História Nos Bastidores do Tribunal. (Imagine Jimin) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Park Ji-min (Jamie Park)
Visualizações 37
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pessoas. ♥
Então, uma das únicas coisas que tenho a falar é que eu amei o banner que a ~BabyPandicornio fez para mim, e que as fic's dela estão sendo minhas amantes.

Me surpreendo com o trabalho dela, não que eu sub estimasse a escrita ou criatividade dela. É que ela sempre me dá uma palinha do que está por vir, e quando vou ler, consegue ser melhor do que eu esperava. ♥
XOXOXOXOXOXOXOXO YAH!

A outra coisa é que estou pensando em trocar meu user, mas ainda estou pensando em como vai ser ♥ Podiam me ajudar? Dêem sugestões :3

Ok, ok. Falei demais. Bora ler :v
Boa Leitura! ♥

Capítulo 3 - Capítulo 3 – Enrolados.


Fanfic / Fanfiction Nos Bastidores do Tribunal. (Imagine Jimin) - Capítulo 3 - Capítulo 3 – Enrolados.

— Então você tem um encontro especialmente para foder? – Jackson abriu a porta do meu apartamento com força.


Tinha chegado a menos de dez minutos em casa, estava jogada no sofá, pensando em como poderia correr de Jimin, se ele aparecesse.


— Não. Não ouse falar assim! – levantei meu dedo indicador.


— Como não!? Você pirou _______? – alterou a voz. – Eu cuido da sua saúde mental dês de o ensino médio, não vou deixar você fuder com ele, ainda mais que é um dos seus clientes! – parou em minha frente com as mãos na cintura.


— Não é como se eu fosse uma vadia, louca da cabeça. Não me trate como uma criança rebelde. – dei de ombro, me colocando em pé.


— Mas é o que está parecendo, garota. –  me impediu de passar por ele.


— Por favor, não banque o santo. Como se você nunca tivesse dado 'uma zinha' com uma desconhecida. – franzi a testa.


— Já, já dei. Mas _______, minha 'queridinha, isso coloca sua carreira em perigo. – colocou as mãos me meus ombros.


— Em meu nome, juro que não vou fazer fraco.com ele. – levantei a mão, em "juramento". Ele riu.


— O que é isso? Um método de passar vergonha? – sorriu de lado.


— Vaza, Jackson! – gritei desafinada.


— Depois não diga que não avisei. – canrolou saindo pela porta.


— Não vai acontecer nada. – bufei para cima, levantando as mechas de cabelo.


Rumei ao banheiro e me despi, relaxando em baixo do chuveiro. Pensei no corpo de Jimin, nas safadezas que tinha me falado, e nas possibilidades em dar algo errado. Me determinei a imaginar como seria, se eu mudasse o rumo das coisas de "transa" para "saber mais sobre sua filinha", e seria isso que fazeria.


As 21:00 eu estava sentada no sofá, mais especificamente, esparramada no sofá. Continuei contando quantas bolinhas tinha minha cortina na janela. 42, ao todo. Grandes, médias e pequenas. 


A companhia tocou, sobressaltei e me pus em pé, sentindo minha respiração falhar. 


Abri a porta, mas me surpreendi. Um entregador segurava uma pizza e sorria forçado. Seu dia de trabalho parecia horrível até ali, pois sua cara parecia ter sido esmagada por rodas de algum caminhão em alta velocidade.


— Oi? – levantei uma sobrancelha.


— Ah, sim. – coçou a nuca. – Meu amigo, bom, ele pediu pra entregar nesse apartamento. Aqui sabe? – o jovem castanho parecia nervoso. Assenti. – O nome dele é Jimin, e ele disse que era aqui... eu, quer dizer, eu...


— Ok, quanto é? – respondi rindo.


— Ele já pagou, é só para entregar mesmo...


— _______. – completei.


— Jungkook. – falou entregando a embalagem branca, meio, suada.


— Muito obrigado, Jungkook. Aceita alguma coisa? – abri espaço na porta.


— Um copo de água. – disse simplista.


— Entre. – entrei primeiro e ele me seguiu. – Parece cansado. – comentei vendo o mesmo sentar no sofá da sala.


— É meu primeiro dia de Moto Boy. – confessou. 


— Logo você se acostuma. – gritei da cozinha. Ouvi um 'muxoxu em troca. – Você sabe onde Jimin está? – falei já na sala, entregando o copo.


— Ah, claro. Ele é Capitão Policial em um departamento perto da Pizzaria, e quando ele estava passando por lá pediu que eu viesse especialmente aqui. Pediu desculpa pelo atraso, mas promete chegar aqui depois das 21:30. – sorriu olhando o relógio de pulso dele. – O que quer dizer, que faltam 15 minutos. Tome conta de Jimin, ele é um amigão. – se colocou em pé, caminhando até a porta.


— Sim, cuidarei dele. – sorri fraco, não acreditando na minha própria fala, e nem em Jimin ser policial.


— Tchau, cunhada. – saiu pelo corredor.


— Não sou sua cunhada! – gritei com a cabeça para fora.


— Quanto desgosto, me negando na cara dura. – ouvi a voz de Jimin atrás de mim.


Girei meus calcanhares, encontrando ele com uma calça jeans clara, um par de sapatos sociais e uma camisa social, com os primeiro botões abertos.


— Você não presta! – entrei no apartamento, sendo seguida por ele.


— Não seja assim, baby. – me puxou pelo braço, me surpreendendo com um... Abraço? 


Aos poucos fui me acomodando em seu peito, sentindo seu perfume forte, másculo, mas ao mesmo tempo me passava certa confiança. Suas mãos desciam e subiam por minhas costas, fazendo uma massagem gostosa.


— Costuma ser carinhoso? – perguntei sorrindo.


— Depende de como você quer. Calmo. – continuou o carinho. – Forte. – suas mãos foram para minha cintura, apertando a mesma. – Ou selvagem. – sussurou em minha orelha, levando as mãos para minhas nádegas e apertando forte.


— Prefiro, longe. – coloquei minhas mãos em seu peito, que subia e descia com sua respiração regular.


— Mentira. – me empurrou para o sofá, ficando por cima de mim. Sorri sacana. – Você é linda, sabia? – beijou meu rosto. 


— Você também, Jimin. – sussurrei sorrindo, depois depositei um selar no canto de seus lábios carnudos.


Pois bem, _______, você acabou de perder uma aposta para si mesma.


Seus lábios se prenderam aos meus enquanto suas mãos faziam o dever de se desfazer do meu vestido, colocando o mesmo na altura do meu quadril. Seus beijos desceram até chegar ao cós de minha calcinha, um sorriso malicioso adornou o seu rosto.


— Tudo bem para você se eu continuar? – queria dizer que não, mas seria mentira se eu dissesse que não queria. 


— Sim. – falei baixo.


Seus dedos desceram por minha barriga lentamente, me causando um arrepio gostoso. Novamente tive seu corpo sobre o meu, mas não por completo, somente seu quadril me fazendo ter noção de quão excitado ele estava.


Sempre tive curiosidade em transar com um policial, e não é sempre que uma farda "chove" na horta das pessoas.


— Antes preciso que saiba de algo, S/N. – segurou meu queixo com firmeza, nada que me machucou, até gostei de sua possessão. – Não é porque eu te quero hoje, que gosto de bancar o cafetão com as mulheres, entendeu? – perguntou olhando em meus olhos, por alguns minutos pensei ter me perdido no castanho de seu olhar, iluminado somente pela luz da lua que vinha da janela. – Huh? – confirmei com a cabeça.


— Quer dizer então... Que sou um caso à parte? Você quis, vai ter, mas não é esse seu habitual? – entrelacei minhas pernas em seu quadril, roçando minha intimidade na dele.


Vi o mesmo morder os lábios e fechar os olhos. Ele seria o meu pecado dalí em diante, em carne e osso.


— Exatamente, querida. – levou suas mãos para minhas coxas, apertando as mesmas com força. – Você é tão, mas tão, gostosa. – praguejou e eu ri.


— Posso ser toda sua. – falei sem pensar, mas não me arrependi.


— Arriscado, mal sabe o que faria se seu corpo fosse interamente meu. – como mais cedo, ele simulou uma estocada, que pareceu ser duzentas vezes mais deliciosa.


— Me mostre. – troquei as posições, ficando por cima. Em seguida dei espaço para o mesmo se arrumar no sofá.


Abri o zíper de sua calça social e a tirei com auxílio do mesmo. Ele parecia impaciente, assim como eu.


— Gosta de oral? – o olhei nos olhos dele, com uma das mãos brincando com a barra de sua box, enquanto a outra mão alisava sua coxa torneada.


— Só pode 'tá de brincadeira. – olhou para o ar. – Mas é claro que eu gosto, meu bem! – falou com obviedade. Ri baixo e 'baixei sua cueca, tendo a visão de seu membro duro e apetitoso.


Lambi os lábios e passei o dedo indicador por sua glande, brincando com o pré-gozo, espalhando e admirando o líquido por toda a cabeça de seu pau.


— Gosta de provocações?! – jogou a cabeça para trás, após me ver beijando seus testículos. – Eu quero mais. – agarrou os cabelos de minha nuca. Sorri safada.


Coloquei todo seu comprimento em minha boca, me surpreendendo em senti-lo em minha garganta. Mas não que eu não tenha gostado, ao contrário, fiquei mais excitada ao ouvi-lo gemer arrastadamente meu nome.


Tirei de minha boca e comecei uma masturbação ritmada, quase gozei ao ver Jimin se contorcendo, agarrando minha nuca, que com certeza me deixaria marcas.


Lambi todo seu pau e abocanhei uma de suas bolas, deixando uma de minhas mãos no cargo de subir e descer e a outra massagear o testículo "desocupado".


Jimin estava perto de um orgasmo, o qual não deixei chegar. Ele tombou a cabeça e riu fraco.


— Estava bom demais para ser verdade. – passou a mão pelo cabelo, tirando o mesmo de sua testa. — Qual é o problema de me fazer gozar, hein, doutora? Faz um ano que não toco ninguém. – falou e eu arregalei os olhos.


— Mentira. – sentei em seu colo, ato que quase fez seu membro escorregar para dentro de mim se ainda não estivesse com minha calcinha.


— Não duvide de mim. – me olhou. – Deixa eu te comer gostoso? – olhou para baixo, levantando a parte de trás do meu vestido e com sua mão descopada colocou minha calcinha para o lado. – Eu retribuo quando quiser. – passou seu dedo indicador por meu 'botãozinho, me arrancando um gemido manhoso.


— Me fode logo. – falei manhosa, abrindo mais minhas pernas. 


Suas duas mãos abriram mais minhas nádegas, acariciando as mesmas e espalhando tapinhas. Gemia manhosa a cada toque e ao ouvir gemidos dele.


Senti todo seu membro em mim e quase gritei de dor. Mesmo sendo a maníaca que admito ser, fazia algum tempo (anos) que não transava.


Meu quadril subia e descia com o auxílio de Jimin, em uma velocidade extremamente gostosa. Sua pele quente em contato com a minha só me fazia desejar mais, sorri sacana quando ele me beijou, mordendo meus lábios.


Senti ele saindo e entrando lentamente, me torturando. Ele repetiu o ato, só que com força. Estremeci e gozei, sentindo meu líquido descer por minhas pernas. Porém Jimin continuou metendo gostoso, até chegar ao seu ápice.


— Eu gostei. – falei ofegante escondendo meu rosto na curvatura de seu pescoço. 


— Digo o mesmo. – seus lábios deixaram um selar em meu ombro.


— Isso foi um sexo sem compromisso? – perguntei baixo, receosa da resposta.


— Somente se você quiser, porque estou desocupado. – riu baixo, fazendo seu hálito quente bater em minha pele.


— É melhor irmos com calma. – espalmei minha mão em seu peito.


Ele riu irônico, quem sabe eu tenha entendido o porque. – Depois dessa vou até sair de dentro de você. – ele falou, e eu sorri fraco


Em menos de 24 horas consegui melhorar, ou estragar minha vida. Isso só o tempo dirá, e depois do que passei agora, não estou com medo de arriscar.


Notas Finais


Com receio se escrevi bem ou não? Muito!

"Hotzinho" para começar, porque pode vir muitos por ai, se vocês aprovarem o imagine.. Yeah!? ♥

Quero deixar algumas coisas claras:

1- No primeiro capítulo, deixei meio claro que (S/N) teve relações sexuais ativas somente na adolescência, então, faz algum tempo que não fazia nada, nem se envolvia. O que pode piorar um pouco as coisas, possibilitando ela em criar sentimentos precoces por Jimin. (Não que seja ruim, magina...)

2- Jackson é um pouco ciumento, mas nada que atrapalhe a relação dos dois, e sim, até alerta S/N em alguns sentidos. Eles são tipo "bunda e orifício negro", certo? Não vai rolar nada entre eles.

3- Jungkook não vai ficar somente nessa aparição, tem mais envolvimento dele.
Porque? Se voltarem lá em cima, na chegada do Jimin nesse cap. verá que Jimin e ele tem uma ligação. (Joguei na rodinha u.u )
Até tô tendo ideia 'pra uma Fic do Jungkook depois dessa. Vocês vão simplismente amar... (Eu acho)!

Não betei o capítulo ainda, então erros são facilmente achados ;-;

Deu, falei demais mais uma vez...
O que acharam do Capítulo? E as sugestões para o user novo?

Perfil: @SexLadyBangtan


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