História No tempo do seu coração - Capítulo 8


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Categorias Liga da Justiça
Personagens Carter Hall (Gavião Negro), John Stewart, Personagens Originais, Shiera Hall (Mulher-Gavião)
Tags Drama, Gavião Negro, Lanterna Verde, Mulher Gavião, Relações
Exibições 30
Palavras 1.453
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Até que a morte nós separe.


- John você irá ficar aqui até que horas? - Clark chegou tirando o copo da minha mão. 

- John seus problemas não irão se resolve com um copo de bebida alcoólica. - Bruce chamou minha atenção. 

- mas ameniza. Eu só quero tirar essa dor insuportável do meu coração. - respondi tentando pegar o copo novamente. 

- ficar bebendo como um carro velho não trará a Mary, Carter ou a Shayera de volta. - Bruce falou sentindo-se ao meu lado, oferecendo-me um lenço. 

- eu sinto que tudo isso é minha culpa. 

- isso não é verdade. - Clark falou. 

- se eu tivesse feito o certo desde o início, talvez a Mary e o Carter estariam vivos agora é a Shayera não estaria afundada em uma depressão. O senhor destino tentou me alertar tantas vezes....

- John pare com isso. Carter ou a Mary não irão voltar e a Shayera uma hora tera que se conformar com o que aconteceu, se não por ela, então pela filha dela. - Bruce advertiu-me

- sim, isso foi o que você disse a 5 meses atrás. Bruce não é tão fácil supera a morte vde quem se ama. 

- eu sei o que é sofre pela morte de alguém que se ama. Porém como o Alfred sempre me diz, a vida precisa continuar. 

- bem que eu queria pensar assim. Mas toda vez que eu olha para a filhinha da Shayera eu fico imaginando como seria se ela fosse minha, Bruce aquela criança era para ser minha e eu joguei fora a chance de ser feliz com a mulher que eu amo por puro.... orgulho ferido. - comecei a chorar, provavelmente por conta do efeito do álcool.

- já passou e agora tanto você quanto a Shayera estão livres, então.... - Clark começou a falar em uma possibilidade já descartada. 

- não continue. Shayera  deixou claro que não tem nenhuma intenção de voltar a ter nada comigo. - falei triste. 

- nesse caso, eu sinto muito. Eu realmente esperava que vocês fossem ficar juntos. - Clark falou batendo no meu ombro. 

- adimito que também achei isso. - Bruce falou levantando-se. - porém isso é com vocês dois. Agora por favor, pare de bebe e volte a realidade. - sorri. Clark e Bruce precisavam voltar ao seus afazeres diários. Peguei outro copo e com uma garrafa na mão sair do meu apartamento em direção ao cemitério. Parei diante do túmulo da Mary é comecei a chorar pedindo desculpas a ela. A um pouco mais de um ano eu perdi a Mary:

- Mary? Onde você está? - liguei segurando a caixinha da aliança. 

- amor eu estou no carro, hoje eu tenho uma sessão de fotos na agência. 

- hum, é irá dura quanto tempo essa sessão de fotos?

- isso eu não sei te dizer, amor. Depende de como serão as fotos, quantas trocas de roupas vou ter que fazer, escolha das melhores fotos e se o agente não gosta de nenhuma terei que refazer as fotos todas novamente, você sabe bem como é burocrática essa minha profissão. - Mary sorriu. - por que a pergunta? 

- é que eu queria saber se você topa sair hoje para comer algo. Mas se você estiver muito ocupada eu entendo, a gente deixa para outro dia. 

- de jeito nenhum meu verdinho, acho que até as 7 horas da noite eu já tenho acabado com as fotos. 

- mais você estará cançada. 

- eu nunca vou está cançada para você amor. Faz o seguinte, assim que acabar a minha sessão de fotos eu te ligo e você passa na agência para me pegar. 

- ok, então fica combinado assim. 

- sim. Amor eu vou entrar agora, depois a gente se fala. Eu te amo.

- também te amo vixen. - desliguei o telefone e fiquei olhando para a pequena caixinha de veludo. Hoje eu iria tomar uma decisão importante no meu relacionamento com a Mary. Levantei-me é fui até a janela observar a movimentação das pessoas, sorri nervoso. Porém não era por conta do pedido é sim por que está ali na espreita, olhando o vai e vei dos meus vizinhos me fez lembrar da minha Shayera. Novamente olhei para a caixinha que parecia um coração pulsando na minha mão, como eu gostaria que está aliança fosse para a mulher que eu realmente amava, apesar de esta com a Mari a mais de 7 anos e gostar muito da sua companhia, meu coração sempre pertenceu a uma única mulher, que agora estava em outro país casada com outro homem. As pessoas começaram a correr tentando fugir da grossa chuva que começou a cair, fazendo minha janela ficar turva. Voltei para o sofá pensativo, será que eu tinha feito a escolha certa? Eu amava a Shayera e em um outro futuro nos teríamos um filho, mas apesar disso, por orgulho eu recusei-me a voltar com ela. Não, isso não era o momento para arrependimentos, principalmente por que tanto eu quanto a Shayera estávamos com outras pessoas agora, e também era com a Mary que eu iria passar o restante da minha vida. Deitei-me, meus projetos estavam prontos e eu tinha que levar-los ao meu chefe apenas as 2h da tarde. Revirei na minha cabeça se estava tudo pronto para hoje à noite. As reversas do restaurante estavam feitas, as flores estavam compradas e o quarto de hotel também estava preparado para nossa comemoração. Aparentemente estava tudo OK, então eu podia descansar um pouco. Acordei já era 1:30 da tarde, peguei meus projetos e os levei para o engenheiro, o restante da tarde fiquei na metro torre observando o mundo. Quando deu 6:30 da tarde Mary  ligou para eu ir buscar-la. Ela nem desconfiou, eu fiz tudo para parecer apenas um jantar comum. 

- essa massa está ótima. - Mary comentou. 

- sim, realmente está ótima. 

- amor o meu agente ligou, semana que vem terá um desfile em Madri, e eu queria que você fosse comigo. 

- com certeza eu irei. - sorri. Olhei para os músicos, com um sorriso eles começaram a tocar a melodia da nossa música. 

- olha John, e a nossa música. - ela sorriu pegando minha mão. 

- Mary nos estamos juntos a quase 8 anos, e por muitas vezes eu pensei em nossa vida juntos como um verdadeiro casal. Bom eu não sou nenhum romântico e nem sei usar as palavras mais bonitas do mundo, mas de uma coisa eu sei, tudo o que eu quero é passar o resto da minha vida ao seu lado. -  Mary começou a chorar. - Mary você aceita se...  - antes que eu pudesse terminar minha frase o vidro da janela do restaurante quebrou e uma criatura apareceu atacando a todos. Troquei minha roupa rapidamente. - Mary. 

- já entendi. - ela respondeu tocando seu colar. - a criatura parecia um polvo gigante com os tentáculos afiados como navalhas. 

- Jon'n preciso de ajuda. - falei quando notei que não daria conta. Segundos depois Superman, flash e a sideral estavam ao meu lado. 

- mais que diabos é isso? - flash perguntou esquivando-se de um dos tentáculos. Tentei segurá a criatura em um aquário gigante, porém ela conseguiu se livrar. Vi uma criança chorando no canto. 

- droga. - exclamei colocando uma rede de proteção em torno dela. "John" ouvi a Mary gritar. Fiquei em choque quando vi um dos tentáculos do monstro lhe atravessar o corpo. - Mary. - gritei correndo ao seu encontro. O ferimento estava muito grande e ela não conseguia falar com o sangue que saia de sua boca. - maldito. - me virei chorando pronto para atacar-lo. 

- esquece isso, leve a vixen para a torre imediatamente. - Superman falou segurando minha mão. Sem questionar peguei o corpo da Mary nos braços e através do teletransporte cheguei em segundos. 

- Jon'n, me ajudar..

- John...

- a Mary está muito ferida...

- John escute...

- o que é? - perguntei nervoso.

- não a nada que se possa fazer. Mary está morta. 

- não, não é possível.

- eu sinto muito meu amigo. 

- não. - gritei, sentando-me no chão em desespero, coberto pelo sangue da Mary. 

Recordei-me do meu último dia com a Mary. Abaixei a cabeça olhando para o túmulo e comecei a chorar. 

- essa aliança era para ser sua. - falei sentando-me sobre o túmulo. - mas por mim culpa você agora não está mais aqui para usar-la. Me desculpe Mary, por não ter sido o homem que você merecia e nem ter cuidado de você como prometi. - comecei a chorar deitando-me sobre o túmulo frio e ali fiquei até pegar no sono.



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