História No ritmo do coração - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Jay Park, Seventeen
Personagens Hansol "Vernon" Chwe, Jay Park, J-hope, Personagens Originais
Tags Imagine Bts, Imagine Hope, Imagine Hoseok, Imagine J-hope
Visualizações 26
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Capítulo 22 - Perda, lembranças e acontecimentos.


Fanfic / Fanfiction No ritmo do coração - Capítulo 23 - Capítulo 22 - Perda, lembranças e acontecimentos.


Perda.


O que uma garota de minha idade sabe de perda?


Isso depende, depende de minha história e de como foi o decorrer de minha história até aqui.


Porém minha perda. Eu nunca havia tido uma até agora. Eu ainda não tive, claro. Mas eu sabia que em algumas semanas era isso que aconteceria.


Eu perderia o amor de minha vida e não haveria volta, não era uma coisa simples como uma briguinha boba, mas com muita água nos separando.


Eu nem sequer havia ido e já estava pensando na possibilidade de voltar, a nado.


Eu queria dizer a minha mãe o quanto não queria ir, na verdade eu poderia enumerar diversas razões para não ir mas eu tinha medo.


Não de sua reação, ela não iria querer me espancar ou me obrigar mas isso a magoaria. Eu sei que ela diria que não tem problema ou qualquer coisa assim mas eu sei que ela iria se sentir traída.


Principalmente por eu não ter dito nada até o momento.


Eu deveria ter dito desde o começo, deveria ter me aberto mas eu sou uma idiota medrosa. 


E esse medo me fez ficar tanto tempo longe de Hoseok, o medo dá rejeição é como criptonita ao Superman.


Sentada nesse sofá enquanto mozão me abraçava de lado e beihpjava o topo de minha cabeça enquanto eu roçava com força minhas próprias unhas nas palmas dá mão em ansiedade, não ajudava em nada.


Meu coração bate tão forte e rápido em ansiedade, a qualquer momento minha mãe entraria por aquela porta com o maior sorriso no rosto e eu aqui sentada depois de passar uma noite e um dia chorando.


À noite o choro já havia cessado e o apetite ainda fazia falta mesmo com Hobi me incentivando a comer, mas como ele poderia me convencer quando ele estava até mais triste que eu?


No meio da tarde ele havia saído e demorou para voltar pensei que aquele era nosso fim, que ele era tão covarde como eu. Que me abandonaria daquela forma.


Mas não, no fim ele voltou, com um sorriso ainda mais largo, havia apreensão mas ele estava feliz por aquele pequeno período de tempo. Até seu rosto se tornar tão abatido como eu.


O choro debaixo do chuveiro na ausência de Hobi me fez refletir, os soluços e os socos de mal jeito que dei na parede, meu rosto inchado,  as lágrimas se misturando com a água sendo levadas.


Lágrimas verdadeiras poderiam conceder desejos?


Que a dama da água ouça meu pedido de coração e não deixe que um mundaréu de águas nos mantenha separados.


Isso me fez pensar no quanto eu queria mais tempo. Mas é sempre assim, tempo. Nós sempre queremos mais tempo.


Pelo menos eu ainda o tinha ali comigo, sentado ao meu lado, esperando a chegada de minha mãe.


E finalmente o som da chave girando na tranca, eu podia até mesmo ouvir o girar lento junto o tic tac do relógio, a maçaneta girando até a porta finalmente começar a ser aberta.


Primeiramente pude vislumbrar o contorno escuro de uma sombra até finalmente vê-la quando a porta se abriu completamente e a claridade a tocou.


Seu sorriso largo e sua voz doce me chamando - eu estava com saudade - seu braço se abriu para me aconchegar entre eles.


Me separei de Hoseok e corri para ela, a abraçando tão forte que poderíamos se fundir, sim, eu também estou com saudades.


- Como foi de viagem? - perguntei se desvencilhando de seu abraço caloroso.


- Muito cansativa e saber que terei que fazer outra assim em pouco tempo me deixa ainda mais cansada.


Então fique, sim, eu queria dizer isso. Vamos ficar aqui mãe, mas eu não poderia pedir uma coisa dessas.


- E vocês aproveitaram bem os dias que ficaram sós?


Eu não pude disfarçar a colocação rosea de meu rosto ao lembrar de um dia atrás, um pouco antes de sua ligação.


- Sim, passeamos bastante - Hoseok respondeu com seu sorriso explendoroso.


Minha mãe gargalhou, eu sabia que aquela resposta não havia lhe convencido.


- Eu preciso de um banho e uma cama, sinto não poder conversar mais mas estou bem cansada.


- Não tem problema.


Vi minha mãe subir apenas com uma bolsa e eu junto a Hobi ficamos ali.


- Quer fazer alguma coisa? - respirei fundo e assenti.


- Quero ficar com você o maior tempo que conseguir - escorei minha cabeça em seu peitoral.


****


Dia Seguinte...



- Bom dia - acordei e vi Hoseok sentado na cama conversando no celular mas ele desligou rapidamente - quem é? - perguntei.


- Era o Jin ele queria conversar comigo sobre uma garota que conheceu.


Me levantei e fui para o banheiro fazer minha higiene matinal, a cada vez que olhava para o espelho me lembrava que iria embora.


Que deixaria Hobi, ele deveria ter escolhido Amy, ela vai estar aqui e talvez reatem. Aqueles​ pensamentos faziam eu me sentir como se facas atravessassem meu coração.


Peguei minhas coisas e desci, mozão estava tomando café junto com minha mãe enquanto conversavam.


- Bom dia.


- Bom dia querida.


Segunda- feira. Não que eu tenha algo contra segundas-feiras mas eu não gosto, são chatas e agora são como meu velório.


Tomamos nossos café com apenas os dois falando, eu apenas abria a boca para empurrar alguma comida para dentro.


Apesar de Hoseok tentar puxar algum assunto comigo durante o trajeto eu apenas me agarrava a ele, como se pudesse desaparecer a qualquer momentos.


Eu do estar pior do que aquelas pessoas grudentas e detestáveis.


Sala de aula. Nosso terror, ficar do outro lado, longe dele enquanto ficava me corroendo.


Olhava Amy sorrir de lado e enrolar uma mecha de cabelo com os dedos enquanto praticamente se jogava para cima dele.


Mas uma coisa surpreendente me deixou surpresa Sô e Vernon entraram na sala juntos, ambos sorrindo e conversando animadamente.


Jay hoje não havia vindo e eu de alguma forma senti sua falta, eu sentia a falta dos seus cutucões e principalmente como batia em sua carteira ritmadamente apenas para me atrapalhar ou me fazer olhar para si.


Hoje eu posso dizer que meu coração estava doendo, sofrendo.  Como se os detalhes me fizessem lembrar de pequenos acontecimentos.


Cada lugar daquela escola me lembrava um acontecimento e eu iria sentir falta até mesmo dos ruins.









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