História Nos pertencemos uma a outra - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Exibições 20
Palavras 1.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - 10 Capitulo


Fanfic / Fanfiction Nos pertencemos uma a outra - Capítulo 10 - 10 Capitulo

Lauren/ Veronica

 

Laur preparada? Não mas não tem outro jeito,ok perfeito então vamos combinar vamos correr ,correr ate não termos mais forças , e se alguém ver a gente mesmo assim não vamos parar e se algo acontecer comigo você não para laur por favor, eu não vou deixar você vero pode tirar isso da cabeça você tá com o pé machucado, se você ficar vão te matar, laur por favor prometa, não nem vem não vou prometer isso de jeito nenhum, ok então vamos no 3 ok 1,2,3 corre laur corre.

 

Narrador

 As meninas correram mata a dentro estava húmido mas mesmo assim não pararam já estavam ficando sem forças mas continuaram mesmo assim como combinado, as forças já estavam sumindo de repente elas ouvem uma sirene e gritos, os terroristas perceberam que elas haviam escapado, nem elas sabem de onde tiraram mais forças para correr, sem calcular quanto tempo faziam que estavam fugindo, ate que encontraram uma rodovia tentaram pedir ajuda mais não passava nenhum carro e vinha também o medo e a incerteza de  um dos terroristas passar e as reconhecer , pois pelo o que parecia era uma rodovia única, ficaram na beirada da rodovia esperando o momento perfeito e fazendo a única coisa que podiam no memento rezar, avistaram um farol vindo de muito longe descendo a montanha resolveram arriscar e pedir ajuda, não aguentavam nem ficar em pé mais ambas ficaram deitadas próximo ao acostamento só viram quando um jipe preto parou e desceu um par de botas pretas o medo consumiu mas por sorte delas era Demi, uma moradora local que era totalmente contra o horror que algumas pessoas de seu país pregavam, com o terrorismo e tortura com estrangeiros  Demi as ajudo a entrar no carro e partiu a caminho de seu quiosque que ficava um pouco afastado de tudo em um lugar bem escondido dentro da floresta mas pra ela não era difícil pois  era seu lar, as meninas chegaram deitaram e apagaram Demi cuidou dos ferimentos das delas com o que tinha e deixou as descansar para que quando acordasse contassem o que havia acontecido.

 

LAUREN

 

Não fazia a minima ideia de quem era que tinha nos ajudado bom espero que seja ajuda mesmo, acordei num tipo de cabana com roupas  limpas não havia ninguém no lugar vero estava deitada ainda não tinha acordado ela também estava limpa, dei uma volta pela cabana, ate que escuto a porta ser aberta, entro em panico peguei a primeira coisa que vi na frente, não sabia quem era tinha que me defender,acabei pegando uma colher de pau, ate que escuto uma voz doce.

-Demi- ei moça se acalma ok eu só estou tentando ajudar

-Lauren- e por que esta com esses pedaço de toras nas mãos

-Demi- bom pra manter a lareira acessa preciso de madeira, e se eu quisesse machucar vocês teria feito enquanto você estivesse inconciente não acha?

- Lauren- é faz sentido e por que nos ajudo

- Demi- ué por que vocês precisam de ajuda acho que isso é meio obvio, agora se me fa licença preciso colocar essas torar na lareira antes que apague, fiz uma sopa se quiser pode comer.

-Vero- Laur cade você laur, ai droga ai meu pé

 To aqui vero, fica deitada seu pé tá muito inchado ainda, e onde estamos, bom aquela moça ali nos ajudou estamos na cabana dela, e tudo que sei ate agora

- Demi- venham senten-se a mesa podemos comer e conversar e você se quiser improvisei uma bengala para poder apoiar e conseguir andar.

-Vero-Ok obrigada, então moça por que nos ajudou e quem é você por que mora numa cabana em vez de uma casa, e você mora sozinha, parece nova quantos anos tem?

-Demi bom pela serie de perguntas acho que você já esta melhor, mas enfim como disse a sua amiga ajudei por vi que precisavam, me chamo Demetria mas podem me chamar de Demi moro numa cabana por que não concordo com diversas coisas que esse pais faz e tento fazer justiça tenho 23 anos e sim moro sozinha mas tenho amigos que divedem a mesma linha de raciocinio que eu mas não ficamos juntos tentamos nos espalhar por aqui e vocês quem são?

Bom me chamo Lauren e essa tagarela e minha amiga Veronica mas pode chamar ela de vero e eu de laur ou do que preferir a gente estava trabalhando de voluntarias junto com nossa amiga Shay  que infelizmente não aguento quando uma bomba atingiu um bar que estavamos perto do nosso alojamento, depois nos sequestraram nos torturaram mas conseguimos fugir e aqui estamos, nossa que historia e sinto muito pela amiga de vocês bom agora eu acho meio perigoso devem estar procurando vocês mais amanha posso levar vocês até a embaixada americana que tem aqui no Iraque, -vero- a gente vai te agradescer pelo resto da vida se fizer isso devem estar achando que morremos laur o meu deus a lu deve tá sofrendo, moça é Demi né você teria um remedio pra dor tá tudo doendo ,-laur- também estou com dor em cada osso do meu corpo,-Demi- tenho sim mas acho que vocês quebraram remedio não vai virar nada mais pode dar uma aliviadinha esperem ai vou pegar pra vocês.

Laur será que ela tem celular queria ligar em casa pra avisar, também queria vero mais pelo jeito dessa cabana duvido muito mas podemos perguntar, ei Demi você tem um celular, desculpem não tenho e naõ aconselho a vocês a usar um que naõ seja da embaixada, por segurança, ok tudo bem.

 

Camila

 

Ja nã aguentava mais o detetive responsavel pelo caso disse que organizaria uma missão de resgate para as meninas mais que naõ poderia fazer muito por elas não estarem em solo americano, mas já era alguma coisa, os soldados usariam capacetes com cameras e poderiamos acompanhar em tempo real , iriam a noite pois segundo eles era mais traquilo.

Estavamos acompanhando em uma sala reservada a operação, estavamos todos muito aflitos, eles envadiram , teve um confronto e teve troca de tiros foi muito assustador , os soldados tiveram a informação que tinha uns prisioneiros no porão e correram pra la lol e vero podiam estar la, oque me deu um certo alivio e tensão ao mesmo tempo, por não saber como estavam lucy estava comigo não etava tõa diferente de mim.

Eles chegaram no porão tinha algumas pessoas mais estava escuro foram as levando para o lado de fora, um soldado gritava o nome delas mais para o meu desespero nenhuma daquelas pessoas era elas, não aguentei e comecei a chorar descontroladamente DJ me abraçou e me perdi nesse abraço da minha amiga que tanto me confortava, nessas horas dificeis, nesse, momento o celular do detetive tocou e ele saiu da sala para atender, logo em seguida ele voltou dizendo que um dos sobrevivente disse pela discrição das meninas que elas fugiram na noite anterior e que algum terroristas foram atras delas mas não sabiam se as tinham encontrado pois elas estavam bem machucadas, meu deus lolo inferno naõ podia ter esperado um pouco mais, isso tem cara da vero aquela irresponsavel fugir no meio da noite mata a dentro,-DJ- ei meninas se acalmem ok não foi culpa delas eu nolugar delas faria de tudo para sair daquele lugar vocês viram as filmagens era horrivel,-Camila/ lucy- tudo bem DJ é que estamos nervosas e agora o que vamos fazer,-DJ- o que nos resta e esperar,-Camila- mais não vou ficar aqui esperando de jeito nenhum eu quero ir ate lá , elas estão sozinhas estão machucadas naquela floresta precisam de ajuda, por favor detetive me leva até la.

 



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