História Nobody Compares To You - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Harry
Exibições 26
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorou um pouquinho... Quero me desculpar desde já, porque não sei se ficou muito com esse capítulo, e ficou um pouco curto eu acho, mas espero que gosteeem!!! Boa leitura!

Capítulo 28 - Paternity Exam


"Acordei com a respiração acelerada e suando. Lucky latia ao meu lado, mas quando me sentei na cama ele parou, subindo em cima de mim e lambendo meu rosto. Meu pais, o hospital, Harry... 

Parece que nem nos sonhos eu consigo ficar em paz." (Katherine Forbes)

 

* Harry Styles *

Recebi uma ligação da clínica genética enquanto Katherine estava no quarto dela, o cachorro tava lá dentro, e deu até ciúmes do fato que provavelmente ele tava dormindo na cama dela. Olha o nível que cheguei, ciúmes de cachorro.

- Alô. 

- Boa tarde, falo da Clínica Genética de Londres. Harry Styles?

- Sim.

- Você nunca veio recolher os resultados de seu exame. O senhor precisa comparecer até amanhã, ou fazer login no site da clínica.

- Ah, é, obrigado pelo aviso.

- Por nada, senhor. 

- A clínica ainda está aberta?

- Sim, senhor.

- Então eu vou passar aí, hm, agora. Até logo.

- Até logo, senhor Styles, obrigada pela atenção.

- Eu que agradeço.

Desliguei o telefone e me virei para Louis, que estava na sala.

- Que foi? - ele perguntou.

- Pelo amor de Deus, vai comigo na maldita clínica pra eu ver se vou ter um filho ou não. - falei com a respiração acelerada enquanto pegava as chaves do carro. Ele não falou nada, apenas me seguiu para fora de casa, por isso que é meu melhor amigo.

Chegamos na clínica, e como eu imaginei, a recepcionista me reconheceu.

- Senhor Styles, os seus resultados estão... - ela folheou alguns envelopes bracos. - Aqui. - ela me entregou um dos envelopes. - A mulher já pagou, mas ela disse que não queria receber o resultado, os documentos são seus. Obrigada.

- Hm, obrigado. - falei sem jeito, não sabia que era tão simples assim.

Eu e Louis saímos da clínica, e entramos no carro, ele ia dar a partida, mas segurei sua mão. 

- Eu quero abrir antes de chegar em casa. - falei.

- Ok. 

Ficamos parados dentro do carro por alguns segundos.

- Então... - ele murmurou.

Peguei o envelope e fiquei observando a capa. Rasguei a parte selada, e retirei o papel de dentro.

"Índice de paternidade combinado:                   Zero

Probabilidade de paternidade:                          Zero

Alelos compartilhados:                                       Zero

RESULTADO: O suposto pai está excluído de ser pai biológico do filho."

Li aquelas palavras e suspirei aliviado, me virei para Louis sorrindo.

- Não vou ser paaaai! - gritei.

- Uhuuul!! - ele gritou.

- Ok, o que a gente fez agora foi cruel. - falei olhando pra ele e rindo. - De quem será que é a criança? 

- Aquela puta não deve ter a menor ideia. - disse Louis, a cara dele se fechou, eu sabia que ele odiava ela.

- Espero que ela cuide do filho. Ou filha, sei lá.

- Também. - ele disse, dando partida no carro.

Eu estava verdadeiramente aliviado com aquilo. Danielle não teria coragem de maltratar a criança, eu conheço ela, ou pelo menos acho que conheço, ela não faria isso. Eu não teria um filho, não agora.

Katherine.

Eu nunca teria um filho. 

Não biológico, não inteiramente meu. Minhas mãos se fecharam e soquei minha própria perna, notei o olhar assustado de Louis, mas ignorei aquilo, enquanto lágrimas caíam por meu rosto, coloquei as mãos em minha cabeça para me acalmar, e quando fui ver, tínhamos chegado em casa. 

Desci correndo do carro, sem esperar por Louis, e entrei em casa, indo para meu quarto.

Katherine estava dentro do mesmo, brincando com Lucky em cima da minha cama. Ela se virou para mim quando entrei, e eu fiquei imóvel, eu sabia que meus rosto demonstrava que eu tinha chorado, e eu sabia que isto seria a primeira coisa que ela iria perceber.

- O que houve? - ela perguntou, eu sacudi um pouco a cabeça e fui até a cama, me sentando na sua frente. 

- Eu fui pegar o exame de paternidade. - falei com um sorriso fraco, lábios fechados. Ela me olhou por alguns instantes.

- Eu não vou ser pai! - falei dando meu melhor sorriso e levantando os braços em comemoração.

A expressão dela não mudou, na verdade pareceu ficar mais triste. Abaixei os braços e a observei, esperando alguma resposta. Ela abaixou a cabeça e ficou em silêncio, enquanto acariciava a cabeça de Lucky. Continuei sem falar nada.

- Você quer ser pai, Harry. - ela disse baixo, e então levantou a cabeça. - E eu não posso te dar um filho. Eu nunca vou poder. - ela passou as mãos em baixo dos olhos, enxugando as lágrimas. - Eu nunca vou ser mãe, e se você continuar comigo, nunca vai ser pai. Quando a gente era pequeno você sonhava em ter uma família, sempre foi seu maior sonho, e eu... 

Ela começou a soluçar, sem conseguir proferir mais palavras. A abracei e segurei em meus braços enquanto ela chorava, e eu também. Afaguei seus cabelos tentando acalmá-la. Como fui deixar que ela pensasse algo assim? Como fui permitir que ela se sentisse mal desse modo? 

- Kitty. - falei baixo, com a boca quase colada em sua testa. - Eu te amo, mais que tudo. - suspirei. - Eu não ligo pra isso, desde que eu esteja com você. - falei e repousei meus lábios em sua testa. 

Ela continuou em silêncio, eu ainda ouvia seus soluços baixos, e sentia mais lágrimas molhando minha camiseta, fiquei deslizando minhas mãos por ser braço e cabelo, e aos poucos, ela foi se acalmando. 

Me deitei na cama e a puxei, ela não reclamou, e se deitou ao meu lado, coloquei uma das mãos em sua cintura, estávamos virados um de frente para o outro, e a puxei mais perto. Ela abriu os olhos, que estavam até agora fechados, e seus lábios se abriram no que poderia, talvez, ser chamado de sorriso.

- Já falei que você é linda? - perguntei em um sussurro.

- Já. - ela respondeu, ficando vermelha.

- Vou continuar falando. Pra sempre. - falei e sorri enquanto deslizava uma mão de seu cabelo até seu queixo, seu sorriso ficou mais sincero. - Você é a coisa que mais importa pra mim.

- Sua mãe e sua irmã são mais, Hazza. - ela disse séria.

- Talvez. - falei rindo um pouco, eu amava como ela se importava com a família.

Fui para perto dela, e selei nossos lábios em um selinho demorado, e então ela se aninhou em mim. Comecei a ouvir sua respiração ficando mais pesada, seu corpo mais relaxado.

- Eu te amo, Hazza. - ouvi ela sussurrar, e então, minha garota caiu no sono.

 


Notas Finais


E aí... o quê acharaaam? Espero que tenham gostado, eu gostei mais do final hehe, adoro eles.
Não esqueçam de deixar um comentário dizendo o que acharam do capítulo e da fanfic em geral.
Obrigada mais uma vez por acompanhar a história!
Beijooo!


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