História Nós Escolhemos Esperar - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Icunha

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Naruto, Sasusaku
Exibições 1.094
Palavras 3.595
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ma oeee,
Olha quem resolveu aparecer de madrugada e quase quatro da manhã; ~coisa de quem não tem nada na vida para fazer.
Bem , tive essa ideia dessa One e não podia deixar ela se perder por ai. Essa one é quase baseada na realidade dessa pessoa pervertida que escreve neh.
Ingrid, a pervertida que me leva para o caminho do mal, pois EU ESCOLHI ESPERAR.

Mensagem da Ingrid: Oi gente, não é novidade pra ninguém que eu e a Dayse usamos nossas madrugadas para escrever sacanagens, então fiquem com mais um dos nossos surtos de criatividades, aliás, surto da Dayse!
E pra você que vai ler isso aqui, e é da campanha "Não escolhei esperar, mas tô esperando" vai um aviso: Não caia nas armadilhas de satanás. ESPERE! Vai que aparece um varão abençoado em sua vida.
E pra você que está em fornicação: vigia irmã.

Depois das palavras proféticas da Irmã Ingrid, vamos a One.

Capítulo 1 - Capítulo Único


NÓS ESCOLHEMOS ESPERAR

Escrita por: UchihaSpears e Icunha

O voo tinha acabado de pousar na pista do aeroporto de Honolulu, Havaí. Aquele paradisíaco arquipélago de águas azuis e tão cristalinas formado no meio do oceano Pacífico.

Era o lugar dos sonhos.

O destino escolhido por milhões de turistas do mundo e foi a minha escolha e do meu marido, Uchiha Sasuke. Somos recém-casados. Lembro-me do quão estava ansiosa, horas atrás era o dia do nosso casamento.

Pegamos nossas bagagens e agora íamos em direção ao hall do aeroporto para nos encontrarmos com a nossa agente de viagens. Essa foi uma viagem planejada há uns dois anos atrás, quando Sasuke me pediu em casamento.

Um dos dias mais felizes da minha vida.

Eu o conheço desde minha adolescência, crescemos em uma cidade pequena de uns vinte mil habitantes, no estado do Mississippi. A cidade não tinha muita coisa para passar o tempo, sempre íamos à escola durante a semana e nos fins de semana nos encontrávamos na igreja e depois íamos para pizarria com alguns amigos nos divertir.

E claro, também tinha o boliche.

Não posso me esquecer do boliche, foi lá onde, sem querer, acertei Sasuke pela primeira vez. Foi um acidente a bola ter parado no joelho dele, e lá que meu amigo Sai conseguiu chamar minha melhor amiga para sair e, para surpresa de todos nós, ela aceitou.

Mas, voltando... Sim, eu o conheci na igreja.

Eu sou a filha do reverendo local, que é bastante conhecido na cidade, aliás, desde que eu nasci ele é o reverendo de lá, e é muito querido pelos irmãos. Quando eu tinha treze anos a família Uchiha chegou da América do Sul, onde o senhor Uchiha era missionário no Peru. Ele veio para nossa pequena cidade e assumiu o cargo de xerife da cidade, logo sua família foi bem recebida no nosso local e na igreja.

Na igreja os irmãos Uchihas causavam uma espécie de fogo nas irmãs mais assanhadas. E descobriram que eles tinham talento para música, e acabaram entrando no grupo musical.

Nem preciso dizer que os ensaios nos dias de sábado ficavam lotados. Meu pai dizia que era um milagre, mas eu sabia muito bem o que era.

Achamos uma mulher de cabelos loiros com uma plaquinha “Uchiha Sasuke & Sakura”, ela acenava entusiasmada para nós e logo fomos à sua direção.

— Aloha! Bem-vindos ao Havaí. Muito prazer, sou a Temari, nos conhecemos apenas por internet e telefone. E aí? A viagem foi agradável?

— Sim. — diz Sasuke, e eu o observo. Aliás, eu não me canso de olhá-lo, meu marido é lindo. Toda vez que o vejo é como se fosse a primeira vez.

Quase um e noventa de altura, queixo afilado, olhos tão negros como uma turmalina negra, seus cabelos caídos na altura do queixo são tão negros quanto seus olhos e o seu corpo... Hummm.

Eu já o vi sem camisa, mas nada mais que isso. Nunca chegamos aos finalmente, porque nós escolhemos esperar.

Sasuke sempre me acompanhava no caminho até a escola, e nesse trajeto conversamos sobre tudo, da aula de matemática com o professor Hatake até nossas séries favoritas. Na época eu era apaixonada por Friends e Smallville. Ele dizia que eu só gostava da série porque o protagonista era bonito.

E ele não estava errado.

Ele me contava sobre o seus planos de se formar em Direito e ser um desembargador do Estado, enquanto eu pensava em muitas opções.

— Vou levá-los imediatamente para o hotel. Acredito que a viagem os deixou cansados, não é mesmo?

— Sim, perdi as contas de quantas vezes dormi no voo. — respondi sorridente.

— Umas seis vezes. — meu marido diz e a agente de viagem sorri.

No meu aniversário de dezesseis anos, fomos para fazenda dos meus avós. Meu pai convidou os Uchihas e eu chamei meus amigos. Lá na fazenda além de ter uma grande plantação de milho, havia um grande lago e passamos boa parte da tarde pescando.

Ino teve uma ideia típica dela, brincar de pique-esconde na plantação. Nem preciso dizer que saímos de lá nos coçando e fomos correndo para o lago e nos jogamos ali, literalmente.

Naquele tempo rolava uns boatos de que Sasuke e eu tínhamos alguma química. Sempre desmentíamos aquelas conversas, mas naquela tarde à beira do lago onde a luz do sol iluminava a plantação deixando-a brilhar como ouro, ele colocou o seu braço ao meu redor pela primeira vez.

Foi o nosso primeiro beijo.

“Eu gosto de você, Sakura.” Ele me disse e  voltou a olhar para o lago. Eu devo ter ficado mais vermelha que um tomate e ter mostrado o maior sorriso do mundo.

Eu também” Lembro-me de ter respondido envergonhada.

Entramos em um jeep onde fomos sentados na parte de trás e podíamos ver uma vista panorâmica da ilha. O verde das árvores conseguia entrar em um contraste perfeito com o azul do mar e com a areia branca da praia. Pelas fotos Honolulu era linda, mas pessoalmente conseguia me deixar sem fôlego.

E a brisa. Ah! Que boa brisa...

Estava com o meu celular registrando para sempre aquele momento.

Até que chegou um momento em que não podíamos mais esconder nossa química juntos e, enfim, assumimos o namoro. Sasuke foi até minha casa formalmente, não esqueço como ele estava nervoso naquele dia, e sem querer derramou o suco de morango em sua camisa de xadrez, que de modo algum ele abandona.

Recordo de quando ele ia aos finais de semana para minha casa e ficávamos a toa no sofá, vendo algum filme antigo ou discutindo sobre a vida.

O tempo passou tão rápido e o ensino médio voou. Eis que a decisão de nossas vidas estava por vir, a faculdade. Ele tinha o sonho dele de cursar Direito e conseguiu uma bolsa na prestigiada faculdade de Harvard, e ele teria que se mudar para o estado de Massachusetts e consequentemente não nos veríamos, já que não passei no vestibular, no primeiro que tentei para Medicina.

Aquilo me derrubou e quando soube que o Sasuke iria para longe, fiquei em um estado de profunda tristeza. Eu achei que ia perdê-lo, definitivamente eu achei isso. Já estava preparada para dizer o adeus, e foi aí que ele me surpreendeu.

“Eu nunca vou te deixar sozinha.”

O primeiro ano do namoro à distância foi horrível, não pela minha parte ou dele, e sim das pessoas ao redor. Sempre ouvia boatos maldosos, que por ele estar longe e em uma faculdade de porte como Harvard, ele iria me esquecer na primeira festa que tivesse por lá.

Não posso dizer que aquilo não me afetou de alguma maneira, eu pensei tanto naquela hipótese. E se...

Ino e Hinata sempre me davam conselhos, dizendo que o Sasuke me amava, e que nunca iria me deixar, já que aquilo não fazia parte do caráter dele.

No ano seguinte eu passei para Direito, sim. Acredito que eu me apaixonei, de tanto ele proclamar o seu amor pela área. Eu fui cursar em Harvard, eu mal podia acreditar. Era o fim de apenas ter contato com meu namorado pelo telefone, estávamos juntos novamente.

Chegamos ao grande hotel The Royal Hawaiian, como o próprio nome menciona o hotel mais parecia com um castelo digno de algum rei Havaiano, era incrível. Sentia-me tão pequena diante de sua faixada cor de goiaba.

Caminhamos um pouco mais até chegarmos ao nosso quarto, nossa suíte real, composta principalmente pela cama King Size que estava decorada com pétalas vermelhas formandom um coração sobre o lençol branco, e com uma cesta contendo frutas vermelhas, chocolate e champagne.

A suíte é enorme e tem uma janela que vai do teto até o chão com duas persianas e, claro, com uma bela vista para o mar.

— É lindo! — exclamei totalmente maravilhada.

— Vem ver que vista perfeita. — ele estava na varanda e eu me aproximei.

— Incrível. — ele veio por trás de mim e me abraçou pela minha cintura, repousando sua cabeça sobre o meu ombro — Eu não me imaginaria aqui sem você.

Costumávamos a seguir os dogmas de nossas crenças, então o nosso namoro digamos que foi á risca, ou seja, sexo só depois do casamento. Sempre ficávamos aos beijos e muitos deles eram bem acalorados, tanto que quando eu dava por mim, já estava por cima dele e então rapidamente parávamos. Sei que hoje em dia é cafona para tantos jovens. Esse lance de se preservar e se entregar apenas no casamento, mas para nós dois não foi assim.

Nós queríamos.

Queríamos nos conhecer apenas no grande dia e tínhamos certeza que iria ser especial para nós. Esse era o nosso propósito, só que não foi fácil ter que manter o namoro nas rédeas, ainda mais na época da faculdade. Aquilo foi quase um pesadelo e sem mencionar pelos altos bullyings que sofríamos por temos optado pela virgindade até o grande o dia.

Eu ainda tinha que aguentar as garotas atiradas, que apareciam na frente do Sasuke, as quais eu tratava de colocá-las todas para fora e, em alguns casos, até com vassouras. Eu tinha que cuidar do que era meu.

Aquele varão ungido era meu. O senhor me deu!

Sasuke foi o primeiro a terminar a faculdade, e logo conseguiu um emprego em um grande escritório em Boston. Alcançou sua estabilidade financeira, e seis meses depois me pediu em casamento, na fazenda dos meus avós e no mesmo lugar que me beijou pela primeira vez.

Quando minhas amigas souberam fizeram uma festa, do meu grupo eu era a única que ainda não tinha casado. Porém, com o passar dos anos nossos beijos pareciam ainda mais e mais quentes e lascivos, e muito. Mãos bobas apareciam quase toda hora, sem falar que eu tinha duas amigas fogosas que já tinham experimentado o lado bom da vida. Não foi nada fácil, foi uma tarefa árdua, mas eu resisti à tentação.

O diabo não me venceu.

“O quê? Halls preto?“ — perguntei para Ino, ela sempre me contava suas peripécias sexuais e fazia questão de me ensinar tudo, e muito bem.

“Ah Sakura, quando você liberar sua amiga aí, amiga você ficará assada.”

“Adoro quando o Naruto me chama de cachorra e de safada na cama”. — eu descobri que no lado sexual, até as que pareciam as mais santas, eram as mais safadas. “E quando ele me pega de quatro.”.

“De quatro é bom, o Sai adora assim e quando ele puxa o meu cabelo eu vejo o céu, as estrelas e anjinhos tocando harpas.”.

“Tá repreendido essas conversas.” — eu dizia, mas no fundo eu adorava saber das safadezas alheias e, claro, anotava tudo mentalmente para usar na prática com o meu futuro marido.

“Sakura, você já sentiu o Sasuke?” — Hinata me perguntou uma vez, com aquela carinha de quieta, e de quieta aquela ali não tinha nada. “É uma vara abençoada?”

Quase que eu caí da cadeira quando ela me perguntou isso.

“Vai dizer que nunca sentiu?” — instigou a pervertida do halls preto.

“Já! E é grande.” — gargalhei com elas.

“Amiga, vai ser um grande milagre!!!”

E cá estávamos...

Apenas nós dois.

Depois do nosso casamento na pequena igreja de McComb, onde meu pai quase não conseguiu celebrar a cerimônia por estar chorando, e eu chorando mais ainda.

Até que enfim eu teria o Sasuke. Ele finalmente seria todo meu.

Ô glória!

Era chegada nossa primeira vez, depois de quase dez horas de voo. Sasuke me colocou em seus braços atléticos malhados. — Ele malhava nas horas vagas, era um jeito de extravasar os hormônios acumulados e eu só tenho agradecer.

E, devo realmente dizer, que tríceps abençoado meu varão tem.

Shaaaaanaaaaaaai!

Ele me guiou gentilmente até a cama, e olhando-me nos olhos disse: — Você não tem ideia do quanto esperei por isso.

— Tenho. — sorri e ele sorriu junto comigo. Acho que estava tentando não demonstrar o nervosismo.

— Quer morango? — ele apontou para a cesta, disposta em cima da cama com o champagne. Eu assenti e ele colocou um na minha boca, dei a primeira mordida e na seguinte ele a mordeu junto comigo.

Beijei seus dedos carinhosamente, enquanto ele mergulhava sua outra mão em meu cabelo, nos entregamos ao nosso primeiro beijo quente e carregado de tantos sentimentos.

Ele me deitou na cama, nossas bocas ainda estavam grudadas naquele beijo, fechei meus olhos e minha cabeça pendeu para trás. Nossa respiração já estava quente e ofegante. Comecei retirar o terno do Sasuke com certo desespero. Foram muitos anos esperando por esse momento. Eu precisava, e precisava logo.

Ele beijou o meu pescoço delicadamente, enquanto eu retirava totalmente sua camisa. Sasuke me virou sentando-me em seu colo e deu atenção as minhas costas para abrir meu vestido. Desabotoou cada botão e fez questão de beijar a região suavemente, me causando um calor sem precedentes por dentro, até por fim retirar o meu vestido. Eu estava com uma lingerie vermelha, da cor do pecado, uma calcinha fio dental — presente da Ino — e de cinta-liga nas pernas.

Pude ver o meu marido contemplando o meu corpo por alguns instantes, e um sorriso sacana apareceu repuxando seus lábios para o canto. Sasuke desceu até os meus pés onde retirou o meu sapato e a meia, que sensualmente acompanhava a cinta-liga. Iniciou um trajeto com beijos em minhas pernas e seguiu até a minha coxa.

Senti sua mão deslizando por partes antes nunca exploradas. Sasuke montou em cima de mim beijando-me apaixonadamente, enquanto sua mão apalpava os meus seios e espertamente ele passou para trás retirando o meu sutiã, deixando-os totalmente expostos.

Mordeu o meu ombro carinhosamente e escorregou sua boca até os meus seios onde deu um leve apertou, em seguida mergulhando no vale que os separava, sua língua molhada passou em meu mamilo já intumescido, suspirei e gemi prazerosamente ao senti-lo me tocando daquela forma.

Era tão bom, era excelente.

Sasuke alternava entre mordiscar e lamber com perfeição, levando-me à uma explosão de desejos. Fez uma trilha por minha barriga, enquanto eu segurava os lençóis com força, e quando ele finalmente chegou à minha calcinha depositou um casto beijo por cima do pano, arrancando-me novos gemidos.

Meu marido era bem pervertido. Era a unção da perversão!

Shaaaanaaaaai 

— Linda. — disse ao retirar minha calcinha. Com seus dedos ele desenhou o contorno de minha intimidade deixando-a ainda mais úmida. Baixou sua cabeça e beijou minhas coxas lentamente, até chegar onde ambos queriam. Sua língua invadindo minha vagina, suas mãos fincaram em meu quadril como se ele estivesse o trazendo para si. Fechei meus olhos aproveitando cada segundo daquilo, só eu sei o quanto rezei por isso. Sasuke chupava meu clitóris, enquanto suas mãos fincavam minhas coxas e eu gemia.

— O-b-r-i-g-a-d-a. — falei baixinho, minhas preces tinham sido atendidas. Minhas pernas tremiam e meus pensamentos pareciam longe da racionalidade. Minha mente estava explodindo em prazer, um que nunca experimentei antes.

— Sasuke. — disse, em meio aos seus toques em meus seios — Sasuke. — senti um tremor em minhas pernas e meus batimentos aceleraram.

Ouvi um riso de Sasuke e contemplei seu rosto de satisfação, ele me olhava com luxuria. — Seu primeiro orgasmo, o primeiro de muitos que terá comigo. — o vi lambendo seus dedos ainda com meu líquido expelido por mim. Aquela cena me fez contorcer na cama e virar o meu rosto para o outro lado, estava envergonhada, mas Sasuke segurou meu queixo. — Ei, não tenha vergonha. — olhei vermelha, sentindo minha bochecha queimando. — Você é tudo que eu imaginei, sua vagina é linda. — ele disse descaradamente.

Eu nunca imaginei um dia que ele diria isso.

Voltou a acariciar minha linda vagina com o dedo indicador, fazendo pequenos círculos gerando aquela fricção novamente. Ele ficou parado me observando, eu provavelmente estava vermelha, sem saber o que fazer, aliás, não sabíamos o que fazer e o que nos arrancou alguns risos.

— Gostou? — perguntou acanhado.

— Eu adorei. Foi muito bom. Onde aprendeu?

— Naruto, Sai, Itachi, X-videos, RedTube e PPKOnFire. — respondeu sem jeito — Tudo bem, não me orgulho dessa parte, mas eu não queria não saber de nada. Eu te fiz gozar, acho que fui bem.

— Excelente. — não pensei muito e me ajoelhei na cama perto dele.

Estava em sua frente, contemplei os gominhos do seu abdômen como eu sempre fiz, mas agora com uma diferença, eu podia tocá-los maliciosamente sem medo de sentir o peso da fornicação sobre mim, e foi o que fiz. Desci com minha mão por eles vagarosamente, fazendo um sinal para ele se deitar. Sasuke me olhou curiosamente com as sobrancelhas erguidas. Minha mão pairou sobre o volume que se encontrava na calça dele.

Eu toquei e estremeci.

Eu iria ver a vara do meu varão, aquilo que movimentou meus pensamentos pervertidos por tantas noites. Tirei sua calça e respirei, não aguentei e comecei rir.

— Quer ajuda? — ele disse sacana.

— Não, eu mesma vou tirar. — falei vermelha, mas me concentrei. Eu não deveria ter vergonha disso.

Sasuke já tinha me feito de pirulito, por que não eu fazer ele de microfone? Se até Eva viu Adão nu, por que não eu ver meu varão separado unicamente para mim?

Tirei sua boxer preta da Calvin Klein e agradeci aos céus novamente por tudo. É volumoso, grosso e rosado. Segundo a Ino, os rosados são os melhores, mais bonitos e apetitosos.

— Seu pau é lindo. — falei em voz alta, e logo coloquei a mão na boca envergonhada.

— É todo seu, pode segurar com vontade. Receba que uma benção, Sakura. — encostei minha mão nele, tocando aos poucos em movimentos que subiam e desciam, era quente e latejava um pouco. Sasuke mordia os lábios e fechava os olhos, arfando.

Eu observava atentamente, pensando que nunca mais iria conseguir olhar séria para ele na igreja, nunca mais.

Inclinei minha cabeça em direção ao membro dele, Ino e Hinata tinham me dito como era.

“Acomode na boca, não morda. Você deve lamber como se fosse um picolé. Não se esqueça de chupar com vontade.” Escutei a voz da Ino ecoando em minha cabeça.

Segui seu conselho e segurei aquela grande minhoca rosada. Dei pequenas lambidas na sua ponta, meus lábios deslizavam naquele mastro. Sasuke segurou firme em meus cabelos ditando o movimento certo ali, ele estava gostando, pude sentir sua glande pulsando dentro de minha boca, e a cada momento ia crescendo.

Tirei-o da boca e passei o masturbá-lo, vi meu marido falar umas coisas incompreensíveis no momento. Eu ganhei certa velocidade ao massageando e sorri ao ver que aquilo estava o agradando. Tornei a chupá-lo até onde minha boca conseguiria chegar. Acho até que fiz uma garganta profunda. Um líquido espesso sai de dentro lubrificando seu pênis.

— Só de pensar que tudo isso é meu. Vejo que valeu á pena esperar! — ele dizia, enquanto eu só pensava em uma coisa: Picolé é uma ova, isso é salgado.

Antes de finalizar beijei-o por completo, passando a ponta da língua em sua  coroa com todo carinho, fazendo o gemer.

— Sakura. — ele me puxou, agarrando minha cintura ficando novamente por cima de mim. Ele estava suado e quente. – E você, onde aprendeu?

— Ino, Hinata, livros adultos e as mesmas fontes pornôs, exceto o PPKOnfIRE. — fiz um careta com o último meio e ele sorriu. Sasuke centralizou-se no meio das minhas pernas.

— É agora. — ele disse e me beijou, senti seu dedo excitando minhas partes. Eu gemia em seu ouvido. Ele beijou minha testa e eu senti seu pênis roçando em minha vagina. — Eu não vou te machucar. — ele introduziu aos poucos, enquanto eu arranhava os braços dele. Ele foi colocando e aos poucos me preencheu causando certa pressão, e logo comecei a sentir um ardor.

Aquilo era grande, mas por sorte eu li que o tamanho não influencia, a vagina é elástica. Senti uma dor incômoda e acho que nesse momento eu não era mais virgem. Eu enfim tinha perdido minha virgindade, perdi meu selo de imaculada e agora Sasuke me enchia de beijos.

Finalmente estávamos unidos, dois corpos em um só corpo.

— Tão quente. — disse ele sôfrego, enquanto me estocava.

— É fogo, Sasuke. Anos sufocados. — ele continuou estocando e eu apertando sua bunda.

Um frenesi acometeu o meu corpo, e então Sasuke parou de se movimentar,  beijando minha testa.

— Você é minha agora. Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, minha varoa.

— Meu varão. Varão mesmo, literalmente. — disse e ele deitou-se a meu lado. Olhei lá pra baixo e ainda estava ereto.

“Esse é varão ungido mesmo.” Pensei.

Sasuke me puxou aninhando seu corpo ao meu, seu dedo passava pelas curvas do meu corpo. Ele me beijou e eu alisei o seu cabelo.

— Eu te amo.

— Eu te amo muito. — respondi, adormecendo.

***

Entrei no whatsapp assim que tive um momento de sossego. Abri o grupo denominado: Imaculadas, onde havia algumas mensagens aleatórias e digitei uma pequena mensagem.

“Queridas, Ino e Hinata. Gostaria de informá-las que finalmente eu dei. Sim, eu dei, EU DEI. Aleluia! Minha amiga está assada, assim como vocês disseram. Eu mal consigo andar. E darei na piscina, na praia, no mar, no barco e em todo lugar. Isso é muito bom!”

Sasuke estava no banheiro e com certeza estava se preparando para o segundo round naquela hora. Atentei-me a barra onde indicava que Ino estava escrevendo alguma coisa. Esperei pela mensagem, antes de mandar algo a mais.

“Isso menina, estou tão orgulhosa de você. O lado bom da vida é esse.”

“Ela deeeeu!” — escreveu Hinata, que continuou com: “Estou muito que finalmente você tenha dado.”.

“Amiga, eu sei que está empolgada, mas quero te perguntar uma coisa: Você usou camisinha?” Ino se manifestou novamente.

“Hã? Camisinha?”

“É. Camisinha, preservativo, capa da vara.”.

Respirei fundo e digitei nervosa: “Não! Misericórdia!”.


Notas Finais


Sim, depois dessa vamos nos internar em alguma clínica psiquiatra, pois a doença é séria.
Espero que tenham gostado tanto quanto nós escrevendo isso ai.
E por fim, QUEM NÃO QUERIA UM VARÃO DESSE, NEH?
Estou esperando o meu até agora, aparece abençoadooooo.
Shanaaaaaaaaaaaaaai

beijocas e até uma próxima loucura.


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