História Nós não existimos mais - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bottom!jimin, Brothers!2seok, Brotp!vmin, Bts, Hopekook, Jikook, Kookmin, Mikook, Namjin, Slice Of Life, Top!jungkook, Vhope
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Palavras 2.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


COMEBACKEI!
Essa aqui é a minha filhotinha, uma das minhas favoritas :(
Eu espero que vocês gostem, por favor deem muito amor pra ela!

Eu não tenho muito mais o que dizer, porque eu estou concentrada em uma call. Aliás! A capa maravilhosa foi feita pela linda da Bel, mandem mensagens de amor pra ela

Boa leitura<3

Capítulo 1 - Nós não nos vemos mais;


 

Jeongguk não costumava apreciar ficar em casa, ainda mais quando chovia. Seu prédio tinha o péssimo costume de resolver perder a luz sempre que começavam aquelas chuvas mais fortes, e isso costumava acontecer de manhã, um pouquinho antes do almoço.

 

Virou mania para si, em dias como aquele, se levantar e ir ao banheiro sem nem tentar ligar a luz. Tomava seu banho frio, vestia uma cueca nova, sua calça de moletom cinza, e saía em direção à cozinha.

 

No meio do caminho, seguindo o que já podia ser chamado de ritual, as pupilas negras se direcionavam à janela da sala, e os passos paravam por um ou dois minutos apenas para acompanhar os pingos escorregando melancolicamente pelo vidro.

 

Agora melancolicamente. Antes era mais bonito.

 

O jovem seguia sem pressa para o cômodo de seu destino, e sentia o cheiro do chá da vizinha misturado com grama molhada; a boca até salivava, e se sentia mais fresco.

 

Era naquelas manhãs que o Jeon gostava de colocar o café para fazer, ajeitava as torradas na torradeira, e ia, com esperança, até aquela janela, para vê-lo ali, admirando as gotas.

 

Jimin costumava ser tímido pelas manhãs, e extremamente carente. Era normal acordar antes dele, ignorar sua presença e se arrumar antes do dito cujo, para apenas notá-lo quando era chamado baixinho em dias normais.

 

Entretanto, em dias de chuva, após preparar uma parte do café da manhã, Jeongguk retrocedia seu caminho até ver o moreninho ali, ao pé daquela janela, sentado no parapeito largo – que, de tão largo, tinha direito à almofadas –, assistindo a cidade onde vivia, encharcada.

 

Bom dia. — A voz manhosa soou em seu ouvido, conforme era abraçado por trás.

 

Porém, os verbos usados aqui foram muito bem conjugados no passado. Jimin não estava mais ali.

 

Demorou um tempo para que o Jeon voltasse a órbita. Estava distraído demais, passando geleia na torrada, que mal notou a presença do moreno logo ali.

 

— Oi. — Respondeu-o, sorrindo fraco. — Dormiu bem?

 

— Eu sempre durmo. — Hoseok respondeu, sorrindo travesso. — Você é bem quente, Jeongguk-ah…

 

— Eu sei. — Riu, colocando os distintos alimentos em cada prato. — Você se aproveita no frio, hm?

 

— Aham. — O Jung mordiscou as costas nuas do amante, soltando-o para depois se sentar à mesa, sendo copiado por ele. — Já estamos em abril, hein? O tempo passa rápido. Daqui a pouco você é um fotógrafo famoso e eu nem percebi.

 

O mais novo revirou os olhos de um jeito risonho, negando, com a cabeça, aquela babaquice.

 

— Você nem imagina, mas eu sou o Peter Parker. — Retrucou, pegando a caneca vermelha e a trazendo aos lábios mordidos, tomando um gole do líquido fumegante.

 

— Pensei que você preferisse o Homem de Ferro.

 

— E eu prefiro. — Sorriu, abaixando a louça que segurava. — Só não sou tão bom da grana pra me comparar.

 

Fora a vez de Hoseok revirar os olhos, rindo.

 

O de cabelos negros era fotógrafo. Trabalhava para um jornal – daí vinha sua comparação com o Homem-Aranha – e, nas horas vagas (não tão vagas assim), trabalhava para revistas e empresas que precisassem.

 

Nada que fosse seu, tampouco fixo. Ao menos era bem remunerado.

 

Já o de fios castanhos perdia seu tempo como professor de dança numa das escolas mais bem classificadas da Coréia do Sul, ganhando um pouquinho mais que o ficante – tais zerinhos que conseguia em competições mais sérias de dança.

 

— Falando em grana, — o mais velho fez uma pausa para morder seu pão, e consequentemente mastigar este pedaço. Só voltou a falar quando lambeu os beiços, tirando os restos de geleia dali. — Namjoon queria te ver hoje. Um almoço no escritório dele, que eu me lembre...

 

Um suspiro escapou pelos lábios rosados, e Hoseok comprimiu os próprios em compaixão.

 

— Tá. — Deu de ombros, checando as horas no relógio. — Nós dormimos até tarde hoje.

 

A noite foi agitada. — O tom era inocente, mas, entrelinhas, jazia a mais pura malícia. Jeongguk abriu um sorriso nada puritano ao ouvir.

 

Bastante. — Deu corda, levantando-se ao saber que, se não corresse para a empresa do outro naquele exato instante, iria se atrasar. E Namjoon odiava atrasos. — Eu vou indo, tá bom?

 

— Eu vou com você. — Pediu por um instante em um manear, em seguida dobrando o restinho de torrada que tinha, enfiando na boca.

 

O mais novo riu, negando com a cabeça enquanto finalizava seu café. Quando Hoseok disponibilizou o que sujou, levou tudo a pia e prometeu a si mesmo que iria lavar de noite.

 

— Vamos nos vestir, vamos, mocinho. — Fora proferido junto a palmas na orelha do Jeon, que apenas sorriu torto enquanto era empurrado sem dó.

 

Hoseok era um hyung impaciente.

 

Por isso, não demorou muito para que estivesse devidamente vestido, pronto para encarar Kim Namjoon em um almoço aparentemente amistoso.

 

(...)

 

Sempre que Jeongguk passava, de carro, pela rua de casa, era impossível não olhar para a grande loja de motos que havia na esquina.

 

E não porque era uma loja grande, mas porque lembrava Jimin.

 

Lembrava que, sempre que o pegava assistindo a paisagem da janela, em um lindo dia de chuva, o pequeno estava tão absorto que sequer sentia quando o namorado o abraçava por trás, o que o fazia sorrir ao vê-lo tremer de susto.

 

Os dois tomavam café da manhã e iam se trocar aos beijos – isso já que o Park amava o gosto amargo do café sem açúcar na boca do namorado, e não desgrudava jamais – para que os dois acabassem nus, atrasados, e não prontos. E a enrolação continuava no banho, até que um dos dois saísse do quarto para que se trocassem separados.

 

Então, quando Jeongguk dirigia com Jimin de passageiro, rumando em direção à faculdade onde o menor estudava jornalismo, os olhos mais claros que os seus sempre pousavam naquela loja.

 

Ele sempre dizia, sonhador, que iria comprar uma Harley vermelha para que o Jeon resolvesse tirar carta para moto, e dirigisse, enfim, com jaquetas de couro.

 

Era um fetiche, Jimin admitia, com um sorriso tímido, enquanto batucava na própria coxa de um jeito animado.

 

No estacionamento de seu apartamento, sua moto estava muito bem estacionada. A carteira de habilitação ainda estava junto com a carteira de couro, e as jaquetas estavam guardadas no armário.

 

Contudo, o próprio Jeon havia comprado o veículo.

 

Foi tão perdido em lembranças, que quase nem viu quando já adentrava a ilha daquela empresa, recebendo um Kim sorridente abrindo sua porta.

 

— Jeongguk! — O mais velho cumprimentou, mantendo o sorriso. — Faz tanto tempo que não nos vemos.

 

— Pois é. — Riu, mudando de marcha para que voltasse a dirigir. — Eu estive ocupado, você sabe…

 

— Namorando o Hoseok. — Murmurou, fazendo pouco caso.

 

— Nós não estamos namorando. — Falou de imediato, bem baixinho, como se fosse um pecado afirmar aquilo. — Nós só estamos… Saindo bastante.

 

Hm.

 

A verdade é que o empresário não tinha nada contra o serzinho feliz que era o citado. Muito pelo contrário! O adorava, era o irmão do namorado.

 

Seokjin, a princípio, nunca mostrou Hoseok para os amigos. Foi uma surpresa tanto para si, quanto para Jeongguk e Yoongi, que ficaram embasbacados com como os dois eram diferentes.

 

“Somos filhos da mesma mãe”, foi a explicação que eles deram, sem mais detalhes. Ninguém questionou.

 

No fundo, Namjoon bem sabia que o namorado jamais apresentaria o irmão. Não por querer escondê-lo – desde o começo do relacionamento de quatro anos, os dois sempre contavam tudo um ao outro –, mas porque Hoseok era totalmente “outra vibe” deles.

 

Tudo mudou quando Jeongguk e Jimin terminaram.

 

— Por que não estão namorando? Já tem dois meses que vocês estão meio juntos e tal… Um dorme direto na casa do outro, não dorme? — Resolveu perguntar, por via das dúvidas, fitando o mais novo de soslaio.

 

— Ainda estamos nos conhecendo. — A resposta veio breve. Breve demais.

 

E Namjoon entendeu completamente.

 

Quando Seokjin teve a mirabolante ideia de apresentar o irmão ao mais novo solteiro do grupo, Yoongi e Namjoon se uniram para que não fosse feito.

 

Isso pois o término havia sido recente; Jeongguk estava muito abalado, muito mesmo, e os dois amigos o conheciam o suficiente para saber que ele não estava pronto para nada.

 

Mesmo assim, teimoso como uma mula – palavras do Kim mais novo dentre eles –, Seokjin simplesmente enfiou Hoseok na “rodinha” e, bom… Hoseok é alguém bem intenso.

 

Transaram na primeira noite, e estão aí até hoje.

 

Não era preciso ser um gênio para ter noção de que o Jeon definitivamente ainda não estava pronto para um relacionamento. E ele nem precisava, na visão de Namjoon.

 

Jeongguk é um homem de vinte e quatro anos que vive muito bem. Não precisava de um namorado para tapar o buraco que Jimin fez, ele cicatrizaria com o tempo. Colocar um durex em cima só infeccionaria.

 

De certa forma, ele e Yoongi se sentiam gratos ao intruso. Antigamente, o fotógrafo era alguém bem infeliz, e acabou deixando a infelicidade para viver de uma forma mais gostosa quando iniciou o que aqueles dois intitulam como “um relacionamento”.

 

Mesmo assim, Jeongguk não enganava os três amigos. Talvez Hoseok, que não o conheceu senão um quase defunto, mas os outros três não.

 

A verdade era que o Jeon sentia muita falta de Park Jimin. Ainda amava Park Jimin, ainda pertencia a Park Jimin e ainda esperava, todas as noites, por uma ligação de Park Jimin.

 

Era tão forte, que nem cabia no peito.

 

— Entendo. — Resolveu encerrar o assunto, não querendo o pressionar demais. — Vamos naquela lanchonete que vende milk-shake? Eu gosto dela.

 

— Vamos, Namjoon hyung. — Riu, assentindo. Ele sempre escolhia aquela, e estava indo diretamente para tal. — Você queria tratar algo?

 

— Eu queria te chamar para tirar algumas fotos pra empresa, na verdade… — Precisou admitir, sorrindo sem graça. — Você acha que pode? Eu te passo as informações lá, com mais calma e tal.

 

— Sempre posso pra você, Namjoon. — Proferiu com certa convicção, arrancando um sorriso satisfeito do de fios cinza. — Só não posso te dar desconto.

 

— Mercenário. — Murmurou debochado.

 

— Negociador!

 

— Você vai pro inferno, moleque…

 

— Não se meu querido e amado hyung me pagar bem… — Acabou por dizer, num tom divertido, enquanto mantinha os olhos fixos no caminho que percorria. — Certo, certo. Eu posso te dar um descontinho.

 

— Não precisa. — Tratou de responder, quase de imediato.

 

Se você insiste… — Jeongguk não ousou retrucar outra vez, satisfeito com a decisão final do outro. — Ah, tem uma vaga na porta.

 

A boca já salivava com a visão da lanchonete lá na frente, e o Kim torcia, arduamente, para que achassem uma vaga logo. Já estava cansado daquela semana que tivera, e um bom sanduíche com um bom milk-shake aliviariam o estresse acumulado.

 

Depois que estacionaram e desceram do carro, não demorou para que estivessem os dois sentados no estofado de couro – ou o que era para ser – vermelho dos sofás que circulavam as mesas quadradas, num estilo bem americano.

 

Infortunadamente, aquele lugar também lhe lembrava o Park.

 

Talvez nunca se acostumasse com as nostalgias repentinas que tinha naqueles instantes. Aquelas mesmas que faziam o moreno se desligar do mundo para ficar relembrando de um ou dois momentos que ambos tiveram. Sempre com o ar faltando nos pulmões.

 

Chegava até mesmo a ser cômico, só para não ser chamado de trágico.

 

No caso, se olhasse para o lugar vazio ao lado do executivo, conseguia ver Jimin ali, com os olhos arregalados e a expressão adoravelmente confusa, a mesma que as crianças faziam quando entravam em lojas de brinquedo.

 

Isso porque o moreninho era caipira – palavras dele próprio –, que alegava ter nascido em Busan e dizia que aquilo tudo era “coisa de gente de cidade grande”.

 

Naquele dia em especial, Jeongguk havia o levado lá por saber do amor que o garoto tinha por locais assim, que pareciam aquelas lanchonetes velhas em canto de estrada no Texas. Acabou descobrindo, por consequência, que ele nunca havia tomado um milk-shake.

 

Sua imaginação estava boa naquele dia, e as pupilas negras estavam incrivelmente perdidas naquele canto, visualizando o Park tomando a bebida pela primeira vez na vida, segurando o copo de vidro com as duas mãos.

 

“Isso é tão bom, Ggukie!”, foi o que ele exclamou, com a voz fina ainda mais fina ainda, cheia de animação. “Vamos fazer em casa, vamos?!”.

 

Outra coisa que Jimin amava, era fazer com as próprias mãos qualquer comida que gostasse bastante. E isso rendia a cozinha do Jeon toda suja, e muitos beijos ao pé da pia.

 

— Jeongguk? — Retornou a si ao ver a mão do outro balançando no ar, desfazendo o Jimin imaginário. — Pelo amor de Deus, homem, eu achei que você tinha morrido.

 

— Não, eu só... — Apoiou os cotovelos na mesa, passando a destra e a canhota pelo rosto, espremendo os olhos com os dedos. — Vamos pedir e falar do trabalho, tá?

 

Não foi preciso de mais do que isso para que o cinzento esquecesse a visão bisonha do rapaz olhando para um ponto fixo, com os olhos perdidos e arregalados, tendo a expressão indecifrável.

 

Ficaram papeando até que o pedido chegasse, e começaram a comer antes de tratar sobre os negócios.

 

Namjoon comia um x-tudo como se aquilo fosse sua fonte de energia. Havia pedido para o chefe caprichar no molho, e era possível vê-lo pingando para fora, escorrendo pela alface e indo direto ao prato, sujando a porção pequena de batatas.

 

Às vezes ele fazia pausas, levando a boca para o canudo de seu milk-shake de chocolate, bebendo um gole que o mais novo julgava grande demais – aliás, se perguntava se aquele homem não tinha nenhuma sensibilidade nos dentes, não era possível!

 

Já o moreno bebia uma Coca-Cola (que, como novidade, o lembrava do ex-namorado) e mordia pacificamente um hambúrguer de picanha com bastante cheddar.

 

— É impressão minha ou você está suspirando a cada gole disso aí? — O tom usado era meio exagerado, como quem duvidava e tinha medo da resposta. Entretanto, não deixava de ser uma dúvida plausível, porque o Jeon parecia evitar ler o nome da marca daquele refrigerante.

 

— Deve ser impressão sua... — Mentiu.

 

Houve um tempo em que ele apenas tomava Pepsi, ou aquele suco de uva com pedaços da fruta. Isso até conhecer o maldito Park, que simplesmente mexeu com a sua cabeça e o fez migrar da Pepsi para a Coca-Cola.

 

Quando ele pedia pela mais nova adorada, um sorriso satisfeito – e deveras manipulador, diga-se de passagem – brotava nos lábios cheinhos do menor, e aquela mesma frase sempre vinha:

 

Coca-Cola é bom, eu sei. — Namjoon ironicamente a proferiu. Mesmo que o tom tivesse saído totalmente diferente, e a voz mais ainda. — Mas vai devagar com a dose, Jeongguk.

 

Eram em momentos como esse que o jovem se perguntava como andava a sua sorte. Se arrastando pelo chão, mutilada. Só podia!

 

— Tá bom, tá bom. — Riu, dando mais uma mordida no almoço. — Vamos falar logo sobre o trabalho que você quer.

 

O par de amigos teve a sua conversa, debatendo arduamente pelo trabalho que o Jeon teria de fazer algum dia – porque, de acordo com o Kim, não havia sido feito o contrato necessário para o serviço do fotógrafo fosse preciso.

 

Sem mais delongas, deixou o mais velho na empresa e passou a dirigir para casa enquanto ouvia uma música que o ex-namorado adorava cantarolar. O suspiro foi involuntário, e o moreno deixou-se escorregar no banco do carro.

 

Por fim, adentrou ao lar, agora murmurando a letra daquela música mais lenta. Aproximou-se daquela janela e a tocou com a palma, olhando Seul de cima com um semblante tristonho.

 

É que, querendo ou não, sempre que Jeongguk olhar pela janela daquele apartamento – principalmente em dias de chuva –, vai se lembrar bem que “nós não existimos mais”. E é inevitável não respirar a essência dele, deixada para trás em pequenos flashes de memória, ao fitar algum ponto nostálgico. Porque “nós” não existe mais.

 

E isso machuca.

 

 

 

 

 


Notas Finais


E aí??? Ahhhhhhhh
Amo vocês<333

.xoxo


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