História No Rule, No Fear - Capítulo 68


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens AnnaSophia Robb, Britt Robertson, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Ian Somerhalder, Jaden Smith, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jena Malone, Jeremy Bieber, Joseph Morgan, Justin Bieber, Logan Lerman, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Ação, Adolescente, Álcool, Aventura Annasophia Robb, Britt Robertson, Colegial, Comedia, Criminal, Crossover, Drama, Drogas, Eu Sei, Eu Sou Diva, Faculdade, Fanfic, Fear, Ficção, Ian Somerhalder, Joseph Morgan, Justin Bieber, Novela Ryan Butler, Policial, Romace, Romance, Rule, Taylor Warren, Tragedia, Vida Dupla, Violencia
Exibições 370
Palavras 5.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooiiin viaaadaaaas!!!

Na capa as rangers e a Allex com a Terry (vocês entenderão quando lerem)

Tradução do título "é demais para você?"

Nada p falar, apenas quero sentar a mão na cara da Lailla Gessika porque ela merece.

Bjubju meus amores, até depois. <3

Capítulo 68 - It's so much for you?


Fanfic / Fanfiction No Rule, No Fear - Capítulo 68 - It's so much for you?

Pov's Allex

– Sério que você vai com essa roupa? – Izzy pergunta pela milésima vez e eu apenas concordei.

– Porque ultimamente você têm se vestido melhor? – Luna questiona – Sainhas, bolsas, sapatilhas... Tentamos a anos fazer você usar, e do nada...

– É o Justin? 

– Jesus Cristo! Não, Isabelle. 

– E porquê então?

– Simplesmente acho melhor assim. Eu vou em novos lugares, ando com novas pessoas... – dei de ombros – Enfim, vamos?

– Vamos!

Saímos as três de casa rumo a mansão dos Beadles. Por mais que eu quisesse levar Jheniffer para uma festa, essa não seria apropriada. Fora que, o Chris não gosta da Caitlin envolvida com nada da Máfia e tecnicamente, Jheniffer tem a ver com a Máfia, então... 

Estacionei do lado de fora mesmo, porque o jardim está cheio de mesas com bebibas e coisas do tipo. Olho para lado me deparando com uma Range Rover toda branca com detalhes em rosa. Ri, pensando o quanto Caitlin é louca, mas quando olho a placa da mesma...

– CAITLIN BEADLES, APAREÇA AQUI AGORA OU EU VOU ARRANCAR FORA SEU CLITÓRIS! – grito puta da vida e, segundos depois, tanto ela quanto Christian vem ao meu encontro no jardim.

– Que foi, Allex?

– O que você fez com o meu carro? – pergunto quase chorando e aponto para a Range. Chris começa a rir.

– Eu customizei, ué. Você disse que podia...

– Dentre todas as cores do mundo, você tinha que colocar rosa, Caitlin? Pelo amor de Deus! – Chris continua a rir e eu me viro apontando para o mesmo: – Se você não parar de rir, corto seu pau fora. 

– Opa, estou calado – diz, tentando suprimir o riso – Mas você não vai querer o carro assim? 

– O quê? Não! – berrei.

– E se eu der um jeito? 

– Faria isso? – perguntei me acalmando e o mesmo balançou a cabeça concordando. O abracei – Valeu, Chris. 

Ele riu, e bagunçou meu cabelo trançado. Segui com as meninas para dentro podendo ouvir o barulho estourar meus tímpanos. Caitlin me arrastou para o bar, me oferecendo bebida como forma de selar a paz. Tive que aceitar.

– O Justin não vem? – ela perguntou inocentemente olhando em volta. Luna e Izzy me fuzilaram feio. 

– O que é, porra? – me irrito – Saiam de mim.

– Ué, gente, o que houve? 

– Pergunta para a Allexandra, Caitlin – Izzy provoca – Aposto que ela vai ter uma boa resposta para isso.

Mandei um belo dedo do meio para ela. Caitlin me encarou atenta. 

– Você fez merda. – constata.

– Deus do céu, porque sou eu quem tenho sempre que fazer uma merda?

– Mas você fez.

– Não, Caitlin, não fiz. Mas que porra! 

– Ela deu para outro cara. – Isabelle solta. 

– Puta que pariu, não! – Caitlin está incrédula. Sem mais nem menos ela puxa meu braço e me arrasta para um banheiro ali, longe de todo barulho.

– Qual o seu problema? – pergunto esfregando meu braço. Caitlin é meio viciada em academia, o que resulta numa força escrota, mesmo em simples gestos. 

– Eu que pergunto: qual o seu problema? Pelo amor de Deus, Allex, diz que você não transou com outra pessoa.

– Transei mesmo. Uma das melhores fodas da minha vida, se você quer saber.

– Não, mano. – ela tapa o rosto com as mãos e começa a rodar pelo banheiro – O Justin deve estar morto. 

Fiquei atenta com as palavras.

– Como assim?

– Você e sua capacidade recordista de foder as coisas – ela responde com raiva – Para quem foi que você deu?

– Khalil. 

– Se ele não fosse me matar depois, eu juro que matava você.

– O que é que é, hein, Caitlin? Está reclamando de quê? Vai lá e consola, porra. – respondo irada, querendo sair do banheiro. Ela me impede. 

– Você fez como ela, Allex. Pela segunda vez eu assisti alguém pisar no meu amigo. 

– Não me compare com ninguém – rosno – E quem é "ela"? 

– Se você não quisesse ser comparada, mantinha suas pernas fechadas e fazia diferente, mas não, você tinha que o trair exatamente como a Bárbara fez.  

– Merda, Caitlin, quem é Bárbara? 

– Senta aí – apontou para a privada – Vou contar uma coisinha secreta e te deixar refletindo. – sentei, sabendo se tratar de algo sério – Justin namorou a Bárbara na faculdade. Uma menina boazinha, que acabou ficando mais dura depois da convivência com ele. Não vou defendê-lo, Allex. Naquela época, Justin era mais novo, imaturo, inconsequente e aprontava pra caralho, mas porra, ele amou a Bárbara de verdade – arregalo os olhos não conseguindo imaginar – Mas sabe como ela retribuiu? Do mesmo jeito que você: dando para outro cara e deixando o Justin na merda. 

– Não namoramos, Caitlin. Não temos um compromisso.

– Porque você não quer! Allexandra, obviamente existe algo entre vocês, por favor! Me fala, quando ele não foi legal? Quando ele não demonstrou interesse em algo a mais? – diz, ficando vermelha – Agora pensa: você fez ou não fez merda? Exatamente como ela.

Dito isso, Caitlin sai do banheiro me deixando sozinha e pensativa. Senti meus olhos arderem. Imaginar um Justin traído e magoado me quebra em mil. Respirei fundo, meio bamba e abri a porta saindo dali. Hoje é dia de festa, não posso pensar nisso. Não agora.

 

Pov's Justin

Estava no escritório de casa revisando uns contratos da empresa, mas joguei para o lado irritado, quando ela me veio na mente. Depois da minha conversa com a Allex, tinha certeza que se tivesse feito psicologia também seria um profissional bem sucedido. Principalmente no quesito mente feminina. Eu vou ter o quero, e não medirei esforços para isso.

Meu celular vibra com a chegada de uma mensagem. Abro, notando ser de Ryan e já começo a ficar vermelho de ódio. "Ela está se divertindo. Você não" Era a frase que vinha junto com a foto da Allexandra, rindo de algo com uma garota bem perto. Ela estava com taças de champanhe na mão, um vestido preto e o cabelo trançado. Merda, essa puta realmente foi para a festa da Caitlin. Caralho, por quê? O meu desprezo foi sensacional. A Marrentinha ficou literalmente muda, quando eu disse que não queria nada que me fizesse lembrá-la. Ponto para mim! É só questão de tempo para sentir o gosto daquela boceta novamente. Só de pensar nisso senti algo endurecer mais embaixo. Foco, Bieber, ela virá até você.  Penso em ir ou não nessa festa. Ignorar Allexandra Valentina também faz parte dessa operação, mas, ignorá-la com ela por perto... Hum, parece mil vezes melhor. 

 

Pov's Allex

Estava de boas com Terry – uma garota que conheci aqui na festa –, quando do nada, ela passa fixamente a olhar algo, e exclama:

– Meu Deus do céu! – franzi o cenho e me virei, procurando atrás de mim – Esse homem deveria ser proibido de sair assim. 

Quase pergunto o que é, mas quando meus olhos batem em Justin, não preciso perguntar mais nada. Calça jeans preta, camisa branca e a porra de uma jaqueta de couro por cima. Supras pretos. DEUS DO CÉU! Minha respiração ficou desregulada. Eu não queria falar com o Justin, na verdade, eu só queria esquecer que ele existe. Mas parece que Deus tem outros planos. Obrigada por isso, porra.

– Allex? Está tudo bem? 

Vi Justin me encontrar no meio das pessoas. Ele só me olhou de cima abaixo, fez uma cara desprezo, e voltou a atenção para a ruiva gostosa ao seu lado. Suspirei me virando para Terry. 

– Aham. Só estava dando uma geral no lugar. 

– Quem é aquele cara da jaqueta de couro? – pergunta animada. Terry é nova aqui no bairro da Caitlin, por isso ela não conhece nada, nem ninguém.

– Justin Bieber. – respondi simples desviando os olhos, e bebi um pouco da minha champanhe.

– Como assim você fala nessa calma toda? – a encaro dando de ombros – Já pegou não foi?

Olhei para a minha bebida e forcei um sorriso de lado.

– É, algo do tipo. 

Conversarmos mais sobre várias coisas e Terry se levantou para fazer alguma coisa. Eu não estava sendo um poço de atenção naquela noite. Saí do sofá olhando para frente – não queria olhar para os lados e ver certo alguém. Caitlin e Isabelle estavam na caçada, Luna foi atrás de Ryan, ou seja, estou só.

– Uma dose de tequila, por favor. – eu sei que não posso beber, e não bebo faz tempo, só uma champanhe de leve mesmo, mas não vou aguentar passar essa noite sóbria. Não mesmo.

Duas mulheres apareceram ao meu lado, e meu corpo enrijeceu ao notar ser a mesma ruiva que estava com Justin a um tempo atrás.

– Ai, eu nem acredito que vou para a casa do Justin Bieber. – disse com uma voz irritante e começou a contar o que estava planejando para a noite. Sério, essa mulher tinha a pior voz que já ouvi. Imagina esse diabo gemendo? 

Wow, espera, ela disse casa? Casa? Residência? Moradia? Filho da puta...

– Ele é tão gostoso...

– Tequila dupla! – pedi ao barman, que me olhou como se não acreditasse, mas fez o que eu pedi. Assim que virei o copo, olhei e sorri falsamente: – Olá, meninas. – e pelo visto elas acreditaram, já que responderam – Eu acabei ouvindo a conversa de vocês e queria contar uma coisa, mas... Deixa para lá.

– Ah, não. Por favor, conta. – a loura pediu. 

– É, agora queremos saber. – a ruiva diz e eu mordi o labio para não sorrir. Curiosidase feminina é uma porra.

– É que eu sou enfermeira e não te aconselharia a ficar com o Bieber – ela me olhou incrédula, mas continuei: – Ele está com um probleminha nas partes baixas. – indiquei com a mão o meio das pernas e elas arregalaram os olhos. 

– Mentira! – a loura exclamou. 

– É verdade. – confirmei – Ele está com gonorreia. – disse baixinho para ninguem mais ouvir.

– Ai! Que nojo! – elas responderam, olharam para Justin e foram na direção oposta. Não consegui segurar, ri descontroladamente me virando para a saída.

– Que porra você fez, sua puta? – senti meu braço sendo puxado e, quando levantei o rosto me recuperando, novamente fiquei fora de órbita. 

Justin estava tão perto de mim, que eu poderia sentir sua respiração no meu rosto. Não recuei. Graças aos saltos fiquei rente aos seus olhos e colei ainda mais nossos corpos. Sorri, me mexendo ao som da música. 

– Digamos que a partir de hoje – falei passando a língua de forma provocativa nos lábios – Seu amigo não terá a mesma fama.

Vi quando seus olhos desceram para a minha boca, e tudo que eu queria era beijá-lo até ficar tonta – o que não seria muito difícil, se tratando de Justin Drew Bieber –, mas me afastei o deixando praticamente salivando. Não sabia se era de raiva ou de tesão, porém não ficaria para descobrir.

 

Pov's Justin

– Bebida, senhor? – o barman perguntou. 

Eu estava parado olhando para filha da puta que rebolava na direção oposta chamando atenção para aquela bunda boa. Um vestido preto curto que só a desgraça, mal cobria a bunda. Meias também pretas que iam até o início da coxa e uns saltos muito bons. Mano, eu nem sabia se ela estava usando calcinha. Foda-se. Estava sexy pra caralho

– Senhor? – o cara ainda aguardava meu pedido.

– Veneno. – rosnei.

– Como? – perguntou sem entender porra de nada.

– Deixa para lá. – fiz um gesto com a mão. Estava pronto para me afastar, quando a ideia me veio a mente. Cheguei mais perto e me inclinei para o barman: – Você ouviu o que aquela garota estava conversando? – perguntei apontando para Allex. 

– A enfermeira? – questionou olhando para Valentina e babando na dança que ela estava fazendo. Cerrei os punhos e concordei – Ela estava conversando com uma ruiva e uma loura aqui, falando de um cara que estava com gonorreia. Esse não vai conseguir pegar aquelas duas mais não.

Todos os pelos se arrepiaram e imediatamente meu sangue ferveu. Dei um murro no balcão assustando todos a minha volta. Desgraçada e puta do caralho. Essa maldita me paga. 

Eu nem pretendia ficar com aquela ruiva. Gostosa sim, porém uma desgraça total. Mas quando eu vi a Allex com aquela roupa e aquela garota, fiz a besteira de dizer que a levaria para a minha casa. Estava pensando num jeito de me livrar da ruiva, mas claro que Allexandra fez isso por mim. Só o fato de dizer que eu... Que meu pau tinha... Ah! Merda da porra, eu não consigo nem imaginar. 

Puto de raiva, abri caminho entre as pessoas na minha frente. Algumas garotas se jogavam para mim, tentando ser minha próxima refeição, porém eu estava decidido a achá-la. Procurei Valentina em todos lugares e não encontrei. Passei próximo de Ryan e um grupo de pessoas com quem ele estava conversando. O puxei dali sem educação nenhuma. 

– Onde está a Allexandra? – perguntei direto. Ele abrou um sorrisinho irônico.

– Já vai correr atrás da Bárbara dois?

– Cala a porra da boca e me responda, Ryan.

– No banheiro com a Caitlin, caralho.

Rapidamente o deixei lá e marchei para o banheiro de baixo, passando por algumas pessoas. Vi Caitlin saindo e fui para a sua frente

– Cadê a Allex? 

– Lá dentro – ela apontou para o cômodo e colocou as mãos na cintura me encarando – Vê se vocês não quebram a casa. 

A ignorei e caminhei em passos largos para o banheiro. A porta estava entreaberta e de fora eu podia vê-la tocando o canto dos lábios olhando para o espelho. A puta estava empinada para frente com aquela bunda boa para a porta. Naquele momento eu senti meu pau acordar para a vida. É incrível como Valentina conseguia fazer isso, mesmo sem fazer nada. Não bati. Escancarei a porta vendo Allexandra dar um pulo assutada. Sorri internamente por tê-la pego desprevenida.

– Quer dizer que meu pau tem uma doença? – perguntei esperando que negasse, mas a filha da puta apenas deu de ombros com um sorriso de lua minguante. 

Ela se encostou na bancada e analisou meu corpo com os olhos brilhando de uma forma já bem conhecida por mim. Deu de ombros novamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Allexandra estava jogando, isso é óbvio. Ela estava esperando minha reação à sua confissão. Mas, ao invés disso, coloquei minha máscara de impassível, cruzei os braços e me sentei na privada.

– Estou esperando você explicar. – disse sério. 

A vi vindo na minha direção e se ajoelhar na minha frente. Com uma habilidade absurda, Allexandra desobota minha calça rapidamente tirando meu pênis para fora. Ela lambe a palma da mão e é a coisa mais fodidamente sexy que já a vi fazer. Em seguida encera meu pau com a sua escorregadia e escaldante mão, segurando-o com firmeza. 

– Não tire os olhos de mim, Bieber – falou enquanto acariciava seu membro – Quero ver seus olhos enquanto eu te engulo inteiro e quero assistir sua reação quando seu pau tocar no fundo da minha garganta.

Porra

Do

Caralho

Eu não penso muito. Me empurro para frente e a vejo lamber da base à ponta, girando em torno do prepúcio, antes de o tomar totalmente em sua boca, tão profundo que sinto no fundo da sua garganta. 

Merda. 

Fecho os olhos, resmungo e a amaldiçoo. Quando Allexandra toma as minhas bolas nas mãos, rolando e puxando da mais deliciosa forma, eu tenho que colocar freios. A puxo pelos ombros e levanto de vez, junto com ela. Me encostei em seu corpo e minha mão direita viajou por baixo do seu vestido. Ofeguei ao sentir sua pele quente e macia. Ela tentou me beijar, mas virei a cabeça negando.

– Se vira. – ordenei, e Valentina não se fez de difícil. Ficou de frente ao espelho e de costas para mim.

Continuei acariciando a parte externa e depois interna da sua coxa, usando minha mão livre para forçá-la a se debruçar na bancada. O espelho ficou embaçado com a proximidade da sua respiração e eu, cada vez mais excitado, não via a hora de meter fundo dentro daquele corpo que eu realmente gostava de usar.

– Está esperando o quê? – murmurou implorando para que eu a tocasse. Ainda não tinha nem chegado no seu clitóris, e ela já estava descontrolada de tanto tesão. O espelho estava ajudando com isso.

Quando abri a boca para responder, ouvi batidas na porta.

– Está ocupado. – rosnei alto. Não deixei de tocá-la e aproveitei da sua distração para tirar sua calcinha levando meu dedo para o interior molhado.

– Porra! – gritou, e eu movimentei o dedo mais rapidamente. 

– Puta que pariu, tem mais gente aqui, só para vocês saberem. – era a voz de Caitlin e junto com ela, ouvi outras pessoas falando. 

Ignorei tudo me concentrando na mulher à minha frente. Estava toda molhada, com meu dedo deslizando por dentro dela com facilidade. Passei a língua nos lábios, atordoado. Porra, essa receptividade me deixa louco.

– Olha para o espelho, Valentina – mandei e ela obedeceu imediatamente. Sua bunda roça no meu pau, que implora por alívio – O que você vê? – puxei seu cabelo, fazendo com que sua cabeça inclinasse para trás e seu olhar encontrasse o meu. Pude ver o quanto nos desejávamos. 

– Você, Jay. – respondeu quase sem ar – Eu vejo você.

– Isso mesmo, Val – grudei minha boca no seu ouvido sussurrando – E sabe por quê? – ela balançou a cabeça negando enquanto eu a lambia no pescoço – Porque você é minha. Somente eu te como assim. – dei um tapa na sua bunda boa – Agora fecha a porra da boca. Nenhuma maldita palavra, ou todos que estão aqui, vão saber que estou te comendo no banheiro. Se você gritar, eu vou parar, entendeu? – ela acenou – Ótimo, agora eu vou te foder e você vai gozar, como a puta que é.

Allexandra se contorceu no meu dedo com a expectativa da promessa que eu fazia. Ela estava prestes a gozar, então eu parei, ouvindo um palavrão impaciente da parte dela.

– Não se preocupe, vou te dar o que você quer. – rodei os dedos, sentindo seu corpo tremer, e Allexandra gemer alto. Dei um tapa estalado na sua bunda – Silêncio, cachorra! Quer que todos saibam que meu pau vai tomar o lugar do meu dedo dentro dessa sua boceta molhada? 

Valentina não respondeu. Pelo espelho eu via sua boca abrindo em um gemido silêncioso, mas ela não conseguia falar. Seus olhos arregalados e o rosto corado denunciavam que ela estava próxima do seu limite. Como também não iria aguentar por muito tempo, eu flexionei os joelhos, a abri com as mãos, e coloquei meu pau em sua boceta.

Deslizei lentamente até preenchê-la completamente, enquanto minhas mãos seguravam seu quadril, e apertei forte sua carne, deixando que meus dedos a marcassem. Foi torturante chegar até o final, eu estava muito louco, desesperado. Quero possuí-la, mas também desejei que o tempo parasse naquele momento. Joguei a cabeça para trás e respirei fundo, buscando calma para continuar. Parei. Precisava recuperar minha sanidade, voltar a pensar antes que fizesse uma besteira.

– O que foi, Jay? – abri os olhos vendo Allexandra sorrir presunçosa pelo espelho. Ela sabia o que fazia e usava isso como arma – É demais para você?

Resolvi jogar com as mesmas cartas. 

– Não, só estava pensando se te deixo gozar, ou não. – saí quase completamente dela. Valentina já abria a boca para reclamar, quando eu voltei a penetrá-la com força. Seu corpo sacudiu com violência e ela arregalou os olhos, desviando o rosto, colando a bochecha no espelho – O que foi, Val? É demais para você? 

Mais uma vez a preenchi até o fundo e Allexandra se contorceu soltando um grito abafado pela mordida nos lábios. Estávamos sem dúvidas, dando um show para os convidados dessa festa.

– Porra, Bieber!  – ela gemeu o meu nome, me dando mais combustível para continuar. 

Aumentei mais a velocidade sem dar descanso para ela. Com uma das mãos, segurei seu pescoço restringindo o ar, observando pelo espelho. Uma visão maravilhosa: Valentina toda vermelha em minhas mãos, e meu pau entrando e saindo da sua boceta gostosa. Me sinto rei, dono, sabendo que até seu ar sou capaz de controlar. 

– Goza, vadia. – inclinei meu corpo alcançando seu ouvido e falando o que ela gosta de ouvir – Goza sua puta, goza no meu pau.

– Com força. – implorou com a voz entrecortada. 

Dei o que ela pediu. Não demorou muito para Valentina se contorcer e tentar fugir, mas fui implacável. Meu pau se enterrava nela com força, uma mão puxava o cabelo e a outra no seu clitóris. Senti o prazer me invadir, mas segurei por mais alguns segundos, para que ela chegasse primeiro. Quando sua boceta apertou meu pau, tive certeza que gozava. Allex mordeu o lábio abafando o grito e, com mais alguns movimentos, gozei forte dentro dela. 

Respirei fundo e logo me retirei, como se o contato queimasse. Ajeitei minha roupa e fui abrindo a porta. 

– Você queria ser fodida, então foi o que fiz – disse com desprezo a vendo na mesma posição – Então pare de ser ridícula, e espalhar mentiras sobre mim.

Mesmo meio mole, saí do banheiro indo até o bar, pegando um copo de vodka e virando em seguida. Puta quem pariu, eu estou morto. 

– Justin! Quanto tempo... – olhei para o meu lado vendo Valery. Porra do caralho, essa coisa enjoada não.

– Valery! – exclamo parecendo contente. Ela pode me ser útil hoje. Peço outra dose e caminho até um sofá ali, me sentando. Valery me segue.

– E então? Como anda a vida? Da última vez que te vi, estava puto por não ter conseguido uma garota.

– Eu sempre consigo o que quero, Valery. 

– Nossa, então quer dizer que você é do tipo implacável?

– Mais do que imagina. – respondo a encarando. Vejo Valentina sair do banheiro olhando para os lados. Corada, acabada, marcada e andando diferente. Porra, fodidamente perfeita.

– Mas então, você e ela... – não deixo Valery terminar de falar: a puxo pela nuca e beijo ali mesmo. Rapidamente ela se derrete e começa a se esfregar em mim, quase subindo no meu colo. Finalizei logo o beijo, mas sorri cínico ao vê-la meio aturdida.

– O que você ia falar mesmo?

 

Pov's Allex

Assim que saio do banheiro, meus olhos batem em Justin beijando uma garota bem no sofá onde eu estava antes com Terry. No fundo no fundo, eu achava que ele iria parar de cu doce comigo e voltar ao normal. Respiro fundo e dou de ombros. É melhor assim. 

– Hey, Allex, eu estava te procurando. – me viro vendo Chris sorrir para mim. Sorrio fraco de volta – Você está bem?

– Da última vez que você me perguntou isso a gente acabou se pegando encostados na Ranger. – relembro. Ele sorri abertamente e passa a língua nos lábios como se estivesse lembrando. 

– Por falar em Ranger... – Chris começa – Não quer ir ali fora comigo? É rapidinho.

Franzi o cenho estranhando, mas concordei com a cabeça precisando mesmo sair dali. Fomos andando para a saída e conversando besteira até chegarmos na rua. Do nada, Chris me estende umas chaves que reconheço ser da minha Range Rover.

– O que foi, Chris? Para que isso?

– Aciona o alarme – diz animado – Acha a sua nova Range.

Fiquei confusa, mas fiz o que ele pediu. Cliquei no botão, destravando o carro e fazendo os faróis acenderam do outro lado da rua. Quase não acreditei no que vi. 

– Meu Deus, é o mesmo carro? – pergunto estarrecida. Chris concorda.

Corri até lá para dar uma conferida na mesma. Estava tão linda. Toda preta, só que em algumas partes era um preto fosco e na maioria um preto verniz. Pulei em cima do carro, abraçando o máximo que podia. 

– Você gostou? 

– Que pergunta, Christian! Eu amei. Está tão linda. – o encarei – Você realmente tem um talento. Como conseguiu? Eu te dei as chaves tem apenas umas três horas.

– Conheço o dono de uma oficina. Ele topou abrir o lugar agora a noite, e colocar todo seu pessoal para trabalhar para o melhor cliente. 

– Valeu, Chris – o abracei – Você é demais. 

– Faço o que posso, gatinha – disse passando a mão no queixo todo convencido. Soquei seu ombro.

– Obrigada, de verdade. Agora posso devolver a Bugatti do Justin socando as chaves no cu dele. 

– Hum – ele faz careta – Isso vai doer.

– Não em mim. – fiz pouco caso. Puxei Chris para baixo e dei um beijo na sua bochecha saindo em seguida. 

Subi as escadas, peguei as chaves da Bugatti que estavam no quarto de Caitlin e desci de volta. Encontro Justin exatamente no mesmo lugar, só que dessa vez, a garota já estava sentada em cima dele. Revirei os olhos, irritada e fui até lá, gloriosamente a jogando no chão. Vi Justin sorrir satisfeito, mas isso durou pouco, porque logo em seguida joguei as chaves da Bugatti na sua cara.

– Pode ficar, eu não quero – sorri falsa, vendo-o atônito – Me lembra você. 

Fui até o bar e pedi mais duas doses de tequila dupla. Virei-as em um instante, sentindo os efeitos do álcool. Balancei a cabeça e pedi uma água. Amanhã eu tenho aula, porra.

Olho para as pessoas ao meu redor. São todos vazios... Um lugar cheio de pessoas vazias tentando preencher suas vidinhas com algo fútil, insignificante. E estou no meio dessa loucura. O que leva as pessoas a se perderem desse jeito? O que leva uma pessoa a jogar fora sua vida com bebidas e drogas? Respiro fundo. Eu digo o que: decepções. As pessoas se decepcionam e isso acontece: você se perde. Vira alguém que nunca imaginou ser.

Balancei a cabeça tentando acabar com essa analogia toda. Eu não quero pensar, simplesmente não quero. Avistei Caitlin com Isabelle e manejei a cabeça. Fomos para a pista de dança, onde tocava Perfect Strangers do Jonas Blue. Me acabei ao som dessa música e, quando Terry apareceu do meu lado, começou a tocar Beyoncé. Graças a Deus que era Yoncé, porque se fosse Dance for you ou Partition, com o Bieber tão perto, eu não me responsabilizaria pelos meus atos.

Senti a nuca arrepiar e um calor correr pelo meu corpo. Olhei em volta e vi Justin com o olhar preso em mim. Sorri. Uma última provocação antes de ir para casa, é digna. 

 

See me up in the club with fifty of them girls

Posted in the back, got my things in my grill

Brooklyn brim, with my eyes sitting low

Every boy in here with me got that smoke

And every girl in here gotta look me up and down

All on instagram cake by the pound

Circulate the image every time I come around

G’s up, tell me how I’m looking baby

 

(Você vai me achar na boate com várias amigas

No camarote, usando grillz cravejado de diamantes

De boné do Brooklyn, com meus olhos entreabertos

Todos os garotos aqui comigo têm um baseado

Todas as garotas aqui ficam me olhando de cima a baixo

Instagram cheio de hashtags com bumbuns

Sempre tiram fotos toda vez que saio por aí

Gângsteres na área, diga como estou, baby)

 

Primeiro, desci rebolando de pernas abertas e subi de lado empinada. Chamei Terry com um dedo e ficamos de costas uma para outra, rebolando. Notei algumas pessoas se afastarem abrindo espaço. Eles querem um show? Sorri. Aproveitem que estou disposta, porque é um show que darei. 

 

Boy, this all for you, just walk my way

Just tell me how it’s looking baby

Just tell me how it’s looking baby

I do this all for you, baby, just take aim

Tell me how it’s looking baby (how it’s looking baby)

Tell me how it’s looking baby, looking baby

 

(Trouxe tudo isso pra você, siga meus passos

Só me diga se está bom, baby

Só me diga se está bom, baby

Eu faço tudo isso por você, baby, aprecie a vista

E me diga se estou boa, baby

E me diga se estou boa, baby, estou boa, baby)

 

Nos separamos e ficamos uma de frente para a outra dançando assim, como se estivéssemos nos desafiando. Eu poderia dançar qualquer coisa, mas minha principal arma, sempre foi fazer isso olhando para alguém. E, nesse caso, o alguém está com uma garota no colo e o olhar fixo em mim. Pode isso, produção? Hum... Acho que não...

 

Drop the bass man the bass get lower

Radio say "speed it up," I just go slower

High like treble, pumping on the mids

The man ain’t ever seen a booty like this

 

(Mandei soltar a batida, cara, a batida começou a tocar

O rádio diz "acelere", mas eu vou mais devagar

Alta como agudos, bombando nos médios

Seu homem nunca viu uma bunda que nem essa)

 

Na última frase, virei de costas na direção de Justin, me empinei subindo bem a minha bunda e fazendo um twerk improvisado. Terry a tamborilou enquanto isso. Me voltei para a frente dela e passei a mão por todo seu corpo até chegar no chão. 

 

Why do you think

You keep up my name rolling off the tongue

Cause when you wanna smash

I just write another one

I sneezed on the beat and the beat got sicker

 

(E o que te faz pensar

Que você vai conseguir tirar meu nome da sua boca?

Porque quando ele quiser outro hit

Eu vou escrever um

Eu só espirrei nessa batida e ela já ficou melhor)

 

Passei a mão na boca mordendo os lábios. Pisquei para um carinha aleatório e fui na sua direção, virando de costas e rebolando para ele.

 

’Yoncé all on his mouth like liquor

’Yoncé all on his mouth like liquor

’Yoncé all on his mouth like liquor

’Yoncé all on his mouth like liquor

Like like liquor like like like liquor

 

(Yoncé fica na boca dele que nem licor

Yoncé fica na boca dele que nem licor

Yoncé fica na boca dele que nem licor

Yoncé fica na boca dele que nem licor

Que nem licor, que nem licor)

 

Voltei desfilando calculadamente na direção de Terry. Parei na sua frente  e com uma perna entre as pernas da outra, rebolamos juntas.

 

’Yoncé all on his mouth like liquor

’Yoncé all on his mouth like liquor

’Yoncé all on his mouth like liquor

Like like liquor, like like like liquor

 

(Yoncé fica na boca dele que nem licor

Yoncé fica na boca dele que nem licor

Yoncé fica na boca dele que nem licor

Yoncé fica na boca dele que nem licor

Que nem licor, que nem licor)

 

Ficamos lado a lado agora, só que olhando para a direção oposta. Batemos palmas e balançamos uma das pernas, fazendo nossas bundas se movimentarem também. 

A música acaba e nós ouvimos palmas, assovios, gritinhos e tudo mais. Ri, abraçando e me despedindo da minha mais nova parceira de dança. Chamo Caitlin e me despeço também. Como ela estava com as meninas, questionei se minhas garotas não viriam, mas nenhuma das duas estava a fim de pensar na faculdade amanhã. Resultado: entrei na minha mais nova Range Rover e voltei sozinha. Segui direto para casa com a sensação de que amanhã seria um dia cheio e algo me diz que precisarei de Justin. Suspiro. Só espero que ele não me desaponte.

 

 

Correndo contra o tempo

Eu realmente pensei que você estava do meu lado

Mas agora não há ninguém ao meu lado

 

Eu preciso de você, eu preciso de você, eu preciso de você agora

Sim, eu preciso de você agora

Então não me, não me, não me desaponte

Eu acho que estou ficando louco

Está na minha cabeça, querido eu espero

Que você esteja aqui quando eu mais precisar de você

Então não me, não me, não me desaponte

Não me desaponte

 

 


Notas Finais


Viiiaaaaadooo que eu adoro a Beyoncé. Ironia a Allex não querer que o Jay a desaponte. Enfim. Próximo cap tem ação, treta e morte... Ops, spoiler.
Bjubju meu amores, até quarta😍😘😘


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