História Noite de terrror - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Adam Lambert
Exibições 2
Palavras 1.111
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Suspense, Terror e Horror
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


 Adam e Tommy estavam viajando por uma estrada em uma cidade longe da civilização e já era noite e precisavam descançar porque não era seguro viajar á noite, pois estavam cansados.
 - Adam, eu acho que eu ví uma placa á pouco de um lugar para passarmos á noite. Deveríamos ir até lá porque não encontraremos outro 
lugar a essa hora nesse fim de mundo.
 - É melhor mesmo, pois estou cansado de dirigir e não podemos dirigir á noite nessas estradas pouco sinalizadas.
 Voltaram alguns metros até avistar a casa e desceram do carro indo até a recepção.
 - Boa noite. Tem alguém em casa? Vimos a placa na estrada dizendo que tinha quartos para pernoitar e entramos. Disse Adam.
 De repente aparece uma senhora idosa para falar com eles.
 - Pois não. Querem um quarto? Que bom. Faz tempo que quase ninguém aparece por aqui.
 - Pois é. Dirigimos o dia todo e precisamos descançar para pegar a estrada amanhã novamente. Disse Tommy.
 - Aqui está a chave do quarto 3. Só temos uma exigência a fazer: Não podem sair antes de amanhecer.
 Ambos se olharam estranhando aquilo mas acabaram aceitando.
 - Tudo bem. Só queremos descançar por esta noite mesmo. Disse Adam.
 Pegaram a chave e seguiram por um corredor até encontrar a porta de quarto número 3 e entraram. O quarto era simples, sem luxo algum, 
pois não tinha tv e a luz vinha de um abajur ao lado da cama. Banheiro era no fim do corredor.
 Os dois tinham se deitado e começavam a dormir quando, de repente ouvem um grito misterioso.
 - Ouviu isso, Adam?
 - Sim. De onde será que veio?
 Os dois sairam do quarto e foram até a recepção procurar alguém para perguntar sobre o grito que ouviram mas ninguém apareceu. Parecia quieto até demais. 
 Logo ouviram outro grito e desta vez parecia vir do andar superior e foram ver o que era.
 - Cuidado, Adam. Tenho medo do que possa ser.
 - Calma. Temos que achar alguém.
 Subiram as escadas e parecia que a casa estava deserta, pois a cada cômodo que entravam não viam ninguém.
 - Estranho. Parece ser apenas nós dois nesta casa. Para onde será que foram as pessoas daqui? Disse Adam.
 Novamente ouviram o grito cada vez mais perto e ao abrir a última porta, deram de cara com uma moça desfigurada com uma faca 
na mão.
 - Vingança. Eu vou matar todos vocês que me traíram e acabaram me matando e me deixando presa nesta maldita casa.
 Eles desceram correndo as escadas e se trancaram no quarto. Mas ao entrarem, deram de cara com uma moça seminua que dizia:
 - Até que enfim chegaram. Eu estava á espera de vocês.
 - Co-como assim estava nos esperando? Disse Tommy.
 - Eu quero que vejam como sou linda e me desejem como nunca.
 - Não estamos interessados em você. Só queremos fugir daqui.
 - Mas vocês não podem, não antes de me fazerem mulher, pois fui largada na porta da igreja no dia do meu casamento e disse que teria a 
minha noite de amor com o primeiro que aparecesse.
 - Olha moça, nos desculpe mas não será possivel. Nós nem a conhecemos e nunca daria certo, pois nosso negócio é outro. Disse Adam.
 De repente ela os hipnotiza e diz:
 - Quem disse que não seria possivel? E começou a beijá - los.
 A porta do quarto se abre com violência e eis que aparece o corpo da outra moça desfigurada que jurava vingança.
 - Minha irmã? O que faz aqui? Não vê que estou ocupada com esses dois rapazes?
 - Pouco me importa o que faz. Eu quero sangue. Quero me vingar a minha morte e poder descançar em paz.
 - Mas você não irá atrapalhar meus planos de ser feliz por uma noite antes da minha partida.
 - Tá. Tá. Termine logo o que tem que fazer para poder matá - los.
 Depois de realizado seu sonho, a bela moça, com pena dos dois belos rapazes os acorda para que eles consigam escapar da vingativa 
irmã.
 - Ãh? O que aconteceu aqui? Cadê nossas roupas? E o que faz aqui em nosso quarto? Disse Adam.
 - Vocês tentaram resistir á mim mas eu disse que isto seria impossível, como podem ver. Eu consigo tudo o que quero, de um jeito ou de 
outro. Melhor correrem, pois minha irmã está á procura de vocês.
 Assim que se vestem, eles saem vagarosamente do quarto e logo a primeira porta á frente deles se abre e a louca aparece.
 - Aonde pensam que vão? Eu ainda não terminei o serviço que minha pobre irmã começou.
 - Corre, Tommy!!!
 A moça começou a seguí - los com a faca em mãos e eles chegaram a recepção sem fôlego. Na mesma hora a tal senhora surge por trás do
balcão.
 - Vocês não podem ir embora antes do amanhecer. Esqueceram?
 - Mas é um caso de vida ou morte. Disse Tommy.
 - É o que sempre dizem. Já conheço essa história, é sempre o mesmo.
 Eles olham para trás e veêm a doida correndo em direção aos dois.
 - Eu quero vingança!
 Saíram correndo também e entraram na primeira porta que acharam destrancada e se esconderam lá. A moça seminua estava lá de novo.
 - Você sempre aparece nos lugares que as pessoas se escondem? Disse Adam.
 - Eu só queria dar um último beijo de despedida. Estou feliz porque agora posso descançar em paz. Muito obrigado, rapazes.
 Assim que ela os beijou, ela desapareceu numa nuvem de fumaça deixando os dois sozinhos alí trancados.
 - E agora, Adam. O que faremos? não podemos ficar aqui para sempre.
 - Assim que amanhecer, damos o fora daqui o mais rápido possível.
 De repente a porta se abre.
 - Achei vocês. Não podem mais se esconder de mim. Venham. como querem ser mortos? Lento e doloroso ou rápido e sem dor?
 Adam olha para o relógio e aponta a janela para Tommy e diz:
 - Sinto desapontá - la mas já é hora de irmos. Já é de manhã e temos que ir.
 - Não. Não é possível que não foi dessa vez que consegui matar alguém e poder descançar finalmente. Tudo culpa daquela desgraçada da
minha irmazinha. Ela faz o que quer hipnotizando com sua beleza os rapazes que aqui aparecem e ainda os ajuda a escapar de mim e da 
minha maldição.
 - Pois é. Que pena não podermos contribuir com você. Tchau. Diz Tommy.
 Os dois saem dali e prometem nunca mais passar por aquela estrada e nunca mais darem ouvidos a nenhuma mulher que aparecer no 
caminho deles.



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