História No Way - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Asgoriel, Frans, Papyton, Sanrisk, Undyne
Visualizações 217
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI

Capítulo 4 - No Way


Fanfic / Fanfiction No Way - Capítulo 4 - No Way

Dito isso, Frisk largou os pratos na pia e pôs-se a andar em direção ao seu quarto com toda a raiva do mundo, mesmo que não fosse dar uns bons tapas na sua irmã por ela ser mais velha e um pouco mais forte que ela, acha que um susto de leve possa ensiná-la uma lição valiosa. Parou em frente ao seu quarto, encarando a porta de madeira com um coração pintado com tinta e suspirou fundo, sentiu como se estivesse indo em uma entrevista de emprego pela primeira vez pois estava nervosa, abriu a porta do quarto e se deparou com Chara mexendo em seu computador e uma playlist aleatória de uma banda antiga que Frisk gostava. 

O nome da música é No way. 

— Por que você fez isso?! — Frisk perguntou, entrando mais no quarto e batendo as mãos no colchão de sua própria cama. 

— Isso o quê? Enlouqueceu, foi? — Ela falou com uma sobrancelha erguida, a olhando por cima do celular enorme que estava em suas mãos. 

— O meu desenho! Você o postou! — Ela respondeu como se fosse óbvio. A garota pálida rolou os olhos com desgosto. 

— Postei mesmo, afinal, eu terminei de ajudar a mamãe na cozinha e já olhei para o teto mil vezes, aliás, que teto sujo. — Ela disse de forma irônica, Frisk queimou de raiva e bateu no celular da irmã, que logo caiu no chão. Chara sentiu como se sua vida estivesse no fim, ela encarou o celular com tamanho susto e medo de que possa ter quebrado. Rolou seus olhos em Frisk e percebeu que a menina sorria de forma sarcástica. — Sua... Peste! Eu vou arrancar todos os fios azuis desse seu cabelinho duro! — Ela gritou, puxando a menor pela roupa e apertando as bochechas, já que é a única coisa maldosa que ela conseguia fazer com a sua irmãzinha. 

— Se não tivesse postado o desenho, não estaríamos nessa! — Ela gritou, tentando se desfazer dos apertos da irmã mais velha, porém, falhando miseravelmente. — E tenho certeza que seu celular não quebrou, ao contrário da minha vergonha que está em mil pedacinhos agora! 

Chara apertou com mais força, fazendo Frisk puxar os seus fios castanhos claros. 

— Aí, aí, aí! — Frisk gritou de dor e logo a mais velha largou suas bochechas. A garota não era tão branca quanto a irmã, portanto, a parte que estava sendo apertada ficou mais escura que o normal. A mesma massageou seu rosto com a ponta dos dedos na intenção de fazer a dor passar, porém só aumentava. — Isso não é o fim!  

— Claro que é, eu sou mais forte que você. Quer mesmo testar a força com a sua irmã mais velha? — Ela disse e logo ergueu o braço para exibir os seus poucos músculos no braço. Frisk engoliu seco mais assentiu com a cabeça. 

— O que diabos está acontecendo aqui? — Asriel apareceu na porta com um morango sem a parte verde na mão esquerda. — O que foi essa gritaria? Mamãe estava quase dormindo com a cara na comida, se ela acordasse vocês duas iriam ficar de testa uma pra outra... — Ele logo observou Frisk e soltou uma risada leve, comendo o morango logo em seguida. — ... Nesse caso, uma de testa e outra de barriga. — Logo riu, pois havia feito uma piada em relação ao peso de sua irmã. 

A mais velha caiu na gargalhada também, menos Frisk, que estava vermelha de raiva. 

— Irmãzinha, não vou apagar o seu desenho, muitas pessoas já o viram e com certeza amaram. — Ela disse, segurando nos ombros da menor que logo fixou o olhar naqueles olhos castanhos puxados para o vermelho. — No entanto... A chance do garoto que você admira ver o desenho está na média. — Chara falou, fazendo com que Frisk abrisse um sorriso leve no rosto. Asriel revirou os olhos e deu uma coçada de leve na barba, achando que não seria uma boa ideia iludir a caçulinha.  

Mas ela parecia tão feliz. 

Texas, Austin — 27.10.17, sexta-feira, 13:30pm 

Sans chegou em seu apartamento feliz da vida. Saberia que após o lançamento do álbum, este entraria de férias rapidinho. 

— Undye, ch- — Ele mesmo se interrompeu ao ouvir a amiga cantar uma música da sua antiga banda. A sua voz soava com melancolia, embora a música não seja tão alegre. 

 Everyone comes with scars but you can love them away, I told you that I wasn't perfect, you told me the same... — Ela estava sentada no sofá, mexendo nos cabelos enquanto apreciava a música favorita que havia escrito tempos atrás. 

Sans respira fundo e acende a luz da casa, se aproximando de Undyne e sentando ao seu lado no sofá. Ela provavelmente queria silêncio, mas ele logo começou a falar: 

— Você... Quer conversar sobre isso no caminho para o Starbucks? — Ele perguntou enquanto coçava a nuca. 

Ela o encarou com certa tristeza, mas assentiu com a cabeça. 

— Quer saber a história dessa música? — A ruiva não era de se abrir muito com as pessoas, Sans estranhou, entretanto, logo assentiu com a cabeça. — Metta e eu escrevemos na formação original de 5T, lutamos para essa música ir ao ar. Ela foi uma indireta bem direta para Alphyne. — Ela sorriu fraco. — Eu havia escrito para ela, mas quando a música lançou, ela já estava de saída.  

Sans ficou calado, a vida de sua amiga na antiga banda foi sofrida. E não porque ela não poderia se abrir para todo mundo dizendo que era lésbica ou algo do tipo, ela sofria por alguém que não gostava dela do mesmo jeito. Era tudo marketing, e infelizmente, a ruiva esqueceu disso e se apaixonou pela loira de olhos castanhos. 

Não se sabe ao certo o início, o meio e o fim dessa história, pois ambas contam uma versão diferente. 

Ele não queria arrastar a sua amiga que estava em estado de melancolia para um lugar onde a garota que ela gostava estaria.  

— Espero que não me odeie por isso. — Ele disse a puxou pelo braço, indo em direção ao elevador para poder irem ao estacionamento. — Mas você tem que superar.  

A ruiva não entendeu no começo, embora tenha ignorado. Fez o seu rabo de cavalo e desceu com o albino para o estacionamento.  A ruiva caminhou na frente de Sans, pois o mesmo estava parado vendo uma notificação em seu celular. 

@SugarFlower marcou você em uma foto. 


Notas Finais


Eu fiz esse no celular, espero que tenha ficado bom:
https://streamable.com/j2a4l
qualquer erro no capítulo será consertado dps


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