História No Lot Lizards - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Canival
Personagens Kosukë, Luvia
Tags Canival, Kosuke, Kosuke X Luvia X Siki, Luvia, Siki
Visualizações 14
Palavras 1.185
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eaê rapaziadaaaaaaaa
Bem vindos! Estão preparados para os nossos serviços? É bom que estejam!

Aproveitem essa combinação explosiva (síndrome de estudante: Para haver fogo é necessário o comburente, o combustível e o calor [temos os três hoje!!!])

Yoy, Nildue_Nilun (obrigada pelo apoio, guuuurrrl) e Senille66 (sei que tu gosta desses boysssss), presente do fundo do kokoro!

Música tema: Gasoline, da Porcelain Black.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction No Lot Lizards - Capítulo 1 - Capítulo Único

Era quase uma da manhã e fazia muito frio sobre o subúrbio. Mas, como os velhos clientes dos bordéis sujos diziam, as putas são imunes ao frio. O cheiro de gasolina permeava o posto. Perto dele, os caminhões estacionados.
Luvia caminhava sobre os saltos finos como agulhas, a língua cortada friccionando nos dentes, os olhos de um predador. Carregava um galão quase vazio de gasolina, que encontrara no chão do posto, e do qual bebera os últimos goles do líquido inflamável. Observava os adesivos nos vidros. "No Lot Lizards". Hum... Ia para o próximo. Kosuke o seguia lentamente. Ambos usavam poucas roupas e muita droga.
Em um dos caminhões, Siki analisava aquelas duas criaturas esbeltas caminhando sobre o chão molhado... Sabia que o tio não permitia lot lizards... Mas ele estava dormindo na carreta. A parte da frente era toda sua... Balançava a lata de energético. Bebia. Olhava para os dois. Olhava para trás e certificava-se de que o tio estava bêbado o suficiente para dormir até o dia seguinte. E para os dois, novamente. Tinha uma grana guardada na jaqueta. E era maior de idade, podia comprar as próprias coisas. Com pouco menos de trinta anos, ainda era tratado como um garoto pelo caminhoneiro.
Tomou coragem e acenou.
Luvia percebeu. Chamou o ruivo. E caminharam, ou melhor, rastejaram, até a porta do caminhão. Cheiravam a cigarro e álcool.
-Senhor?
-Boa noite, madames... Entrem... - Abriu.
Subiram. Eram habilidosos sobre os saltos.
O loiro se sentou no assento vago, enquanto o outro foi para o fundo, atrás do homem.
-O que vocês podem fazer?
Eles sorriram maliciosamente.
-Prefere oral? Do que gosta?
O tatuado era rápido. Se inclinava sobre suas pernas. Abria o zíper...
-Faça isso...
Retirou suas calças, lambendo toda a região genital. Os metais em sua boca causavam arrepios. Começou a chupar. Usava a língua. Aquelas duas pontas... Sabia como divertir usando-as. Incitava a pequena fenda enquanto o membro endurecia e crescia em sua boca.
Kosuke o livrava da camisa. Beijava seus ombros e seus ouvidos. Seus gemidos eram excitantes. Parecia mais novo, embora fosse maior do que Luvia.
Mesmo desobedecendo as ordens do tio, se sentia bem. Se sentia poderoso. Agarrava os fios platinados do rapaz e o forçava contra sua ereção. Ele rebolava. Infiltrando as mãos sob a mini saia de couro, apertou suas nádegas. Eram macias... Arrastou o indicador por um caminho úmido que levava até a entrada do jovem. Invadiu-o. Ele grunhiu. A unha o machucava.as gostava do cheiro do dinheiro.
Kosuke tirava as roupas, esfregando o corpo no de Siki. E ele usava a mão livre para acariciar seus braços, até seu peito... Onde tateou até encontrar o mamilo. Com o indicador e o polegar, fazia movimentos circulares. E ele desceu as mãos por seu peitoral, fazendo o mesmo nos dois lados. O moreno deixou as carícias, puxando-o para um beijo no pescoço, enquanto sentia os dedos lhe dando tanto prazer...
-Me beija, vadia...
Ele obedeceu. Os lábios vermelhos eram saborosos. Mordia. Kosuke murmurava em meio a união das línguas. A saliva escorria. As mãos percorriam todo o corpo, inquietas.
Luvia ergueu a cabeça. O líquido viscoso começava a se soltar em sua boca. Siki retirou o dedo de seu interior, passando-o por suas curvas repletas de tatuagens. O loiro tirou a saia e o top. Jogou-os ao chão do caminhão e se virou, exibindo o íntimo ao outro. Esperou. Logo, a glande se forçava por suas paredes. Não era tão notável, mas também não era o pior. Ele entrava e saía, abrindo espaço para se alojar em em seu corpo.
Estava bem fundo. Se movia como se quisesse acasalar. As mãos em seus ombros... Doía, era pesado. Kosuke ainda o beijava. Beijava seu corpo todo.
O ritmo se manteve... O seme olhava suas costas. Asas tatuadas. Era como se conhecesse aquele corpo esguio...
-Você só sabe balançar desse jeito, sua cobra?
Essas palavras... Siki não era muito bom em pensar, aparentemente. Cada sílaba... Luvia as absorveu. Olhou para trás.
-Se a sua cobra fosse melhor, talvez eu lhe desse mais prazer...
E saltou para o bote, mudando de posição rapidamente, abraçando o moreno e lhe forçando um beijo molhado e sufocante. As línguas entrelaçadas, como numa transa calorosa... Os quadris do loiro se chocavam contra os seus, numa dança erótica muito envolvente. Kosuke o lambia... Espalhava a saliva por sua pele, segurando suas mãos para trás, expondo seu corpo para que o mais baixo dominasse. Rebolou até afundar o membro de Siki em seu interior. Cavalgava sobre seu colo, gemendo. Rompeu o beijo, deixando uma correnteza de saliva. O ruivo se ergueu, segurando seu rosto. Lambeu seus lábios cuidadosamente, deixando que o homem visse cada pequeno movimento. Ele se sentia o dono dos dois rapazes. Tê-los ao seu dispor, satisfazendo-o, fazia sentir como se mandasse no resto do mundo. O orgasmo subia por sua ereção, dentro do mel daquele lagarto... Ele tinha as mãos sobre seu peito. Enquanto beijava o companheiro, fitava seus olhos.
As línguas dançando fora da boca, pingando... Siki bebia daquele néctar com sabor de prazer e sujeira...
Luvia observava aquele corpo balançar sob sua influência, suando. Era profissional em levá-los à loucura, e eram sempre tão patéticos...
Aqueles dois garotos eram fogo e gasolina. Unidos, faziam Siki se retorcer e pedir mais, como estava fazendo. A explosão de calor e batimentos cardíacos no peito o moreno...
Ele estava quase lá. Mais algumas reboladas contra sua pélvis, e seu sémen brotou descontroladamente. Escorria por suas coxas. Mas não parava de balançar. Continuou... Ele ofegava.
-Onde está a nossa grana?
-Eu... Só tenho isso... - Enfiou a mão no bolso da blusa jogada sobre o banco.
-Jura? Isso não dá nem metade do serviço... - Mesmo ameaçador, Luvia era sensual.
-Se tivessem rebolado melhor, talvez recebessem mais...
Assentiram. O loiro pegou o dinheiro. Olharam-se. O menor se arrastou até livrar-se do membro do mais velho. Se vestiram. Siki os observava, sorrindo, enquanto fechava as roupas. É, mandava neles. Estavam sob seu comando. Eram suas vadias nessa noite.
Ou era o que pensava.
Luvia acenou para Kosuke. Ele ergueu o homem do assento. O loiro lhe puxou para fora do caminhão, jogando-o ao asfalto. As narinas começaram a sangrar imediatamente. Segurou-o pelos cabelos castanhos.
-Não tente nos fazer de idiotas... Está me entendendo? - Ouvia o outro abrir galões de gasolina do posto.
O jovem acertou seu rosto contra o chão novamente. A boca sangrava também...
A gasolina escorrendo...
-Parem com isso!
O tio saiu da carreta. Estava bravo.
-Que barulheira é essa?!
O líquido se derramava sobre a lataria vermelha.
Luvia se levantou. Pegou a caixa de cigarros e a de fósforos nos bolsos no "senhor" daquela noite. Riscou um fósforo e acendeu um cigarro entre os lábios. Soltou a fumaça pelas narinas, como um dragão. Kosuke correu em sua direção, com aquele riso incendiário. Riscou outro fósforo e o jogou sobre o caminhão.
A chama percorreu um belo caminho flamejante enquanto os dois se afastavam, deixando para trás os gritos desesperados dos caminhoneiros que acordavam com a bagunça.
De manhã isso estaria nos jornais.


Notas Finais


Tenham sonhos explosivos!!!
Ssssssss (isso fui eu sibilando)


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