História Nossa História - Capítulo 136


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana
Exibições 133
Palavras 1.163
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 136 - O homem da minha vida!


Fanfic / Fanfiction Nossa História - Capítulo 136 - O homem da minha vida!

Tinha finalmente chegado o dia. Eu mal tinha dormido de ansiedade. 

Esperava ver meus primos do Rio, minhas tias e tios do Sul e quem sabe até o meu pai. Não estava criando muitas expectativas quanto a ele, para não me chatear caso ele não aparecesse. 

Quando Luan abriu os olhos, aposto que se assustou. Fazia um tempo que eu estava o observando dormir. A coisa mais linda da minha vida. 

- bom dia vidas. – ele falou com aquela vozinha rouca de sono que eu tanto amava. Oh Deus, quando foi que eu passei a admirar tanto aquele menino? 
- bom dia amor! – deu um selinho nele sem me importar com nada. Inclusive com o fato de ele ainda não ter escovado os dentes. 
- tá ansiosa? 
- to. – ri. – da pra perceber? 
- da! – gargalhou. – tá linda, sabia? 
- to? – deitei me aconchegando em seus braços. 
- tá sim. Tá linda todo dia. – beijou minha testa. Eu sorri e tentei me levantar, mas ele não deixou. – fica aqui amor, onde cê vai? 
- a gente tem que tomar café, começar a se arrumar...
- não senhora, tá cedo demais ainda! Fica aqui comigo... 
- mas a gente tem que correr, o jantar é hoje!
- eu sei vida, eu sei... – falou calmo, alisando meu cabelo. Comecei a ouvir as batidas do seu coração e isso foi, aos poucos, acalmando o meu. 

Caí no sono e quando acordei, ele ainda estava abraçado comigo. Afastei-me um pouco e ele dormia. Beijei seu rosto e me levantei. Aquele breve cochilo de poucos 30 minutos, tinha realmente me acalmado. Agora eu já não estava mais com tanta pressa. 

Tomei um banho demorado e vesti o meu roupão. Saí do banheiro com uma toalha na cabeça apressada ao ouvir a campainha tocar. Era Bruna, Mel e as minhas meninas da equipe.
- Luan já foi? 
- ele ainda tá dormindo. – respondi com um sorriso enorme. 
- ah, mas ele vai acordar agora! – disse entrando determinada a acorda-lo.
- não! – falei desesperada a seguindo. – deixa ele, tadinho! – ela nem me escutou e já foi logo indo pro quarto.

Luan logo apareceu sendo arrastado por Bruna. A carinha de sono não deixava negar que ele ainda queria dormir mais. O abracei e ficamos alguns minutos agarrados no sofá da sala.
- ta quietinho hoje filho... – ele conversava com Breno. Já tinha alguns minutos que ele estava ali e Breno não dava um chutezinho se quer. – ainda não falou com o papai, o que cê tem?
- verdade, ele tá quieto o dia todo.
- to gostando não! Fala com o papai! – Luan insistiu por mais alguns minutos, mas não obteve resposta do nosso bebê.

- ele tá bem, amor! – tentei confortar Luan, que agora estava preocupado.
- tem certeza que não quer ir ao médico? Melhor, quer que eu chame um médico aqui?
- vida, não precisa, ta? – selei nossos lábios de forma rápida.
- agora é sério casal... – Bruna falou vindo até nós, que estávamos na sala ainda. – a Mari precisa começar a se arrumar. Ainda vai fazer limpeza de pele, pé, mão, sobrancelha...
- ta bom, já entendi. Vou lá pra casa dos pais. – Lu falou se levantando. Levantei-me também para acompanha-lo até a porta. Ele só pegou a chave do carro e já foi saindo. – até mais tarde, ta? Eu passo aqui pra irmos juntos. – concordei já fazendo bico, a carência era grande. – não faz assim que eu largo tudo e fico aqui com vocês. – ri.
- não, pode ir. É só que eu acostumei a ter você pertinho o dia inteiro.
- já já eu volto meu amor! – nos beijamos. – amo vocês.
- também te amamos!
- qualquer coisa me liga! – concordei e ele se foi.

- finalmente! – Bruna comemorou a saída de seu irmão e eu balancei a cabeça negativamente. Em meia hora mais ou menos, minha mãe e minha sogra chegaram. E a minha casa virou um salão de beleza praticamente. Era mulher se arrumando para todos os lados.

Eu não tinha muita pressa, mas elas pareciam não ter tempo suficiente se não começassem agora. Começaram a fazer a minha maquiagem, mas vira e mexe eu saía de lá pra comer alguma coisa.  

Depois, fizeram o meu cabelo. Não podia fazer mais que um penteado simples. E eu também não queria nada extravagante.

Quando terminaram, eu resolvi sentar no sofá pra relaxar um pouco. A perna tremula não me deixava mentir que eu estava ansiosa. Mas eu estava tentando manter a calma. Bucky subiu no sofá e se deitou no meu colo, fazendo com o que eu parasse de balançar a perna. Ri e comecei a acaricia-lo.

Minutos depois, Bruna veio me chamar pra me vestir que já estava quase no horário.

Fomos pro quarto de hospedes e o vestido estava pendurado na porta do armário.
- será que ainda me serve? – perguntei rindo.
- claro que serve, doida!

Felizmente serviu! Imagina se não servisse?

Fomos então para a sala, onde todas estavam sentadas só nos esperando. Ao me verem, começaram a gritar e bater palma.
- parem! Vocês vão me fazer chorar! – falei olhando pra cima, tentando evitar as lágrimas.
- tá linda filha! – minha mãe falou vindo até mim. – meu bebê! – falou me abraçando.
- por falar em bebê... O Bre ta quietinho demais. – falei preocupada.
- ah, normal filha.
- é normal mesmo, não estressa. – Marizete falou e então eu concordei. Afinal, quem entenderia mais de gravidez senão duas mulheres que tiveram dois filhos cada?

Tocaram a campainha e Mel correu pra abrir. Ela parecia uma princesa, tava toda linda com um vestido rodado que ia até o joelho. Eu adorava vê-la daquela forma, toda fofa. Porque as vezes ela colocava umas roupas coladinhas que eu não gostava nada.
- olha só, que cunhado lindo eu tenho! – ela falou alto e todo mundo riu. Meu amor entrou e a abraçou.
- você que é linda, pandinha. – bagunçou o cabelo dela como de costume e a soltou. Nos olhamos e foi como se só tivesse a gente ali. Fiquei envergonhada ao ver sua carinha boba. Ele era definitivamente o homem da minha vida. E aquele olhar eu não encontraria em ninguém mais. – tá linda demais, vida. – sorri o abraçando.
- você tá lindo de terno. – ele se afastou pra me mostrar a roupa.
- gostou? Fui eu mesmo que escolhi! O testa só dava ideia ruim. – ri.
- sério? Tinha que ter me levado, tá vendo?
- mas eu escolhi direitinho, não foi?
- é, escolheu.
- uma vendedora gata me ajudou também, mas fui eu quem decidi.
- o que? – perguntei boquiaberta.
- eu quem decidi.
- o que você disse antes, Luan Rafael? – começou a gargalhar. – idiota! Ta rindo do que?
- é brincadeira amor, to te zoando... Só tenho olhos pra você. – me abraçou e beijou minha testa. Enquanto eu revirava os olhos, morrendo de ciúmes, com medo de ele ter mesmo tido ajuda de uma vendedora gata. 


Notas Finais


tava meio sem criatividade e saiu isso kkkk prox. capítulo vai estar melhorzinho <3


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