História No Remorse - Capítulo 34


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Categorias Metallica
Tags Metallica
Exibições 23
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - I'm gonna fuck


Fanfic / Fanfiction No Remorse - Capítulo 34 - I'm gonna fuck

- Ele chorou muito? – James ironizou e deu um gole na cerveja enquanto mantinha a outra mão fixa no volante ao adentrarmos a escuridão da estrada.

- Você não tem coração?- estava apoiada contra o vidro gélido e sentindo as vibrações da movimentação constante na estrada.

- E você tem? Somos iguais, Tracy, é por isso que estamos aqui.

-Quer dizer que sou tão suja quanto você?

- Diria que é até mais.

- Isso costumava ser um problema, Hetfield.

- Não mais – suas mãos pálidas, grandes, com seus longos e finos dedos agarravam o volante com tamanha precisão, tão rude e delicado ao mesmo tempo que fez-me tremer só de olhá-lo por mais alguns segundos, encostei a cabeça no vidro do carro sucumbindo a escuridão e ao silêncio desconfortante marcado de sua presença bruta, mas que tanto me atraía.

- Para onde estamos indo?

- É uma surpresa.

- Você não está tentando me exilar, certo?

Ele apenas sorriu e voltou ao seu típico estado gélido de ser.

Estiquei o braço, ligando o som e uma de suas músicas pesadas começou a tocar, fiz uma careta procurando por outra coisa e mudando rapidamente de estação, diversas e diversas vezes – Você não tem Black Sabbath aqui? – mudei novamente.

- Será que você pode parar com isso?

- Sabbath, cara, tem?

- Não consegue escutar a merda que tem aí?

- James, só conheço duas bandas, a sua e Sabbath, tem Sabbath?

- NÃO! – agarrou meu pulso com ignorância – PARA!

- Okay, era só pedir com educação – deitei novamente o rosto contra o banco e estirei as pernas nuas contra o painel, o fazendo lançar outro olhar de reprovação em minha direção – Estamos chegando?

James suspirou e negou com a cabeça.

- Está longe?

- Consegue ficar calada um minuto?

- Por que você tem que ser tão grotesco e tão...malditamente atraente ao mesmo tempo?

Ele não respondeu.

O fitei novamente, agora com a expressão vazia, olhando fixamente para a estrada escura, os cabelos loiros medianos caindo como longas cascatas douradas em sua camisa preta, o velho cinto de bala que ali permanecia suas malditas mãos – O que acha de fazermos algo mais interessante?  - vendo que não obteria resposta alguma, me abaixei na direção de seu quadril, fazendo com que ele soltasse e segurasse meus cabelos da forma bruta de sempre e me sustentasse no banco novamente – O que você tem?

- Fica quieta, Tracy!

- NÃO! – o empurrei fazendo com que largasse o volante por alguns segundos e o carro vacilou para ambos os lados.

- FICOU LOUCA?

- EU SOU LOUCA, JAMES – o puxei novamente com as unhas fincadas em seus braços, ao mesmo tempo que empurrava suas pernas pesadas com as minhas, ele me empurrou algumas vezes com sua brutalidade costumeira, mas estava fixa a ele, fazendo as camadas de sua pele ficarem presas no interior de meus dedos, seu corpo vinha cada vez mais em minha direção, já que forcei o meu contra a porta trancada, pegando o total impulso que ele não tinha, ele gritava, alto, violento, cuspia em minha face palavras de desespero e eu passei a gargalhar, alto e ferozmente, riso atrás de mais riso escandaloso, ele tentava alcançar o volante que a essa hora estava longe de seu alcance, assim como seus pés dos pedais- MAS VOCÊ JÁ DEVERIA SABER DISSO – o carro ia de um lado para o outro, perdendo completamente o controle na escuridão, ele agarrou meus braços, livrando-se de meu toque, minhas mãos estavam repleta com o filete de seu sangue que escorria do interior marcado, seu corpo pendeu sob o meu, envolvendo-me no exato momento que a explosão de vidros nos atingiu, o choque contra minha cabeça foi forte, fazendo com que o prendesse mais em mim, e por fim, quando me dei conta a fumaça subia logo a nossa frente, os faróis piscavam dando vista para um enorme matagal e de repente tudo cessou, restando apenas o resto do veículo e nossos corpos imóveis- Disse que precisamos fazer algo mais divertido- sorri movendo-me com cuidado para não ser cortada e encontrei seus olhos repletos de pavor.

- VOCÊ É L...

- Não termina essa frase e por favor sem acesso de fúria- o tirei com cuidado de cima de mim e pulei para o banco de trás – Você tem cigarro por aqui? Dizem que é sempre bom depois de um surto de adrenalin...- senti uma ardência em meu pescoço, subindo para minha cabeça e atingindo meu coro cabeludo, pela agilidade ultraviolenta, já sabia do que se tratava, suas mãos puxavam meus cabelos até por fim me levarem para cima de seu colo, James sangrava, tinha pedaços de vidros espalhados pela roupa e me abraçava, apertando-me contra ele, fazendo com que os míseros cacos me furassem assim como faziam com ele, forçou seus lábios nos meus, fazendo-me sentir o gosto de ferrugem proveniente deles e passou a arrancar minha roupa com rapidez, não livrando-se de toda, apenas da parte de baixo, afastou minha calcinha com o polegar, arrancando as próprias vestes e por fim me penetrou e pela primeira vez eu estava completamente seca e assustada, num surto completamente bipolar, ele saiu de meu interior apenas para melar os dedos e esfrega-los em minha buceta, o empurrei.

- Não é disse que você gosta, hm? – ele falava apressadamente a cada movimento seu, o enjoo em meu estômago aumentava, a dor das migalhas frias penetrando meu corpo não ajudava e a forma como havia falado, fez-me lembrar de Lars e toda sua obsessão fajuta por mim, não que eu não acreditasse no europeu, mas apenas não queria entregar-me a ele e seu carinho, pois sempre gostei e me acostumei com o estrago, mas agora, com o membro pulsante de James em mim, indo e vindo com acidez e brutalidade, com suas mãos violentas chocando-se contra minha face, enfiando seus dedos em minha garganta, suando, sangrando em mim, chamando-me de louca, surtada, minha mente estava completamente distante e eu não sentia absolutamente mais nada e como um maldito raio inesperado, algo de cunho extremamente impossível aconteceu, algo molhado escorria por minha face, meu peito queimava pela primeira vez, um estranho frio no meio de minhas pernas bambas, chegando a meu estômago, e então ele parou.

- Por que está chorando?

Passei a mão por minha face, avaliando o líquido que a muito tempo não me tomava, eu estava sentindo, algo não palpável crescia em meu interior. Sentimentos. Puros e verdadeiros malditos sentimentos.



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