História Noir sur blane, sélection - Interativa - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Personagens Personagens Originais
Exibições 48
Palavras 1.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Passando somente para deixar esse super capitulo intrigante...

Capítulo 9 - VIII 30 abraços verdadeiros


Fanfic / Fanfiction Noir sur blane, sélection - Interativa - Capítulo 9 - VIII 30 abraços verdadeiros

A candidata Charlotte Marjorie Blanche Villeneuve, acordou naquela manhã de sexta-feira, sabendo que teria uma dura missão de abraçar 30 pessoas verdadeiramente. Nesse mesmo tempo, se recordou de sua mãe, Milicent, uma ex-cantora, que alegrava e a fazia sorrir pelas manhãs amargas da vida. Soube então, que se a mesma estive presente no palácio, o primeiro abraço seria seu.

No entanto, como não estava o jeito era procurar outras 30, que a mesma julgasse merecedora de tais demonstrações de afeto. Enquanto fazia uma lista mental de quem deveria ou não receber seus abraços, cumprimentou a sua serva, ao mesmo tempo em que pedia que esta lhe reservasse uma das roupas que a mesma trouxera presente de sua mãe, quando soube que a mesma seria uma das escolhidas para frequentar o reino.

- Poderia solicitar uma hora da sala de musica para a minha pessoa? _Questionou uma loira de olhos verdes hipnotizantes, ao afofar suas madeixas frente ao grande espelho que fora colocado em seu quarto.

- Farei o possível para conseguir, mademoiselle. _Respondeu a serva ao fazer uma leve reverencia. _Algo mais, a qual possa ajuda-la?

- No momento, não. Faça apenas estas tarefas que pedi e será o suficiente.

- Claro, mademoiselle.

Houve um curto tempo de silêncio entre as damas, ao que a serva aproveitou para pegar um dos vestidos indicado por sua senhora, assim como preparou um banho na banheira com ervas para a jovem.

- Seu banho esta pronto. Na banheira, com todos os sais que a senhorita adora. _Argumentou a subordinada em uma tentativa de deixar a Selecionada feliz e ainda mais radiante.

 

Era véspera do dia de São Valentin, ou seja, do dia dos namorados, sendo assim era comum que as jovens Selecionadas ficassem preocupadas em quem seria a felizarda que passaria essa data com o futuro rei da França, visto que neste dia o casal vivenciaria um momento magico, e totalmente especial.

No entanto, Charlotte parecia alheia a todas essas preocupações, visto que sua maior preocupação era poder dar orgulho a seu pai, que a muito tempo começou a vê-la como um objeto de alta inquisição, assim como uma suposta maquina de fazer dinheiro.

- Bonjour, Charlotte. _Disse uma jovem de madeixas roxas com algumas mechas rosa e azul, ao se aproximar revelando assim toda a sua beleza exótica.

- Bonjour, Sophia. _Respondeu ao aproximar ainda mais e dar o primeiro abraço do dia. Em verdade, a loira aprendera a gosta da jovem de madeixas coloridas, por ver nela muitas das coisas que ela gostava, fazendo assim que criassem um dialogo que mais tarde levou a uma pequena aproximação. _Acordaste de bom humor?

- Evidente que sim!

- Acha pode ser uma das privilegiadas para o dia de amanha?

- Não custa sonhar. _Ela respondeu animada. _E então, muitos abraços?

- Você foi à primeira.

- Ai que honra! Só por isso você merece mais um. _E dizendo isso, pulou na colega para mais um abraço.

- Bonjour, meninas. _Saudou Samantha ao abraçar as duas jovens ao mesmo tempo.

- Abraços recebidos também entram na conta?

- Creio que não, minha cara, Charlotte. Mas porque da pergunta?

- Ela tem apenas um em seu saldo. _Revelou a outra.

- Dedo duro! _Acusou.

- Precisamos mudar isso, logo, ou nossa tutora não ficara satisfeita. _Lembrou à morena.

 

Após o café da manhã, Charlotte Marjorie já tinha abraçado pelo menos a metade do numero desejado pela meta do dia. Nesse meio tempo, lembrou-se de tomar nota do que sentira em cada uma das circunstâncias, na esperança de Isadora Herreira, em breve, pudesse lhe ajudar a trabalhar nos seus sentimentos com relação a algumas coisas que ela odiava.

Depois desse momento, foi para a sala de musica. Precisava ter algo que a ligasse a sua mãe, que a fizesse se lembrar da mesma, e a musica era a única que seria capaz de tal conexão.

O ambiente era todo de madeira e lembrava muito um anfiteatro, de tão espaçoso. No entanto, o que mais lhe chamou a atenção foi um piano de cauda negro.  Apressou o passo ate pudesse estar diante do instrumento.

Passou a mão pela sua tampa, o abrindo logo em seguida. Testou algumas teclas, verificando o som que saia sobre elas, se sentindo um pouco mais aliviada por ter encontrado uma raridade naquele local. Puxou um banquinho e sentou frente ao piano, começando a dedilhar uma canção que lembrava de cabeça e que a muito era a sua favorita.

- You'll never love yourself / Half as much as I love you / You'll never treat yourself right darlin' / But I want you to / If I let you know / I'm here for you / Maybe you'll love yourself like I love you. _Uma voz máscula cantarolou no mesmo ritmo que a jovem dedilhava a canção.

- Mas o que? Você esta estragando a musica... _Charlotte disse irritada, afinal fora distraída. Em seguida, virou-se para ver quem havia interrompido o seu momento. _Eu tinha reservado uma hora...

Mas antes que pudesse terminar a frase ela notou aqueles olhos misteriosos ao mesmo tempo em que viu brotar um sorriso safado nos lábios daquele homem que só poderia fruto da perfeição.

- Alteza?

- Continue, mon cher. _Ele disse, se referindo ao termo francês que a denominava como: “minha querida”.

- Como quiser. _E dizendo isso voltou de onde tinha parado.

Ao fim da canção, a loira voltou sua atenção ao Príncipe que mantinha os olhos fixos em suas curvas, ao mesmo tempo em que se impressionava com a doçura que os dedos ágeis da menina tocava as teclas do piano de cauda que pertencia a sua família a gerações.

- Você tem dedos bem ágeis.

- Anos de praticas.

- Quem a vê falando assim, achara que és velha. No entanto, devo dizer que tal beleza não me faz ter ideia de qual seria a idade correta de tamanha perfeição divina.

- Dezoito anos, apenas. _Ela respondeu com sorriso ao gracejo do Príncipe.

- Uma idade boa se comparada ao que pode fazer com ela.

- Se quer me convidar para alguma coisa, que faça logo. Não tenho tempo para rodeios!

- Hum... pratica, você.

- Apenas não sou dada a certas frescuras da vida.

- Sabe que se algo acontece, Marion não pode ficar sabendo... _Maxine disse ao morder o lábio inferior de uma forma sexy.

- Ele nem sonhará com tal acontecimento.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...