História No one Can saves Us - Capítulo 2


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Assassinato, Ben Drowned, Creepypasta, Hoddie, Jeff The Killer, Masky, Mistério, Nina The Killer, Policial, Proxy, Segredos, Slender, Ticci-toby
Visualizações 27
Palavras 1.948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, oi; pois é né, eu sei que prometi trazer o capítulo rápido se minha audiência fosse boa, no que de fato ela foi. Mas então porque eu demorei tanto para postar? Porque a gente que é gente só tem dificuldade na vida, não é? Meu computador resolveu ver Jesus e minha faculdade me sugou muito, o que não ajudou muito para o capítulo sair, então eu poço mil desculpas. A notícia é de que logo logo eu vou entrar de férias ( yay \O/) então terei tempo de sobra para escrever e postar.
Sem mais delongas, vamos ao capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 2 - II. Pardon aka Chapter One


Fanfic / Fanfiction No one Can saves Us - Capítulo 2 - II. Pardon aka Chapter One

" Falar de amor e amizade nos dias de hoje é como um tiro de pistola no meio de um concerto, uma coisa bruta, mas que não pode ser ignorada. Logo vamos falar sobre coisas aparentemente desagradáveis. "

— Desconhecido

 

...E tudo tornar-se frio e negro novamente. Teremos que estar prontos para morrer. Não devemos ter medo, pois tudo morre. Se quiser se salvar, pode me seguir...mas mesmo assim você estará morto no final..., refletiu consigo a garota que estava sentada ao lado do motorista do carro. Ela poderia sair citando isso em suas redes sociais ou até escrever em um post-it para grudar na geladeira, mas decidiu não fazer, preferindo assim guardar aquilo para o seu íntimo. Donnie Darko deveria definitivamente estar na sua lista da Netflix. Se não fosse por Desmond Childs e sua companheira indesejada da noite passada, ambos não teriam começado o dia correndo para cima e para baixo dentro do pequeno apartamento procurando por seus devidos objetos de usa didático, contendo apenas alguns segundos de folga após entrar em seu Opala preto rumo à Universidade de Montreal.

Nesse meio tempo que leva até chegar ao destino, nossa viajante estava presa naquele estágio entre a consciência e o sono, embalada pelo ritmo do suave balanço do Opala. No fundo, Desmond fez questão de deixar na estação do rádio onde o vaporwave dominava, influenciando ainda mais o estado sonâmbulo da moça, que julgando pela sua cabeça grudada no vidro da janela, a mesma pode perceber que o café que tomara mais cedo não fizera tanto efeito assim. Os últimos dias haviam por se tornarem tão cansativos que ela aproveita qualquer mínimo momento para tentar amenizar o sono que constantemente sentia. Tudo o que aquela jovem mais queria fazer era poder se jogar em sua cama quente, afundar nos lençóis macios e dormir até que entrasse em um coma profundo. Mas não era como se ela pudesse se dar a esse luxo. Aquela moça não andava tendo muito controle de sua vida, para ser franca consigo.

Embora estivesse nascido e vivido em um terreno Norte Americano — Beaverto, Oregon para ser mais exato — compartilhando uma enorme casa com o seu pai, nossa viajante nunca se envolvera em coisas particularmente importantes, e isso envolvia política e religião. Sua verdadeira paixão, seu único pensamento, era a medicina atual; tanto que não demorou muito ao aceitar a bolsa oferecida pelo Reitor de sua atual Universidade após as excelentes notas que arrecadara de ano em ano, mesmo que no começo o clima e ambiente arriscaram complicar alguns pontos importantes para o seu desenvolvimento local. Costuma dizer que há vinte primaveras ela respira o ar da vida, costuma ficar boa parte de seu tempo solteira e já ganhou uma competição estadual de natação. Ela é bem alta comparada as mulheres de sua família, embora não fosse possível perceber vendo-a encolhida em seu banco. É uma morena de olhos simétricos e redondos, onde a cor de suas íris tem um tom âmbar que, mesmo com marcas de insônias, continham um brilho notável. Seu nariz é uma linha fina e suave que estava perfeitamente harmonizado com seu rosto bronzeado e jovial; um rosto cansado que ficara ainda mais caído durante a viagem.

Distante desses momentos negros, a nossa viajante é alguém de muito vigor, vitalidade e entusiasmo. Por natureza se impõe, projetando-se com dinamismo e entusiasmo em todas as situações. Sua natural extroversão e seus modos afáveis geralmente causam boa impressão às pessoas de seu meio social, tornando-a querida por onde quer que vá. Sim, a viajante que estamos observando é uma moça honesta e bem intencionada, tão cheia de melancolias como de virtudes; uma pessoa que odeia voltas, optando por um caminho rápido, se ele for o correto a seguir. Por agora basta dizer que no cartório o nome dessa viajante está registrado como Grace Ava O’Malley; uma garota americana com um sobrenome irlandês sem muitos planos para o seu futuro incerto.

Isso é tudo o que eu posso revelar no momento enquanto Grace respira fundo relaxando imediatamente o seu corpo. Já podia sentir-se totalmente tragada pelas mãos gentis do seu tão amado sono. E, enquanto isso, o céu parece ter se fechado diante dela. Se não estivesse tão cansada e arriscando-se a prestar mais atenção nas nuvens que circulavam levemente aquele começo de Agosto, Grace teria visto desde o começo que estava embarcando em uma viajem que mudaria a sua vida, e teria, sem dúvidas, voltado atrás. Como o locutor interrompeu a música no rádio para desejar aos viajantes de toda Montreal um bom dia e uma boa viajem, permita-me acrescentar estas palavras: “Que sua estrada esteja aberta, minha cara Grace”. Mas não quero engana-los. Sou uma pessoa muito próxima de Grace e começo essa história sabendo tudo o que vai acontecer com ela e seus amigos em Montreal.

 

 

O dedo de Desmond seguiu rumo ao nariz de Grace, onde as cócegas no local fizeram com que seus olhos abrissem imediatamente seguido por um resmungo e um tapa na mão do seu companheiro, que parecia divertir-se com aquilo. Já desperta, só então percebeu que o Opala estava parado no estacionamento da Universidade. Grace discutia internamente para criar coragem e se levantar vendo que Desmond, por outro lado, já estava do lado de foro do veículo. Parecia mais disposto do que o normal para assistir as inúmeras palestras daquele dia, ou talvez, quem sabe, os seus exercícios sexuais noturnos tenham mantido a euforia dentro de seu corpo.

— Então, docinho. — começou Desmond apoiando-se na janela aberta de Grace. — Nós temos um dia muito longo, então se você não quiser levar mais nenhum sermão do seu professor, eu sugiro que levante essa bunda mole do meu carro o mais rápido possível. — pronunciou-se com o sarcasmo nítido na frase.

— Isso é tudo culpa sua. Espero que sua consciência o esteja remoendo de dentro para fora. — pronunciou-se Grace não sabendo ao certo o que estava falando devido à dormência do sono, no qual fora causado pela ansiedade da falta do seu amigo dentro do apartamento. Respirou fundo e abriu a porta do carro com força tentando acertar Desmond, que comemorou com o escape rápido. — Francamente Desmond, você não poderia encher a cara e transar com uma desconhecida em um final de semana? De fato não é uma tortura para você.

— Eu fui tentado. — retrucou o amigo de braços abertos e um sorriso lascivo no rosto, que desencadeou uma fúria interna na moça. Ele realmente não entendia que suas irresponsabilidades atingiam de certa forma Grace, com o dobro de violência. — Que mal há nisso? — então ele se afastou seguindo rumo ao bloco de direto sem deixar de ascender um cigarro amassado de seu bolso.

Escondendo, como de costume, os seus pesadelos e tristezas, Grace ousou olhar para o céu claro e ele parecia lhe falar de pureza, mas depois dos rígidos dias em Montreal e os recentes acontecimentos macabros pela vizinhança, já não lhe prometia inocência. E junto com a bolsa que cortava seu tronco, ela não deixou o cansaço lhe vencer e logo atravessou o portão de ferro. Sentindo um ar frio, o sol rompera as nuvens, ela virou-lhe as costas e ergueu os olhos para a entrada da Universidade, no qual os muros ardiam em vermelho à luz solar. A fachada de pedras era cinza, mas estava soterrada por folhas alaranjadas, dando uma decoração típica e natural do outono. No pátio, olhando para cima, Grace sentiu-se quase tão esmagada como naquele dia que a vira pela primeira vez quando pequena. A Universidade de Montreal era assim.  Por um breve momento quase conseguiu esquecer de que ela realmente estava ali, do mesmo modo que alguém esquece do céu ou da terra onde pisa. Grace conseguia sentir o peso de toda aquela sociedade educacional fazendo pressão sobre ela, como se qualquer passo dela lá dentro pudesse ruir tudo aquilo. Mas Grace é apenas uma menina no auge da vida, e de modo algum ela sabia que se algo desse de errado naquele lugar, o mundo todo entraria em colapso junto à ela.

× × ×

O campus da UM era imenso e por isso fora dividido em distritos com base no plano cartesiano. Verticalmente o campus era partilhado entre as letras A até J, enquanto que horizontalmente era do número 1 até o 12. O bloco de Enfermagem localizava-se exatamente no encontro da linha 9 com a D. Então Grace seguiu para o Leste sendo guiada pelas placas que haviam em todo lugar. As árvores alinhadas cercavam toda a Universidade e foi no meio do caminho que ela sentiu um calafrio. Seu passo diminuiu até para e lentamente virou-se para trás esperando ver alguém, moveu a cabeça para ver atrás das árvores, mas só avistou um grupo de estudantes conversando sobre o gramado a vários metros. Grace fechou os olhos e respirou fundo, então deu meia-volta e voltou ao seu caminho. Montreal parecia ao pé da letra ser uma grande diversidade, o que fez Lena sentir-se confortável, afinal, deveria ter alguém ali compatível socialmente com ela.

Grace imaginou onde estaria Jerry nesse momento. Jerry Kylie fora seu primeiro amigo em solo hostil, assim como o primeiro de sua família – e o mais novo a ganhar uma bolsa para a Faculdade. O mesmo gosto que Grace tinha Jerry compartilhava, e isso foi só mais um artificio que aumentou a aproximação dos dois permitindo o surgimento de uma amizade verdadeira. É claro que a vida de prodígio dele o faz ter uma agenda muito lotada, mas não é o suficiente para separa-los, sendo procurando um jeito mesmo que seja errado para tomarem sorvete juntos. Grace nunca soube explicar, mas existe de fato uma força que liga os dois. Se Jerry não fosse tão cético, aceitaria o fato de que ambos já se conheciam desde suas vidas passadas. Grace imaginou o percurso entre o seu bloco até o de Engenharia da Computação, para saber o quão longe eles estavam. Mesmo no mesmo local parecia que havia oceanos entre eles mais uma vez.

Finalmente foi possível ver a Faculdade de Enfermagem erguendo-se até tocar o céu. Grace apertou o passo para chegar a tempo na aula quando subitamente parou de andar. Não poderia deixar de reparar nos inúmeros cartazes de luto para Polly Smith espalhados pelo quadro de avisos e no chão, uma aluna que fora vítima dos recorrentes assassinados na cidade. Grace não era tão próxima assim da jovem, mas mesmo assim não deixava de sentir um estranho sentimento empático lhe tomar sempre que a via sorrindo naquelas fotos. Grace não sabia bem como reagir diante desses acontecimentos assustadores a não ser ficar bastante ansiosa com tudo. Mas, a curiosidade sempre parecia lhe falar mais alto, como o porquê de Polly ter tido um final tão trágico ou quem era a próxima vítima. Poderia ser ela. Poderia ser qualquer um, e era esse pensamento que a matava por dentro. Decidiu então voltar ao seu destino, até que fora obrigada a parar mais uma vez antes de pisar em uma borboleta caída no meio de seu caminho, lutando para levantar voo, mas a única coisa que conseguia era contorcer-se no chão com uma das asas arrancadas. Apesar de seu disfarce de iniciativa e otimismo, o homem moderno está esmago por um profundo sentimento de impotência que o faz olhar fixamente e, como que paralisado, para as catástrofes que se avizinham, Grace lembrou do trecho de um livro que havia lido a pouco tempo. Triste seleção natural. Juntou um dos cartazes de Polly e pregou de volta no quadro. Era o mínimo a se fazer como um pedido de desculpas.


Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro, okay?

Espero que tenham gostado da minha Grace e da minha escrita em terceira pessoa...? Eu acho que foi algo mais ou menos assim xD Agora quem é o narrador? Não faço a mínima ideia... :)

Irei trazer para o próximo algo com o ponto de vista de Desmond, e pela dificuldade que eu tenho com os homens (em absolutamente tudo) eu espero fazer algo bom. Comentários são sempre bem vindos. Amém, até mais.


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