História Norwich e sua lenda - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Uploadguy

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Medieval, Rpg, Sexo
Exibições 3
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Seinen, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo 02: Sangue de demônio (Incompleto)


Ballard está desperto, se levanta da cama e se encontra no mesmo quarto que alugou para passar a noite. Ele havia dormido com muitas prostitutas, mas não se lembrava de quantas, talvez fosse o efeito do álcool.

Ele se espreguiça, ainda cansado, mas acostumado com a sensação. O barulho que vem da rua o força a permancer desperto, pelo menos até ter certeza de que está vestido.

O homem sem muitas idéias no momento se põe apoiado com as mãos na janela do quarto, enquanto observa o mundo em movimento, já devia ser quase meio dia. Ele passou alguns minutos ali, até que seu senso de dever voltasse pro lugar, e assim se fez.

Ballard estava pronto para mais um dia, este deveria ser seu último no porto, já que deveria estar a léguas dali, em direção a seu objetivo. Com seu equipamento no lugar, suas botas limpas e seus olhos peculiarmente cuidadosos na ativa, ele estava pronto para embarcar no seu navio junto de uma tripulação que já estava no aguardo.

Antes de conseguir sair pela porta, uma moça de vestido aparece me sua frente, talvez até de uma forma mágica. 

"... Bom dia senhorita, este quarto já não está mais ocupado, devo me retirar"

Ballard se apressou.

"Não, Não é isso o que eu busco aqui, é a sua ajuda. Ó nobre herói"

A atitude da jovem o fez se colocar parado ainda no corredor do lugar antes que pudesse descer as escadas. Ballard olha para ela, ele vê uma jovem baixa com um vestido roxo que cobria seus pés. Seu rosto tinha uma maquiagem improvisada, como a das mulheres das ruas.

Ela tinha um cabelo cor de vinho muito bonito preso por um pano branco, e olhos castanhos que revelavam um fraco vermelho se encarados. "era ela humana?" Ele se perguntou.

"Talvez não esteja se lembrando, mas eu estivesse aqui neste quarto com o senhor junto de outras damas na noite passada. Ou será que se esquece de todas em quem enfiou o pinto? Eu me pergunto"

"Oh! Uma prostituta, devo logo dizer, não quero compromisso com nenhuma dama. Embora você seja tentadora, eu devo ir, até logo!"

Antes que ele descesse mais de um degrau, a mulher segura sua mão com força ainda esperando a sua atenção.

"Por favor mulher! Tenho pressa!"

"Me perdoe, mas será que o nobre aventureiro poderia ouvir o meu pedido?"

Ballard deixa de resistir, talvez seja uma boa oferta.

"O que quer a senhorita comigo então? Dinheiro?"

Ele perguntou.

"Não! Vai além de ouro o que você pode me dar, eu preciso do seu serviço! Eu sei que tu és um homem como nenhum outro, que pode derrubar até mesmo uma casa com seu sopro!"

"De onde ela tirou isso?" Ballard se perguntou fazendo uma expressão de surpresa. 

"Eu preciso de sua ajuda para eliminar um ninho de demônios não muito distante daqui, 'Imps' para ser mais exata"

Ela concluiu.

"Um 'Imp' já é muito problema, onde encontrou tantos?"

Ballard questionou a mulher.

"Minha irmã foi levada até lá, mas não tenho nenhuma força para lidar com forças tão sujas e vis meu caro! Embora haja certeza de que você tem!"

A prostituta parecia falar a verdade, sua expressão era de tristeza, uma tristeza de verdade.

"Devo dizer que você é muito pomposa para uma prostituta, por que tanta elegância?"

Ballard questionou.

"Ora, para que meus clientes vejam destaque em quem vão foder... Mas voltando ao assunto, será que pode me ajudar?"

A jovem parece estar realmente perdida em sua situação, Ballard não pode ignorá-la. Mesmo assim, é muito arriscado para ele.

"Entendo, mas por que eu deveria ajudar uma puta?"

Ela fecha os olhos, é como se já esperasse este momento. Ao virar seu antebraço para os olhos do aventureiro, ele nota que debaixo de sua luva feminina, existe uma joia, pendurada por finas correntes que circundam seu pulso. 

É realmente uma bela joia, com um tom de vermelho que pudesse ser igualado ao do sangue humano. 

"Eu ofereço esta joia a você em troca de sua ajuda para resgatar minha irmã"

"É mesmo uma joia muito bonita!"

Ballard parece se perder no brilho escarlate da pedra no pulso da jovem.

"É um presente de família, eu não poderia vende-lo... Mas ao menos posso dar a você em troca do serviço!"

Ballard começa a se superestimar, talvez ele realmente pudesse lidar com alguns demônios em suas formas físicas, ele era especial.

"... Feito! Eu salvarei sua irmã e pegarei esta joia para mim!"

"Graças aos deuses você aceitou! Ó nobre herói, você é digno de toda a minha gratidão!"

Ela faz uma reverencia de respeito ao aventureiro.

"Eu gostaria de presentea-lo ainda mais... Poderiamos usar este quarto por alguns minutos?"

"Mas é claro, sinta-se a vontade!"

Ballard tendo em mente o que irá acontecer, leva a jovem para seu quarto. Os dois agora estão trancados no quarto.

Ela está ajoelhada na frente do herói, no meio de suas pernas, com o penis do mesmo fora de suas calças, banhado de saliva.

Com uma mão, ela segura o penis o estimulando para cima e para baixo, esfregando a glande em sua língua. Ballard demonstra a face de um homem perdido no prazer, sua respiração ofegante e olhos cansados são frutos desse sentimento.

A voz da jovem pode ser ouvida por alguns momentos, enquanto olha nos olhos do homem que se debruça. Ele está sendo totalmente perdido no movimento da lingua da mulher ao redor de seu pênis, ele quer mais.

"Me faça gozar puta! Quero que engula tudo, vamos"

Com uma das mãos ele força a cabeça da mulher mais fundo, mergulhando sua boca quente e úmida no órgão grosso e cheio de veias.

Ela cria agora em meio a gemidos, um movimento constante ao chupar o pênis. A força da sucsão faz as bochechas da jovem se encolherem e seus lábios juntarem com um biquinho, enquanto passa sua língua ao redor da cabeça vermelha que quase chega a sua garganta.

No meio daquele ritual adulto, com um gemido seguido de um golpe na cama, o homem solta todo o seu esperma na boca da jovem. Ela termina chupando o seu órgão até seca-lo e então engole tudo soltando um breve bafo quente. 

A marca de batom deixada no penis não foi vista. Ballard coloca seu falo de volta dentro das calça, a prostituta limpa seus lábios com a lingua e arruma sua roupa. 

Depois de ouvir mais a respeito de onde ficava o "Ninho de demônios" Ballard se despede da jovem e segue em sua nova missão de resgate. Ele se sente encorajado e bem relaxado depois daquele tratamento no hotel.

 



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