História No One Like You - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon
Personagens Nate Maloley, Personagens Originais
Tags Drogas, Omaha Squad
Visualizações 53
Palavras 759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores!
Peço imensa desculpa pela demora, mas a escola anda a tirar todo o meu tempo. Vou aproveitar que estou de férias de Carnaval e vou atualizar as minhas fics.
Enfim, boa leitura! <3

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction No One Like You - Capítulo 2 - Capítulo 2

Depois de quase morrermos quando Nate fez uma curva a alta velocidade, finalmente chegámos ao colégio.

Atirei o meu capacete a Nate e ouvi-o a soltar uma gargalhada divertida.

-Não te esqueças que também tens que ir comigo para casa.

-Preferia morrer- disse dando-lhe as costas.

-Tu é que sabes.                                                                                                 

Bufei e fui até ao portão do colégio. Entrei e encontrei a minha melhor amiga, Sophie.

Dei-lhe um abraço apertado, afinal já não a via há duas semanas.

-Então, como correram as férias na Bélgica?- perguntei.

-Maravilhosamente bem, mas já estava com saudades daqui.

-É, nós nunca conseguimos passar muito tempo longe de casa.

-E confesso que já estava com saudades dos meus amigos e da escola.

-Pois, quando nós estamos na escola só queremos férias, mas quando estamos de férias só queremos ir para a escola.

Sophie soltou uma risada e deu-me um abraço rápido, mesmo a tempo de tocar.

-Qual é a tua primeira aula?- Sophie perguntou.

-Fotografia, e tu?

-História. Vemo-nos daqui a pouco.

Quando eu ia começar a andar, Nate esbarrou no meu ombro.

Senti alguém a abraçar-me por trás, e quando olhei por cima do ombro, vi uma cabeleira loira.

-Johnson- disse sorrindo.

-Oi pequena- ele disse, dando um beijo na minha bochecha quando eu me virei para ele.

Dei-lhe um abraço apertado e Gilinsky e Sammy deram-me um beijo na bochecha.

-Algum de vocês vai ter aula de fotografia?- perguntei para os três.

-Só o Johnson e o Nate vão ter aula de fotografia- Sammy respondeu.

Bufei. Parece que o Nate me perseguia para onde quer que eu fosse.

Beijei as bochechas de Gilinsky e Sammy e segui Johnson pela escola, até que chegámos à sala onde seria a aula de fotografia.

Como a porta estava aberta, consegui ver Nate pegando uma menina qualquer.

-Como é que ele já está a pegar meninas? É o primeiro dia de aulas!

-Nós os dois sabemos bem que Nate não perde tempo.

Apesar de Johnson ser um dos melhores amigos de Nate, ele não gostava que ele pegasse uma miúda diferente todos os dias.

Entrei dentro da sala e sentei-me na segunda secretária da fila do meio, com Johnson se sentando ao meu lado.

Segundos depois de nos termos sentado, o sinal tocou e o professor chegou, dando início à aula.

*

Apesar de eu não ser daquelas pessoas que não gosta da escola, dei graças a Deus quando o último toque do dia soou nos meus ouvidos.

Despedi-me de Johnson, Sammy e Gilinsky- que tiveram esta aula comigo- e telefonei ao meu pai para saber se ele me podia vir buscar.

-Oi pai- eu disse quando ele atendeu.

-Oi filhota.

-Podias vir buscar-me à escola?

-Não dá, filha. Eu vou ter reuniões até à noite.

Bufei.

-Ok. Obrigada, pai. Beijos.

-Beijos- ele respondeu e eu encerrei a ligação.

Olhei ao redor no estacionamento mas não vi o carro de Sammy e vi as horas no telemóvel, mas já era tarde de mais para apanhar o autocarro.

Bufei e ouvi a risada de Nate. Revirei os olhos e virei-me para onde o som vinha.

-Queres boleia, gatinha?- Nate perguntou com um sorriso divertido estampado na cara.

Que raiva! Porquê que ele não vai morrer longe?!

Sem dizer nada fui até ele, peguei no capacete que ele tinha na mão e subi na moto.

Mais uma vez ouvi a risada de Nate e bufei.

*

Finalmente eu tinha chegado a casa.

Sentei-me no sofá e liguei a televisão, e logo depois vi Nate entrar no seu quarto e sair do mesmo, guardando alguma coisa no bolso das suas calças.

-Vou ter com os meninos à casa do Gilinsky, e volto tarde.

-E para quê que eu quero saber disso?

-Para dizeres à minha mãe quando ela chegar, com certeza, ela vai perguntar- ele piscou o olho e saiu.

Revirei os olhos. Não sou pombo de correio para andar a transmitir recados.

Voltei a minha atenção para a televisão e comecei a mudar os canais à procura de algo que me interessasse.

De repente, ouvi o meu telemóvel tocar.

Olhei no ecrã e era o Sammy.

-Oi?- disse quando atendi a ligação.

-Oi, Morgan. Queres vir ter connosco ao cinema?

-Espera, o Nate não…- franzi o cenho.

-O Nate o quê?

-O Nate não ia ter com vocês à casa do Gilinsky?

-Não. Quem é que te disse isso?

-O próprio Nate.

-Estranho.

-É. Enfim, não me apetece ir ao cinema. Divirtam-se.

-Ok, beijos.

-Beijos- disse e encerrei a ligação.

O quê que o Nate andará a fazer?


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
O que o Nate andará a tramar?
Quero teorias!


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