História Nobody's Home - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Haikyuu!!
Personagens Kei Tsukishima, Tadashi Yamaguchi
Tags Yamatsuki
Exibições 35
Palavras 559
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eae, galerinha. Minha primeira fanfic desse ship, espero que eu tenha consigo fazer algo bom com os dois (mesmo que seja tão curtinha) e estou muito insegura hehe Escrevi tem muito tempo e resolvi tentar né.
É isso, espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo único


Era oficialmente um mendigo.

Não, Yamaguchi não tinha mais casa - alem das ruas, guetos e pontes servindo como teto. Já fazia um certo tempo, não contava muito bem as datas por passar o dia dormindo e a noite acordado. Entretanto, os pelos faciais e seu cabelo tinham crescido consideravelmente. Não que ele se importava com aquilo no momento.

Havia confessado aos seus pais que é gay. Gay da pontinha dos pés a cabeça. Gay em cada célula em seu corpo. Descobriu isso depois de anos achando estranho a sensação de indiferença em relação as meninas. Não se sentia nervoso perto delas, não sentia desejo, não imaginava como ficavam sem roupas, não achava o sorriso delas de tirar o fôlego. Não sentia nada.

Era seu aniversario de 18 anos em que revelou a verdade. Pensou que no seu aniversario, seus pais não tomariam medidas drásticas. Estava enganado. Cortou um pedaço de bolo - o primeiro foi para os pais -, abriu alguns presentes e deu um abraço em todos que compareceram a festa. Quando todos foram embora, ele desabafou.

"Pai, mãe, sou gay". E fechou os olhos esperando gritos. Ouviu um estalo e seu rosto começou a arder, já esperando os gritos que ainda não haviam aparecido. Ouviu um soluço. Sua mãe chorava e ao abrir os olhos, se deparou com o pai o olhando decepcionado, como se tivesse criado algum tipo de monstro.

"Pegue suas coisas e vá viver sua imundice em outro lugar". A voz do seu pai estava rouca, segurando o choro que Yamaguchi sabia que estava preso.

O moreno assentiu sem dizer uma palavra. Foi ao seu quarto, desorientado, e juntou as coisas mais importantes e jogou na mochila. Não hesitou em pegar o violão e saiu em passos curtos da casa, sem antes olhar para trás para ver a porta da sua (antiga) casa fechando-se pra si.

E agora estava na rua com seu violão, sendo iluminado pela lua, algumas estrelas e a iluminação da cidade urbana. Tocava Nobody's Home com uma latinha de ervilhas vazia ao lado, contendo algumas moedinhas.

Não que ele esperasse receber mais dinheiro a essa horas, oras, já passava da meia noite. No entanto, tocar era a sua única salvação no momento, a única coisa que o mantinha são, o que o impedia de cometer alguma loucura.

Não percebeu quando uma pessoa aproximou-se de si e sentou-se ao seu lado. Assustou-se por um instante com o movimento repentino, porém, não parou de tocar.

O moreno viu uma mão incrivelmente branca o estendendo algo. Olhou para a pessoa que parecia-lhe um jovem e provavelmente loiro, já que seus cabelos eram incrivelmente claros. Com a sua mão, ele segurava um copo de um café ali do bairro.

Pensou se deveria ou não aceitar a oferta do estranho. Bem, o que mais eu posso perder?, pensou.

Parou de tocar e aceitou a oferta. Lentamente, levou a bebida a boca e surpreendeu-se ao perceber que a bebida estava quente. Ele fez isso agora?, questionou-se. Bebeu o achocolatado quente e sentiu vontade de resmungar. Doce demais, pensou.

Não percebeu o leve sorriso que formou nos cantos de seus lábios. O achocolatado estava quente - esquentando todo seu corpo e sua fé. Tinha gosto de algo carinhoso, feito especialmente pra confortar. E se era essa a intenção do loiro ao seu lado, ele tinha conseguido. 


Notas Finais


POR FAVOR, comentem sua opinião. Sejam sinceros e qualquer crítica construtiva é bem vinda.


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