História Noites de Luxúria - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Rosario + Vampire
Personagens Kokoa Shuzen, Moka Akashiya, Tsukune Aono
Tags Krystal, Rosário, Vampiro
Visualizações 110
Palavras 1.311
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sente o cheiro de ultimo capítulo, vocês tão sofrendo tanto quanto eu?
Preciso que vocês leiam as notas finais ok?
Vão lá ler~
GoGo~

Capítulo 15 - Noites de Luxúria... Esta e Outras Tantas


“Moka, eu te amo”.

Ah, quantas vezes estas mesmas palavras foram ditas desde então? E de tantas formas diferentes... Sussurros baixos, por vezes ofegantes, uma melodia acompanhada pela batida descompassada de corações amando loucamente. Esses eram os meus favoritos.

Perdoe-me, eu estou divagando novamente, talvez eu esteja enganada, mas no final desta história, imagino que seja de interesse geral saber de minhas maiores noites.

E, contudo... O que é a luxúria sem um pouco de imaginação? Não tornemos tudo repetido, esta é a minha história, não a “dela”, imagino que você já saiba disso, não repetiremos então os preliminares. Vocês não precisam saber mais do que já viram.

Não imaginava, mas é possível sim que cada noite seja uma única noite, cada uma com o seu tempero, tornando-a inesquecível, perfeita, sem nunca deixar que você queira um algo a mais.

Ou talvez fazendo com que você sempre queira mais.

-Tsukune. –Eu chamo, fazendo com que erga os olhos do caderno, mirando primeiro a bela lua cheia, depois enfim a mim-. Você realmente tem noção de como será sua vida? –Jogo algumas mechas de meu cabelo para trás e me aproximo, tocando levemente seus ombros-.

Tsukune agora passa mais tempo em meu quarto do que em seu próprio, o que é muito arriscado quando se está na escola. Mas a essa altura, tudo é apenas um tempero a mais em nossa relação.

Está estudando em minha mesa, mas percebo a tensão de seus ombros.

Já sei a resposta, e, no entanto, eu sempre vou perguntar, sempre vou lembrá-lo desta escolha, sempre a pergunta, mas não aceitarei nenhuma outra resposta.

Tsukune és meu. Tocaste meu corpo. Tem meu sangue nas veias. Tem pedaços de mim em sua energia. Não te deixarei ir embora.

Gosto pessoalmente de meu quarto durante a noite, principalmente dos tons de preto e vermelho, levemente prateado esta noite, graças à luz da lua cheia que entra pela minha janela.

Sinto sua mão forte sobre a minha, puxando-me mais para perto, praticamente colando meu tronco em suas costas. Ele ergue os olhos para cima, fitando meus olhos vermelhos e neste momento, devo dizer, muito intensos.

-Quantas vezes mais preciso repetir Moka?Ou será que você gosta tanto assim do beneficio da dúvida? –Ele leva minha mão em direção aos lábios, beijando delicadamente meu dedo anelar, e mesmo com este pequeno contato, eu posso sentir o quanto seus lábios estão quentes-.

Ah... Asmodeus, nunca te cansas de me perseguir? Sabes que nunca fujo.

-Apenas gosto que você se lembre. –Deslizo minha unha pelo seu maxilar-. Que esta boca, cujos lábios tocaram os meus, me pertence-.

Viro a cadeira de frente para mim, sinto meu cabelo escorregar uma mecha teimosa para frente.

-Que este corpo que se uniu ao meu me pertence. –Vou descasando os botões de sua camisa lentamente, sentindo esse calor maravilhoso que chama por mim-.

Sua mão se ergue, puxando-me pela cintura para o seu colo. Ah, eu adoro suas mãos trêmulas, porém firmes... Eu me acomodo em seu colo, ainda de frente para ele, sentindo, satisfeita, um pequeno volume cutucar-me. Seus olhos tem um brilho maravilhoso.

-Que esta alma, tão cheia de meu sangue e minha energia, me pertence. –Faço a camisa deslizar por seus ombros, deixando pedaço do peito a mostra, encosto minha testa em seu ombro, sentindo todo o calor de sua luxuria passando para mim-.

-Mas como você é possessiva... –Sua mão desliza de minha cintura para minha coxa, fazendo pequenas caricias. Depois sobe, percorrendo toda a base da coluna e voltando a coxa, eu fecho meus olhos-. Como se eu pudesse querer outra coisa...

Eu poderia ficar aqui, falando sem parar, porém sem explicar nada. Não posso dizer exatamente o que eu sinto, entenda, não são sensações fáceis de descrever, mas posso dizer que são maravilhosas de se sentir.

O vestido vermelho aperta-me o corpo e o coque também está machucando minha cabeça, Tsukune, no entanto parece muito a vontade em sua roupa de festa.

-Como você aguenta? –Resmungo, soltando meu cabelo com cuidado, o tempo que ficou preso faz com que caia por minhas costas em macias ondas ao invés do liso habitual-. Não sei nem se ainda estou respirando. –Sacudo um pouco a cabeça para libertar um pouco o cabelo-.

Tsukune está recostado com as costas apoiadas em minha porta fechada, os braços cruzados na frente do corpo.

-Boa essa é a função do traje de gala, você fica elegante, em compensação sofre bastante. –Sinto seus olhos subindo e descendo pelo meu corpo-.

-Não acho que preciso de um vestido assim para tornar-me elegante. –A musica do salão ainda pode ser ouvida-. Ou será que preciso?-Ando até ele, puxando-o pelas mãos para o meio do quarto-.

-Diga-me você. –Suas mãos me puxam pela cintura quando ouvimos a valsa lenta começar, passo meus braços ao redor de seu pescoço, sentindo o seu perfume gostoso-.

-Tsukune. O que exatamente você vai fazer quando a escola acabar? –Murmuro de encontro ao seu ouvido enquanto giramos lentamente pelo quarto-.

-Antes eu não sabia. Talvez eu faça a faculdade no mundo dos humanos e volte ao mundo dos monstros. Imagino que você vai querer voltar para o seu mundo.

-Naturalmente. –Egoísmo?Provavelmente, mas eu não seria eu mesma sem meu egoísmo-.

Haviam dias em que o tempo simplesmente passava, mas o sentimento ainda estava lá, entre nós, sempre muito vivo.

Talvez eu tenha enrolado demais nisso tudo, talvez não, mas se você veio até este ponto da história comigo, só posso supor que você considerou tudo o que eu disse do seu interesse, algumas coisas mais do que outras.

Eu amei cada uma daquelas noites.

Amei a dor.

-Tsukune. Isso realmente dói. –Miei manhosa, segurando em seus ombros, descendo lentamente em seu colo, nossos corpos já estão suados e o cansaço começa a vir, mas o prazer ainda nos mantém de pé-.

-Moka... –Ele diz o peito arfante, tentando dizer algo que faça sentido, sua voz não é muito mais alta que a minha-. Ah... Moka... Você não sabe... Como é maravilhoso...

Olho para cima, indo um pouco mais fundo. Fecho os olhos e abro a boca em busca de ar. Abro minimamente os olhos, não quero perder nada.

Suas mãos auxiliam meu corpo com o movimento de sobe e desce, o prazer saindo pela minha boca cada vez que ele entra.

Sim, eu sei. Penso, mas nada digo, sou incapaz de dizer algo perdida como estou nesse prazer.

Amei a vergonha.

-Eu realmente não sei como deixei você me convencer. –Arfo apoiada na cama com meu próprio rosto enquanto Tsukune mantém meus quadris erguidos-.

-Moka... –Seu corpo se inclina sobre mim e sinto seus dentes em meus ombros, arranhando levemente, provocando arrepios e arrancando-me suspiros em meio aos gemidos-. Você não sabe... Ah... Como você é incrível...

Fecho meus olhos, sentindo-me cada vez mais completa com suas estocadas e suas palavras.

-Eu sei. –Respondo manhosa entre um gemido e outro-.

Amei o inesperado.

-Ta... Doendo. Tsukune... Isso não é... Uma boa idéia. –Arqueio as costas, tentando manter o corpo firme e estremeço com o frio do vidro da janela em minha barriga-.

-Ninguém vai olhar pra cá, já estão todos dormindo e eu tenho certeza que a esta altura todos já perceberam... –Sinto suas mãos em meus seios-.

-Isso é incrível Tsukune...

Amei a luxúria.

-Tsukune... Isso é delicioso... Que droga... –Passo a língua pelos lábios, sentindo com prazer o gosto do corpo do Tsukune-.

-Moka... –Seus cabelos bagunçados e o rosto suado me proporcionam a visão mais linda que eu poderia desejar-.

-Todo meu. –Murmuro, arranhando de leve sua barriga-.

Eu amei tudo. Amei cada momento que tive. Eu amei esses sentimentos, cada um.

Eu amo esse humano, esse humano me pertence e eu pertenço a esse humano. O que mais eu ainda posso dizer?

Eu amei minhas noites de luxúria.

Estas e outras que ainda virão.


Notas Finais


E é isso, a fic acabou meus amores, e agora vocês devem estar pensando em Noites de Tormenta, que acabou nunca tendo uma continuação, e vai ser o seguinte:
Como alguns de vocês sabem, eu estou mudando de uma conta chamada Akashiya_Riku, e eu tinha várias outras fanfics nessa conta, Noites de Luxúria foi a primeira que eu passei para cá, e agora eu vou passar Voodoo Doll, uma fic da categoria VIXX, quando essa fic acabar (tem apenas sete capítulos) eu postarei Noites de Tormenta, então me aguardem meus amores! Nossa aventura com a Ura Moka ainda não acabaram~
Nos vemos por aí~
XOXO~


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