História Nossa história - Capítulo 2


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Categorias Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Selina Kyle (Mulher-Gato), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Wally West (Kid Flash)
Tags Amor, Batman, Bruce, Bruce Wayne, Casal, Diana, Diana Prince, Fanfic, Liga Da Justiça, Mulher Maravilha, Tempo
Exibições 81
Palavras 1.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorei, mas cheguei *0*
Gente, esse cap é narrado pelo Bruce <3 Vou avisando quem está narrando nas notas, ok? :*

Espero que gostem!!

Capítulo 2 - Teimosa


Fanfic / Fanfiction Nossa história - Capítulo 2 - Teimosa

Teimosa. Se tem uma palavra que combina perfeitamente com ela, essa palavra é: teimosa. Diana é do tipo que não dá o braço a torcer. Persistente, não parou até eu exceder meus limites. Suas investidas sutis, passaram a ser mais intensas e quando dei por mim, acordei ao seu lado na minha cama.

Não foi fácil para mim admitir o que estava sentido por ela. Por um tempo eu hesitei, tentei afastá-la, pois eu sabia que seria injusto prenda-la a um homem como eu. Diana é uma mulher incrível e merecia algo mais que um garoto lotado de problemas. Sei que a magoei, pois confessei que a amava aquela noite e logo tive que me contradizer para mantê-la afastada. Repeti diversas vezes para mim mesmo que não era nada além de uma atração, um desejo e que logo passaria. Mas novamente, Diana e sua teimosia conseguiram o que tanto queria após uns anos... minha rendição.

Sei que fui fraco, mas chegou um momento que não deu mais. Eu precisei me dar a chance de tentar. Já não estava bastando tê-la de vez em quando, passou a ser uma necessidade tê-la em minha vida definitivamente. Então, decidido, a pedi em casamento. Alfred quase não acreditou quando soube e no dia da cerimônia, fez questão de dizer que se morresse naquele momento, morreria feliz.

Enfim, A cerimônia foi simples, mas com tudo o que tínhamos direito como noivos. Estávamos cercados por nossos amigos próximos e apesar de ouvir diversas gracinhas do idiota do Wally, foi um dia incrível. Ver Diana aparecer vestida de noiva, conseguindo, por incrível que pareça ficar ainda mais perfeita... não tem nem discrição para o momento. Vê-la com aquele sorriso tão doce vindo em minha direção, me fez lembrar a noite em que a levei para a mansão, quando achei que ela não soubesse quem eu era. Já havíamos nós encontrado antes e ela acabou “lembrando” do homem que a tirou para dançar. Como não tinha para onde correr, fiz o playboy entrar em ação novamente e acabei por convida-la para jantar na mansão no dia seguinte. O plano? Era fazer jus ao título e fazê-la perceber que Bruce Wayne, o playboy de Gotham, não passava de um idiota. Porém, por causa do seu sorriso eu hesitei agir de tal forma, mas também logo descobri que não seria mais necessário.

- Bom... Seja bem-vinda! – Entramos após Alfred abrir a porta.

- Grande Hera... É linda! – Ela olhou em volta, ficando sem graça depois.

- Fique à vontade. – Sorri. – Alfred, a senhorita Diana me fará companhia esta noite.

- Certo, patrão Bruce. Fique à vontade, senhorita.

- Obrigada, Alfred. – Sorriu gentilmente para o mesmo. Diana parecia uma menininha descobrindo o mundo... Era lindo de ver. Ficamos conversando até Alfred aparecer, avisando sobre o jantar, mas antes que pudéssemos sair, Diana sorriu de orelha a orelha e eu... não entendi nada.

- Posso perguntar o motivo da felicidade? – Sorri, tentando desvendar.

- Me lembra a festa... Sabe... Em que me tirou para dançar. – Olhou para o lado, apontando o dedo para cima, referindo-se ao som da música que estava a tocar.

- Ah sim... – Sorri.

- Venha! – Me puxou para o meio da sala. Seus olhos brilhavam, como os de uma criança encantada. – Prometo que iremos jantar logo logo, Alfred. – Sorriu para o mesmo. Diana tinha uma pureza, uma inocência que não teve nem como eu me incomodar com toda aquela situação. Alfred, claro, fez questão de nos deixar a sós.

- Gosta mesmo de dançar. – Falei, observando seu entusiasmo.

- Sim. Vi uns passos diferentes na TV. Na verdade, não sei muito, mas acho que era assim. - Juntou mais nossos corpos. – Ponha sua mão aqui, assim. – Levou-a até sua cintura. – Agora vamos. – Sorri e fiz como ela mandou. Diana, de fato, não era a melhor dançarina com quem já dancei, mas sua doçura não me permitiu interrompê-la. – Ai, eu não me lembro muito. – Sorriu, meio sem graça.

- Acho que é assim, não? – “Ajustei” nossos passos de acordo com a melodia.

- Sim. – Ela sorriu e logo aquela euforia foi passando, fazendo-a repousar a cabeça sobre meu ombro ao som da música melosa que tocou em seguida. Eu estava tão à vontade que por um momento até esqueci quem eu era, quem ela era. Acho que foi uma das raras vezes em que me senti... eu mesmo. Mas logo voltei a realidade ao ouvir um riso que me deixou intrigado. – Posso perguntar porque está rindo?

- Não. Não é nada com você. – Afastou-se, ajeitando as mexas de seu cabelo. Logo, me encarou e sorriu. – Eu sabia que era você. – Voltou a repousar seu rosto. – Diana, de alguma forma, descobriu quem eu era, mas resolvi não dizer nada sobre, apenas respondi conforme meu personagem.

- Ainda tinha dúvidas? Achei que eu fosse mais marcante para as mulheres. – Sorri divertido e ela apenas me encarou, dando um pequeno sorriso.

A partir daí, ela não tocou mais no assunto. Pelo jeito que passou a me olhar, percebi que ela estava confusa ainda. Porém, ela não precisou ficar com a dúvida por muito mais tempo. Graças aos Thanagarianos, precisamos nos misturar aos civis e com isso, tive que revelar minha identidade, assim como Flash. Pude ver seu sorriso vitorioso quando tirei a máscara e quando chegamos a mansão, aproveitado que os demais não haviam chegado ainda, ela resolveu entrar no assunto.

- Então o riquinho mimado é o Batman. – Sorriu, cruzando os braços.

- Como se você não soubesse, não é?

- Desconfiei. – Ela sorriu. – Me diga... quem é você? – Ela arqueou as sobrancelhas, com um sorriso provocativo. – Imagino que Bruce Wayne, o playboy, seja uma farsa social. Não me parece que você curte o que ele faz.

- Infelizmente não posso ser o Batman a todo momento. Mas me perdoe se te fiz cair na lábia dele. – A provoquei e vi seu sorriso desaparecer. – Posso saber como descobriu, princesa?

- Sabe que sou uma Amazona, Bruce. Não tinha contato com homens, mas agora que tenho e estou me dando bem com alguns... – Ela me encarou, vindo em minha direção. – Até com um certo Homem morcego, pude reparar melhor em alguns traços. – Sorriu vitoriosa.

- Traços? – Tentei manter minha postura firme, diante da proximidade de seu corpo. – Apenas uma pequena parte do meu rosto fica a mostra.

- Foi o suficiente para mim, Bruce. – Disse passando uma de suas mãos em meu rosto, olhando fixamente para minha boca. – Eu não aceitaria o convite se não soubesse que era você. Não confio nos homens. Ainda mais com a fama que o riquinho tem.

- Estranhei esse fato. – Ela sorriu, descendo a mão para o meu pescoço.

- Que bom que me conhece. - Sorriu de canto.

Felizmente Clark e J’onn chegaram a tempo de me salvar naquele dia, pois sem o traje, esconder minhas reações perto dela estava difícil. Diana sempre foi doce e gentil, mas quando quer usar seu charme... faz com maestria.

Até hoje me sinto um pouco... dominado por ela. Ela acha que não. Que sempre quero estar com a razão. Parece não se lembrar das diversas vezes em que me fez ceder. A única coisa em que não cedi foi na decisão de não querer ter filhos. Decidi isso antes mesmo de ter algo com ela. Diana já conseguiu fazer com que eu a pedisse em casamento, optando por seguir com uma relação firme mesmo tendo tantas questões. Mas filhos... não. Diana é uma heroína praticamente imortal, já eu, como qualquer outro civil, posso morrer a qualquer instante. Pensado assim já é uma loucura ela estar comigo, imagina ter um filho. Não faria isso. E por mais que ela ainda resmungue dessa decisão, sei que foi e será o melhor para ela.

Enfim, apesar de ela ser uma mulher mandona, birrenta e extremamente teimosa. Devo admitir que estou feliz por ela ter ficado. Sei que não sou uma pessoa fácil e que já a fiz sofrer diversas vezes com esse meu jeito, mas eu tento recompensa-la dando sempre o melhor de mim. De uma coisa Diana não poder ter dúvida... de que eu a amo. Ainda mais que há 50 anos.


Notas Finais


Gostaram, meus amores? <3
Espero que sim <3

Bom, como puderam notar, modifiquei um pouco a história. Aqui, apesar de ela ter conhecido e desconfiado que o Batman era o Bruce, ela não deu aquela deixa que ocorreu no final do ep Dama de honra.

Eu até já tenho uma parte do próximo capitulo escrita, mas ainda estou vendo. Pode ser que ele seja o ultimo ou pode ser que seja o antepenúltimo. Depende de como vou seguir com a história, ok?
Bjokinhaaas


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