História No Permanent Damage. G!P - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally, Camila, Camren, Dinah, Keana, Lauren, Lucy, Normani, Shawn
Exibições 63
Palavras 1.066
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction No Permanent Damage. G!P - Capítulo 2 - Capítulo 1

Não vai acontecer nada, vai ficar tudo bem. Continuo repetindo isso varias vezes para tentar me convencer de que eu vou conseguir, eu vou ficar bem. Afinal, não deve ser tão ruim ir para um internato, só basta eu seguir as minhas regras de sobrevivência escolar.

Regras de sobrevivência escolar:

1- SER INVISÍVEL
              2- NÃO SE ENTURMAR
              3- NÃO PUXAR ASSUNTO COM NINGUÉM
              4-NÃO SE APAIXONAR
              5- FOCAR NOS ESTUDOS
              6- SEM AMIZADES

Parece exagero, mas deu certo até agora. E tive motivos pra criar essas regras, não é porque sou antissocial e antipática.

Uns dois anos atrás estava em outra escola, lá fiz vários amigos e era bem participativa em todos os projetos sociais, porém me apaixonei. O resto é bem previsível: ele me magoou, eu fiquei destruída por dentro, precisei de amigos mas ninguém esteve lá, pois eram amigos dele também. Foi uma fase bem difícil da minha vida.

Não posso dizer que eu superei essa fase, senão não teria feito regras e me isolado do mundo por falta de confiança. Enfim, breve resumo feito.

Meu nome é Karla Camila Cabello, tenho 16 anos e meu pais decidiram acabar com a minha vida me colocando num colégio interno. De acordo com eles “você precisa fazer amigos e nós precisamos de mais liberdade” ok pais, nota 10.

Não sei como vai ser lá, espero que seja normal, como uma escola mesmo. Agradeci que não terei colega de quarto, porque lá não tem tantas pessoas, ai dá pra cada um ter seu quarto, o que é muito bom.  

Estou empacotando minhas coisas e não posso deixar de levar o meu bichinho de pelúcia Cookie. Parece infantil mas quero ter algo de casa lá, pra eu não sofrer tanto.

Estamos faz 3 horas na estada para o internato, e eu não poderia estar mais desolada. Fiquei o caminho todo tentando convencer meus pais a mudarem de ideia. Sem sucesso.

Chegando lá eu avisto um portão enorme parecido com daquelas mansões de filmes de terror, cercado por um muro também enorme, arvores por todo o lado, mal dá pra ver lá dentro. Meu pai faz a identificação pelo interfone e logo acionam o portão para abrir.

Aquele barulho estridente do portão abrindo é assustador e minha intuição me avisa pra fugir dali. Mas não tenho opção, então ignoro todos os avisos de emergência que estou sentindo.

Saio do carro e vejo alguém se aproximando.

“Olá, sou a Diretora Benson, você deve ser Camila, sim?” ela fala diretamente para mim

“Sim, prazer” eu respondo apertando sua mão e tentando dar o sorriso mais falso que consigo.

Ela pede para que seguissemos ela até seu escritório para que meus pais resolvessem os finalmente de burocracia que não me importo nem um pouco em saber o que é.

A diretora olha para mim e fala “Camila, eu requisitei uma aluna para te mostrar o seu dormitório e as salas para você tudo bem?” oh droga, queria falar que não precisava, mas aqui é tão grande que não quero ficar perdida, então respondo que tudo bem.

Depois de uns cinco minutos eu vejo uma garota vindo até nós, deve ser a minha “acompanhante/guia turístico”. Ela é bem alta e bonita até.

“Camilla, essa é a Dinah, ela vai mostrar os lugares para você agora, pode ir com ela” a diretora falou pra mim.

Ok né. Despedi-me dos meus pais e fui até a tal Dinah.

“Olá” Falei pra ela, na tentativa de quebrar o gelo. Porque simpática ela não parece ser. Acho que está fazendo isso como uma forma de castigo, só pode.

“Oi, vamos acabar logo com isso” Dinah falou bem grossa e baixo para que a Diretora não ouvisse e foi andando na minha frente como um jato me mostrando tão rápido as salas que mal decorei um corredor. É realmente ficarei perdida aqui.

Por último ela me mostrou meu quarto e sumiu tão rapido quanto chegamos aqui.

O meu quarto não é tão espaçoso, tem apenas uma cama e um guarda roupa, e um banheiro bem pequenininho, mas é aconchegante. Eu queria andar pela escola pra conhecer, porém estou cansada da viagem, então me contento com a minha cama e um bom livro.

Estava lendo até que acabei pegando no sono e deixei o livro cair, um sinal de que já deveria estar dormindo. De capítulos em capítulos já são 3 horas da madrugada.

Fui pegar meu livro e olhei de relance embaixo da cama e tinha outro livro lá embaixo, peguei curiosa para saber do que se tratava e era um diário.

Bem bizarro achar um diário, que é algo pessoal de alguém, num quarto abandonado como esse, porque as camadas de poeira entregam o tempo que ninguém entrou aqui.

Tiro a poeira dele e fico me perguntando se devo ler, concluo que sim, afinal, se fosse tão valioso não estaria aqui jogado.

Ele é de capa dura preta e tem apenas as letras L e J no canto inferior da capa, além de estar escrito no meio “Diário”, óbvio.

Desculpa, mas isso me despertou o lado mais curioso que existe em meu ser, então começo a abrir para ler.

A angústia me consome por inteiro, a vontade de desistir e me entregar às minhas vontades estão sempre aqui, todo minuto, e eu só quero mais.

Já deu pra ver que só tem frases avulsas e desconexas, mas continuo a ler na esperança de respostas sobre o que essa pessoa está falando.

                Mais uma vez eu não consegui. Uma voz em minha cabeça não me deixa pensar. Ela fica falando e falando o quão eu preciso daquilo. Eu acredito.

                A vida tem dessas, nos deixa solitária, despedaçada, sem força para levantar todas as manhãs, e eu só queria um sopro de vida que me fizesse acreditar que existem coisas boas lá fora, coisas que alegram e coisas que me fizessem sorrir.

Eu não sei como sorrir mais, eu só estou estragando a minha vida mais e mais.

Eu preciso de alguém.

Realmente, essa pessoa tem problemas. Queria ler mais dessas frases deprimentes e misteriosas, porém tenho que acordar daqui duas horas.

Eu vou dormir, pensando que pode ter alguém nessa escola que precisa de ajuda, que precisa de um “sopro de vida” como ela mesmo disse, e que, talvez, precise de mim.

Eu quero ajudar, e eu vou ajudar. Só preciso encontra-lá.

Lá se vão as minhas regras.                    



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