História Noite de Rebeldia. - Capítulo 22


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Categorias Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Tags Demi, Dilmer, Noite De Rebeldia, Wilmer
Exibições 86
Palavras 1.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Você está dormindo com uma criada. Assim como seu pai.


ALGUNS DIAS mais tarde, Wilmer terminou uma teleconferência que durara mais tempo do que ele esperava e saiu à procura de Demi. Ela estava à beira da piscina, tirando folhas com a rede.

– Outra pessoa pode fazer isso – disse ele.

Ela se virou e abriu um de seus sorrisos mais atrevidos.

– Prefere fazer outra coisa... dentro de casa?

Ele passou seus braços em torno dela, trazendo-a, apenas de biquíni, contra o seu corpo totalmente vestido.

– Por que você está sempre vagando por aí sem muita roupa no corpo? – Ele rosnou, brincando.

– Eu faço o melhor para seduzir você, meu querido – respondeu ela.

Wilmer a beijou, e o calor de sua boca sempre o surpreendia. E isso o encantava. Ela não o beijava pela metade. Ela o beijava por inteiro. E Wilmer continuou a beijá-la, enquanto tirava a parte de cima do seu biquíni para poder tocar seus seios. As mãos

de Demi foram parar nos botões de sua camisa, abrindo cada um deles com uma precisão de arrepiar.

Ele pousou a boca em seu peito, chupando, lambendo e provocando, até que ela começou a emitir pequenos sons ofegantes de desejo.

Depois desamarrou a parte de baixo do biquíni, cobrindo as curvas de seu traseiro com as mãos.

Ela inclinou a cabeça para trás, e ficou olhando para ele.

– Isto é um pouco injusto. Estou completamente nua e você, ainda vestido.

Wilmer passou a língua sobre seu lábio inferior, fazendo beicinho.

– Vamos entrar?

Ela se esfregou contra ele, sensualmente.

– Por que não damos um mergulho primeiro?

Ele não poderia resistir... Em poucos segundos, livrou-se de tudo (menos do preservativo) e estava na piscina com ela, segurando-a contra seu corpo excitado, enquanto ela sorria com seus olhos cor de caramelo. Ele a beijou, ficando ainda mais excitado. Suas mãos estavam em torno da cintura de Demi. Em seguida, acariciavam seu peito, descendo... E a água só aumentava as sensações.

Wilmer a apoiou contra a borda da piscina de costas para ele, traçando com beijos o caminho do lóbulo da orelha até o pescoço, passando sua língua sobre aquela pele perfumada, perguntando como impediria a si mesmo de chegar ao orgasmo, tendo-a pressionada contra sua ereção. Ela emitiu um som de encorajamento quando ele tocou o ponto sensível de sua intimidade e ela agarrou os fios de cabelo de Wilmer soltando, parte gemido, parte suspiro, quando ele se moveu entre suas pernas. E a penetrou profundamente e rápido arrancando um gemido alto de Demi, quase incapaz de controlar a si mesmo. E continuou, agarrado à borda da piscina para se equilibrar.

Logo depois Wilmer tirou Demi daquela posição e a fez pular em seu colo e seu membro a penetrou profundamente e com força novamente em sua intimidade. Sentir Demi rebolando em sua intimidade era maravilhoso e fazia Wilmer soltar gemidos baixos as vezes, Demi só conseguia gemer e ficar de olhos fechados, ela deixou um chupão no pescoço de Wilmer que iria ficar ali por um bom tempo.

– Olha para mim Demi, quero ver o seu olhar de tesão quando chegar no seu limite – Wilmer sussurrou no ouvido dela e agarrou seus cabelos para fazer olhá-lo e não demorou até que aqueles dois chegaram juntos no limite.

– Você já fez isso antes? – perguntou ela.

– Não – respondeu Wilmer.

– Sorte minha ser sua primeira...

Wilmer pousou um dos dedos sobre a boca de Demi, impedindo-a de dizer a palavra rude que suspeitava que ela diria.

– Não... Não fique assim, Wilmer. É apenas sexo. Apenas sexo...

Seria isso? Talvez para ela, mas não para ele. Aquilo não se parecia em nada com o sexo que praticara no passado. Seu corpo inteiro se sentia diferente ao lado dela. Ele se sentia diferente. E não apenas fisicamente, mas em sua mente. O sexo deixara de ser uma experiência puramente física, tornando-se algo mais cerebral... mais emocional.

Ele gostava de ter Demi por perto. Ela era engraçada e divertida, emocionante e ousada. E tudo isso de uma forma que o fazia sair de sua zona de conforto. Mas ele também a ajudara a sair de sua zona de conforto. Ela chegara a permitir que as portas da varanda ficassem abertas quando faziam amor no seu quarto. Sim, ele tinha feito amor com ela. Seu corpo a adorava. Ele nunca desejara tanto uma mulher. Ela o deixava excitado com um único olhar. O cheiro de Demi era suficiente para deixá-lo rígido. Um toque fazia todo o seu corpo formigar. Os movimentos de seus dedos faziam seu pulso trovejar e seu coração disparar.

Tudo a respeito dela o excitava. Mas ela partiria em quatro dias...

Mas isso era bom. E eles tinham se divertido. Ela o ensinara a se soltar um pouco. Ele a ajudara a enfrentar seus medos. E Wilmer queria que ela tivesse sucesso. Sua energia, paixão e integridade poderiam ser qualidades maravilhosas se canalizadas na direção certa. Demi envolveu seu pescoço com os braços.

– Por que esse olhar e essa testa franzida?

Wilmer forçou um sorriso.

– Eu estava franzindo a testa?

Ela pousou um dedo entre suas sobrancelhas.

– Você cria um cume profundo aqui quando está pensando.

Ele pegou seu dedo e o lambeu.

– Eu estou pensando que deveríamos entrar em casa, antes de nos queimarmos.

– Boa ideia – disse ela, subindo os degraus da piscina.

Wilmer ficou encantado quando ela saiu da água, como uma ninfa. Sua pele cremosa estava levemente bronzeada. Seu corpo estava em forma e tonificado, além de irresistivelmente feminino. E ele podia sentir que se ela ficasse mais alguns minutos nua ali na frente dele ele poderia ficar rígido de novo e fazer um loucura com ela ali mesmo no chão daquela piscina, assim como havia feito dentro da piscina a alguns minutos atrás.

Ela vestiu a parte de baixo do biquíni, antes de pegar a de cima, mas sua testa lisa vincou de repente.

– Um carro? – perguntou ela, cobrindo-se apressadamente. – Você está esperando alguém?

Ele saltou para fora da piscina e pegou sua calça.

– Não – disse ele. – E ninguém pode entrar aqui sem o código de segurança, a menos que seja um dos jardineiros.

– Será? – perguntou ela.

Ainda molhado, ele vestiu a camisa e rapidamente a abotoou. Em circunstâncias normais, teria pedido a Sophia que atendesse a porta. Porém, com sua governanta ainda fora, ele dificilmente poderia enviar Demi vestindo nada além de um biquíni.

– Vou ver quem é – disse ele. – Fique aqui.

O coração de Wilmer afundou no peito. Era sua mãe. Não havia imprensa por perto, mas os repórteres não estariam muito longe. Afinal, sua mãe não dava um passo sem que a imprensa a estivesse documentando.

– Cheguei para ficar, Wilmer – disse ela, enquanto seu motorista a ajudava a descer do carro, como se estivesse pisando no tapete vermelho. – Eu precisava sair de lá. A imprensa não tem me deixado sozinha por um minuto.

– Eles a seguiram até aqui? – perguntou ele.

– Não que eu saiba – respondeu Elisabetta. – Por que você está franzindo a testa? Não está feliz em me ver? Eu cancelei o resto da minha temporada na Broadway para passar um tempo com você. Este é o único lugar onde me deixariam em paz. Eu pensei em ficar com Jake, mas ele sempre tem uma garota por perto, e Miranda se recusa a se envolver. Além disso, o apartamento dela é muito pequeno.

– Este não é um bom momento... – disse Wilmer.

Elisabetta fez beicinho.

– Não me diga que está trabalhando. Seu trabalho pode esperar um pouco, certo? Você não percebe o quão desesperada estou? Seu pai arruinou tudo!

Ela fez uma pausa longa e o encarou.

– Por que você está todo molhado? Sua camisa está mal abotoada.

– Eu estava dando... um mergulho rápido. Você me pegou de surpresa.

Elisabetta continuou seu discurso: – Estou tão furiosa! Sabe que a mãe da menina era uma arrumadeira do hotel no qual ele estava hospedado? Uma arrumadeira! Como ele pôde ser tão patético?

– Eu realmente não tenho tempo para isso agora.

– Você nunca tem tempo – disse Elisabetta, subindo os degraus. – Você só tem tempo para o seu trabalho.

– Mãe, você não pode ficar aqui – disse Wilmer. – Não seria... conveniente. Minha empregada ficará fora por mais alguns dias, e eu não estou preparado para receber visitas.

Elisabetta se virou, com um movimento teatral.

– Por que você sempre me afasta da sua vida? Não consegue ver que preciso de apoio?

– Eu entendo que sua vida está um caos, mas você não pode aparecer aqui sem me avisar – disse Wilmer. – Você poderia ter ligado.... ou mandado uma mensagem.

O olhar de Elisabetta se estreitou novamente.

– Você está com alguém? Uma amante? Quem é? Você é tão misterioso... Nunca diz nada. Nem a imprensa sabe o que está fazendo... ao contrário de seu irmão.

Como poderia explicar sua relação com Demi para a mãe? Aliás, como poderia explicar aquela história para si mesmo? Seria um relacionamento? Apenas uma aventura? Uma coisa temporária que ambos sabiam que chegaria ao fim em poucos dias?

– Eu gosto de manter minha vida privada fora das notícias – disse Wilmer. – E por isso sua chegada aqui é um problema para mim. Você é um ímã para a imprensa.

– Espero que não fique do lado do seu pai desta vez – disse Elisabetta, como se não tivesse ouvido uma palavra dita pelo filho.

– Por que eu faria isso? O que ele fez foi injusto.

– Pois saiba que eu culpo a vagabunda que o seduziu – disse sua mãe, entrando em casa. – Ela o traiu ao não ter feito o aborto que ele pagou. Ele se ofereceu para resolver as coisas, mas o que ela fez? Foi em frente e teve a pirralha. Teria sido decente se livrar do erro. Fingir que nada acontecera. Mas não... Essas terríveis caçadoras de ouro são todas iguais.

– Você e papai realmente se merecem, olha o absurdo que você está me dizendo.

A lógica de sua mãe sempre fora difícil de engolir.

– Se a mãe de Kat era uma caçadora de ouro, como você mesma diz, por que só revelou a paternidade da filha no leito de morte? – perguntou ele. – Por que não apareceu anos atrás, trocando seu silêncio por dinheiro?

Elisabetta lhe lançou um olhar fulminante.

– Você a está defendendo? Ela era uma arrumadeira, pelo amor de Deus!

Só então Demi apareceu, vestindo saia e blusa, com os cabelos ainda úmidos presos em um coque bem arrumado.

– Bem-vinda, senhora Albertini – disse ela. – Gostaria que eu levasse suas coisas para o quarto?

– Wilmer... a sua governanta não estava de férias?

– Ela está... Demi está no lugar dela.

– Então é isso? Você está dormindo com uma criada. Assim como seu pai...



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