História Noah? - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias D.Gray-man
Personagens Allen Walker, Road Kamelot
Tags Allenxroad, Noah
Exibições 41
Palavras 1.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas!!

Sim, eu sei que demorei, mas hoje foi o último dia de aula e talz, daí me esqueci completamente da fic! >.<
Peço miil perdões por só me lembrar agora, mas mesmo assim irei postar.

Obs: Desculpem-me qualquer erro de português, estou com o meu dedo todo machucado então tá MUITO difícil de digitar... '-.-

Capítulo 13 - Capítulo 12


Capítulo 12

[Lenalee]

Tinha acabado de voltar de uma missão, e estava junto à Miranda e Lavi, que me acompanhavam. Fui diretamente para o refeitório da Ordem, como sempre, pois tinha acabado de sair da sala do meu irmão. Tínhamos terminado a missão, e como na maioria das vezes, tinha sido um sucesso. Ultimamente, de alguma forma, não encontramo-nos com nenhum Noah em nenhuma missão, o que é estranho, já que estão tentando destruir o maior número possível de Inocências. Mas é bom, pois assim não corremos nenhum risco.

Me sento em uma mesa aleatória, com minha bandeja de sopa em mãos. Coloco-a na mesa e começo a comer tranquilamente, até que ouço uma voz muito familiar.

- Lenalee! – me chama, e sorrio feliz, me virando na direção da voz.

- Allen-kun! – exclamo feliz. – Voltou a quanto tempo?

- À dois dias, vocês voltaram hoje, certo? – ele pergunta com seu típico sorriso.

- Sim, agora a pouco. – respondo animada. – Foi um sucesso! A de vocês foi tudo bem?

- Sim, nenhum problema! – ele diz sorrindo contente. – Mas acho estranho... Os Noah’s estão quietos demais...

- Então você também acha, não é? Por algum motivo, isso não me agrada em nada... Tenho um péssimo pressentimento. – confesso, e ele suspira, logo voltando com seu sorriso feliz.

- Concordo, mas por enquanto devemos aproveitar! Precisamos do maior número de Exorcistas possível, então temos que achar Inocências. – ele diz, me fazendo sorrir. Ele sabia ser positivo e otimista até nas piores horas...

Acordo sentindo as lágrimas escorrerem. Me sento e tento as enxugar o mais rápido possível, mas estava com problemas para conseguir controlá-las. Desisto e me deixo chorar por alguns segundos, o suficiente para me sentir aliviada, e conseguir parar.

Dou uma olhada rápida no quarto e vejo que, por sorte, estava vazio. Me levanto da cama sentindo uma dor incômoda em minhas pernas, quase caindo, porém por pouco consigo ficar em pé, e permaneço parada até melhorar, que é quando resolvo ir até o banheiro. Ele estava igualmente vazio, então pude realizar minhas higienes matinais tranquilamente.

Assim que saio do mesmo, de volta ao quarto, olho em direção ao relógio, vendo que eram cinco em ponto da manhã. Me arrumo, pondo o uniforme da Ordem, e assim que termino, escuto batidas na porta.

- Entre! – digo um pouco alto, para seja lá quem fosse lá fora, pudesse ouvir.

Escuto o som da porta se abrindo lentamente, e dou uma olhada curiosa, vendo Kanda e Lavi entrarem.

- E aí, Lena? – “cumprimenta” Lavi.

- Bom dia, Lavi. – digo sorrindo. – Kanda também.

- Dia. – ele responde entediado.

- Nós vamos dar uma investigada pela cidade, você vem? – convida Lavi.

- Claro, temos ver se conseguimos descobrir quem é o usuário compatível. – concordo. – Mas está tudo bem deixar a Inocência lá, abandonada? Pelo que parece aquele comparsa dos Noah’s consegue tocá-la...

- Sinceramente? Não tenho ideia... mas precisamos arriscar. Por isso mesmo acordamos bem cedo, ficaremos no máximo até as seis e meia investigando, e depois teremos que voltar para a Inocência. – confessa o ruivo.

- Tudo bem, então... – desisto.

Nós três resolvemos sair do quarto, e aviso a proprietária antes de sairmos da construção por completo, logo em seguida começamos a andar sem rumo, pela cidade, enquanto tentávamos descobrir alguma coisa.

Ficamos nisso por uns cinco minutos, apenas, pois somos interrompidos quando eu, Lavi e obviamente Kanda, sentimos algo ruim no ar, fazendo-nos ficarmos alerta, na direção desse sentimento.

- Exorcistas... Exorcistas devem morrer... pelo bem dos mestres Noah’s. – uma voz esganiçada diz, causando arrepios em nós.

Me viro na direção da voz e vejo uma figura, mais um vulto, pois estava escondida, mas dava para ver que era a silhueta de um homem. Bem, não exatamente já que era um Akuma, mas estava em um corpo masculino, de um homem qualquer.

Fico em alerta, preparada para atacá-lo, porém Kanda é mais rápido, já com Mugen em mãos, parte pra cima do Akuma.

É claro que não seria tão fácil... o Akuma desvia e começa a fugir, obrigando-nos a persegui-lo. Ficamos mais uns cinco minutos apenas correndo atrás dele, até que o mesmo para, no meio da cidade, e finalmente descubro qual era o seu objetivo. Estava prestes a avisar Kanda, mas o Akuma fez questão de provocá-lo, e cabeça-quente como ele é, não tive como o parar.

Obviamente, os cidadãos que passavam por ali ouviram o grito que o Akuma se preocupou em fazer, e não gostaram nada de ver o Kanda com a Mugen apontada para o pescoço de um morador qualquer.

- O que pensam que estão fazendo?! – ouço uma voz masculina gritar.

- Por que estão apontando uma arma para o pescoço dele?! – indaga uma mulher, indignada.

Em questão de segundos, vejo que estávamos completamente cercados, por vários cidadãos irados, com armas e ferramentas perigosas em mão, sentindo-se ameaçados com nossa presença.

- Esperem! Juro que não é o que parece! Por favor, me escutem!! – tentava convencê-los, mas sem sucesso. Estavam irritados demais para acreditarem em mim...

- Lena, não adianta, eles não vão nos ouvir!! Kanda, por que você tinha que ser tão esquentado?! – ouço Lavi perguntar para o moreno, que apenas respondeu com um “Tsc”, irritado.

- Não enche, ruivo idiota!! – ele grita nem um pouco feliz, começando uma discussão.

Fico tentando aplacar os nervos tanto dos cidadãos quanto de Kanda e Lavi por algum tempo, mas sem sucesso fico sem saber o que fazer. Até que noto presenças familiares, e me espanto ao ver o tal de “A”, dos Noah’s. O olho acusativo, tendo certeza de que era coisa dele, mas vejo que ele parecia ter ficado indignado, pois logo negou com a cabeça, dando de ombros. Confesso que isso me deixou confusa, se não era ordem deles, Noah’s, então por que estávamos sendo atacados, e ainda por cima, o Akuma mencionou os Noah’s?

Vejo o encapuzado suspirar, e então ele ergue a mão, com quatro dedos levantados. Demoro alguns segundos para entender, mas assim que consigo, me surpreendo ainda mais. Um Nível 4! Como não percebi isso antes?! Eles tinham uma inteligência artificial diferente das dos outros Akuma.

Mas, os Nível 4 eram muito raros... a última vez que vi um foi... naquele dia.

Inevitavelmente, meus pensamentos vão para o meu último encontro com um Nível 4, logo voltando-se para um certo albino, que pelo menos era, um Exorcista, que eu amava e muito.

Acordo de meus pensamentos, ao notar uma movimentação diferente provinda do “A”, e vejo ele estalar os dedos. Fico confusa por alguns segundos, mas então esse sentimento é logo substituído por surpresa, ao ver que, surpreendentemente, todos, todos mesmo, os cidadãos, da cidade inteira caem no chão, desacordados, com um mísero estalar de dedos daquela figura misteriosa.

Aquilo me deixa extremamente surpresa, e assustada, confesso. Ele era poderoso ao ponto de pôr uma cidade inteira para dormir com um simples estalar de dedos?! Olho ao redor e vejo que Lavi e Kanda também estavam na mesma, e curiosamente Lulubell e Road também.

- Uaau!~ A, você colocou todo mundo pra dormir!! O seu alcance é ainda maior do que o meu! – exclama Road impressionada, mas claramente animada, enquanto agarrava o braço do encapuzado.

Logo Kanda já empunha Mugen, alarmado. Mesmo assim, ele não ataca, ele estava preocupado, como todos nós. Ninguém esperava que ainda tivesse mais um Noah escondido, e muito menos que tivesse tamanho poder. Isso me preocupou muito, estávamos com menos forças, e os Noah’s com mais... estavam com toda a vantagem, principalmente agora que o General Cross está morto... é claro, em compensação, Kanda virou General, mas mesmo assim... foi uma horrível perda.

Porém, eu assim como todos os outros, nos surpreendemos quando o “A”, apenas dá de ombros, e começa a se retirar do local, calmamente. Fico indignada, ele tinha feito aquilo para que?! Apenas se mostrar?!

Kanda parece pensar o mesmo que eu, já que fica claramente irritado. Tanto que até esqueceu momentaneamente dessa “amostra de poder” do encapuzado, chegando a tentar atacá-lo.

O mesmo nem se preocupa em defender, pois Road faz isso por ele, e vejo ele ficar curioso com aquilo, enquanto ela parecia muito irritada. Vejo que com aquilo até mesmo Lulubell ficou desconfortável. É, parece que os Noah’s são bem protetores com esse novo aliado deles.

Fico pensando, o quão bom não seria para a Ordem tê-lo do nosso lado?! Ele como Exorcista, e não Noah?! Ele não me parece tão cruel quanto elas... então, por que está com os Noah’s?

Ele faz aparecer uma porta branca do nada, que apenas se materializou repentinamente próximo à eles.

Sem nenhuma dificuldade, consigo perceber uma troca de olhares significativa, entre o tal de “A” e Lulubell, o que me preocupa, e vejo que Kanda e Lavi também haviam percebido, por mais que Kanda estivesse distraído com Road.

- Road, vamos. – a loira se pronuncia pela primeira vez. Vejo que Road nem mesmo reclama, como da última vez, apenas assente com a cabeça, estranhamente séria, e anda na direção deles, apontando todas as suas centenas ou milhares de velas em nossa direção. Só de ver aquelas malditas velas já sinto um horrível calafrio... péssimas lembranças.

Fico frustrada por deixá-los fugirem novamente, mas não tenho como fazer nada, com aquelas malditas velas apontadas todas para mim. Consigo ver que o A dá uma última olhada para nós, e tento perguntar o que ele planejava, apenas com um olhar. Sei que ele entendeu, mas ao invés de responder, apenas sorri gentilmente, o que me deixa ainda mais frustrada.

“Por que ele não podia simplesmente estar do nosso lado ao invés deles?!”


Notas Finais


Yes!

Acabou!
Consegui! ò.ó
Uma nova conquista para mim!
Carai, é difícil pakas fazer isso com a mão esquerda quando sou destra! =@

Bem, espero que tenham gostado! *3*


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