História Noite de Rebeldia. - Capítulo 23


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Categorias Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Tags Demi, Dilmer, Noite De Rebeldia, Wilmer
Exibições 71
Palavras 1.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - A questão aqui é que eu gosto de você.


– Eu não vou permitir que você insulte Demi.  

– Você conseguiu laçar o meu filho, certo? 

Demi levantou o queixo, mantendo uma postura fria e digna, e perguntou: 

– Gostaria de uma bebida em seu quarto? Algo para comer? Frutas frescas? 

– Você ouviu o que eu disse? – perguntou ela. 

– Sim, senhora Albertini, mas decidi ignorá-la e atribuir suas palavras ao fato de estar cansada da viagem e chateada com os eventos recentes e esquecer das palavras grosseiras que a senha me disse, mas só te digo uma coisa, se a senhora ousar me dizer coisas desse estilo de novo eu não vou ter o mesmo alto controle que estou tento agora e você vai se arrepender do que disser. – disse Demi. – Agora, se quiser uma bebida ou algum outro refresco, eu poderia providenciar. Caso contrário, vou deixar que Wilmer a leve ao seu quarto. 

Os olhos castanhos de sua mãe brilhavam de raiva. 

– Viu como ela falou comigo? Livre-se dela! Eu não vou permitir ser tratada como uma criança! 

– Sendo assim, não aja como uma criança – disse Wilmer. – Demi pode estar trabalhando como minha governanta, mas isso não significa que não tenha direito a ser respeitada. 

– Está tudo bem, Wilmer – disse Demi. – Eu sei muito bem lidar com esnobes como sua mãe. Em minha vida já teve várias peruas esnobes como ela. 

– Sua porquinha nojenta! Meu filho pode ter quem ele quiser. Por que escolheria você? 

– Eu sou muito boa de cama, sei fazer coisas que seu filho adora, aconselho que tape os ouvidos durante a noite enquanto estiver por aqui, porque eu vou fazer questão de gemer bem alto quando ele estiver me penetrando com força, só para fazer você ouvir o quanto seu filho adora foder comigo todas as noites ou então durante o dia e a proposito estávamos fodendo gostoso dentro da piscina antes de você chegar – disse Demi com um sorriso sarcástico nos lábios.– Além disso, cozinho incrivelmente bem. Ah, e já mencionei que faço um ótimo... 

– Chega – disse Wilmer, interrompendo-a rapidamente. – Mãe, você precisa ir embora. Encontre um hotel em algum lugar. 

– Que tipo de filho é você? Qualquer um veria que ela não passa de lixo. Ainda mais depois de tudo o que ela acabou de dizer. Você consegue pessoa melhor do que essa dai Wilmer 

– Os iguais se reconhecem... posso até dizer que você ainda é um pouco pior do que eu – disse Demi, com calma, inspecionando suas cutículas. 

Os olhos de Elisabetta inflaram em indignação. 

– O que você disse? – perguntou ela. 

– Hora de ir – disse Wilmer, tomando o braço da mãe e levando-a de volta ao carro. 

Sua mãe não gostava de ser lembrada de seu passado pobre. Na maior parte do tempo, esse era um segredo muito bem guardado. Pouca gente sabia que ela crescera nas ruas mais pobres de Florença, filha de uma mãe solteira que se prostituía para colocar comida na mesa. E Elisabetta se reinventou quando se mudou para Londres. Era como se o passado não existisse. Como se tivesse sido apagado da sua memória. 

Talvez suas memórias, assim como as de Demi, fossem muito dolorosas. Talvez não fosse uma questão de orgulho e arrogância, mas de vergonha. Talvez por isso não tenha conseguido ser uma boa mãe... Elisabetta vivia afastada dos filhos, a menos que precisasse deles por algum motivo. Como naquele momento, por exemplo. Sua mãe nunca o visitava, a menos que a visita tivesse algo a ver com ela. E nunca demonstrava qualquer interesse em seu trabalho. E Wilmer sempre se sentiu ressentido por sua falta de interesse, mas agora começava a entender sua forma de agir... 

Elisabetta voltou para o carro. 

– Eu não vou me humilhar dormindo sob o mesmo teto que alguém tão comum como essa menina... Ela será uma fonte de problemas na sua vida. Guarde bem minhas palavras, Wilmer. 

Wilmer fechou a porta e deu um passo atrás. 

– Eu vou ligar para você. Cuide-se. 

– Leve-me de volta para o aeroporto. – Ela pediu ao motorista. – Parece que não sou bem-vinda por aqui ainda mais depois de ver que uma qualquer manda e desmanda nessa casa. 

Demi desceu os degraus para se juntar a ele, enquanto observava o carro de sua mãe desaparecer. 

– Eu posso ter passado dos limites... um pouquinho – disse ela rindo. 

Wilmer beijou o topo da sua cabeça. 

– Imagina se tivesse passado dos limites – disse ele. 

– Por que você me defendeu? 

– E por que não defenderia? Ela foi rude e desrespeitosa. 

– Ninguém nunca fez isso por mim... ou, pelo menos, não por muito tempo e podemos dizer que eu também não fui nenhum pouco simpática, ainda mais depois do que ela me disse. 

Wilmer apertou seus ombros. 

–Você só estava se defendendo e também, já era hora de alguém fazer. 

– Foi legal da sua parte, mas eu odiaria que você se afastasse de sua mãe por minha causa. Afinal, eu não vou ficar aqui por muito mais tempo. 

Wilmer odiava ser lembrado desse limite de tempo. 

– E se você ficasse um pouco mais? – sugeriu ele. 

Seu olhar ficou subitamente cauteloso. Em alerta. 

– Por que eu faria isso? 

Ele não estava apaixonado por ela, certo? Não, claro que não. Ele apenas tinha alguns sentimentos por ela. Sentimentos que estavam acima do cuidado e da preocupação com seu bem-estar. Aquilo era afeição. Ela era uma menina doce. E ele tinha começado a respeitá-la. A admirá-la. A desfrutar do relacionamento deles. Mas por que persistia em chamar aquilo de relacionamento? 

Era um caso, certo? Ela mesma dissera que o sexo era apenas isto: sexo. 

Wilmer deu de ombros. 

– Só achei que você gostaria de viajar ao deserto comigo. 

– Ao deserto? 

– Vou fazer uma viagem para verificar o novo software no deserto do Atacama – disse ele. – É o maior e mais seco deserto do planeta. Por isso fazemos a astronomia infravermelha por lá, por causa da ausência de vapor de água. E imaginei que você gostaria de vir comigo... 

– Olhe, é uma oferta muito boa... mas eu já reservei minha passagem aérea e não quero pagar taxa de remarcação. 

– Não se preocupe com o dinheiro. Eu posso ajudar com isso. 

– Não é por causa de dinheiro, Wilmer. Eu já decidi. Vou embora no fim da semana – disse ela. – Esperei anos por isso. Você não pode mudar meus planos só por querer mais uma semana ou duas de sexo.  

– Mas a questão não é o sexo... – disse Wilmer. 

– Não? 

Ele emoldurou seu rosto com as mãos. Seu estômago se revirava. 

– É sobre você. Sobre o meu desejo de estar com você. Não por causa do sexo, embora seja ótimo. A questão aqui é que eu gosto de você. 

– Você gosta de mim... 

Ela disse essas palavras como se zombasse de Wilmer. 

– Sim, eu gosto da maneira como você me faz sentir. 

– Sei... 

Sua voz era inexpressiva, como se ela realmente não se importasse com o que ele dizia. 

– Você me faz sentir vivo. 

– Vivo? Só isso? A gente tinha combinado que seria somente sexo Wilmer. Não acha que você me dizendo essas coisas vai me fazer ficar. 

Wilmer deu um passo à frente. Ele não podia continuar negando o que sentia. 

– Acho que estou me apaixonando por você. Não... eu já estou apaixonado por você. Eu sei que estou. 

Os olhos de Demi se arregalaram. 

– Você está brincando. 

– Eu não estou brincando. 

– Você está louco. 

– Louco? Não. Loucamente apaixonado? Sim. 

Ela engoliu em seco. 

– Mas... por quê? 

– Por quê? – perguntou Wilmer, após uma risada. – Porque você é a pessoa mais fascinante, adorável, complicada e doce que eu conheço. 

– Mas sua mãe me odeia. 

– Pare de tentar arrumar desculpas Demi e também ela ainda não a conhece, mas vai se apaixonar assim que descobrir como você é maravilhosa. 

– Olhe, eu realmente gosto de você, Wilmer... mas amor? Eu não sei se conheço o real significado dessa palavra.



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