História No Rule, No Fear - Capítulo 59


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens AnnaSophia Robb, Britt Robertson, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Ian Somerhalder, Jaden Smith, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jena Malone, Jeremy Bieber, Joseph Morgan, Justin Bieber, Logan Lerman, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Ação, Adolescente, Álcool, Aventura Annasophia Robb, Britt Robertson, Colegial, Comedia, Criminal, Crossover, Drama, Drogas, Eu Sei, Eu Sou Diva, Faculdade, Fanfic, Fear, Ficção, Ian Somerhalder, Joseph Morgan, Justin Bieber, Novela Ryan Butler, Policial, Romace, Romance, Rule, Taylor Warren, Tragedia, Vida Dupla, Violencia
Exibições 552
Palavras 5.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oeeeeeeeeee

To atrasada, eu sei. Mas estava sem internet desde terça (como as garotas do grupo já sabem) e o técnico só veio consertar hoje a tarde

Então, me desculpem, e prometo recompensá-las.

Bjubju e aproveitem.

Capítulo 59 - I'll be a good girl


Fanfic / Fanfiction No Rule, No Fear - Capítulo 59 - I'll be a good girl

Pov's Allex

Abro os olhos devagar. Dói. Fecho-os novamente tentando tomar consciência da minha situação. Merda, será que eu estou de ressaca? Não, não é possível, eu estava no hospital. Porra, e se eu ainda estiver no hospital? Levanto de vez sentindo uma dor aguda na lateral do meu abdômen e analiso a situação: estou semi-vestida, tudo é branco, fede, e tem coisas me incomodando, beliscando no braço. Não olha, Allex, não olha.

– Ela acordou, ela acordou! – ouço vozes e olho para a porta. Franzo o cenho. Justin? Pai? 

– Deita aqui – Justin vem para cima de mim, me forçando a deitar – Você tem que ficar parada, porra. 

– Eu vou chamar o médico. – alguém diz.

– O que vocês estão fazendo aqui? – pergunto confusa olhando para os dois.

– O que eu estou fazendo aqui? – Justin pegunta. Soa revoltado – A pergunta é o que você está fazendo aqui, porra? O que tem na cabeça? Merda, Allex! As pessoas me chamam de príncipe da bela adormecia, só porque eu estou a três dias esperando você acordar. Príncipe! Mano, eu sou rei! Cara...

Justin continua a falar algo, mas eu ignoro deliberadamente. Três dias? Eu estou aqui a três dias? Meu plano era entrar, dar meu rim para a Pattie e sair no dia seguinte. Ninguém saberia de nada. E por falar em Pattie... Noto que meu pai se aproxima de mim e, enquanto Justin continua surtando, eu me volto para ele:

– Eu estou aqui por três dias? – pergunto baixo e receosa. O vejo balançar a cabeça tristemente – E a Pattie? 

– Em casa. – suspiro – Allex, o que você fez foi loucura.

– Loucura por quê? Não tem nada de errado.

– ...A única coisa que você fazia era dormir. Sem um único movimento, só respirando, e... – Justin não calava a boca e isso já está me irritando.

– Ele não vai parar de falar nunca? – pergunto ao meu pai. 

– Ele passou três dias totalmente calado, sentado numa poltrona te olhando respirar. Eu não o culpo por desabafar agora.

Olhei para Justin que gesticulava como um louco, ficando cada vez mais vermelho. Barba por fazer, cara amassada... É, ele está um caco. Suspirei me sentando na cama e atraindo sua atenção.

– Você vai calar a porra da boca, ou será preciso que eu durma por mais três dias só para ter paz? – pergunto com o cenho franzido. No mesmo instante Justin fica em silêncio, e o médico entra na sala nos olhando desconfiado.

– Allexandra Valentina... – ele arregala os olhos quando lê algo na minha prancheta – McQueen... – dá um tossida, endireitando a voz. Isso mesmo, querido. Filha do dono – Como está se sentido?

– Bem... – dou de ombros. O silêncio é sepulcral, então eu pergunto algo que todos querem saber: – Posso ir para casa? 

– Creio que sim, mas antes preciso que me diga: a senhorita se alimenta corretamente?

Se eu me alimento corretamente? Que porra de pergunta é essa?

– Sim... – respondo simples – Eu como quando tenho fome.

– Ela nunca tem fome. – Justin diz, cruzando os braços e me encarando feio. Reviro os olhos.

– Bem, foi isso que ocasionou a queda de pressão e as complicações durante a cirurgia de transplante. 

– Mas e a Pattie? – pergunto preocupada – Meu rim ainda serviu para ela, não foi? 

– Sim, senhorita. A dona Patricia Mallette recebeu um dos seus rins, a cirurgia dela ocorreu perfeitamente bem, com a mesma sendo liberada no dia seguinte. – responde sorrindo. Suspirei aliviada.

– E eu? Já posso ir? 

– Pode sim. Só peço que se alimente corretamente. Nada de fast food, sua dieta tem que ter muito nutrientes. É importante se alimentar nas horas certas também. Bebidas fora de cogitação pelos próximos meses, e quando o fizer, ingira o mínimo de álcool possivel.

Assenti calada e ele se foi. Fiquei sob olhares acusatórios. Por mais que não demonstre, meu pai está bravo. O interessante é que Justin não disfarça. A carranca dele para cima de mim, é notável.

– Vocês podem estar aqui? – pergunto com o cenho franzido – É uma sala pós cirurgia, não sou criança ou idosa... E tem mais de uma pessoa. Não é permitido acompanhante nesses casos. 

– Allexandra olha bem para mim – meu pai diz sério arqueando uma sobrancelha – Eu sou Sebastian Arthur McQueen, e esse é o meu hospital. Você acha mesmo que alguém é capaz de me impedir?

Concordo com a cabeça, notando a hostilidade dele. Respiro fundo e anuncio baixo:

– Preciso que saiam, tenho que me trocar. 

Meu pai suspira, olha para Justin e vai saindo enquanto diz: 

– Vou estar lá fora esperando vocês. 

– Eu quero que os dois saiam.  

– Não. Eu vou ficar e te ajudar. – Justin fala.

– Eu posso fazer sozinha! – exclamo irritada.

– Não interessa! – meu pai grita fazendo com que eu arregale os olhos – Ele vai ficar e te ajudar. Ponto final. Nós não estávamos perguntando. – dito isso ele sai, batendo com força a porta.

Respiro fundo. Merda! Ele está muito bravo. Olho para Justin o encontrando do mesmo jeito: em pé, braços cruzados, cara fechada e o olhar fixo em mim. Dei de ombros mentalmente, e sem saber o que dizer, estiquei meus braços pedindo colo. O vi relaxar os músculos e caminhar até mim. Enquanto descansava minha testa no seu ombro, ele tirou a agulha que estava na minha veia com cuidado. Mordi os lábios e apertei os olhos para não chorar. Eu odeio agulhas. Sem uma palavra, Jay me pega no colo e me carrega para o banheiro. 

– Eu posso tomar banho, Justin. – aviso o afastando – Não quero que toque em mim.

– O quê? Que porra é essa agora, Allex? 

– Não é nada, eu só quero tomar banho sozinha – digo histericamente – Eu posso fazer e vou fazer sozinha, então tire as mãos de mim!

Ficamos nos encarando, medindo forças com o olhar. Acabei de concluir que sou patética. Até que ele finalmente desiste e me solta, saindo do banheiro. Respiro aliviada e tiro aquela camisola horrível de hospital. Merda, tudo aqui fede. Tomo banho e lavo o cabelo o tempo todo olhando para a cicatriz na minha lateral. Mais uma. Procuro uma toalha e me enrolo na mesma saindo do banheiro. 

Volto para o quarto vendo que Justin ainda está ali, em pé. Me olha, e eu desvio por um instante. É, sou patética. Uma criança, enrolada numa toalha, com o cabelo molhado escorrido na cara. Logo ele me estende as roupas e eu as pego voltando para o banheiro. Me visto sem pressa. As roupas são as que eu selecionei: camisa de Justin, calça qualquer e uma lingerie das que ele me comprou.

Saio pronta para encarar tudo e todos. Caminho até a porta com Justin atrás de mim. Ele está calado, calado demais. Então, quando saímos pelo estacionamento subterrâneo e eu vejo meu pai, pulo no seu abraço sem pensar duas vezes. 

– Não fica bravo comigo não. Não fiz nada errado. 

– Eu sei que não, mas você precisa pensar no seu velho pai, ele é muito egoísta. Como acha que ele ficou nesses três dias em que você estava dormindo? Como acha que ele ficaria se algo acontecesse com você? 

– Eu só não queria que a Pattie morresse, pai – falo baixinho para que só ele escute – Ela ama tanto o Justin. Merece mais tempo para recuperar os anos de distância. 

Ele suspira pesadamente e acaricia meu rosto. Parecia pesaroso, apesar de sorrir de leve. Me abraça mais uma vez e se afasta. 

– Você é a melhor filha e a melhor namorada que alguém poderia ter. Eu e o Justin somos os homens mais sortudos do mundo. 

– Eu não sou namorada do Justin e também não sou tudo isso. – afirmo ainda baixo.

– Você tem um grande coração, Allex.

– Não, pai. Meu coração não é o maior do mundo. Nele cabem apenas as minhas dores. – murmuro dando de ombros, mas elevo a voz a fim de acabar com o assunto, e anuncio: – Eu quero ver a Pattie. Onde ela está?

– Na minha casa, que a propósito, é o lugar onde você vai ficar até se recuperar dessa cirurgia. – Justin diz. Diz não, avisa, anuncia, decreta.

– Eu já estou bem, passei três dias descansando. – dei de ombros simples.

– Isso não está em discussão, Allex. – meu pai fala calmamente – E agora vão. Preciso ir ao escritório. 

– Você não vai comigo? – choramingo. 

– Não posso. – afirma beijando minha testa e sai. Olho para Justin, impassível. 

– Ele está tão bravo que não quer nem ficar perto de mim?

– Não é nada disso, Val. – Jay afirma, porém não acredito – Anda, vamos.

E fomos. Justin abriu a porta do carro para mim – como sempre –, tomou seu assento no lugar do motorista e seguimos para a casa dele. Chegamos em questão de minutos, porém parecia ter sido uma eternidade devido ao silêncio incômodo. Justin estava muito, muito quieto. Não correu como um louco nas ruas, não ligou o rádio, não cantarolou ou batucou com os dedos, não me encheu o saco e não tocou em mim, em momento algum. Nem mesmo quando estacionou e abriu a porta me ajudando a sair, Justin falou algo. 

– Você está bem? – pergunto baixo. Ele me olha... Olha... Olha... E por fim só responde:

– Depois conversamos. 

E segue na frente. Me arrasto atrás notando já estar de noite com uma bela lua minguante no céu. Eu odeio as trocas de humor de Justin, ele é mais variado que as fases da lua. É irritante. Fora que é mais fácil lidar com ele quando está sendo um metido do caralho, do que quando ele está assim: Indefinido. Lhe dou uma olhadinha furtiva enquanto ele abre a porta da casa para mim. Assim que entro, Patricia e seus olhos marejados me atingem com tudo. Sorri, indo até ela e lhe abraçando – um longo, caloroso e receptivo abraço. 

– Me desculpe, querida – ela pede – Eu não te deixaria fazer isso por mim, se soubesse o que viria depois.

– Você não tem que se desculpar por nada. – afirmo sendo muito sincera – Eu faria novamente se preciso.

Me solto dela ao sentir algo agarrado na minha perna: Jaxon. Me abaixei para pega-lo no colo, porém Justin é mais rápido e o pega, levando-o para longe.

– Nada de peso. – diz autoritário. Reviro os olhos. 

Dou um beijo na bochecha do Jax e ele pega meu cabelo entre os dedos e fica mexendo como se fosse a coisa mais fascinante do mundo. Tive que rir. Logo Jazzy estava do meu lado, me cutucando. Olhei-a, e ela sorriu para mim.

– Sabia que agora você e a tia Pattie são mãe e filha? – pegunta para mim com um tom inocente. Franzo o cenho.

– Como assim? 

– Você deu para ela uma coisa que ninguém mais podia, um pedaço de você. Agora você está dentro dela como os bebês ficam dentro das mamães. – explicou sucinta me fazendo arregalar os olhos. Essa menina tem quantos anos mesmo?

Encaro Justin totalmente perdida, principalmente quando Jeremy veio até onde eu estava e me abraçou. A-BRA-ÇOU. Meu queixo foi ao chão e Jay deve ter percebido meu desconforto, porque logo me agarrou pelo cotovelo e me levou para o quarto na desculpa que eu tenho que descansar. Ah, qual é? Passei três dias dormindo depois da retirada do meu rim, se tem uma coisa que eu não deveria fazer, é descansar. Mas, por incrível que pareça, me sinto cansada.

Assim que entramos, vou logo tirando a roupa e ficando só de lingerie para dormir, porém algo me detém: a cicatriz. Cato a camisa de volta e visto rápido. Sinto os olhos de Justin em mim, então sento cuidadosamente na cama e faço o que sei de melhor: desviar. 

– Você não está bem, Jay. Calado e cansado. O que houve? 

– Você quer que eu enumere por ordem cronológica, ou alfabética os acontecimentos? – pergunta com as sobrancelhas arqueadas – Bem, deixe-me lembrar de três dias atrás. Eu estava na empresa quando Patricia me ligou. Estranhei, porque, pelo o que sei, em SPA's não são permitidos celulares, e atendi, já sabendo que tinha algo errado. Sabe o que eu ouvi do outro lado da linha? – ele pergunta quase me furando com os olhos e eu nego com a cabeça – Eu ouvi os soluços da minha mãe contando que tinha acabado de acordar de uma cirurgia, e que você não iria acordar. – arregalo os olhos – Minha única pergunta é: o que você tinha na cabeça, Allex?

– Nada... – digo num fio de voz dando de ombros.

– Exato. Você não tem porra de nada na cabeça mesmo. Como você mente para todo mundo e se interna num hospital para doar o caralho do rim? 

– Meu plano era simples: eu ia, dava o rim, nós voltávamos no dia seguinte e ninguém precisava saber de nada. – dei de ombros.

– Só não contava com o fato da sua má alimentação complicar a cirurgia e quase te matar. 

– Não exagere, Justin. 

– Diga isso aos três dias que você passou desacordada. – rebate com raiva me fazendo sentir como uma criança insolente. Merda! 

– Eu sei, não vou fazer de novo. 

– Claro que não vai. Nem que eu tenha que te algemar à mim, Allex, eu vou saber de cada passo seu. 

– Foi uma coisa urgente, a sua mãe estava morrendo! 

– E por isso você se mata também? 

– Eu só queria ajudar, Justin.

– É, porque morta, você realmente ajuda muito! – fala alto, irritado. 

– Quer saber? Que se foda! – peguei minha calça, vesti e fui saindo em direção a porta. Não tenho paciência para isso. 

– VOLTA AQUI, CARALHO! – grita revoltado me puxando para trás.

– PARA QUE, PORRA? – me solto com raiva – A GENTE SÓ SABE BRIGAR! 

– AO MENOS VOCÊ ESTÁ AQUI, NÃO VAI EMBORA COMO TODO MUNDO!

Dito isso, Justin arregala os olhos como se tivesse acabado de notar que falou algo proibido. Não sei por quê. Na verdade, eu sei: porque eu entendi a comparação. Ao menos eu não o abandono ou não o deixo de lado, como Jeremy e Pattie fizeram anos atrás. É esse o problema, e acho que ele sabe disso. A sinceridade de Justin me desarma sempre, me deixa sem palavras. Então, sem falar mais nada, eu suspiro exasperada e volto, me jogando na cama.

– Eu odeio você. Pra caralho. – murmuro e em seguida Jay sorri abertamente. Viado ruim. Ele sabe que esse sorriso me tira ar.

– É a declaração mais linda que ouvi.

– Você já ouviu muitas por acaso? – pergunto curiosa. Justin não é o tipo de cara que fica tempo o sufiente com uma garota para ela dizer que o ama.

– Gemidos contam? – ele questiona e parece estar realmente intrigado. 

Deus do céu. 

– Não, Justin, gemidos não contam.

– Ah... – parece decepcionado, mas logo dá de ombros – Então eu acho que não. 

Suspiro. Vai ser idiota assim na puta que pariu. Meio irritada ainda, tiro a calça e volto a me deitar na cama. 

– A propósito, quando eu voltar para casa, que desculpa devo dar? 

– Não precisa dizer nada para as suas amigas, eu já disse. 

– O que você falou?

– A mesma merda que você me disse: SPA. – ele revirou os olhos.

– E elas acreditaram? 

– Claro que sim, me adoram. – diz, todo convencido, enquanto tira a roupa ficando só de boxer. Dessa vez, sou eu quem revira os olhos.

– Liga o ar, estou com calor. – peço, enquanto me ajeito entre as cobertas.

– Tira a blusa, ué. – diz simples vindo na minha direção. Nego rápido com a cabeça. Ele pega o controle do ar condicionado e vem para o meu lado – Por que não?

– Porque eu não quero. – tento dar de ombros relaxadamente.

– Val...

– Jay... 

– É mais uma cicatriz, não é? – pergunta certeiro. 

Eu não respondo, apenas fico o encarando. Como ele sabe? Merda, eu disse algo relativo? Rapidamente Justin está em cima de mim, tirando a blusa dele do meu corpo. Suspiro me encolhendo. Eu gosto de mim, mas gostaria de ser melhor. Não melhor para o Justin, ou para qualquer pessoa, melhor para mim. Quem você quer enganar, Allexandra?  Ok, tudo bem, o Bieber tem uma parcela de culpa nisso. Mas, é que ele é bom em tudo, só come as gostosas, e está aqui, dividindo a cama comigo. Inacreditável.

O encaro. Jay está sentado nas minhas pernas para me imobilizar e com a blusa nas mãos. Franze o cenho para o meu corpo encolhido e joga a camisa em qualquer canto. Ele pega meus pulsos com uma mão só, colocando meus braços acima da cabeça, obrigando-me a esticar meu corpo. Bufo irritada ficando vermelha de raiva e de vergonha. Justin parece me estudar, seu olhar sobre mim, é como se me analisasse. E parece que ele enxerga mais do que deveria. É assustador. Me sinto mais exposta do que se estivesse nua e aberta diante dele.

– Dá para me soltar? – rosno impaciente. 

– Eu também tenho marcas, Allex. Mais do que você possa imaginar, ver, ou contar. – afirma sem tirar os olhos dos meus.

Eu já notei as diversas marcas de tiros, facadas, brigas e outras coisas. A maioria são nas costas, porém tem algumas na barriga também, e outras as tatuagens cobrem. São adoráveis essas marcas, eu adoro cada cicatriz dele. Idiota? Muito! Mas eu sempre tive um fascínio por tatuagens, cicatrizes, e qualquer coisa que marca. Por isso que nunca nem tentei me livrar das minhas, quero-as aqui para me lembrar o quão fraca eu fui, e nojenta sou. Mas voltando a Jay, também já notei as marcas internas. No galpão ele me contou muita coisa, embora não toque mais no assunto.

Voltei a encarar Justin que ainda me olhava atentamente. Franzi o cenho quando ele se esticou e beijou meus pulsos sem os soltar. Meus pelos eriçaram. Merda! Ainda sem me soltar, Justin se abaixa beijando as cicatrizes abaixo do meus seios. Respiro fundo. Sua boca segue caminho para a outra cicatriz, a mais recente. Me remexi desconfortável e o senti apertar meus pulsos com a mão, demonstrando que me queria quieta. Ele deu beijos por toda extensão da marca enquanto eu me remexia incomodada. 

– Obrigada por isso – ergueu seu olhar encontrando o meu – Você salvou a vida da minha mãe. 

– Não me agradeça, não fiz um favor – rebato – E mesmo se fosse, não fiz por você, fiz pela Pattie. Ela é o tipo de pessoa para qual eu doaria meus dois rins se fosse necessário. Ela é o tipo de pessoa que merece uma segunda chance, Justin. – finalizo o encarando e implorando silenciosamente para que ele dê uma segunda chance à mãe.

– Sabia que ela vai embora amanhã? – pergunta me pegando de surpresa. Tão cedo? – Ela sempre foi assim, Allex. Eles sempre foram. Vem quando precisam de algo e quando conseguem, se vão. Simples assim. 

– E o que você sente com relação a isso? 

– Eu só me importo com a segurança dos meus irmãos. Quanto mais longe de mim estiverem, mais seguros ficam. – tento falar algo, mas Justin já cola sua boca na minha, impedindo meu raciocínio. Lentamente ele desce raspando os dentes no meu queixo, colo, beija minha barriga e murmura: – Primeiro, eu vou comer você, depois você come. 

Me remexi, inquieta e atordoada por estar presa. E ansiosa. Ah, ansiosa eu estou. Passei no mínimo três dias sem foder. Ansiosa é a palavra que define.

– Eu não estou com fome. – digo, porque realmente não estou.

– Não foi uma pergunta. 

– Até parece. Vai empurrar comida na minha goela agora por acaso? – pergunto em deboche.

Rapidamente Justin está sentado nos meus seios, com um joelho abaixo de cada axila minha. Nú. NÚ! Quando foi que ele tirou a boxer, não sei, mas lá estava ele, com o pau duro bem na minha cara me fazendo salivar.

– Tem razão, agora eu vou empurrar outra coisa na sua goela abaixo. – diz com uma voz rouca. Provavelmente de tesão. Mordo os lábios e sorrio. É isso que eu quero.

– Você vai me soltar? – pergunto bancando a santa. 

– Depende... Você sabe ser uma boa garota? – questiona cerrando os olhos. 

Sorrio, pronta para entrar no jogo. Levantei a cabeça e passei a língua suavemente pela cabeça do seu pênis. Justin aperta mais meus pulsos. 

– Isso responde a sua pergunta? – questiono baixinho tomada pela lascívia.

– Não, não responde. – respira fundo e me olha, impassível – Você não vai fazer nada do tipo, ok? Nunca mais. – ele exige e eu franzo o cenho – Nada de cirurgias, nada de não comer. Envelheci dez anos, e tive uns cem enfartos nesses três dias, Allex. Eu não estou brincando com você.

Seus olhos nos meus são intensos. Ele está falando sério, muito sério. Só o vi falando com essa profundidade na noite em que me mandou embora e não foi legal. Respirei fundo, pronta para desviar, mas antes tenho que confortá-lo:

– Serei uma boa garota. – garanto, mesmo sabendo que é mentira. 

Pude vê-lo suspirar. Aliviado. É exatamente assim que o coitado se sente. Sem pensar em mais nada, levantei minha cabeça e o tomei de vez, quase que por inteiro na minha boca. Justin gemeu baixinho jogando a cabeça para trás. Logo depois ele se retira de vez e fica me encarando, provavelmente pensando se estou o destraindo. Espero que não perceba, porque é exatamente isso que estou tentando fazer. Como jogada final, passo a língua nos lábios e mordo inferior. Ele não aguenta e se impulsiona para frente. Recebo sua cabeça entre os lábios e círculo a glande com a língua, delicadamente. A cada momento faço uma abordagem diferente, a ideia é deixá-lo louco. Justin treme com força e eu adoro fazer isso com ele. Amo instigar esses sons roucos, baixos e gostosos na sua boca e essas reações no seu corpo. 

Espero que projete mais o quadril para frente, porém não o faz. Está se esforçando. Posso sentir a tensão passando dele para mim através do nosso contato. Posso sentir seu quadril tremer de leve diante de mim. Acabo com a tortura e o pego quase que por inteiro na boca até senti-lo no fundo da garganta. O ruído que ele deixa escapar quando me afasto, dou mais uma lambida e o chupo outra vez, me enche de confiança e satisfação. 

Rápido demais, Jay sai da minha boca, e segue beijando meu corpo. Fico tensa, mas dou um jeito de disfarçar, porque sei que se eu demonstrar, Justin vai insistir nisso. Não quero que me toque, quero que me tome.

– Não quero preliminares, quero que me foda.

– Te foder? Não seria transar?

Ri com escárnio. Só falta agora ele vir com a palhaçada de fazer amor. Sinto o olhar de Justin sobre mim e noto que é exatamente aí que ele quer chegar. Merda, preciso desviar.

– Não, nada de transar. Você vai me comer como quiser: forte, duro, rápido.

– E você vai gozar como a boa puta que é.

Concordei mordendo os lábios. Rapidamente com a mão que não estava me prendendo, Justin tirou minha calcinha.

– Como você está? 

– Quente. Você? 

– Estou perguntando com relação à cirurgia, Val – reviro os olhos – Como o seu corpo está?

– Sedento. Tive três dias para me recuperar fisicamente, Bieber, estou mais do que pronta.

Dito isso, ele veio passando a mão livre por mim, como se não quisesse nada. Acariciou meus seios e eu me arqueei na cama num pedido silêncioso. Ele entendeu e foi logo tirando meu sutiã. O que eu não contava, era que Justin o usasse para prender as minhas mãos acima da cabeça, fazendo com que meus seios ficassem mais empinados na sua direção. Aproveitando-se disso, ele desce os a boca roçando os dentes, e a barba sem fazer naquela pele sensível. É delicioso.

– Já falei e só vou repetir dessa vez: eu não posso nem pensar na possibilidade de nunca mais te tocar, ok? – murmura com os lábios na minha pele. Chupa um seio duro, deixando-o mais duro ainda, quase dolorido e, lentamente parte para o outro – Você só pode morrer quando chegar a hora, Val, não ouse adiantar o processo. 

Franzo o cenho para a afirmação, mas não me prendo a detalhes. Me remexo inquieta e reclamo por estar presa. Eu quero foder! Justin percebe minha agonia e desce os dedos pela minha intimidade. Gemi baixo quando um deles entrou, me alargando. Instintivamente empurrei meus quadris para frente de encontro a sua mão. O ouço rir baixo enquanto retira o dedo. 

– Molhadinha para mim, Val? Que gentil – zomba enquanto põe o dedo que antes estava em mim na boca. Ele faz isso lentamente e sem tirar os olhos dos meus. Filho da puta. Justin já percebeu o quanto isso me excita – Mas não está completa ainda. Cadê o seu colar? 

– Por que isso soa como "cadê a sua coleira"? – pergunto com a sobrancelha arqueada. Ele sorri, afetado – Está dentro da minha mochila. A roxa que estava no hospital com as roupas. 

Ele maneia com a cabeça e sai de cima de mim. Completa e gloriosamente nu, levanta – me deixando ainda amarrada, nua e aberta na cama –, e vai até a mochila o pegando. Rapidamente volta, levanta meu tronco colocando o colar em mim, e depois me deita de volta. Jay fica me olhando, admirando o trabalho feito.

– Pronto, agora sim... Minha. 

– Me solta e me coma – digo – Agora.

– Você só pode escolher um. – Justin diz, me encarando com os olhos pesados de tesão. Olhei para o seu pau duro e sorri, entrando o jogo.

– Então e escolho que me solte. – falo certa.

Ele me olha por um tempo, provavelmente questionando-se mentalmente se foi isso mesmo que eu disse. Arqueei a sobrancelha, sugestiva. Justin fecha a cara e solta meus braços muito a contra gosto. Eu ainda me pergunto: como caralhos ele conseguiu me amarrar com um mísero sutiã? Não sei, a única coisa que sei, é que terei de ter mais cuidado com as minhas próprias lingeries. 

Com as mãos e braços livres, começo a passear meus dedos pela sua barriga, já que ele ainda está montado em cima de mim. Posso vê-lo reprimir o sorriso. Justin nega com a cabeça e escorrega para o lado se deitando na cama de barriga para cima bem satisfeito. Porra. O encarei irritada e fui descendo o olhar pelo seu peitoral, barriga, pelos púbicos e finalmente seu pênis maravilhosamente ereto. Salivei. Merda! Respiro fundo pensando no que fazer. 

Ele quer jogar, não é?  

Solenemente aproveito do fato de estar nua e aberta numa cama, e começo a roçar meus dedos pelo meu próprio corpo. Faço-os passear pelo meus seios e me remexo com isso. Não encaro Justin, sei que ele está assitindo. Rodeio lentamente cada mamilo e vou descendo pela barriga mais lentamente ainda. Quando chega na minha vagina, dou um gemido estrangulado. 

É questão de segundos. Minha mão é arrancada da minha boceta, Justin dá um tapa nela e rosna prendendo meus braços novamente. Tenho vontade de rir. Ele pode me prender e amarrar o quanto quiser, ainda assim, serei eu à comandar a porra toda. Será que o Jay realmente não percebe?

– Eu estou bem do seu lado, você não precisa e você não vai se tocar – rugiu – Estamos entendidos, Allex? – não respondo pelo simples fato da provocação, apenas sorrio satisfeita por conseguir o que quero. Não disse? Eu mando – Estou tentando pegar leve com você.

– Quem disse que quero que pegue leve?

– Você é recém-operada, porra. 

– Se você se referir à essa maldita cirurgia mais uma vez eu juro que fecho as pernas e você nunca mais me toca. – digo exigente. Já está me irritando esse mimimi.

– Filha da puta. – bradou.

Num segundo só, Justin me pega pela cintura como se eu passasse gramas, e me vira de quatro, dando um belo tapa na minha bunda. Rugi, satisfeita. Melhor um sexo selvagem do que essa palhaçada de fazer amor. Me apoiei nos cotovelos, empinei pedindo por mais, e ele deu.

– Você é uma puta convencida e atrevida do caralho, sabia? – diz entre as bofetadas – Não tem vergonha da própria maldade? 

– Não, nem um pouco. – respondo bem sincera. 

O ouço rir pelo nariz. Justin bate de novo, muito duro e eu tenho algo que acho que é um mini-orgasmo, embora minha cabeça e meu corpo estejam tão embaralhados que eu nem sei o que é. Seus dedos vão para o meu clitóris e enquanto me espanca com uma mão, me estimula com outra. Caralho, isso é bom... Sempre fui meio masoquista, e isso aqui para mim é perfeito.

Estou me contorcendo por inteiro, arrancando os lençóis com os dedos dos pés, puxando com as mãos... Mas Justin ainda está se controlando e ainda me bate. Tenho a sensação de que a minha bunda está inchada, enorme e se transformou num fluorescente vermelho. Um calor incendiário que está se espalhando pelo meu sexo, me fazendo tremer. De repente, eu quero mais. Eu quero ele, preciso de Justin dentro de mim. Me sinto vazia. Os dedos dele – apesar de enormes –, não me fazem sentir cheia. Me contorço e me esquivo tentando me defender, virando minha cabeça para ele. 

– Me foda. – é tudo o que eu consigo dizer com a minha boca seca. E não é um pedido, é uma ordem.

– Como quiser. 

Em seguida, eu só sinto. Suas mãos se moveram para minhas costas, subindo por meus ombros indo para meus seios para circular meus mamilos. Justin deu um puxão forte em cada um deles. Suas mãos voltaram ao ponto onde eu pulsava por ele, e desceu um dedo ali, levemente. Me remexi, impaciente. Ele entendeu. Rapidamente suas mãos vieram a minha cabeça, onde Jay enrolou meus cabelos no pulso. A ereção se apertava dentro de mim enquanto ele puxava meu cabelo para trás. A sensação deliciosa de ser preenchida foi demasiada, combinada com o puxão forte na minha cabeça... Soltei um gemido de prazer. Eu realmente devo ser doente, por gostar de tanta agressividade assim. 

Jay tirou e meteu de novo com uma investida mais forte dos quadris e um puxão rápido no cabelo. Repetidas vezes. Como eu estava de quatro, automaticamente ficava mais apertada, sentindo cada centímetro dele, e a cada impulso, o forçava mais para dentro e empurrava meus joelhos no colchão. Agarrei os lençóis e balancei os quadris para cima e para trás para encontrá-lo. Jay gemeu, baixo, rouco, daquele jeito que me faz entrar em combustão. O formigamento familiar do orgasmo iminente cresceu e meu corpo gritava com a sua intensidade. Ou talvez tenha sido eu mesma, não sei, mas também não me importo. Justin deu uma última investida e eu gritei, torcendo os dedos no lençol com a potência do meu orgasmo. Ele me acompanhou rapidamente, gozando dentro de mim com um grunhido. Caí na cama, ofegante. Justin se retirou de mim, e caiu ao meu lado, desamarrando o sutiã das minhas mãos. Respiro fundo. Cem segundos depois, bateram na porta. 

– Bem a tempo. – diz ele, já levantando e vestindo algo. 

Não assimilo nada, nem sei quem está na porta, parece que ainda estou flutuando. Como eu passei três dias sem foder? Na verdade, não fodemos desde que Pattie apareceu aqui, então são no mínimo uns cinco dias. Caramba, tudo isso? 

– Anda, senta na cama – ouço Justin. Continuo com os olhos fechados – Para de se fingir de morta, Allex. 

– Putaria essa sua, hein? – resmungo me movendo. Fico de quatro e sento sobre os calcanhares – O que é?

Olho para Justin. Ele está de boxer azul com uma bandeja na mão. Não, não e não. Encaro-o quase chorando. Não sei se passa algo pelo meu estômago. Ele suspira, pondo a bandeja na enorme cama e olha para as minhas mãos com o cenho franzido. Acompanho o olhar, vendo minhas mãos entre os lençóis... Rasgados? Puta que pariu, eu rasguei os lençóis? 

– Não passaram no teste de qualidade – digo, tirando os pedaços de pano, que agora é lixo, dos meus dedos. Olho para um Justin abismado e, apontando, para a bandeja, mudo de assunto: – O que tem aí?

– Bem, isso com certeza vai dar algo a Rose para pensar – mordo o lábio tentando não corar – Enfim – ele solta o ar e vem com a bandeja para cima de mim – É iogurte. Pattie quem fez. Está bem cremoso e com os pedaços de morango que você gosta. – vejo ele me estender uma colher, esperançoso. 

Respiro fundo. É iogurte, e a Pattie quem fez. Para mim. É, vamos lá. Pego a tigela, a colher e começo a comer. Está delicioso, porém mesmo assim, prefiro não comer nada. Como colher por colher, sendo meticulosamente assistida. Quando acabo, Justin o pega das minhas mãos e me faz deitar. Aceito de bom grado. Me sinto cansada, cheia, empanturrada, e para completar essa cicatriz coça.

– Que horas são? – pergunto perdida. 

– Tarde da noite. – ele responde – Durma, descanse. Amanhã sua vida volta ao normal. Bem, se é que isso é possível. 

– Você me trata como uma criança – assinalo. Ele faz careta e nega com a cabeça – Eu me sinto como uma criança. É irritante. 

– Não é a minha intenção, mas, não posso fazer nada se você age como uma.

– O que você fez nos meus três dias de sono? – questiono curiosa. O vejo arregalar levemente os olhos e se remexer desconfortável na cama.

– Fiquei puto, te olhando dormir. E se você morresse? Eu só pensava em te caçar no inferno e fazer você voltar à vida, para que eu possa terminar as coisas do meu jeito. – diz irritado – Você tem essa mania filha da puta de querer estragar o que planejo.

– Quem mais sabe? Que eu... Você sabe... Estava no hospital.

– Meus pais e o seu pai, só – suspiro aliviada – Por quê?

– Não quero que ninguém saiba. Nem meus amigos, nem seus amigos. A ideia inicial era só para que eu e sua mãe soubéssemos. 

– Plano fracassado. – implica.

– Da próxima vez, faço direito. – rebato. Rapidamente Jay se vira totalmente para me encarar.

– Não vai haver a porra de uma próxima vez. – ele rosna, eu suspiro. 

É verdade, até porque eu não aguentaria outra cirurgia. Enfrentei muita coisa para passar por essa. Pedi para ser sedada e anestesiada, mas, mesmo assim, eu sei que bisturis me cortaram e agulhas me adentraram. Não posso passar por isso de novo. 

– Estou com sono. – coço os olhos, mudando de assunto. 

– Pronto, vem aqui. – e assim fiz. Me aconcheguei em Justin e respirei fundo fechando os olhos, em pouco tempo senti a paz reinar, e ele sussurrar: – Boa garota. Minha garota.

 

 

Eu gosto de como seus olhos complementam seus cabelos

O jeito que seus jeans ficam me fazem te encarar

Prometo, eu ficarei aqui para sempre, eu juro

Me ame como você faz.

 

 


Notas Finais


Não comento sobre esa fofura desmedida. Minha cota de ilusão já se esgotou.

Enfim


Vou postar outro no fds, para compensar a demora e porque nesse tem pouca coisa.

Bjubju suas lindas. Até o próximo.


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