História No quarto ao lado - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adoção, Irmãos, Piercing, Sexo
Exibições 53
Palavras 2.192
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Tem sexo explícito. Só leia se gostar de uma little putaria.

Capítulo 1 - Capítulo Único - O irmão conhece o novo lar.


O irmão adotivo estava chegando.

A mãe de Safira havia saído para, finalmente, depois de semanas resolvendo papeladas, buscar o menino que adotara. Ela queria dar chance de um futuro a algum adolescente que já estivesse perto de atingir a maior idade, pois é nessa idade que são obrigados a sair do orfanato. Se ela pudesse garantir educação e emprego para pelo menos um, ela o faria. Mesmo sem marido. Mesmo já tendo uma filha de dezessete anos para criar, ela o faria.   

A menina estava deitada na cama quando a mãe mandara mensagem avisando que estava chegando, mas ela não mudou de posição. Continuara de bruços a terminar de ler “A hora da estrela”, revoltada porque continuava sem entender absolutamente nada. 

A menina tirava a franja negra do olho a cada vez que o ventilador girava e balançava seu cabelo comprido. Assim que ele fechara o livro, a porta da sala bateu. A mãe havia chegado e ela não estava pronta para conhecer o novo irmão. Entendia os motivos da mãe, mas ainda não estava preparada para um novo membro morando na casa. Afundou a cabeça no travesseiro e fingiu que estava dormindo bem no momento em que dona Liliane chamara o seu nome. Ouvira chamar uma segunda vez, quando finalmente abriu a porta de seu quarto e a viu de olhos fechados, a pele branca sob a lingerie de renda azul marinho. 

Como a mãe nunca incomodava o seu sono, deixou a porta encostada e foi mostrar o resto da casa ao menino que, pela voz que ouvira, não devia ter apenas dezessete anos. Ele tinha uma voz grossa. A curiosidade para ver o seu rosto foi enorme, mas não foi maior que o seu desconforto com o rapaz. 

De tanto fingir, Safira realmente pegou no sono e só acordou perto das seis da tarde. Acostumada a ficar sozinha quando a mãe voltava para o trabalho depois do almoço, saíra em trajes íntimos para escovar os dentes. Ao sair do banheiro, ouviu o som da televisão e xingou a mãe mentalmente por deixá-la ligada, pois sempre xingava Safira pela alta conta de energia.

Quando foi pegar o controle no sofá, vira um menino de cabelos negros e lisos sentado. Tinha a pele apenas um pouco mais escura que a dela. Assustada, com os olhos arregalados, ela esquecera quem era o rapaz e perguntou o que ele estava fazendo no sofá da casa dela. Ela notou o quão constrangido ele ficara. Baixara a cabeça para responder “eu moro aqui, sou o seu novo irmão”.

Ela ia contestar, mas então se lembrara de como havia pegado no sono. Sua mãe havia adotado um menino. De repente ela ficara tão corada quanto, devido ao silêncio constrangedor que pesou no lugar.

- Ah, sim. Bom... seja bem-vindo.

- Obrigado.

Ele voltara a sua atenção para a televisão e ela voltara para o quarto. Olhou para trás para dizer mais alguma coisa. Mas o que quer que fosse que iria sair de sua boca, se perdeu antes de as palavras se formarem, quando ela notou que ele estava com os olhos fixos na sua bunda. Safira voltara a olhar para frente e seguiu para o quarto.

Passados alguns minutos ele bateu à porta. Ela estava deitada na mesma posição em que ele a vira quando entrara ali pela primeira vez com a sua mãe, contudo os olhos da moça agora estavam abertos e concentrados em alguma conversa de Whatssap.

- Eu vim pedir desculpas.

- Pelo quê?

- Você sabe... por um momento... eu esqueci que sou da mesma família que você agora.

- Tudo bem. Eu também teria olhado para a sua bunda se te visse na rua.

Ele sorriu. Ela sentou na cama e fez um sinal para que ele a imitasse. Leo fechara a porta às suas costas e sentara na colcha colorida.

- Safira, né?

- Uhum. E você?

- Leo. Leandro.

- Ah. De que horas você chegou?

- Por volta do meio dia. Você estava dormindo. Gosta de Clarice? – ele apontava para o livro jogado ao lado do travesseiro.

- Você conhece Clarice Lispector?

- Por que a surpresa? Acha que as pessoas não leem em orfanatos?

- Desculpa. Não foi o que eu quis dizer.

- Agora estamos quites. Você também teve de me pedir desculpas por algo hoje.

- Vou fazer brigadeiro. Quer?

- Uhum.

Ela se levantara e fora para a cozinha. Colocou o material necessário no balcão enquanto ele estava encostado na porta da cozinha, com os braços cruzados, tentando formar palavras para puxar assuntos, mas continuava com os olhos presos nas nádegas da nova irmã. Safira havia notado, mas deixou transparecer. Pelo contrário. Ela empinou a bunda mais do que o necessário para apanhar a panela no armário inferior.

Ao se virar para o fogão e ficar de frente para o Leo, forçara o menino a se concentrar nos seus seios. Os olhos castanhos dele pareciam se mover do direito para o esquerdo.

Ele foi encorajado a continuar olhando, uma vez que a menina não se pronunciara. Talvez ela não tivesse notado ou talvez não se importasse. Ela tinha um piercing no mamilo esquerdo que dava pra notar embaixo da renda do sutiã.

Safira fizera o brigadeiro em silêncio, apenas perguntando se Leo preferia com ou sem Ovomaltine. Por fim, ao despejar o doce num prato e colocar na geladeira, ela fora lavar a louça. Ao pôr a colher sob a água, um jato se espalhou e deixou a menina completamente molhada do pescoço dos olhos ao colo. Ele ria, enquanto ele passava a mão, também molhada, nos olhos, o que não fazia qualquer efeito.

- Vou buscar uma toalha pra você.

Ao voltar do banheiro, ela continuava a lavar a louça. O menino se aproximou das suas costas e a passou a toalha pelo pescoço da menina, que não protestara. Ele juntou as duas mãos para poder passar a toalha delicadamente no rosto corado de Safira e descer até o seu colo. Ela continuava a lavar os pratos enquanto ele descia o pano, agora úmido, até os seios. Primeiro secou o direito e depois o esquerdo.

Ela fechara a torneira e Leo notara os braços arrepiados. Aproximou mais o rosto do dela, ao ponto de a menina poder sentir a respiração pesada bem perto do ouvido. Ele subiu a toalha por um braço molhado e depois pelo outro, até o ombro, para poder, então, voltar para os seios. Desceu a toalha para a barriga - sem necessidade, pois essa estava seca - até a coxa, quando deixou que o pano escorregasse pelos seus dedos e caísse no chão. Mas a sua mão continuou firme na cintura da irmã.

Colocara a mão esquerda do outro lado da cintura para poder segurar firme e puxá-la para mais perto de si, até que sentiu as nádegas quentes de Safira coladas ao seu corpo. Safira, por sua vez, sentira um membro pulsando entre as suas coxas. Suas mãos continuavam apoiadas no balcão quando ela empinou um pouco mais a bunda para trás, deixando o corpo ereto. E então Leo entendeu o que ela queria.

Subiu as mãos pelo corpo dela e desabotoou o sutiã, fazendo brilhar o piercing contra a luz da lâmpada. Ele a virou de frente e aproximou seus rostos novamente, mas não a beijou. Apenas a olhou nos olhos e virou o rosto da menina de lado, para que pudesse lhe morder a orelha. Beijava o pescoço, enquanto sua mão esquerda acariciava o seio direito de Safira, que estava rígido.

Beijou os ossinhos do colo e desceu a boca para o seio esquerdo, o mais atrativo para ele. Chupou o mamilo devagar e depois mordiscou, enquanto a mão continuava a apertar o outro seio. Safira gemia baixinho, pois o mamilo esquerdo ainda estava mais sensível, fazendo com que ela ficasse excitada mais rápido. Algo se contraía entre as suas pernas, fazendo com que ela pedisse, silenciosamente, por mais.

O irmão descera os lábios pelo corpo arrepiado de Safira até encontrar a calcinha encharcada. Ele dera um sorriso malicioso que ela assumiu ser o mais sexy que já vira até então. Ele abaixou a peça e passou a língua pela superfície. Ela já estava com os dedos nos cabelos dele quando o menino começara a chupá-la. Passou a língua para cima e para baixo e depois a enfiou, procurando o lugar correto. Foi quando a menina apertou os seus cabelos e gemeu que ele notou que havia encontrado.

Concentrou-se naquele ponto o máximo que pode. Colocou um dedo dentro da menina e depois mais outro. A buceta dela estava realmente molhada. Ele se levantara e colocara os dedos lubrificados dentro da boca de Safira, que chupou o líquido com veemência.

- Minha irmãzinha quer mais?

Ela não tinha condições de responder com palavras. Apenas balançou positivamente a cabeça.

- A menininha quer gozar? Então pede.

Ela o olhava atento. Seu cérebro travara antes que ele repetisse “pede pra gozar”, e ela obedeceu pronunciando as palavras “me fode” e vendo o sorriso malicioso voltar pros lábios do novo irmão.

Ele sustentou o corpo de Safira e a deixou sentada no balcão com as pernas abertas para ele. Embaixo da bermuda ela pode ver o que estava entre suas coxas alguns momentos antes. Ela queria passar a mão, passar a língua. Se inclinara para frente, mas ele se afastou.

- Você quer? Você quer o meu pau, Safira?

- Eu quero sentar nele.

- Não. Você ainda não fez o bastante pra merecer sentar. Vamos ter tempo pra isso, irmãzinha.

Ele voltara a passar os dedos na buceta de Safira, para garantir que ainda estava lubrificado. Colocara dois dedos enquanto um percorria a lateral do ânus. Todo o pelo de seu corpo se arrepiara positivamente. Então ele enfiara. Ela gemera. Dois dedos na buceta e um no cu. Continuou o movimento, enquanto ela revirava os olhos de prazer. A outra mão estava no seio direito dela, novamente.

- Então você gosta de dar o cuzinho?

A única resposta dela naquele momento, qualquer que fosse a pergunta, eram gemidos. O gemido mais gostoso que ele já ouvira. Seu pau estava completamente ereto e pulsando fortemente. Quando ele sentiu o gozo de Safira percorrer seus dedos, ele disse “agora é hora de gozar no meu pau, mesmo que ainda não vá sentar nele”.

Ele tirara a camisa e ela pode ver o quão definido era o seu corpo. Tirara a bermuda e a cueca. Facilmente o pênis do novo irmãozinho de Safira alcançava os vinte centímetros. Leo colocou a camisinha que tirara da carteira e puxara a moça mais para a ponta do balcão. Ela apoiara as mãos nos ombros firmes que ele tinha.

Então começou a penetração. Quando ele colocou seu membro dentro dela, que ainda estava arrepiada do primeiro orgasmo, a menina continuara com a mesma excitação que gemia segundos atrás. Ela o puxou ainda para mais perto e gemia no ouvido dele que continuava tão arrepiado quanto ela.

- Eu ainda nem coloquei tudo.

Ela parecer confusa, então entendeu. Olhou para baixo e viu que queria tudo. Queria todo aquele pênis dentro dela. Queria senti-lo completamente.

- Coloca tudo.

- O quê?

- Enfia o seu pau na minha buceta.

Safira apoiara os pés nas costas de Leo e o forçara a vir para mais perto. Ele colocou o pau até só ficar as bolas do lado de fora e continuara a se movimentar dentro dela. Quanto mais Safira gemia, mais rápido ele se mexia. Ele queria fazê-la gozar pela segunda vez, mas não aguentou esperar. Dera um gemido alto e forte, seu corpo tremera sob as mãos macias que o apertavam fortemente. Suas costas estavam completamente arranhadas e as costas dela estavam suadas.

Ficaram abraçados por alguns segundos, ela sentindo o membro dele parar de pulsar dentro dela. Se afastaram um pouco, se olharam nos olhos. Não havia constrangimento. Não havia vergonha. Ouviram a grade bater e sabiam que era a mãe chegando do trabalho.

Safira pegara a lingerie e correra para o quarto, enquanto Leo apanhou as roupas e a toalha e correu para o banheiro. Tomara um banho quente para aliviar a tensão do corpo. Enrolou a camisinha usada num papel higiênico e jogou no lixeiro, depois vestiu a roupa para ir para a sala, a tempo de ver a mãe pôr a pizza em cima da mesa.

- Sua primeira noite aqui em casa merece. Espero que Safira já tenha acordado.

- Eu vou chamá-la, mamãe.

Ele bateu à porta do quarto da irmã pela segunda vez naquele dia, mas agora ela estava de short, mas sem camisa.

- A pizza tá na mesa.

- Já vou.

Quando ele ia fechar a porta, ela o chamara com um “psiu”.

- Oi.

- Você tá me devendo uma coisa.

- Tô? – Leo entrou no quarto, encostou a porta, mas não soltou.

- Uhum. Você prometeu que eu ia gozar em outro canto hoje. – Dessa vez, ela dera o sorriso sacana.

Ele a olhou nos olhos e colocou a própria mão sobre as calças, segurando o pau.

- Eu durmo no quarto ao lado.

           

 


Notas Finais


Primeira vez que uso esse site. Sejam bonzinhos. Se gostaram, avisa que eu posto mais contos (de diversos gêneros).


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