História No limite do Amor - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Jensen Ackles, Supernatural
Personagens Jensen Ackles, Personagens Originais
Tags Comedia Romantica, Dean Winchester, Jensen Ackles, Novela, Romance, Supernatural
Visualizações 33
Palavras 2.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie amores, mais um cap no ar! Espero que gostem ;-)

Capítulo 9 - Capitulo 9


#Bella

O beijo estava mais intenso, e quando percebi estava sentada sobre o balcão da cozinha. O Jensen no meio das minhas pernas, me beijando e me puxando de encontro a seu peito forte. Eu não estava mais raciocinando, apenas sentia cada pedaço de sua língua em minha boca, suas mãos apertando minha cintura, e a explosão que seus beijos causavam dentro de meu peito.

— Que diabos está acontecendo? – Jensen falou com voz grave, mordendo meu lábio inferior. 

O puxei com mais força de contra o meu corpo, o fazendo sussurrar com a voz grave. Estávamos nos beijando cada vez mais agarrados, mas eu não tinha forças para parar o que estava acontecendo.

De tanto lutar com a minha razão, eu estava a ponto de empurrá-lo e me afastar dele. Quando o Jensen interrompeu o beijo abruptamente, nós dois estávamos completamente ofegantes. E eu não tinha nenhuma força em minhas pernas. Tinha certeza que se eu tentasse andar, cairia. Eu não conseguia dar uma palavra. Aquele beijo tinha roubado minha capacidade de raciocinar e de falar. Tinha certeza que se abrisse a boca, ia sair coisas sem sentido. 

E o Jensen continuava calado, me olhando. Era como se a gente tentasse falar alguma coisa, e isso só complicaria ainda mais. 

— Me desculpe. – finalmente quebrou o silencio, e pelo tom de sua voz, ele estava tão surpreso.  – Eu... 

Percebi que ele estava tão confuso quanto eu. Nunca senti algo parecido com o que tinha acabado de senti com aquele beijo... Eu precisava me afastar, antes que perdesse a razão e o beijasse mais uma vez... e acho que não teria força de vontade para pará-lo...

— Acho... eu vou ... – desci da bancada da cozinha, e sem dar mais nenhuma palavra, saí.

***

#Jensen 

Eu estaria mentindo se dissesse que não queria beijá-la. Eu só não esperava que fosse ficar tão absorto naquele beijo. A minha intenção era resolver tudo e tirá-la do meu sistema. Mas as coisas saíram do controle, e eu acabei a beijando. E quanto mais eu aprofundava o beijo, mas ela correspondia e se entregava a mim. Nunca tinha beijado uma mulher que fizesse meu sangue ferver, como eu senti durante aquele beijo. Eu estava cometendo uma loucura. Mas beijá-la estava sendo divino, e eu não conseguia parar de sentir seu gosto, e nem de tê-la contra meu corpo. 

Quando percebei que a situação estava indo longe de mais, me afastei abruptamente. Nós dois estávamos completamente ofegantes, e não conseguíamos dar uma única palavra. Ambos estavam tentando assimilar o que tinha acabado de acontecer. Porque sinceramente, se eu não tivesse tido força para parar de beijá-la aquele momento, nós dois acabaríamos transando ali mesmo. 

— MERDA! – quase bati na bancada da cozinha. 

Ao invés de afastá-la para longe da minha cabeça, o que eu consegui foi piorar a situação.

— Jensen, você está ficando maluco. Essa mulher literalmente te deixa confuso. 

Tomei uma respiração profunda, e fui para o banheiro. Eu precisava de uma ducha fria, e cair na cama. E o principal esquecer o que tinha acabado de acontecer. 

***

#Bella

Segunda-feira 

Três dias! Tinha exatos três dias que aquele maldito beijo aconteceu. 

E eu não conseguia tirar o Jensen e as sensações que ele me fez sentir da minha cabeça. Agora eu compreendia e entendia as palavras de Oscar Wilde: “Um beijo pode arruinar uma vida humana”. Nunca tinha experimentado um beijo que fosse capaz de me fazer entender essas palavras. Mas o jeito que o Jensen me beijou... Eu estava arruinada. 

Tão arruinada, que não estava prestando a mínima atenção no que a Ems estava falando. 

— Então, estava pensando... que tal você se candidatar a coelhinha da playboy?!

— Claro. – respondi automaticamente. 

Ems começou a rir, e então finalmente sai dos meus pensamentos. 

— O que foi?

— Você acabou de concordar em ser uma coelhinha da playboy. – Ems disse rindo. – E que planeta estava?

— Desculpe. Dormi pouco essa noite, falei com a minha avó. 

O que não era totalmente mentira. Depois de dois anos que meu avô morreu e eu vim parar em Vancouver, não tinha conversado com ela. O que foi totalmente estranho pra mim. 

— E o que ela queria? 

— Me contar que meu ex noivo vai ser pai. – dei de ombros. – Ela achou que seria importante. 

— Nossa! Prestativa ela, não?! – Ems foi irônica. 

— É. Mas deixa pra lá, não quero estragar o nosso almoço. – sorri. 

— Certo, mas não é só isso. Anda, desembucha o que está acontecendo? 

O que eu poderia dizer? Que o Jensen me beijou. E que desde o beijo, eu não consigo me concentrar em mais nada? 

— Seja o que for, você pode se abrir comigo. Somos amigas e você sabe de todos os meus rolos. – Emily riu. 

Isso era verdade. Tomei um gole do meu vinho, e então tomei coragem e contei o que tinha acontecido. 

— Estou sem palavras. – Emily me olhou surpresa. – Ele te pediu desculpas por ser um idiota com você? – eu apenas confirmei, balançando minha cabeça. – Eu sabia que isso mais cedo ou mais tarde ia acontecer. 

— É tudo tão complicado. – dei de ombros. 

— Por quê? Vocês têm química, eu não vejo nada complicado. 

— Ah tem. – suspirei. – Primeiro: nós dois não confiamos no sexo oposto para entrar em um relacionamento. Segundo: Porque tenho a nítida impressão, que eu tenho que me afastar do Jensen. E terceiro: Ele consegue me irritar e mexer comigo ao mesmo tempo. – confessei. 

— Certo. – Ems me encarou. – A confiança vem aos poucos, com a convivência. Irritação + tesão = sexo incrível. E não vejo porque teria que se afastar dele. Ele é um cara bem legal.

Eu não sabia explicar porque ao mesmo tempo em que o Jensen me chamava como um imã. Eu sentia que tinha me afastar. Era algo como, se eu me machucasse, não conseguiria consertar meu coração. O que era uma completa loucura pra mim.

Pronto, lá estava eu viajando de novo... E quando voltei a mim, Ems estava me olhando. E sua expressão era de euforia? Se ela soubesse do beijo... ela nos casaria em sua mente em dois segundos... 

— Você claramente sente algo por ele. 

Eu admito que estou atraída por ele. Mas isso é completamente diferente de nutrir algum tipo de sentimento. 

— Então apenas passe por isso e curta. O máximo que vai acontecer, é você ter um sexo incrível. – Ems deu de ombros. 

Eu queria ser tão pratica como ela. Mas vamos ser honestos... como um cara como ele iria se interessar por uma garota complicada como eu? 

***

#Jensen 

Sexta-feira

Uma semana, e nada daquele beijo sair da minha cabeça. Eu não conseguia tirar a Bella da minha cabeça. Isso não está certo, mas o jeito que ela me correspondeu... o jeito que perdi a cabeça enquanto a beijava, está difícil de esquecer. Então, resolvi ir ver a apresentação de um amigo musico, em um bar da cidade. Seria uma ótima oportunidade, para esquecer esse maldito beijo. 

O clima do bar estava agradável, meu amigo escolheu ótimas musicas. E eu tinha conhecido uma garota aparentemente legal. Seu nome era Annmarie. Conversamos um pouco, e descobri que ela estava apenas de visita a cidade. E ela não ficou louca ao me ver, o que foi bom. 

Não pense que ela não sabia quem eu era. Ela apenas era centrada demais para sair gritando. O que eu apreciei naquele momento. Algumas bebidas mais tarde, acabamos nos beijando e. Nada aconteceu. Nem mesmo esse beijo, foi capaz de me fazer esquecer a sensação de ter Bella em meus braços. Afastei esses pensamentos da cabeça, agradeci a garota pelo bom papo, e sai do bar.

Eu estava prestes a chamar um taxi, quando escutei alguém me chamando. Quando me virei dei de cara com o tal amigo da Bella. Mas o que ele queria falar comigo. 

— Hey, nos vimos outro dia na casa da B. – ele disse. – Sou Ethan, amigo dela. 

— Eu sei. – o olhei confuso. 

Eu já tinha resolvido as coisas com a Bella. Mas parecia que o amigo dela não sabia disso...

— Olhe, não do meu perfil fazer isso. – Ethan me olhou. – Geralmente afasto os caras que querem se aproximar dela. Mas você parece ser um cara legal. A B acha isso, então vou te dar essa chance. Bem... eu só queria esclarecer que eu e ela somos apenas amigos. 

Continuei em silencio, e um pouco antes do Ethan voltar para o bar, ele me chamou...

— Bem, era só isso que queria dizer. 

E novamente me senti um otário, em ter comparado ela com a minha ex. 

***

#Bella

Certo. 

É oficial, estou sendo a pessoa mais monótona de todas. Era sexta à noite, e eu resolvi ficar em casa e ver filmes de ação antigos. Não estava a fim de sair, então pensei que uma maratona da franquia Maquina Mortífera, iria me fazer esquecer o Jensen e daquele maldito beijo. 

Uma semana, e aquela sensação em meu peito, não ia embora. Ainda estava vivido em mim, tudo o que tinha sentido ao estar nos braços do Jensen. E eu tinha vários motivos para ficar com medo do que eu estava sentindo. Principalmente quando me lembrava daquele beijo. E eu não estava sabendo como agir com o que estava sentindo. 

Então, definitivamente me jogar em filmes de ação seria uma ótima saída pra esquecer esse tipo de pensamento. Por isso, filmes de romances estariam banidos de casa por algum tempo. 

Eu estava prestes a estourar pipoca, e então ir para minha sessão de: tiro, porrada, sangue, e sem romance. Quando tocaram campainha. Levei um susto ao abrir a porta. Meu coração acelerou dentro do peito, ao olhar para incríveis olhos verdes e sorriso maravilhoso. Isso não era justo comigo! 

— A gente pode conversar? – Jensen me olhou sério. 

— Não acho que seja adequado, visto o que aconteceu da ultima vez. 

— Você vai me desculpar, mas temos sim, muita coisa para conversar. – Jensen passou por mim. 

E por incrível que pareça o Charlie ficou quietinho onde ele estava. Até você?! 

— Claro. Sinta-se em casa. – sorri irônica. – Então, o que quer?

— Saber por que fugiu depois do beijo. – ele me encarou. 

— Porque não foi à coisa certa a se fazer, quando nós dois claramente temos problemas em confiar em sexo oposto. 

— Acho que nós dois sabemos que isso pouco importa agora. – ele deu um passo em minha direção. – E eu posso afirmar que você sentiu as mesmas coisas que eu com aquele beijo. 

Eu era incapaz de mentir. Sim. Eu senti. Era como se eu estivesse no lugar certo, quando ele me beijou. Jensen se aproximou de mim, e tocou meu queixo para que eu o olhasse...

— Já sabemos que sentimos atração e desejo um pelo outro. 

— Jensen, eu rea...

Ele me calou com um beijo. Mas dessa vez o beijo foi calmo. Mas perfeito da mesma forma... E antes de eu ter tempo de perceber o que está acontecendo, eu estou cruzando minhas pernas em sua cintura. 

Meu Deus!

Esse homem! 

A boca dele. E quando ele passa a língua contra a minha, perco o controle. Eu o beijo de volta desesperadamente. E de alguma forma, ele descobriu onde ficava meu quarto, porque quando dei por mim estava de pé em frente a minha cama. 

As mãos dele vagueiam pelo meu corpo enquanto nos beijamos, puxando minhas roupas, agarrando minha pele e a apertando. Aproveito a oportunidade para tocá-lo de todas as maneiras. Exploro cada músculo rijo. Agarro seus braços, e corro minhas mãos até seu bíceps. Eles flexionam, quando ele embala meu rosto e cobre sua boca com a minha. E quando enfio as mãos sob sua camiseta e corro meus dedos pelo cós de sua calça, ele agarra minhas mãos, me impedido de abrir seu jeans. E faz exatamente isso comigo, e se abaixa conforme tira minha calça jeans. Ele encara meu tornozelo direito por um segundo, e então sorri pra mim...

— Uma ancora? – Jensen pergunta ao passar os dedos levemente no contorno da minha pequena tatuagem. – Posso perguntar o significado?

— Segurança. 

Ele sorriu, e então se levantou e me beijou. E antes de beijar meu pescoço, sussurrou uma pergunta em meu ouvido. Estou muito excitada para sequer responder, apenas deixo que ele faça o que quiser comigo. Ele tira sua camisa preta, expondo seu peitoral perfeito. Ao mesmo tempo em que chutava seus all stars surrados para longe, ele desabotoou seu cinto e seu jeans preto. Estudo seu lindo corpo.

E Deus! Jensen é a definição de perfeição masculina. 

A sensação de sua boca no meu ombro, beijando a lateral do meu pescoço, gentilmente pegando a pele entre seus dentes. Todo o meu corpo se sente intumescido e desesperado. 

— O que significa essa tatuagem? – Jensen passa os dedos em um pequeno contorno de um pássaro que eu tenho atrás da minha orelha direita.

— Esperança. – respondo ofegante ao sentir beijos macios no meu pescoço. 

— Porque um coração?– ele passa os dedos de leve sobre o pequeno desenho na minha costela direita. 

Falar sobre minhas tatuagens nunca foi tão sexy, como agora. Mas não respondi sua pergunta. Tinha feito esse coração pra me lembrar de que eu sou a pessoa que mais devo amar.  E não sabia se deveria me expor tanto, e lembrar coisas que agora não faria sentindo nenhum. 

Ah… Ahh.

Jogo a cabeça para trás e gemo. Ele murmura satisfeito, enquanto continua a trabalhar. Tocando, beijando em todos os lugares do meu corpo, que eu nem se quer tinha ideia de que podiam ser tão eróticos. 

Ah, que Deus me ajude...

Nós dois ficamos deitados por um momento, ofegando e piscando. Tentando entender o que acabou de acontecer.

Meu corpo ainda está em choque.

— O que foi isso? – Jensen pergunta, ainda sem fôlego.

Seu rosto está ruborizado, seus lábios inchados e seu cabelo estão bagunçados, mas nunca vi um homem tão atraente em minha vida. 

— Sexo? – perguntei um pouco vacilante. 

— O melhor de todos. 

— É foi sim. – respirei fundo.

Não estou exagerando. Pequenos arrepios de prazer ainda estão surgindo dentro de mim. E quando ele sai de cima de mim e se deita ao meu lado, sinto um vazio estranho. 

***

#Jensen

Como posso descrever o que acabou de acontecer?! Muito mais que incrível! 

Gostaria de dizer que não tenho ideia de como aconteceu, mas não é verdade. Eu sabia exatamente o que estava fazendo quando toquei seu rosto e me inclinei para provar aqueles lábios incríveis, para os quais eu vinha querendo provar o sabor mais uma vez.  

Toda a noite foi um acontecimento bizarro atrás do outro. Quando ela correspondeu novamente aos meus beijos... foi aí que eu soube que não conseguiria parar. Nenhuma lógica ou pensamento parecia razoavelmente plausível pra que eu me afastasse dela naquele momento. 

Eu tinha que admitir; alguma coisa nela me despertava um interesse maluco. E descobrir suas tatuagens foi tão sexy, quanto eu podia imaginar. Como pequenos desenhos poderiam me despertar tamanho interesse? Nem eu sei responder. 

Eu não conseguia pensar em mais nada, há não ser beijá-la e sentir seu corpo junto ao meu. Nossas mãos percorrendo um ao corpo do outro, sentindo a pele um do outro. Se movimentando no mesmo ritmo e com a mesma necessidade. 

— Posso te fazer uma pergunta?

— Claro. – Bella se vira para me olhar. 

— Porque todas suas tatuagens são...

— Pequenas? – completou, sorrindo. – Foi proposital, todas elas são do tamanho de uma moeda de vinte centavos.  E apenas o contorno. São coisas que fiz apenas pra mim. 

Ela me estuda, e então me eu a puxo para cima de mim e torno a beijá-la. E recomeçamos tudo de novo. Foi incrível como da primeira vez. 


Notas Finais


E aí o que acharam???


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