História No Limite da Atração - CAMREN G!P - Capítulo 58


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Lucy Vives, Vercy, Vercy G!p, Verônica G!p, Veronica Iglesias
Exibições 1.847
Palavras 1.157
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem o atraso, ontem eu tava bem mal (sentimental) E não tive ânimo pra postar.

Capítulo 58 - Está pronta para uma nova normalidade?


POV LAUREN

– Quando você vai voltar? - perguntou o Chris. 

Estávamos sentados na casa da árvore no quintal da Carrie e do Joe no dia seguinte a formatura. Eles tinham feito um grande jantar em comemoração e me disseram para convidar meus amigos. Eu levei a Camila, a Veronica e a Lucy, completamente sóbria. 

A Camila no momento estava ajudando a esconder a Taylor, numa brincadeira de esconde-esconde com a Vero e a Lucy. 

– No máximo no começo de setembro. Minhas aulas começam na segunda semana do mês. 

As perninhas dele estavam penduradas na borda. 

– Na escola da nossa mãe? 

– Na escola da nossa mãe. – No curso de arquitetura. 

O Estado cobriria os custos com anuidade e moradia, mas eu planejava morar fora do campus com a Vero e a Lucy depois que voltasse da viagem com a Camila. A Lucy e a Vero só se formariam no ano seguinte, mas a Shirley e o Dale não se importavam com onde eles moravam.

Quanto a Camila, ela tinha aceitado a bolsa de estudos para "a escola da nossa mãe" e planejava morar no dormitório da faculdade. 

Ele estendeu os dedos e contou. 

– Mas isso dá pelo menos três meses. 

Como eu poderia explicar aos meus irmãozinhos por que eu precisava ir embora? Como eu poderia explicar que, durante três anos, a única coisa que me mantinha vivo era a ideia de formar uma família com eles de novo?

Eu havia perdido e havia ganhado. Eu havia perdido os sonho que tinha, mas havia ganhado novos sonhos. Eu precisava de tempo para reprogramar meu cérebro, descobrir como ser uma aluna de faculdade responsável e uma irmã mais velha sem preocupações. 

– Eu vou ligar todo dia e mandar presentes e cartões-postais de cada lugar que eu visitar.

O Chris se iluminou ao ouvir a palavra presentes. 

– Promete? 

– Prometo. 

A Camila e a Taylor riram quando a Vero a colocou sobre os ombros, agarrou a mão da Camila e correu pelo pátio para impedir que a Lucy os "encontrasse". A Lucy seguia devagar, fingindo que não tinha ideia de onde elas estavam. 

Minha garganta se fechou com essa visão. Eu finalmente tinha uma família.

– A Taylor gostou dela - disse o Chris ao ver nossa irmã mais nova estender os braços para a Camila. 

Limpei a garganta e engoli as emoções que estavam me esmagando. 

– O que você acha dela?

Quando os apresentei, um mês antes, meus irmãos tinham ficado tímidos perto dela. Então a Camila fez um desenho do Chris e da Taylor e o gelo se quebrou. Eles achavam legal um adulto adorar lápis de cera tanto quanto eles. Precisou de mais tempo para eles se adaptarem à Lucy e a Veronica, mas eles acabaram conquistados pelas tatuagens da Vero e pelos presentes que a "tia Lucy" comprava para eles. 

O Chris deu de ombros. 

– Ela é legal para uma menina. 

Eu ri.

– É. Ela e mesmo. 

– Pra onde você vai quando for embora? 

– Pra vários lugares, mas principalmente para o Colorado. Tem algumas galerias de arte que a Camila quer visitar Iá.

Ele me atacou em um abraço. 

– Colorado. Tem montanhas Iá. Legal!

Legal. Brincamos mais um pouco de esconde-esconde, até a Taylor não conseguir mais manter os olhos abertos. A Camila foi embora com a Veronica e a Lucy para empacotar o resto das coisas para a nossa viagem e para fazer o pai dela jurar, mais uma vez, que cuidaria do carro do Aires até a nossa volta. 

Embora ela não admitisse, acho que ela também queria uns minutinhos para embalar o Alexander. 

A Carrie me deixou ler histórias para os meus irmãos, ouvir as preces deles e coloca-los na cama. A Taylor ia dormir com o Chris na cama de baixo. 

– Te amo, Lauren. – A Taylor bocejou e fechou os olhos. 

Toquei a lateral da cabeça dela. Não era a primeira vez que ela me dizia essas palavras, mas era a primeira vez desde que a Carrie e o Joe tinham me deixado voltar a fazer parte da vida dos meus irmãos. 

– Eu também te amo – acrescentou o Chris.

– E eu amo vocês dois. Cuidem um do outro e obedeçam à Carrie e ao Joe. 

O Chris me deu o sorriso da nossa mãe.

 – Pode deixar.

Beijei os dois na testa e me obriguei a sair do quarto. A casa estava com aquele silencio pacífico. A geladeira gemia. A lava-louças sussurrava baixinho. O cheiro de café forte vinha da cozinha. Segui o aroma e enfiei a cabeça pela porta da cozinha. A Carrie e o Joe estavam sentados no balcão, bebendo em canecas. 

– Não estou brincando. Eu vou ligar todos os dias. 

O Joe me deu um sorriso sincero.

– Nós nunca esperaríamos menos do que isso. 

– Lauren. – A Carrie desceu do banco. – Eu tenho uma coisa pra você, mas não queria te dar na frente das suas amigas. – Ela me deu um envelope de papel pardo. – Abre depois, tá? Prometo que você vai adorar. 

– Tudo bem. 

O Joe estendeu a mão. 

– Faça uma boa viagem e não compre nada grande demais para os meninos.

Eu ri. Como se eu pudesse comprar alguma coisa maior do que aqueles que estavam no porão deles, que mais parecia uma loja de brinquedos.  

– Pode deixar. Obrigado mais uma vez. 

No instante em que eu saí pela porta da frente, abri o envelope. Tinha vários desenhos do Chris e da Taylor, uma foto minha com meus irmãos e uma cópia da foto dos meus pais. Eu me lembrava dessa foto. Eu tinha tirado depois que meus pais deram a chave para o primeiro Morador das casas do Habitat para a Humanidade.

A lembrança me fez sorrir.

A Carrie e o Joe não eram más pessoas. Eram pessoas que amavam meus irmãos e tinham o coração grande o suficiente para talvez me amar também. Peguei o celular e enviei uma mensagem de texto para a Carrie: “obrigado”. Segundos depois, ela respondeu: “de nada, se cuida”.

Do outro lado da rua, a Camila estava sentada no capo do Honda Civic cinza dela. Os cachos castanhos brilhavam sob a luz da rua, e a blusa de alcinhas era decotada o suficiente para minha mente já pensar em como eu conseguiria fazer. - Ia se desviar do plano de dirigir pelo menos seis horas hoje à noite antes de parar e montara barraca.

O sorriso de sereia iluminou o meu mundo. 

– Lauren. 

– Camila. Você está... – Deixei meus olhos subirem e descerem enquanto me aproximava do carro. – Apetitosa. 

A risada dela fez cócegas na minha alma. 

– Acho que já tivemos essa conversa antes. 

Eu me encaixei entre as pernas dela e envolvi seu rosto com as mãos. 

– E acho que no fim daquela noite alguma coisa assim também aconteceu. 

Os lábios dela roçaram os meus e ela deu um risinho. 

– Está pronta para uma nova normalidade? – sussurrou.

Beijei seus lábios mais uma vez e peguei as chaves da mão dela. 

– Estou, e vou dirigir


Notas Finais


Eu vou voltar com três caps bônus, provavelmente sexta, porque vou pegar meu computador nesse dia.
Amores, a primeira vez delas acobtece no capítulo 36 do segundo Livro, e eu vou posta-lo um bônus. Ele ainda não esta pronto então não me apressem por favor. É como eu Disse, é a primeira vez, então não sera nada muito hothot. Vai ser calmo e delicado.
Amo vocês, ate la 💜


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