamente dos braços de Carl e ficamos em uma distância muito longe. 
-Carl preciso da sua ajuda com os remédios.
Daryl fala na porta nos olhando desconfiados.
-Claro.
Carl responde e logo sai da casa, mas sem antes me lançar um olhar de desculpas. Daryl se dirige a mim:
-Já estamos saindo, você vem?
Olhei para algumas coisas ainda não guardadas na mochila e logo respondi:
-Já estou indo, vou guardar mais algumas coisas.
Ele assentiu e saiu da casa fechando a porta.
Estava colocando o resto das coisas na mochila quando ouço grunhidos, não eram de dois ou três. Parecia ser de uma horda. Olhei pela janela e vi muitos andantes vindo de todas as direções. Tentei procurar o grupo mas não encontrei-os. Deviam ter fugido. Fechei todas as janelas que se encontravam abertas e sentei no chão sem fazer barulho com o arco em minhas mãos.

Se passaram 1 hora desde que os andantes sumirão. Estava dentro da casa, ainda com esperanças que o grupo viria me procurar. Pensei que ele achavam que os andantes ainda estavam por aqui, ou que eu deveria ter saído e ido para Alexandria. 
Se passaram mais uma hora e então eu resolvi sair de lá e ir até a comunidade. Olhei de uma das janelas se tinha algum andante por perto, como não encontrei ninguém, sai.
Olhei para a rua deserta e então me toquei: Não sabia o caminho de volta.


Notas Finais




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