História No Ordinary Love - Reescrita - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amor, Boy X Boy, Colegial, Ensino Medio, Gay, No Ordinary Love, Romance, Yaoi, Yuri
Exibições 57
Palavras 1.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


aaaaaaaaaaaaaaaaaa
minha cabeça tá pegando fogo pq na história original o que acontece agr era pra acontecer daqui dois ou três capítulos eu to mt doida eu n sei qq eu faço
mas ao msm tempo eu sei???????????
scrr
calma
me acompanhem
vamo le
enjoy!

Capítulo 8 - Chama-me se precisar de ajuda


Fanfic / Fanfiction No Ordinary Love - Reescrita - Capítulo 8 - Chama-me se precisar de ajuda

Nicholas | 16 anos

A semana se baseou nisso, gente me zoando, meninas me xingando, meninos quase me batendo... Até mesmo gente de outras salas estava se intrometendo. Isso mesmo, morte ao imbecil. Pelo menos Oliver estava do meu lado – não que Rafael e os outros não estivessem – e me ajudou a passar pela semana. Foi horrível. Gente de bem também entrou nessa, eu não entendo!

A semana se passou e estranhei o fato de que não houve as eleições. Burro, será semana que vem. Essa semana serviu para dividir as coisas que iremos fazer. É muito complicado para o novato aqui. Eu me distanciei de Christopher, fiquei o mais longe dele o possível. Nem mesmo me sentei no lugar que eu originalmente me sento. Ele até tentou falar comigo no começo da semana, mas eu me fechei e ele se entregou à derrota.  Se eu continuar assim, eu sei que não vou me machucar com tudo que ocorre ao redor dele e isso deve ser melhor. Certo?

Então a semana começou e com ela, as falas do professor:

-Pessoal, então vamos primeiramente às eleições dos representantes. Vocês sabem o esquema, os nomes são colocados na lousa e vocês votam em apenas um e então eu farei a contabilização junto de vocês, está certo? – deu uma pausa e os alunos concordaram – Então, quem colocará seus nomes na competição?

Rafael e Guilhermo levantaram as mãos, junto de Leonard, Matthew, Sophia e Verona. O professor escreveu seus nomes na lousa e entregou os papeizinhos, fazendo o silêncio reinar. Ele passou por todas as carteiras, pegando os papéis e colocando-os numa pequena caixa. Assim que havia pegado todos os votos da sala, voltou até a lousa e abriu cada voto, um por um, fazendo riscos ao lado dos nomes votados. Virei meu rosto para Rafael que tinha fechado os olhos, com uma mão segurando a de Guilhermo e a outra com os dedos cruzados. Os dois são bem populares na sala, mas meu voto foi para o ruivo. A chance de eles ganharem é enorme e probabilidades são corretas. Foi uma disputa acirrada e Rafael ainda não abriu os olhos. O professor anuncia:

-Parabéns, Guilhermo, vice-representante e Rafael, representante.

-Boo, minha pressão baixou. – Rafael zoou, fazendo a sala rir. Guilhermo então o dá um abraço e o cumprimenta. Eles são tão fofos juntos.

Viro minha atenção para Christopher que estava me olhando...? Não, não pode ser. Viro para Rafael e ele me olha, mexendo as sobrancelhas. Bastardo. Coloco meus braços sobre a carteira e escondo meu rosto em meio dos mesmos. O professor anuncia que ele iria fazer as duplas, deixando a sala decepcionada. Alguns sortudos conseguiram pegar dupla com o melhor amigo, mas esse com certeza não será meu caso. Eu com certeza ficarei com o Pedro, Edward ou até mesmo com o Gabriel. O professor vai falando até que sobre eu, Oliver, Christopher e Jolu. Jolu é um dos únicos do meio de Pedro e Gabriel que não é um completo babaca comigo, afinal, ele mora na minha vizinhança e foi um dos primeiros que falou comigo por aqui. Então posso ficar um pouquinho mais tranquilo se eu acabar com ele – por que eu com certeza não vou ficar com o Oliver, o universo não seria tão gentil comigo.

-Tudo bem, então... João Lucas e... – ele parou de falar e espirrou. Esse espirro quase me causa um ataque do coração. – Oliver. Obrigado – respondeu aos desejos de “saúde” da sala. – Christopher e Nicholas, uma vez que os dois sobraram.

E a sala deu um berro de “Aô, namoradinhos!” seguido de risadas. Levaram uma bronca – bem feito, caralho – e então as tarefas foram distribuídas. Algumas duplas iriam atrás das camisetas, outras iriam atrás de patrocínios e eu e Christopher, ficamos encarregados de trazer cartazes e uma bandeira. Nosso time já tinha sido decidido; Jirachi. Sim, é um Pokémon lendário da terceira geração. Bando de nerds. Mas eu gostei, gosto de Pokémon, então fiquei feliz. A próxima aula seria de Biologia, com um dos professores mais interativos e legais da escola. Tudo bem, às vezes ele exagera. Parece estar bêbado de vez em quando. Ele grita, ri dos alunos e com os alunos, é um bobalhão. Mas sabe dar broncas e como sabe.

A aula dele não passou devagar, mas um comunicado interrompeu a mesma. Avisaram que estaríamos liberados das duas últimas aulas até que a competição chegue. O horário dessa escola é uma coisa de louco, são três aulas e intervalo e então mais três aulas e casa para voltarmos e termos mais duas aulas, intervalo e duas aulas. É um dia ridiculamente cheio. Ouço conversas sobre gente falando que usariam o horário de almoço para ir atrás de coisas básicas. Eu posso fazer isso, certo? Será que devo falar com Christopher? Ah, é claro que tenho, afinal, ele é minha dupla. Saio do meu lugar e rapidamente alcanço a carteira dele, me abaixando até seu nível.

-Christopher... Você pode usar seu horário de almoço pra ir comigo comprar o que vamos precisar?

-Olha, Nicholas, foi mal por tudo que aconteceu semana passada e...

-Você vai ou não? – interrompi, sem coração.

-Tudo bem. – suspirou – Melhor você voltar pro seu lugar.

Às vezes eu quero que Rafael esteja certo e às vezes quero que ele esteja errado. Porque não consigo controlar meus sentimentos? Pedro me deu um tapa por trás quando passei por ele e berrou algo como “Vai, safada!” e a sala quase começou a palhaçada de novo, mas o professor os impediu antes mesmo que alguém pudesse rir. É tanta humilhação, eu quero correr daqui. Eu queria me manter longe desse menino, de toda essa bagunça.

A aula acabou e o inferno – vulgo Christopher – me seguiu até a saída. Estava concentrado em meu celular pesquisando sobre lugares na cidade onde posso encontrar bandeiras customizadas quando trombei com ele, que me envolveu num abraço.

-Solta. – pedi. – Por favor...

E ele apertou. Não havia ninguém por ali, todos aparentemente tinham saído vazados atrás das coisas. Porque ele está fazendo isso comigo?

Meu pai chegou e então expliquei toda a situação para ele, primeiramente ele nos levou até o endereço que eu achei no Google e eu fiz o pedido do desenho para a bandeira e então ele nos levou até a papelaria para que pudéssemos pegar aquilo que iríamos usar. Cartolina, canetinhas, lápis... Estava num corredor concentrado nas cartolinas quando percebi Christopher dançando para a música que estava na rádio. Cheap Thrills, da Sia se não me engano. Estava dando leves reboladinhas para os lados, era cômico. Não me consegui me conter e dei risada. Ele olhou para mim e sorriu.

-Acho que eu não tenho tanto medo de sair do armário. – como é? Não faz isso comigo, Christopher. Não arranja uma dessas para o meu lado, não me coloque numa fria como essas. Não minta para mim desse jeito.

Assim que voltamos para a escola, ele me guiou até um lugar super bonitinho para que possamos fazer os cartazes em paz, longe de outros alunos e longe de uma bagunça eminente causada por Pedro, Gabriel e Edward. Estávamos concentrados fazendo letras e o desenho do Pokémon, em silêncio, calmaria, mas eu não consigo fazer os traços certinhos. Eu estava para surtar.

-Ei, se você precisa de ajuda, porque não me chama? – ele me olhou, pidão. Nada falei. – Nicholas você não pode me dar esse tratamento de silêncio! Não é justo! – bufou levemente como uma risadinha. Não ironicamente.

-Christopher... Não é isso.

-É o que então?

-Você não vê? O jeito que todos estão me tratando? Eu nem namoro com ninguém e já imagino a zoação, mas imagine a zoação se eu saísse com um menino! Eu sei que não somos nada disso, mas eles interpretam de um jeito “ruim”. Eu não sei, é só... Se você me tratar gentilmente assim, eles vão continuar com essa merda.

-E você vai deixar? Eu já saí com um menino aí e sim, eles não perdoaram, mas eu me levantei contra eles. Você não vê? Você é maior que isso.

-Você diz isso como se eu e você estivéssemos num relacionamento!

E então ele calou minha boca com um beijo. Ele não perdoou meu corpo fraco, passou a mão em meus cabelos do jeito que me entrega, colocou a mão em meu rosto fazendo leves carícias e deu um sorriso durante o beijo. Minha mente berrava para se soltar e o corpo me forçava a ficar. E eu cedi, eu fiquei até que o ar faltasse.

-Cala a boca e coloca na cabeça que você é melhor que o idiota do Pedro e melhor que o babaca do Gabriel. – ele me viu vermelho como um pimentão – Desculpa. Mas era o único jeito de te fazer ficar quieto e me entender. Se você não for forte contra eles, então eu vou ser.

-Você...

Ele não me deixou completar a frase – ainda bem – pois se levantou e foi embora. Escorei na mesa e fiquei pensando no que acabou de acontecer. Eu não consigo processar tudo isso. Por quê? Ele me deixa sem palavras e eu odeio isso. Acho que eu devo ceder, acho que gosto dele. Mas é uma merda que eu tenha que sofrer muito para conseguir ficar com ele. Eu nem sei se ele gosta mesmo de mim! É aquilo que o Rafael me disse, “gente se beijando sem sentir nada e gente que sem nenhum toque se ama”. É uma droga se dividir em dois, até mesmo três, quatro! Eu preciso da ajuda dele, de toda essa energia que ele tem, toda essa coragem – coragem! – e força. Talvez eu deva deixá-lo me ajudar. Eu preciso chamá-lo. Porém agora vem todo esse rio de paranoia, os milhões de mim separados, cada um pensando em uma coisa, em um mínimo detalhe. Isso não é paixão, é? Ansiedade e medo. Paixão é borboletinha no estômago e vontade de ver o amado toda hora. E o que eu sinto é o oposto disso. Mas ao mesmo tempo eu quero o ver, eu o quero perto. Alguém me ajuda. Pego meu celular e ligo para ele, não demorando muito para atender.

-Eu preciso da sua ajuda. – e então o ouço sorrindo.


Notas Finais


SOCORRO EU TO COM MEDO DE ESTAR MT CEDO PRA COMEÇAR ESSAS COISAS MAS AI EU LEMBRO QUE EU CONSIGO ARRUMAR TD PRA FICAR TD CERTO MAS AI EU FICO COM MEDO DE VCS FICAREM ??????????????????????????????????????? AO LER AAAAAA DESCULPA
pfvr me fala se estiver ficando confuso pq minha cabeça tá pegando fogo sobre isso ai cacete de agulha
dsclp tb demorar pra postar, fiquei de recuperação em exatas e tá foda pra ter nota né meusa migos
sérião
deixa um comentário ai
amo vcs
obg por lerem <3
beijinhos e brigadeiros
ps o pokemon da capa é o pokemon que eu coloquei no cap (obg gustavo <3)


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