História No universo com você - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Kai
Tags Ficção Cientifica, Heynatik, Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo
Exibições 84
Palavras 3.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, trouxe outra atualização pra vocês muito antes do que eu havia dito (hehe)

Nesse capítulo eu trouxe mais algumas informações pra vocês, e espero que tenha ficado bomm tive um pouco de dificuldade, mas saiu *palmas*

Boa leitura beibis

Capítulo 4 - Ele não te merece


Fanfic / Fanfiction No universo com você - Capítulo 4 - Ele não te merece

 

 

Joonmyeon havia simplesmente surtando com a ideia de um A.I tendo um caso com um Capitão de patente tão alta como Kyungsoo, principalmente porque o A.I em questão era um A.I debaixo de sua responsabilidade, e para completar,este A.I colocou a segurança deste mesmo Capitão em jogo.

Quando os dois, Minseok e Jongin, lhe fizeram uma chamada de vídeo contando a história toda com muita calma, mas ainda assim pedindo ajuda, não havia como o Coordenador dizer não, haviam coisas demais em risco.

Depois de alguns minutos em que o contato com o superior havia findado, a nave de Jongin estava de novo à base 165J, e Joonmyeon era quem os esperava na pista de pouso, e sua expressão não era nada boa.

Com uma das mãos na cintura e a outra nos cabelos, foi assim que Jongin encontrou o seu Coordenador, e pela primeira vez ele não possuía uma resposta ácida para dar a ele. Por mais que sua expressão ainda fosse comum para uma pessoa como Jongin, sua forma de responder às pessoas dizia muito de como ele estava se sentindo e, naquele tempo todo trabalhando com o moreno, havia aprendido a desvendar e ler a pessoa misteriosa que o mesmo era. E era isso que mais preocupava Joonmyeon.

Se Jongin não dizia nada, queria dizer que provavelmente não estava bem.

“O que exatamente nós vamos fazer?” Jongin perguntou prontamente, surpreendendo os dois que conversavam a respeito do mesmo assunto. Seu tom de voz não estava nada amigável.

“Teremos que ir ao lugar usando unidades móveis.” Explicou Minseok. “Não poderíamos ir com essa nave,” apontou para o veículo atrás de si. “Chamaria muita atenção.”

“Vamos nos dividir e nos encontramos exatamente aqui.” o moreno mais alto apontou no holograma portátil que tinha em mãos. O ponto vermelho ainda piscava ali, e era isso que lhe fazia ter esperança. “Kyungsoo está nesse ponto vermelho, em um quarto no meio da instalação.”

Joonmyeon analisou o desenho e balançou a cabeça em forma negativa. “Faz muito sentido que ele esteja no centro, assim fica mais difícil de escapar.”

Os outros dois confirmaram apenas com um aceno, aquele lugar parecia mais com um labirinto, um quarto se interligava ao outro, e se o indivíduo seguisse o caminho correto conseguia chegar ao corredor principal que dava acesso à saída.

Jongin sabia que Baekhyun sempre tentaria deixar tudo mais complicado para si. O ódio que aquela pessoa baixa sentia por ele era muito maior do que ele mesmo poderia imaginar, podia-se constatar apenas pelos detalhes de tudo o que via. “Nós precisamos estar com esse mapa em mãos,” Jongin disse já transferindo cópias para o aparato dos uniformes dos outros dois. “Caso contrário, corremos sério risco de nos perdemos lá dentro.”

Joonmyeon puxou uma grande maleta, que estava atrás de si, já que ambos os colegas já haviam percebido a existência da mesma ali. “Trouxe armas.” disse simplista ao destravar a tranca com reconhecimento de córnea, mostrando as armas que estavam disponíveis. “Essas duas mais pequenas são melhores para Minseok que não tem muito preparo com armas grandes.” entregou-as nas mãos do de rosto oval, que apenas analisou-as minuciosamente. “O laser destas pequenas fazem muito estrago,” disse, e então pegou outra arma maior, essa, porém, era consideravelmente pesada. “Pega, Jongin.” passou o aparato para o moreno, que apenas pendurou-a em seu corpo e a jogou para trás. “Eu sei que já usou maiores.” Olhou para o maior, que apenas acenou em confirmação, não se sentindo muito confortável para falar naquele momento. Após distribuir as armas, pegou para si uma de modelo parecido com a de Jongin.

Uma vez que estavam equipados, os três seguiram para um dos estacionamentos subterrâneos da base, onde se encontravam as unidades móveis. Durante todo o caminho Jongin apenas conseguia agradecer à Kyungsoo por estar com aquele localizador, e ter o instalado no sistema de mapas de sua nave. Talvez sem aquela informação, resgatá-lo se tornasse uma tarefa quase impossível.

Após chegarem ao estacionamento, cada um escolheu e montou em uma unidade. Unidades móveis eram transportes espaciais como naves também eram, porém unidades eram pequenas e apenas suportavam duas pessoas, contando com o piloto, em cada uma delas.

Eram discretas, pequenas e não faziam qualquer tipo de ruído. Perfeitas para missões onde o transporte era necessário, mas a discrição também era algo à se manter.

Com as unidades bem fechadas, cada um deu a partida, fazendo com que os pequenos veículos suspendessem-se, flutuando como nuvens terráqueas. Para testar a comunicação, Minseok ligou o transmissor. “Estão me ouvindo?” disse concentrado nos controles.

“Sim. E vocês dois estão me ouvindo?” foi a vez de Jongin perguntar, mesmo que discretamente, aos companheiros.

“Sim.” Respondeu Joonmyeon, que viu um acenar de cabeça dos dois.

“Acho que já podemos ir.” Jongin disse, já fazendo com que sua unidade disparasse para fora da base. Não era necessário pedir permissão para deixar a mesma, apenas era necessário para naves de grande porte.

Os outros dois tiveram que se apressar para fazer com que suas unidades se unissem a do colega.

O moreno só conseguia se concentrar na localização em seu painel, enquanto as estrelas se tornavam pequenos fios de luz atrás de si, devido à velocidade que os pequenos veículos se deslocavam. As mãos grandes cobertas pelas luvas do trajes apertavam os controles de forma à descontar aquela sensação ruim em seu interior, não era para aquilo estar acontecendo, não era pra ser daquela forma.

Seus lábios se comprimiram um no outro, quando percebeu que o lugar que Kyungsoo estava era em Urano, mais precisamente em Oberon, a lua mais afastada das luas mais grandes do planeta. O lugar era mais longe do que ele imaginava, e aquilo despertou sua preocupação. “Vai demorar quanto tempo pra chegar em Oberon com unidades móveis, Minseok?” perguntou, porque queria levar o menor tempo possível para chegar ao local.

“Hm…” ouviu um murmúrio do outro pelo transmissor. “Vai levar, em média, uma hora, Senhor.”

De certa forma a resposta de Minseok lhe acalmou um pouco, não tanto quanto ele precisava, obviamente, mas saber que logo, logo conseguiria ter Kyungsoo de volta, e em segurança era, de fato, menos preocupante do que aquilo já estava sendo.

Suas lentes, programadas para situações de perigo se auto ajustaram para que sua visão  fosse mais detalhada e para que seu traje lhe desse as informações que precisava sem ter que olhar no equipamento no seu braço e, talvez, baixando sua guarda.

Por mais que Joonmyeon e Minseok estivessem ali ao seu lado, e sim, Jongin se sentia muito agradecido por tudo, não era o mesmo que ter a companhia de Kyungsoo.

 

♢♢

 

Baekhyun olhava para o sistema de segurança extremamente compenetrado, era dificílimo para o mesmo se permitir realizar o movimento natural dos olhos que era piscar.

Mesmo que existissem várias e várias telas naquela parede que mostravam diversas salas e corredores, tantas telas que chegavam a quase lhe cercar, o homem de estatura baixa, que usava lentes de cor azul na maioria das vezes, não conseguia tirar os olhos de especificamente quatro telas que faziam a monitoração de uma sala apenas. A sala central.

Analisava a pessoa que estava ali adormecida no chão, sem nenhum tipo de reação devido aos soníferos fortíssimos que haviam lhe administrado. O corpo estava encolhido no chão gelado da sala que ele mesmo, Baekhyun, havia dado ordens para que a temperatura fosse a menor possível. Sem nenhum tipo de cobertor, ficava com a pele do rosto mais pálida ainda.

Ele simplesmente não conseguia entender.

O que havia de tão especial naquele homem? Seria a estatura?

Não.

Impossível. Sua altura era maior que a dele.

Talvez fosse o cabelo negro curto em um corte militar, pois o seu próprio era completamente diferente do dele, de cor castanho mel e de um comprimento que o fazia ondular sobre sua face.

Passou as mãos em seus cabelos, sentindo a maciez das mechas. Não era isso também, achava, não, tinha convicção de que seu cabelo era muito mais bonito que o dele.

Seu olhar vagava pelo corpo do outro, alternando entre as quatro telas que mostravam ângulos diferentes, imaginando se, por acaso, era mais definido que o seu, se ele era, por acaso, mais bonito sem roupas que ele. O pensamento chegava a embrulhar seu estômago e o fazia querer colocar para fora sua comida tão cara. Aquela era a coisa mais nojenta que já havia pensado. Era mais que óbvio que isso não poderia ser verdade.

Sentiu um arrepio lhe cruzar a espinha assim que uma respiração lhe atingiu o pescoço desnudo, seguido de beijos estalados e um nariz lhe fazendo um leve carinho. “O que está fazendo aqui sozinho, Baek?” a voz grave de Chanyeol, que entrou sem fazer barulho algum, lhe atingiu os ouvidos, mas, do contrário que podia imaginar, ele não se moveu nem um pouco de onde estava, seus olhos ainda estavam fixos na imagem do corpo apagado. “Ainda olhando pra esse cara?” disse ao perceber o olhar perdido do outro sobre a tela, o rosto banhado pela luz com uma expressão não tão boa. “Baek?” não importava o quanto ele chamasse o menor, não conseguia obter resposta alguma.

Impaciente e em um movimento rápido com as mãos, girou o outro pela cintura, fazendo-o encará-lo de uma vez, os cabelos chegavam a cobrir os olhos, olhos esses que possuíam olheiras enormes, e as lentes se faziam ainda mais azuis. “Baek, você tá bem?” perguntou preocupado.

“Chanyeol…” finalmente Baekhyun havia olhado para o rosto do namorado, os olhos estavam cansados pela luz artificial e pendiam um pouco, o que o fez piscar algumas vezes para aliviar a visão.

“Quantas horas você passou aqui?” perguntou ao ver o estado do menor. “Olha essas olheiras…” passou os dedões por debaixo dos olhos do outro, enquanto segurava seu rosto entre as mãos.

“Não sei,” pausou a fala, parecia cansado. “Talvez o dia inteiro?” os olhos pareciam olhar para o maior, mas a mente viajava para algum lugar que Chanyeol não fazia ideia de onde era.

“Baek, não precisa disso…” falou ao puxar o corpo menor para um abraço, o rosto e a cabeleira mel se esparramando no seu peito, o corpo menor sendo coberto por seus braços longos.

Os dois ficaram daquela forma por algum tempo, até que o menor cortou o silêncio do cômodo com sua voz melodiosa. “Chanyeol?” chamou o outro com aquela voz suave que, o maior sabia que não queria dizer boa coisa.

“Fala.” falou bradou sem tirar seus braços do namorado.

“O que tem de tão especial nele?” a voz era tão fraca quanto poderia ser. “Eu simplesmente não consigo entender!” porém o volume foi aumentando a cada palavra que proferia, o ódio lhe subindo a cabeça. “Como ele pôde me trocar por esse inseto Terráqueo insignificante?” seu tom de voz beirava aos gritos, os dedos apertavam o corpo do outro que, sem acreditar no que ouvia, se afastou do abraço apenas para olhar nos olhos do outro. “Aquele filho da puta.” os olhos de Baekhyun queimavam em raiva, a expressão era a pior possível.

“Ele não tem nada de especial, não vê? Jongin não soube lidar com o que há de melhor.” se afastou mais e segurou em uma das mãos de Baekhyun, lhe fazendo girar ao olhá-lo de cima à baixo, o sorriso brotando nos lábios finos do menor a cada palavra dita. “Ele não te merece, ele não tem bom gosto.” segurou na cintura do menor, apertando com gosto e sorrindo ao ouvir um gemido arrastado assim que desceu suas mãos para as nádegas do menor com força. “Você, baby, é o melhor.” deixou que sua face ficasse perto do rosto oposto ao seu, suas respirações se misturavam uma na outra assim que puxou o corpo para perto de seu. “Não há nessa galáxia alguém tão lindo e tão… gostoso como você, baby.”

Seus lábios finalmente se uniram em um beijo que não era afoito, mas que tinha um desejo enorme por parte de ambos que conseguiam se completar de forma soberba. A forma com que um sempre enchia a auto estima do outro era surpreendente, que sempre os fazia tem uma sensação de satisfação. “Eu vou te mostrar como não há ninguém melhor que você…”

Empurrou o menor contra a parede coberta por telas, o corpo menor sendo prensado pelo corpo de Chanyeol, que abusava de seu pescoço com lambidas e mordidas superficiais. O namorado gemia em deleite aos toques do outro, porém quando a mão grande desceu para a calça de Baekhyun apertando o membro que já estava bastante rígido os gemidos se intensificaram ainda mais. “Você sabe como eu gosto Channy…” disse arrastado e em um sorriso ao sentir o toque rude em seu membro que sofria com alguns choque apenas de pensar em como Chanyeol fazia gostoso. Muito melhor que Jongin. “Ajoelha.” disse forte, ordenando ao maior de cabelos vermelhos que prontamente atendeu ao que ele disse.

Ah, era aquilo que Baekhyun gostava de ver, aquele homem enorme ajoelhado aos seus pés, abrindo sua calça e lhe chupando como só ele sabia fazer. A língua do maior era quente e úmida ao passo que seu membro teso entrava e saía dali, os dentes raspavam de leve fazendo com que Baekhyun sentisse alguns choques em seu baixo ventre.

Haviam vezes que Baekhyun achava que iria enlouquecer, pois Chanyeol se esforçava ao máximo para levar o membro do menor o mais fundo que sua boca permitia, ao ponto de sua testa tocar o abdômen do outro que, imediatamente, embrenhou os dedos em seus cabelos bagunçando-os, o aperto gostoso lhe incentivando a continuar com o sexo oral molhado que fazia estalos encherem os ouvidos de ambos.

Entretanto, antes que Baekhyun alcançasse seu ápice, o maior se afastou ao soltar o membro do outro com um estalo alto, que fez o menor sofrer um espasmo, seguido também de um gemido insatisfeito que ecoou pela sala. “Vira e empina.” falou, sorrindo, enquanto o menor fazia exatamente o que ele mandava.

Chanyeol se levantou enquanto o menor girava em torno de si mesmo abaixando ainda mais sua calça, com a visão do namorado empinando mais ainda a sua bunda, ele desceu sua calça também, o membro teso pendente entre as pernas enquanto se aproximava do menor, afundando cada dedo na carne de Baekhyun, puxando as nádegas para os lados expondo, assim, a entrada que parecia pedir por si.

Com as duas mãos inquietas apoiadas na parede de telas, Baekhyun apreciava os toques do maior em sua bunda, lhe venerando como se fosse algum tipo de deus, lhe fazendo sentir como se fosse a pessoa mais importante é mais sedutora do universo.

E não era como se aquilo fosse mentira, pelo menos não para Chanyeol. “Sabe o que eu vou fazer? Hm?” disse, sua respiração resvalando no ouvido, enquanto encaixava seu membro entre a bunda do menor, começando a esfrega-lo ali, simulando uma penetração lenta, segurando seus quadris com força.

A mente de Baekhyun estava em branco, portanto demorou alguns segundo para que ele assimilasse a pergunta e formulasse uma resposta. “O que?” disse sôfrego, tentando segurar os gemidos enquanto falava.

“Ah Baek…” sorriu e deixou sua língua viajasse pelo lóbulo do outro. “Eu vou foder você,” intensificando os movimentos, sentindo um prazer imenso fluir por seu corpo. “Eu vou foder esse seu cuzinho até que o Jongin se esfarele da sua cabeça, até que você esqueça seu próprio nome.” a voz saia feroz por entre os dentes, o membro pulsando de uma forma qual ele não conseguia mais cumprir sua vontade de provocar o menor.

Baekhyun encostou seu rosto na tela, sua boca aberta sem conseguir soltar nenhum gemido enquanto o maior lhe penetrava lentamente, seu canal se alargando enquanto o pau lhe invadia, o suor rolava por seu rosto, a glande roçando em sua próstata causando um prazer enorme.

Chanyeol voltou todo o caminho que havia feito e voltou de uma só  vez, tirando um quase grito do menor. Fez isso outra vez, o corpo do maior completamente grudado ao do outro, seu quadril voltando apenas um pouco, e voltou, acelerando os movimentos tirando de vez o resto de sanidade que ele ainda possuía.  

Os movimentos eram acelerados e muito muito curtos, fazendo com que os corpos quase não se desgrudassem um do outro, os quadris se chocavam com as nádegas torneadas, fazendo um barulho alto ecoar pelo cômodo junto dos gemidos agudos de Baekhyun e os extremamente graves de Chanyeol.

Os movimentos estavam ficando cada vez mais rápidos, quando uma sirene começou a tocar por todo o cômodo junto de várias luzes vermelhas piscando e inundando o pequeno cubículo.

“Droga.” Chanyeol disse entre um movimento e outro, os olhos vidrados em como seu pau entrava e saia da bunda do namorado.

“Não para, Chanyeol!” gritou enquanto virava o rosto em direção ao outro, com a intenção de olhá-lo nos olhos. “Eu… Tô… Quase…” choramingou, os dedos das mãos e dos pés se retorcendo ante ao prazer que sentia. Seu membro era comprido entre seu corpo e a parede de telas.

Os próximos segundo foram completamente retorcidos para os dois, que imersos no prazer, chegaram ao ápice, Chanyeol dentro do namorado e Baekhyun sujando tudo a sua frente, inclusive as telas que tanto observava antes de tudo aquilo acontecer.

Uma mistura de luzes brancas e vermelhas com suor e corações  acelerados, resultando no mais puro torpor pós orgasmo que tomava conta dos sentidos de ambos.

“Caralho…” disse o menor, ao passo que virava-se em direção ao outro, que apoiava os braços na parede a sua frente, os braços ao redor de sua cabeça. Chanyeol possuía um sorriso no rosto, e isso fez com que ele não resistisse e lhe atacasse os lábios novamente, seu próprio gosto misturado ao gosto da saliva do maior. A mistura  mais excitante.

De repente, a sirene voltou a tocar, alto e grave como sempre, porém desta vez uma voz acompanhava o barulho estressante.

“Atenção Byun Baekhyun e Park Chanyeol. Eu vou fazer vocês dois pagarem pelo dia que cruzaram o meu caminho.” a voz era mais que conhecida.

Era Jongin, mesmo que o menor não quisesse admitir.

O sangue de Baekhyun parecia ferver em sua pele devido ao ódio súbito que lhe atingiu ao ouvir a voz daquele homem tão odiado por si. “Chanyeol, diz que essa voz não é a voz de quem eu tô pensando.” sua voz era calma, e era isso que intimidava o maior.

“Baek… Calma.” falou baixo, passando os dedos no cabelo do menor em uma tentativa totalmente falha de acalmar o menor.

Ele, já mais do que irritado apenas tirou a mão que lhe acariciava de uma só vez em um movimento totalmente bruto. “Tira essa porra de mão de mim e me responde!” gritou a plenos pulmões no rosto do outro, que permaneceu parado e de olhos fechados até que ele terminasse de despejar sua raiva em cima de si.

“É o Jongin.” disse sem enrolação, como se desistisse de tentar convencê-lo de alguma coisa, sabendo que de uma forma ou de outra, Baekhyun já estava surtando.

“Impossível!” subiu as calças que ainda estavam caídas e saiu de perto do maior, já olhando para as telas que estava antes atrás de si, como se não tivesse acabado de transar com Chanyeol. “Cadê esse inseto?” dizia olhando para cada tela que possuía ali, os olhos pousando na segunda sala de monitoramento quase que automaticamente ao perceber que dois de seus capangas estavam caídos no chão, e logo em seguida seus olhos caíram sobre a figura de Jongin que olhava para a câmera.

Ele parecia o mesmo, malditamente sedutor. E aquilo só  o fazia te vontade de matar Kyungsoo em sua frente, apenas para vê-lo sofrer o resto dos seus dias.

O moreno ao perceber que finalmente Baekhyun havia lhe visto, sorriu e estendeu o dedo do meio para a câmera, saindo logo em seguida da sala, sem antes, lógico, quebrar a câmera que vigiava a sala. “Filho da puta! Inseto insignificante!” seus olhos queimavam de raiva, e a sua situação só piorou quando viu uma grande sequência de câmeras sendo quebradas em sequência , as telas se apagando pouco a pouco, menos as câmeras do quarto de Kyungsoo. “Como ele nos achou?” disse como se pensasse sozinho, seus olhos olhando para o nada, os dedos nos lábios, e a mente completamente absorta em pensamentos, tentando achar de alguma forma uma solução tal caso.

Até que a solução parecia estar na frente de seus olhos, nas únicas quatro telas que ainda não haviam sido desligadas.

“Foi aquele inseto Terráqueo!”


Notas Finais


Bom gente, foi isso, volto dentro de uma semana com novas atts
Qualquer dúvida pode me perguntar que eu respondo

Beijos beibis

Fale comigo:
Twitter: @ heynatik


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