História Noona - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 2.633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Senti saudades dessa fic <3.

Capítulo 3 - Alzheimer precoce dá nisso


Segunda-feira, 27 de março de 2017 – 158 dias restantes 
09:07A.M

Sempre que acordo, costumo ter uma singularidade que defino como D.E.M, sigla para o termo “desejo exótico matinal”. Basicamente, seria uma espécie de ânsia por algo completamente aleatório após uma noite de sono.

Grande parte dos meus D.E.M envolviam um copo de chá gelado de pêssego com quatro cubos de gelo e três gotas de adoçante, ou até mesmo um mero leite de banana, porém, nunca pensei que fosse desejar atirar meu celular no lóbulo frontal de quem ousou me ligar naquela bendita manhã de segunda-feira. Tudo bem que eu deveria acordar às nove e meia em ponto, mas precisava me privar dos meus preciosos vinte e três minutos pré-hora de levantar?

– Alô? – murmurei, com a voz rouca de sono, se quer olhando o visor para ver quem acabaria arranjando um leito no Asan¹ em poucas horas.

– Noona? – questionou o ser do outro lado da linha enquanto coçava os olhos.

– Quem fala? – me pronunciei em meio a um bocejo, se quer ocultando o fato de que ainda não estava completamente sóbria.

– Sou eu, Kino-ya. – “Quem diabos é Kino?”

– Sinto muito, mas acho que você discou o número errado porque eu não conheço nenhum Kino-ssi. – comentei, por mais estranho que fosse fazer uma declaração como aquela.

– Mas conhece um Kang Hyunggu. – “AH, PIRRALHO!” – Você não nos conhece mesmo, ein, noona?

– Posso saber quem lhe deu permissão para me chamar de noona? – intervi, já que até sábado ele insistia em me chamar de “Jinha-ssi”.

– Eu mesmo, Kang Hyunggu. – “Saiba que sua ala no Asan já está reservada, Kang.”

– Como conseguiu meu número? – expus minha dúvida principal.

– Tenho meus contatos. – “Contatos...”

– Sinto lhe informar que é mais do que óbvio que você pediu meu número ao chingu-ya. – declarei entre resmungos, me revirando entre os lençóis. – E por que está me ligando tão cedo? Não é nem nove e meia!

– Você não sabe? – “Sei do quê?”

– Não sei mesmo. – confessei ao me sentar sobre o colchão, ainda cambaleando por culpa da sonolência

– Hoje é aniversário do Yeo One-hyung.

Nunca pensei que meras sete palavras fossem fazer com que literalmente caísse da cama, já que a última coisa que eu esperava naquela semana era o aniversário de alguém próximo, sendo esta data justamente no início da semana.

– Noona, você está bem? – pude notar a preocupação em sua voz. – O que houve?

– Nada. – me declarei o mais rápido possível, em busca de uma desculpa convincente. – Só quis testar a gravidade do dormitório, mas enfim, você me ligou só para avisar que hoje é o aniversário do Changgu-ssi?

– Temos mais um pedido para você. – confesso que aquele era o segundo pedido que eles pediam, mas confesso que não gostei de conceder seu primeiro desejo, que consistia em ir à CU comprar vinte embalagens de macarrão instantâneo, além de vinte sangak kimbaps.

– Não posso sair agora, Hyunggu-ssi. – tentei impedir que acabasse me embolando em seus “pedidos” novamente. – Tenho que me arrumar para as aulas de inglês.

– Mas nós só queremos que você faça um bolo! – “Só? SÓ?!” – Desta vez, poderei ajudar você depois das aulas. Yan An-hyung manterá Yeo One-hyung ocupado durante à tarde.

– Antes de resolvermos isso, vocês tem batedeira? – a linha muda foi minha resposta.

– Não podemos usar um fouet? – sugeriu Kang, fazendo com que eu cogitasse sua sugestão.

– Podemos, mas isso depende muito do tipo de bolo que você quer fazer. – “Por favor, não escolha um bolo difícil.”

– Você sabe fazer red velvet? – senti a tensão se estabelecer em meus ombros ao ouvi-lo se pronunciar.

– Hyunggu-ssi, por que não pesquisa uma receita de red velvet no Google e depois conversamos sobre isso? – propus, tendo em mente que ainda precisava comer alguma coisa antes de ir à empresa.

– Noona, que horas você chegará aqui na CUBE? – o mais novo prosseguiu com seu questionário.

– Em torno de umas dez e meia horas, por quê? – tomei a palavra, curiosa sobre o que o deixava tão curioso.

– Não quer que eu busque você no dormitório? – “QUÊ?”

– Hyunggu-ssi, eu tenho vinte e seis anos, não treze. – recapitulei, já que tais palavras feriram meu orgulho. – Nos falamos mais tarde, o.k?

– YAH! – clamou o mais novo, fazendo com que eu revesse meus pensamentos em relação a finalizar sua ligação. – Podemos almoçar juntos para discutirmos sobre isso?

– Você paga? – lhe lancei meu típico questionamento.

– Por que eu tenho que pagar? – rebateu, fazendo com que eu resmungasse com tais palavras.

– Esquece, então. – resmunguei em meio a um riso. – Nos vemos no almoço, pirralho.

06:21P.M

– Não acha que já está bom? – dei uma breve olhada em seu recipiente enquanto remexia o cream cheese e o açúcar.

– Ainda não. Continue batendo. – declarei, já que o creme não me parecia consistente o suficiente.

– Mas meu braço está doendo. – encarei o mais novo com minha melhor feição inexpressiva.

– Use o esquerdo, então. – declarei, já que o jovem parecia enxergar mais o próprio sofrimento do que o óbvio.

– Mas eu sou destro. – “Ai, ai... Crianças.”

– Vamos trocar. – decidi inesperadamente, tomando o recipiente de suas mãos junto ao fouet para remexer a mistura.

– Omo, omo, omo! – não contive meus risos ao vê-lo tão impressionado, largando seu recipiente sobre o balcão. – Como você consegue mexer isso tão rápido?

– Digamos que eu seja mais experiente do que você. – supus, por mais que aquilo pudesse ser considerado um tanto quanto evidente.

– Isso é fato. – o mais novo se pronunciou, erguendo levemente a cabeça ao inalar o aroma de cacau que tomava o dormitório. – Se você estivesse aqui no meu aniversário, você poderia ter feito um bolo para mim também.

– Sinto muito, Hyunggu-sshi, mas minha próxima receita será feito com mistura para bolo. – comentei, logo ouvindo as risadas do garoto.

– Os próximos aniversários são do Hongseok-hyung e do Jinho-hyung. – comentou, esquecendo completamente de um grande pequeno detalhe.

– Sou tão memorável assim? – provoquei, notando suas sobrancelhas franzidas em confusão, voltando a preencher o ambiente com sua gargalhada nem um pouco escandalosa.

– Desculpe, minhas mais sinceras desculpas! – o bochechudo se desculpou em meio aos risos, curvando-se inúmeras vezes. – Esqueci que vocês são gêmeos.

– ESQUECEU? – exclamei, rindo junto ao garoto. – ISSO ESTÁ ESTAMPADO NA MINHA CARA, KANG HYUNGGU!

– Desculpe, desculpe, desculpe. – repetiu o dançarino, voltando a bater o cream cheese.

– Está perdoado, criança. – declarei, sorrindo largo ao garoto, que pareceu não gostar nem um pouco de sua mais nova denominação. – Hyunggu-sshi – o chamei, rapidamente atraindo seu olhar, ignorando completamente o recipiente em suas mãos. –, você tem vinte anos enquanto eu farei vinte e seis em poucas semanas.

– Omo, você está ficando velha. – “O.k, este garoto está mesmo querendo arranjar uma ala exclusiva no Asan.”

– Não esqueça que, um dia, você terá vinte e seis anos também. – relembrei seu destino, tomando o bolw de suas mãos para derramar o creme batido sobre a mistura. – Hyunggu-ssi, vocês tem uma espátula?

– Acho que não. – declarou ao abrir uma das gavetas, retirando de lá uma colher simples, na qual acabei utilizando. – Noona – voltei a estranhar o pronome, pois “Jinha-sshi” havia se tornado algo típico para mim. –, não tem problema eu chamá-la assim, tem?

– Bom... – tentei formular uma frase coerente, por mais que o desconforto fosse visível em meu ser. – Não vejo problema algum. Meu ex-namorado me chamava assim também. – confessei, tentando não dar importância ao fato citado, deixando a colher dentro a tigela ao botá-la na pia.

– Sério? – confirmei, logo sentindo o arrependimento invadir meu peito. – Quantos anos ele tinha?

– Hoje em dia, ele teria vinte e quatro anos. – fiz meus cálculos mentais em relação ao dongsaeng, tentando me focar na receita.

– A mesma idade do Hyojong-hyung. – “MESMA IDADE?!”

– Sério que ele tem vinte e quatro anos? – confirmou, me deixando ainda mais incrédula do que já estava. – Ele aparenta ser bem mais novo.

– Como era seu ex-namorado, noona? – “O.k, Hyunggu-ssi, você acaba de ultrapassar os limites do bom senso.”

– Por que quer saber sobre meu ex-namorado? – estranhei seu interesse pelo meu passado, ainda mais naquele tipo de passado. – Ele é hétero, caso você queira saber.

– Também sou hétero. – “Sério?”

– Tem certeza? – ele confirmou, por mais que aquilo não me passasse tanta confiança. – Nunca gostou de nenhum menino? – ele insistiu em negar minhas questões, mantendo-se inexpressivo.

– E você? Já gostou de alguma menina? – me assustei com suas palavras, deixando meus sentimentos em evidência ao arregalar os olhos.

– Acha que não gosto verdadeiramente de meninos? – o respondi com outra pergunta, erguendo as sobrancelhas ao finalmente notar algo em sua face.

– Você rejeitou Yeo Changgu! – desta vez, quem ficou pasma foi eu, que se quer relembrava de ter renegado o bonitinho. – Você não pode ser hétero!

– Eu não rejeitei Yeo Changgu! – contrariei sua fala, já que não mantínhamos tanto contato, só íamos à loja de conveniências juntos uma vez ou outra.

– Então, ele quem rejeitou você? – confesso que achava incrível como a mente do Kang era capaz de ser tão fértil a ponto de elaborar tantas teorias absurdas.

– Ninguém rejeitou ninguém. – dei meu veredito, voltando minha atenção ao creme que deveria ser batido. – Pare de me empurrar para cima de Changgu-ssi.

– Não estou empurrando você para cima do Yeo One-hyung – “Não? Então, o que diabos você está fazendo?” –, só quero saber como vocês se conheceram. Eu lhe perguntei isso no primeiro dia de aula e até agora você não me deu nenhuma resposta.

– Aish! – resmunguei, estapeando seu braço direito – Quero socar essas suas bochechas de esquilo, Hyunggu-ssi.

– Não seja tão exagerada, noona. – direcionei meu melhor olhar mortal ao mais novo, que simplesmente ria sem o menor sinal de prudência, fazendo com que eu desejasse mentalmente à minha fada madrinha que ela mandasse aquele garoto para longe de mim o quanto antes. – E aí? Como vocês se conheceram?

– Não é da sua conta. – expus minha indignação, recebendo um bico do mais novo.

– Vou perguntar ao Yeo One-hyung, então. – complementou ao retirar seu celular do bolso traseiro.

– Pode perguntar. – declarei, deixando a mistura de lado para ir em busca de uma faca pelas gavetas do armário. – Vocês não tem faca, não?

– Temos. – Kang respondeu, sem um pingo de emoção, completamente entretido em seu aparelho celular. – Está aí na gaveta.

– Por acaso, você já parou para contar quantas gavetas tem nesta cozinha? – os incontáveis cliques do teclado foram o único som presente entre nós dois durante longos segundos até que eu estapeasse sua perna no objetivo de adquirir sua atenção. – YAH!

– O que foi? – questionou entre risos, se afogando ainda mais em meio as gargalhadas ao me ver agachada ao seu lado. – Você parece uma criança sentada desse jeito.

– Vou bater em você, pirralho. – resmunguei, mantendo meus braços cruzados para piorar ainda mais minhas ameaças.

– O que foi? Vai morder minha canela? – “Só não lhe agredi ainda porque você me parece bonito demais para ser espancado.”

– Vou pedir para tirarem você da minha grade de horários porque você é chato pra caralho. – exibi meus requisitos ao garoto, abrindo a última gaveta em busca de alguma faca, mas infelizmente não encontrei nada. – Não mereço passar toda quarta-feira, além de uma hora e meia do meu sábado aturando você e suas perguntas.

– E quem tomaria meu lugar e privaria você da honra da minha presença? – Kang se pronunciou de modo superior, como se sua presença fosse uma benção em minha vida... Mal sabia que ele que sua presença era uma praga na qual eu era obrigada a conviver.

– Shin Donggeun-ssi. – dei meu máximo para ocultar um sorriso bobo ao pronunciar seu nome.

– VOCÊ ME TROCARIA PELO PENIEL-SUNBAE?! – confirmei sem hesitar apenas para deixá-lo ainda mais boquiaberto.

– MAS É CLARO! – afirmei no mesmo tom, usando o restante de minha paciência para lhe responder o óbvio. – Trocaria até mesmo Jinho-ya por um período com Shin Donggeun-ssi!

– Alô? – estranhei a palavra, notando que o jovem falava ao telefone. – Onde vocês estão? – logo me pus em pé ao ouvi-lo se pronunciar novamente. – AINDA NÃO?! – dei um pulo com seus gritos, depositando um leve soco em seu braço pelo inesperado. – É, estamos dando nosso melhor.

– Está falando com quem? – o questionei aos sussurros, já que não queria atrapalhá-lo.

– Yuto-ya. – respondeu rapidamente, mantendo-se centrado ao que o amigo dizia. – Faz alguma ideia de onde eles estejam agora? – prosseguiu o Kang, suspirando com as palavras do japonês. – Se eu fizesse isso, seria muito óbvio.

– Não quer que eu mande mensagem ao Yan An-ssi? – propus, vendo-o acenar freneticamente com a cabeça, um gesto positivo até demais.

Logo busquei o aparelho, que estava nos bolsos de meu casaco, que se encontrava jogado no chão da sala, logo o tendo em mãos, desbloqueando a tela ao seguir em direção ao Kakao, rapidamente digitando uma mensagem ao maior.

Jinha:
Yan An-ssi, poderia me dizer onde vocês estão?
06:31P.M

– Por que você é sempre tão educada com Yan An-hyung? – pude ouvir a voz do mais novo próximo ao meu ouvido, o que sinceramente me assustou, mas o pior foi ter seu queixo apoiado meu ombro direito.

– Porque ele não é chato como você. – a repreensão era nítida em seu olhar, obtendo meus risos a fim de encobrir meu nervosismo. – Você não estava falando com Yuto-ssi?

– Eu não sou chato. – contrapôs, deixando minha pergunta de lado, não parecendo contente com sua designação.

– Não, Hyunggu-ssi, você não é chato – concordei, lhe dando aquela leve pitada de esperança antes do nocaute. –, você é insuportável.

– Não diga isso, noona. – Kang resmungou como uma criança, usando toda sua manha em sua entonação.

– Desisto. – proclamei ao jogar meu celular sobre a jaqueta, me livrando do pirralho ao voltar à cozinha. – Não tenho paciência com que não me responde rápido.

– Mas faz menos de um minuto que você mandou a mensagem para ele! – exclamou o garoto, visivelmente incrédulo com minhas atitudes, pegando o celular sobre minhas vestes. – Yan An-hyung não costuma demorar muito para responder, ao contrário do Shinwon-hyung.

– Shinwon-ssi costuma demorar muito para responder? – exibi minha curiosidade, mantendo contato visual ao tomar o aparelho de suas mãos, notando seus lábios se inclinarem em um sorriso não muito agradável.

– Se você manda uma mensagem para ele na terça de manhã, ele responde quinta de noite. – “Lembrete mental: nunca mandar nenhuma mensagem a Shinwon-ssi.”

– Vamos focar no bolo, Hyunggu-ssi. – me pronunciei ao lhe dar as costas, seguindo de volta ao cômodo anterior, ainda com o celular em mãos, à espera de um sinal de vida do maior.

– Já passou pela sua cabeça que você pode muito bem me chamar de Kino? – sugeriu o mais novo, parecendo não gostar de ser chamado pelo seu verdadeiro nome.

– Já passou pela sua cabeça que eu não lhe vejo como um idol? – constatei enquanto prendia o aparelho em minha cintura com a ajuda do elástico da legging, remexendo o creme contido no recipiente.

– Como você me vê, então? – “Quer mesmo que eu responda sua pergunta?” rebati em pensamentos ao pressionar os lábios, certas de que ele não gostaria da resposta.

– Sinceramente – dei início a minha opinião, notando o olhar curioso de Kang perante a mim. –, você é só mais um pirralho insuportável que adentrou minha vida.

YAH! – exclamou o garoto, rindo ao tê-lo completamente embasbacado em meu campo de visão. – Eu tenho vinte anos!

– E eu tenho vinte e seis. – afirmei, lhe mostrando a língua como um modo perfeitamente imaturo de comemorar minha vitória. – Agora é sério, vamos nos centrar no b... – interrompi minha própria fala, retirando o celular do bolso após senti-lo vibrar.

– Yan An-hyung? – confirmei ao desbloquear a tela, visualizando sua mensagem.

Yan An-ssi:
Acabamos de pegar o trem.
Estaremos aí em uns vinte minutos.

06:34P.M

– Ligue para os meninos. – afirmei às pressas, o assustando por minha fala tão súbita. – Agora.

– Por quê? – questionou o mais novo, mantendo os lábios entreabertos em sinal de dúvida.

– Eles chegarão em vinte minutos. – repassei a mensagem ao mais novo, voltando a remexer o creme na velocidade turbo.

– Noona – clamou o mais novo, acompanhado de um semblante confuso. –, cadê as velas?

MERDA!


Notas Finais


¹ - Asan é um dos hospitais de Seul.
Caso façam um bolo de aniversário para alguém, não esqueçam das velinhas #ficaadica


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