História Nobody Knows - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 17
Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


vai ter duas fics ao mesmo tempo pq aqui o negocio é hardcore
sempre foi meu sonho escrever uma fic de pklango PQ EU SOU VICIADA NESSE SHIPP, MEU DEUS, ELES SÃO MEUS PAIS
espero q gostem
bjoooooo

Capítulo 1 - School works.


Fanfic / Fanfiction Nobody Knows - Capítulo 1 - School works.

"É como estar trancado em uma sala sem porta, com vários de você mesmo lá dentro. E mesmo assim, todos os seus "eu" ainda serem apaixonados pela mesma pessoa." 

(POV PK) 

Já estávamos praticamente no meio do ano. Eu, Guaxinim e Calango não aguentávamos mais aquele monte de trabalhos, inclusive hoje à tarde nós iríamos na casa de Guaxinim pra fazer um, era de história, a pior matéria possível. Pior que isso, o professor não deixava pesquisar em nenhum site, apenas no livro. 

— Já sabem, hoje à tarde, todos na minha casa. - Guaxinim avisou novamente, eu e Thiago rimos, já era a quarta vez que ele repetia isso. Nós sempre sentamos juntos, pelo fato do pessoal da nossa turma não ser nem um pouco amigável. 

O professor de história deu os seus últimos avisos sobre o trabalho, e a aula acabou, dei graças por já ser o último período. 

Combinamos de almoçar na casa de Guaxinim, ele disse que tinha pizza lá, e que sua mãe não ia estar em casa a tarde toda. Isso era ótimo. Sendo assim, saímos da escola e fomos embora juntos. 

Chegando lá, fomos comer primeiro, já que todo mundo ali estava com muita fome. 

— Gente - Thiago falou, enquanto mastigava. - eu não tenho ideia de como vamos fazer isso. 

— Fala e depois mastiga - impliquei - que nojo 

— Para de me xingar - rebateu - que coisa chata. 

— Igual você. 

— O casalzinho vai parar? - Guaxinim intrometeu-se - Ou vocês querem terminar a DR aqui mesmo? 

— Casalzinho? - Thiago olhou para Guaxinim, arqueando uma de suas sobrancelhas - Vai tomar no cu. 

Apenas revirei meus olhos. 

Quando terminamos de comer, fomos fazer o trabalho. Falava sobre algo do Egito antigo, e eu garanto que era o pior conteúdo do ano, coisa chata de fazer, numa aula chata, com um professor chato. 

Começamos a pesquisar coisas, achando poucas. De repente, a mãe do Guaxinim liga. 

Depois de um tempo falando com ela, desligou o telefone e nos avisou que iria ter que ir lá. 

— Tá, mas o que aconteceu? - perguntei. 

— Sei lá, ela disse que tá se sentindo mal - ele ajeitou o óculos. - Tá na casa da minha tia, a casa dela não fica tão longe daqui. 

— Então eu vou embora! - Thiago se levantou. 

— Nada disso! - Guaxinim empurrou ele - Os dois vão ficar aqui, tenho certeza que metade disso é drama da minha mãe, tentem fazer o trabalho até eu voltar. 

Thiago reclamou algo sussurrando, Guaxinim não deu muita importância, e num piscar de olhos, já tinha saído de sua casa. 

Olhei para Calango, ele estava atirado no sofá. 

— Não vai me ajudar? - perguntei. 

— Eu não, mal sei o que tem que fazer. 

— Porque você é burro - dei uma risada curta. 

— O que você tem contra mim? - ele perguntou, se sentando reto. 

— Me pergunto isso todo dia, o que VOCÊ tem contra mim. - falei. 

— Eu? Nada. 

— Então me ajuda a fazer essa bosta pra eu me livrar logo de ver sua cara. - retruquei. 

— Para bobo, não seja grosso. - ele riu. Imitei sua risada numa espécie de deboche. 

— Vai logo! - quase gritei. 

Depois de pouco tempo tendo que fazer o trabalho e aguentar a cara do Thiago ao mesmo tempo, Guaxinim chegou. 

— O que ela tinha? - logo perguntei. 

— Ela tava meio tonta, minha tia deu uns remédios à ela, acho que vai ficar bem. 

— Porque você não ficou lá com ela? - Calango interferiu. 

— Não tinha necessidade! - Guaxinim se sentou - Vamos continuar a fazer essa bosta de trabalho. 

E assim foi. Ficamos na casa de Guaxinim fazendo o tal trabalho até tarde, pelo fato de não poder abrir o Google e pesquisar tudo, levamos bastante tempo. 

— Pk, larga essa bosta desse celular e ajuda. - disse Thiago, jogando meu celular longe. 

— Eu fui o que mais fiz coisa aqui! Se virem! 

Olhei a hora, já passava de 20:00 da noite. 

— Que hora vamos embora? - fiz uma cara de entediado. 

— Você não vai. 

— Cala boca sua lagartixa imunda, to falando com o Rafael. - olhei diretamente para Guaxinim. 

— Gente, parem com essa troca de elogios. - Guaxa riu. - Vocês não querem dormir aqui? 

— Vou avisar minha mãe - Thiago disse. 

— Tá, tá - reclamei - Pode ser. 

— Só que tem um problema - ele nos olhou, segurando a risada. 

— Fala logo! - aprecei.

— Tem só um colchão aqui - gargalhou - O casalzinho vai ter que dormir junto. 

— Ah não, eu durmo no chão, mas não durmo com esse lagarto do meu lado. - reclamei. 

— Eu...Eu também! - Thiago, logo em seguida. 

— Parem de arreganho. - Guaxinim disse - Aliás, o colchão é bem grande, vocês nem vão sentir que estão um com o outro. 

— Tá! Arruma essa cama logo! - resmunguei. 

Nós iríamos dormir na sala, já que estávamos sozinhos ali. Guaxinim quis dormir no sofá, filho da mãe! Certeza que ele fez isso só pra eu ter que dormir com aquele escroto. Ficamos olhando televisão por um tempo. Thiago ria e debochava de mim, o que só me deixava mais mau humorado. Os dois riam, e eu não achava nenhuma graça, de verdade. 

Depois de um tempo de toda aquela humilhação, resolvemos ir dormir. Thiago ainda zoava da minha cara, ele tentava me abraçar e me puxar pela cintura. 

— Vem cá, xuxu, vamos dormir abraçadinhos. - ele e Guaxinim gargalhavam.

— Sai daqui, mano - eu reclamava. 

— Sem graça! - ele virou para o lado oposto do colchão - Boa noite, mau humorado! 

— Má noite pra você! - desejei, sorri sem deixar ele ver.

(...)

 

 

 

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado, não esquece de favoritar
bjao amores


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...